{"id":145338,"date":"2021-04-25T19:24:01","date_gmt":"2021-04-25T22:24:01","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=145338"},"modified":"2021-04-25T19:24:01","modified_gmt":"2021-04-25T22:24:01","slug":"lobos-guaras-sao-infectados-com-sarna-apos-contato-com-seres-humanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/lobos-guaras-sao-infectados-com-sarna-apos-contato-com-seres-humanos\/","title":{"rendered":"Lobos-guar\u00e1s s\u00e3o infectados com sarna ap\u00f3s contato com seres humanos"},"content":{"rendered":"<div class=\"thrv_wrapper thrv_text_element\" data-css=\"tve-u-1740c3e5ba8\" data-raofz=\"18\">\n<p data-css=\"tve-u-17623bffa2b\" data-raofz=\"18\" data-swp-font-size=\"18px\"><span class=\"thrive-shortcode-content\" data-shortcode=\"thrive_custom_fields_shortcode_data\" data-shortcode-name=\"[Custom Fields] acf_olhoreal\" data-extra_key=\"CFG\" data-attr-id=\"acf_olhoreal\" data-option-inline=\"1\" data-css=\"tve-u-17623bffa31\" data-raofz=\"18\">Eles foram diagnosticados com sarna sarc\u00f3ptica, ou sarna canina, uma infesta\u00e7\u00e3o por um \u00e1caro devastador que tamb\u00e9m ocorre em cachorros dom\u00e9sticos<\/span><\/p>\n<\/div>\n<section class=\"tcb-post-content tcb-shortcode thrv_wrapper\" data-css=\"tve-u-16ec5d248bb\">\n<figure id=\"attachment_124934\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 638px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-124934\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-124934 lazyloaded\" src=\"https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/maned-wolf-3247325-scaled.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/maned-wolf-3247325-scaled.jpg 2560w, https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/maned-wolf-3247325-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/maned-wolf-3247325-1024x678.jpg 1024w, https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/maned-wolf-3247325-768x509.jpg 768w, https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/maned-wolf-3247325-1536x1017.jpg 1536w, https:\/\/www.anda.jor.br\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/maned-wolf-3247325-2048x1356.jpg 2048w\" alt=\"Imagem de lobo-guar\u00e1\" width=\"638\" height=\"423\" data-ll-status=\"loaded\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-124934\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Pixabay<\/figcaption><\/figure>\n<p>Era 11h30 da manh\u00e3 e o dia era 4 de fevereiro 2021. Um c\u00e9u cinza amea\u00e7ava chuvas fortes. Tudo estava calmo como de costume na portaria da Fazenda Brej\u00e3o, mais ou menos 10 quil\u00f4metros de Arceburgo, uma cidade de 10,00 no estado de Minas Gerais no Brasil. Luiz M\u00e1ximo Gon\u00e7alves Filho, 53, estava encerrando o seu turno como seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cEu vi um animal se aproximando, mas tinha algo de errado com ele\u201d, disse ele ao\u00a0<em>Mongabay<\/em>. \u201cQuando eu cheguei mais perto, eu pude ver o lobo-guar\u00e1, mas estava sem pelo no seu corpo.\u201d<\/p>\n<p>Algumas horas depois, \u00e0s 2h30 da tarde, o lobo-guar\u00e1 reapareceu. A chuva agora j\u00e1 estava caindo forte. Gon\u00e7alves Filho foi alertado por um bando de p\u00e1ssaros siriema semelhantes \u00e0 cegonha, que come\u00e7ou a fugir.<\/p>\n<p>\u201cEu olhei para baixo na estrada e vi o lobo sem pelo de novo. Eu corri para pegar o meu celular e comecei a filmar.\u201d<\/p>\n<p>Calmamente e com cuidado, o animal, que Gon\u00e7alves Filho diz ser provavelmente uma f\u00eamea, entrou na fazenda e desapareceu. Ele nunca mais viu.