{"id":144175,"date":"2021-04-04T19:31:13","date_gmt":"2021-04-04T22:31:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=144175"},"modified":"2021-04-04T19:32:39","modified_gmt":"2021-04-04T22:32:39","slug":"sobre-arvores-um-neto-e-o-tal-de-educacao-ambiental-por-mais-criancas-na-natureza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/sobre-arvores-um-neto-e-o-tal-de-educacao-ambiental-por-mais-criancas-na-natureza\/","title":{"rendered":"Sobre \u00e1rvores, um neto e o tal de \u201cEduca\u00e7\u00e3o Ambiental\u201d: por mais crian\u00e7as na Natureza"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/JP_Pitangueira.jpg\" width=\"639\" height=\"799\" \/><\/p>\n<p>Jo\u00e3o Pedro come\u00e7ou a plantar \u00e1rvores com quatro anos e n\u00e3o parou mais. Foto: Arquivo Pessoal.<\/p>\n<p>Foi o fato de ser um jardineiro e plantador de \u00e1rvores, antes de tudo o mais que me veio em cima nesses quarenta e tr\u00eas anos de ativismo ambiental com criar parques, defender baleias e o escambau, o que fez com que o querido Marcos S\u00e1 Corr\u00eaa, l\u00e1 nos tempos da funda\u00e7\u00e3o d\u2019O Eco, me convidasse a escrever neste mui lido (tanto quanto odiado em Bras\u00edlia) portal. E eu at\u00e9 tentei, como escrevi na <a href=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/colunas\/17243-oeco-10456\/\" data-wpel-link=\"internal\">minha primeira coluna aqui, em 2004<\/a>. Mas a desgraceira ambiental do Brasil acabou me fazendo escrever sobre outros temas, e nunca retomei o assunto da jardinagem ecol\u00f3gica neste espa\u00e7o. Fa\u00e7o-o, na verdade, instigado pela Editoria, depois de ter escrito\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/groups\/304845060685426\/permalink\/504305634072700\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">um post no Facebook<\/a>\u00a0sobre plantar \u00e1rvores com meu neto e a import\u00e2ncia de reaproximarmos as crian\u00e7as da Natureza. Para minha surpresa, esse post recebeu mais de 2000 curtidas e algumas centenas de compartilhamentos nos grupos de jardinagem e arboriza\u00e7\u00e3o dos quais participo, o que no fundo era a ideia do post mesmo \u2013 fazer as pessoas pensarem e compartilharem sobre a import\u00e2ncia de envolver as crian\u00e7as em atividades de plantio, recupera\u00e7\u00e3o e observa\u00e7\u00e3o da Natureza.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o de transmitir aos mais novos uma vis\u00e3o abrangente do mundo natural e da imensa alegria de entend\u00ea-lo n\u00e3o \u00e9 novidade para mim. Com as duas filhas de meu primeiro casamento, apesar da minhas aus\u00eancias prolongadas e regulares enquanto tentava levar adiante o\u00a0<a href=\"https:\/\/emais.estadao.com.br\/noticias\/geral,um-encrenqueiro-a-menos-no-front-ambiental,413679\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Projeto Baleia Franca<\/a>, tentava sempre aproveitar nosso tempo juntos pra vermos o mundo, observar baleias, visitar parques, e sim, plantar \u00e1rvores e admirar a fauna das cidades que a presen\u00e7a da arboriza\u00e7\u00e3o permite existir. E creio que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/574915842\/posts\/10157515033650843\/?d=n\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">a arte de uma delas<\/a> deixa claro que fui bem-sucedido, com ambas, em criar essa vis\u00e3o, infelizmente t\u00e3o restrita a poucos, sobre a maravilha do mundo natural que nos cerca mesmo em nossas cinzentas urbes, sobre o espet\u00e1culo da descoberta em cada brota\u00e7\u00e3o de planta ou em cada aranha papa-moscas no batente da janela de casa.