{"id":14497,"date":"2015-01-20T14:31:45","date_gmt":"2015-01-20T14:31:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=14497"},"modified":"2015-01-20T14:31:45","modified_gmt":"2015-01-20T14:31:45","slug":"pressao-do-bicudo-do-algodoeiro-aumenta-no-inicio-da-safra-em-mato-grosso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/pressao-do-bicudo-do-algodoeiro-aumenta-no-inicio-da-safra-em-mato-grosso\/","title":{"rendered":"Press\u00e3o do bicudo do algodoeiro aumenta no in\u00edcio da safra em Mato Grosso"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-14498\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Dados coletados por meio de monitoramento em armadilhas em sete N\u00facleos Regionais de produ\u00e7\u00e3o em Mato Grosso chamaram a aten\u00e7\u00e3o pelo grande n\u00famero de bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) adultos capturados logo no in\u00edcio da safra 2014\/15.<\/p>\n<p>Em virtude disso, o Instituto Mato-grossense do Algod\u00e3o (IMAmt) \u2013 bra\u00e7o tecnol\u00f3gico da Associa\u00e7\u00e3o Mato-grossense dos Produtores de algod\u00e3o (Ampa) \u2013 informa que Mato Grosso est\u00e1 em estado de alerta contra o besouro.\u00a0 O estado \u00e9 respons\u00e1vel por produzir cerca de 60% do algod\u00e3o brasileiro.<\/p>\n<p>As coletas impressionam principalmente nos N\u00facleos Regionais Sul (regi\u00e3o da Serra da Petrovina), Centro Leste (regi\u00e3o de Primavera do Leste) e Centro (regi\u00e3o de Campo Verde), embora, de acordo com o IMA, o problema se estenda aos N\u00facleos Regionais Noroeste (regi\u00e3o de Sapezal), M\u00e9dio Norte (regi\u00e3o de Campo Novo do Parecis), Norte (regi\u00e3o de Sorriso) e Centro Norte (regi\u00e3o de Lucas do Rio Verde).<\/p>\n<p>&#8220;Devido \u00e0 grande press\u00e3o do bicudo neste in\u00edcio de safra \u2013 \u00e9poca considerada de baixa infesta\u00e7\u00e3o -, alertamos os produtores quanto \u00e0 import\u00e2ncia das a\u00e7\u00f5es iniciais de controle da praga. Se o controle e o monitoramento nos talh\u00f5es n\u00e3o forem rigorosos e efetivos, neste primeiro momento, o produtor tem alto risco de ter o bicudo fora de controle, causando preju\u00edzos severos \u00e0s lavouras&#8221;, afirma o entomologista Eduardo Barros, do IMAmt.<\/p>\n<div class=\"saibamais componente_materia\">Segundo a associa\u00e7\u00e3o, a preocupa\u00e7\u00e3o do pesquisador, compartilhada com o presidente da Ampa e do IMAmt, Gustavo Piccoli, \u00e9 baseada nos dados do monitoramento feito desde a safra 2012\/13, por meio de armadilhas sob a responsabilidade dos assessores t\u00e9cnicos regionais (ATRs) e a equipe de pesquisadores.<\/div>\n<p>&#8220;Temos uma m\u00e9dia acima de 10 B.A.S (bicudos por armadilha por semana) nos n\u00facleos Sul, Centro e Centro Leste, sendo que o \u00edndice acima de 2 indiv\u00edduos por armadilha j\u00e1 coloca a lavoura em alerta vermelho&#8221;, informa Renato Tachinardi, ATR do N\u00facleo Regional Centro e respons\u00e1vel pelo projeto de controle de bicudo do IMAmt, que tem apoio financeiro do Instituto Brasileiro do Algod\u00e3o (IBA).<\/p>\n<p>Tachinardi afirma que, ap\u00f3s uma queda de 58% na quantidade de bicudos capturada no N\u00facleo Regional Centro na safra 2013\/14 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 safra anterior (de um \u00edndice B.A.S de 2,07 bicudos por armadilha por semana para 1,21), houve um aumento preocupante na captura de bicudo no monitoramento em pr\u00e9-safra 2014\/15.\u00a0 Foi registrado um \u00edndice B.A.S. de 9,59 na segunda semana de janeiro, o que corresponde a um aumento de 790%.<\/p>\n<p><strong>O Bicudo<\/strong><br \/>\nRespons\u00e1vel por dizimar lavouras de algod\u00e3o do Paran\u00e1, S\u00e3o Paulo e de estados do Nordeste, nos anos 1990, o bicudo vem sendo monitorado pelo IMAmt e Ampa.<\/p>\n<p>De acordo com o entomologista Walter Jorge dos Santos, que se aposentou do Instituto Agron\u00f4mico do Paran\u00e1 (Iapar) e \u00e9 considerado um dos maiores especialistas nessa praga, o besouro (o bicudo adulto) se alimenta do interior dos bot\u00f5es florais do algod\u00e3o, inviabilizando-os; as f\u00eameas do inseto colocam seus ovos no interior dos bot\u00f5es florais e das ma\u00e7\u00e3s. &#8220;As larvas ficam escondidas, por isso o bicudo n\u00e3o \u00e9 um alvo f\u00e1cil e \u00e9 chamado de praga silenciosa&#8221;, explica o pesquisador, que fez v\u00e1rias palestras para produtores e t\u00e9cnicos de Mato Grosso em 2014, a convite do IMAmt.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados coletados por meio de monitoramento em armadilhas em sete N\u00facleos Regionais de produ\u00e7\u00e3o em<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14498,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/bicudo.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Dados coletados por meio de monitoramento em armadilhas em sete N\u00facleos Regionais de produ\u00e7\u00e3o em","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14497"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14497"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14497\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14498"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14497"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14497"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14497"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}