<\/p>\n<p>A cidade de Arceburgo situa-se na zona entre a exuberante Mata Atl\u00e2ntica e o seco Cerrado. N\u00e3o \u00e9 incomum achar animais de ambos biomas aqui, incluindo o lobo-guar\u00e1 (<em>Chrysocyon brachyurus).<\/em><\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s vimos eles aqui na fazenda algumas vezes\u201d, disse Gon\u00e7alves Filho. \u201cEles normalmente v\u00eam \u00e0 noite para pegar algum tipo de sobra. Eu tenho certeza que vi esse mesmo lobo a cerca de tr\u00eas semanas atr\u00e1s, mas ela tinha pelo ent\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>O v\u00eddeo do lobo-guar\u00e1 sem pelo chegou a mesa do secret\u00e1rio municipal do meio ambiente, Ademir Carosia, quem imediatamente contatou o Centro Nacional de Pesquisa e Conserva\u00e7\u00e3o de Mam\u00edferos Carn\u00edvoros no Instituto Chico Mendes para a Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (<a href=\"https:\/\/www.icmbio.gov.br\/cenap\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.icmbio.gov.br\/cenap\/&amp;source=gmail&amp;ust=1618593186796000&amp;usg=AFQjCNGKfQxwLgPws-0tHCMhLlBxg9nJwQ\">Cenap\/ICMBio<\/a>). Os especialistas \u00a0sugeriram a sarna sarc\u00f3ptica como poss\u00edvel causa do problema do animal, uma condi\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m \u00e9 encontrada em cachorros dom\u00e9sticos e mais conhecido como sarna canina.<\/p>\n<p>O caso n\u00e3o foi uma surpresa para Rog\u00e9rio Cunha de Paula, uma bi\u00f3loga e analista ambiental no Cenap, que estudou lobos-guar\u00e1s por 25 anos. De Paula coordena o Plano Nacional de A\u00e7\u00e3o para a Conserva\u00e7\u00e3o de Caninos Selvagens (PAN Can\u00eddeos) no ICMBio e disse que come\u00e7ou a avistar os lobos-guar\u00e1s com sarna sarc\u00f3ptica em 2012, nas Montanhas Canastra em Minas Gerais. Um caso em S\u00e3o Paulo afirma ter sido documentado tr\u00eas anos antes, havendo relatos de casos tamb\u00e9m nos estados de Goi\u00e1s e Bahia.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s ainda n\u00e3o investigamos o problema completamente\u201d, disse De Paula. \u201c Mas, no ano passado, come\u00e7amos a mapear relatos de lobos com alopecia [calv\u00edcie] parecido com os animais que n\u00f3s identificamos com sarna sarc\u00f3ptica.\u201d<\/p>\n<p>Segundo ele, a regi\u00e3o onde fica Arceburgo provavelmente est\u00e1 sofrendo uma infesta\u00e7\u00e3o do \u00e1caro\u00a0<em>Sarcoptes scabiei<\/em>, respons\u00e1vel por esse tipo de sarna.<\/p>\n<p><strong>Cachorros dom\u00e9sticos como poss\u00edvel fonte de transmiss\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><em>Sarcoptes scabiei<\/em>\u00a0\u00e9 um parasita que vive nas camadas internas da pele do animal hospedeiro. A veterin\u00e1ria Fl\u00e1via Fiori, uma especialista em lobo-guar\u00e1 no Instituto para a Conserva\u00e7\u00e3o Neotropical de Carn\u00edvoros Pr\u00f3-Carn\u00edvoros, diz que quando ataca a pele do animal, come\u00e7a a entrar em um t\u00fanel na boca, causando desconforto aos animais.<\/p>\n<p>\u201cAs consequ\u00eancias da sarna no animal podem eventualmente levar \u00e0 morte por causa de infec\u00e7\u00f5es secund\u00e1rias\u201d, Fiori disse. \u201c A pele \u00e9 o primeiro e maior organismos de defesa, e uma vez que a sua integridade foi comprometida, o animal pode entrar em contato com outros pat\u00f3genos e desenvolver infec\u00e7\u00f5es que enfraquecem ainda mais a sa\u00fade\u201d.<\/p>\n<p>Contatos entre os lobos-guar\u00e1 e cachorros dom\u00e9sticos infectados com sarna sarc\u00f3ptica \u00e9 o motivo mais prov\u00e1vel dos casos na fronteira S\u00e3o Paulo\/Minas Gerais.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s ainda n\u00e3o temos nenhum estudo sobre a corrente epidemiol\u00f3gica, ou seja, a forma como o ectoparasita de propaga nos lobos brasileiros\u201d, disse Fiori. \u201cEnt\u00e3o, n\u00f3s n\u00e3o podemos alegar que o lobo em Arceburgo e outros lobos ent\u00e3o pegando o \u00e1caro pelo contato com animais dom\u00e9sticos. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o podemos tirar a responsabilidade porque o aumento da proximidade de pets com animais selvagens em geral pode torn\u00e1-lo prov\u00e1vel.\u201d<\/p>\n<p>Sarna sarc\u00f3ptica pode ser transmitida atrav\u00e9s do contato direto ou indireto. Transmiss\u00e3o direta, Fiori disse, \u201cpode acontecer entre membros de um grupo familiar, durante a parentalidade, o acasalamento ou brigas. Mas entre animais de esp\u00e9cies diferentes, acontece durante a ca\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Transmiss\u00f5es indiretas ocorrem quando os animais t\u00eam contato com objetos inanimados que animais anteriormente infestados tiveram contato. \u201cNo caso da vida selvagem, pode ser pela grama ou mesmo pela toca contaminada\u201d, Fiori disse.<\/p>\n<p>Mas ela acrescentou que essas formas de transmiss\u00e3o conhecidas ainda n\u00e3o foram comprovadas no caso de lobos-guar\u00e1s.<\/p>\n<p>Mapeamento nacional de casos \u00e9 um dos projetos em andamento no PAN Can\u00eddeos que, entre os objetivos, visa reduzir os impactos negativos de doen\u00e7as e intera\u00e7\u00f5es com animais dom\u00e9sticos\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de trabalhar com lobos-guar\u00e1s, o plano nacional de a\u00e7\u00e3o visa reduzir os fatores que causam impactos negativos ao cachorro-do-mato (<em>Speothos venaticus<\/em>), o cachorro-orelhudo (<em>Atelocynus microtis<\/em>), e a raposa-do-mato (<em>Lycalopes vetulus<\/em>). Todas as quatro esp\u00e9cies s\u00e3o classificadas como vulner\u00e1veis na lista de esp\u00e9cies amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o no Brasil.<\/p>\n<p>Historicamente, a maior amea\u00e7a para os lobos-guar\u00e1s tem sido a perda e transforma\u00e7\u00e3o do seu habitat. Mudan\u00e7as trazidas pela ocupa\u00e7\u00e3o humana e atividades econ\u00f4micas como agricultura e pecu\u00e1ria no Cerrado, o bioma natural da esp\u00e9cie, est\u00e3o entre as principais causas do encolhimento da popula\u00e7\u00e3o de lobo. No mesmo tempo, o desmatamento das florestas tropicais amaz\u00f4nicas e atl\u00e2ntica permitiu que os lobos se expandissem para \u00e1reas que antes estavam fora de sua \u00e1rea natural. As popula\u00e7\u00f5es de lobo-guar\u00e1 se estabeleceram em \u00e1reas onde a Mata Atl\u00e2ntica est\u00e1 sendo regeneradas, e estudos est\u00e3o em andamento para entender se isso tamb\u00e9m est\u00e1 acontecendo dentro do Arco do Desmatamento no sul da Amaz\u00f4nia, onde 22 lobos-guar\u00e1s foram registrados nos \u00faltimos 25 anos.<\/p>\n<p><strong>Oito lobos j\u00e1 foram infectados<\/strong><\/p>\n<p>O mapeamento feito pelos pesquisadores do PAN Can\u00eddeos por meio da captura e fotografia de lobos-guar\u00e1 j\u00e1 achou outros sete animais com sarna sarc\u00f3ptica nos munic\u00edpios da Mococa, S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Pardo e Caconde, todos no lado da fronteira de S\u00e3o Paulo com Minas Gerais. Mococa fica apenas 15 km de Arceburgo.<\/p>\n<p>Um dos lobos era uma f\u00eamea de 6 anos, capturada em Mococa em julho de 2019. Ela teve uma ninhada de filhotes, e seu problema de sarna foi descoberto quando imagens dela foram capturadas por c\u00e2meras pertencentes ao projeto Lobos do Pardo.<\/p>\n<p>Lobos do Pardo \u00e9 uma parte do Pr\u00f3-Carn\u00edvoros com a Cenap\/ICMBio e uma empresa de fornecimento de energia AES Tiet\u00ea, visando \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies dentro da Bacia do Rio Pardo. Os pesquisadores capturaram o lobo em uma armadilha especialmente projetada para lobos-guar\u00e1. Eles ent\u00e3o foram capazes de coletar amostras de tecido para estudo, medic\u00e1-la e liber\u00e1-la com um colar de monitoramento. Eles tamb\u00e9m a chamaram de Pimenta.<\/p>\n<p>\u201cPimenta tinha graves problemas de pele e pelo, mas o tratamento foi um sucesso\u201d, Fiori disse. Ela disse que animais amea\u00e7ados tipicamente mostram grande melhora um m\u00eas ap\u00f3s a medica\u00e7\u00e3o oral, depois de tr\u00eas meses, todos os sinais de sarna desaparecem.<\/p>\n<p>Enquanto o tratamento para sarna sarc\u00f3ptica est\u00e1 bem estabilizado, a preven\u00e7\u00e3o para a doen\u00e7a n\u00e3o est\u00e1. E como os estudos sobre a transmiss\u00e3o da doen\u00e7a em lobos-guar\u00e1 s\u00f3 est\u00e1 come\u00e7ando, pesquisadores ainda n\u00e3o t\u00eam respostas exatas. Mas evitar contato com animais dom\u00e9sticos \u00e9 considerado essencial.<\/p>\n<p>\u201cSem d\u00favida nenhuma, eu s\u00f3 vejo vantagens em evitar o contato entre animais dom\u00e9sticos e selvagens, especialmente cachorros e gatos dom\u00e9sticos\u201d, Fiori disse. \u201cOu os lobos-guar\u00e1 ent\u00e3o pegando sarna de cachorros ou n\u00e3o, evitando o contato minimiza poss\u00edveis riscos de n\u00e3o s\u00f3 isso mas tamb\u00e9m v\u00e1rias outras doen\u00e7as que eles podem estar carregando e passando\u201d.<\/p>\n<p>Fiori disse que donos de cachorros e gatos devem cuidar deles com responsabilidade, mantendo a vacina\u00e7\u00e3o e tratamentos contra vermes atualizados, garantindo que eles estejam saud\u00e1veis e bem alimentados, e protegidos dentro das suas pr\u00f3prias linhas de personalidade.<\/p>\n<p>Quanto ao lobo-guar\u00e1 sem pelo em Arceburgo, oficiais da cidade disseram que eles instru\u00edram os residentes e funcion\u00e1rios da fazenda para contatar as autoridades se eles vissem o animal novamente.<\/p>\n<p>\u201cEu realmente gostaria de ajudar aquele pequeno lobo\u201d, disse Gon\u00e7alves Filho, o seguran\u00e7a que primeiro a viu.<\/p>\n<p><em>Esse artigo foi primeiramente postado pelo time da Mongabay Brasil.<\/em><\/p>\n<\/section>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eles foram diagnosticados com sarna sarc\u00f3ptica, ou sarna canina, uma infesta\u00e7\u00e3o por um \u00e1caro devastador<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Eles foram diagnosticados com sarna sarc\u00f3ptica, ou sarna canina, uma infesta\u00e7\u00e3o por um \u00e1caro devastador","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145338"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=145338"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145338\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":145339,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/145338\/revisions\/145339"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=145338"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=145338"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=145338"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}