<\/p>\n<p>Eu sempre fui muito cr\u00edtico do que se entende aqui em Ban\u00e2nia por \u201cEduca\u00e7\u00e3o Ambiental\u201d. Peguei uma terr\u00edvel alergia do termo e de seus \u201cespecialistas\u201d ao testemunhar a imensid\u00e3o de dinheiro, tempo, energia e oportunidade que se desperdi\u00e7am ao se gastar congressos inteiros em bl\u00e1bl\u00e1bl\u00e1 e nhonhonh\u00f3 sobre \u201creferenciais te\u00f3ricos\u201d, tentar impor essas besteiras atrav\u00e9s de amontoados de leis in\u00f3cuas, e buscar embuchar ideologias furadas e teses estramb\u00f3licas naquilo que deveria ser, simplesmente, fazer o mais importante: mostrar a Natureza para as crian\u00e7as, interpretar as maravilhas naturais a partir do que temos pr\u00f3ximo de todos n\u00f3s mesmo nas cidades, e ajudar a construir a cidadania ambiental n\u00e3o com pataquadas pseudodid\u00e1ticas, mas sim com o VER E SENTIR que todas as crian\u00e7as trazem dentro de si antes de serem reprimidas e estragadas pelos medos e pela ignor\u00e2ncia dos adultos que a cercam em rela\u00e7\u00e3o ao mundo natural.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image alignwide size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-102737 jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ComposteiraJP-1.jpg\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ComposteiraJP-1.jpg 750w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ComposteiraJP-1-300x300.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ComposteiraJP-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ComposteiraJP-1-600x600.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/ComposteiraJP-1-640x640.jpg 640w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"640\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption>Uma composteira e uma aula sobre mat\u00e9ria org\u00e2nica e solo foram presentes do Vov\u00f4 Maluco no anivers\u00e1rio de seis anos. Foto: Arquivo Pessoal.<\/figcaption><\/figure>\n<p>O sentido de urg\u00eancia em transmitir a descoberta e o maravilhamento com a Natureza aos pequenos como forma de gerar adultos conscientes e atuantes na cidadania ambiental foi renovado em mim por duas ocorr\u00eancias conexas. Uma, o advento do meu neto Jo\u00e3o Pedro, uma crian\u00e7a alegre e inteligente que desde muito cedo se interessou pelas conversas do Vov\u00f4 Maluco sobre bichos, plantas, praias e parques, insetos pr\u00f3ximos e pa\u00edses distantes, e que desde os quatro anos de idade planta \u00e1rvores comigo, algo que o motiva muito, a ponto de termos feito um livrinho para registrar os seus plantios (do que falo mais naquele post que mencionei acima). Outra, instigado pela vontade de fazer melhor meu papel de subverter mais uma cabecinha f\u00e9rtil, foi ter lido neste ver\u00e3o o magistral\u00a0<a href=\"https:\/\/criancaenatureza.org.br\/acervo\/last-child-in-the-woods\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\"><em>A \u00daltima Crian\u00e7a na Natureza<\/em><\/a>, de Richard Louv. Publicado ao redor do mundo e trazido ao Brasil com o apoio do\u00a0<a href=\"https:\/\/alana.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Instituto Alana<\/a>, uma ONG de promo\u00e7\u00e3o dos direitos da crian\u00e7a e de uma inf\u00e2ncia saud\u00e1vel, o livro aborda a necessidade urgente de reconectarmos as crian\u00e7as com o mundo natural e de combater o Transtorno de D\u00e9ficit de Natureza, que embora ainda n\u00e3o constante do rol de doen\u00e7as \u201coficialmente reconhecidas\u201d, \u00e9 tristemente real para muitas crian\u00e7as das cidades contempor\u00e2neas. O que, sim, est\u00e1 amplamente provado e reconhecido em estudos cient\u00edficos realizados em v\u00e1rias partes do mundo, em sociedades muito distintas, como os realizados pelos pesquisadores da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/articles\/10.3389\/fpsyg.2020.00276\/full\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Universidade de Sonora<\/a>\u00a0no M\u00e9xico,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.wildlifetrusts.org\/sites\/default\/files\/2019-11\/Children%20and%20Nature%20-%20UCL%20and%20The%20Wildlife%20Trusts%20Full%20Report.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">University College of London<\/a>\u00a0no Reino Unido,\u00a0<a href=\"https:\/\/jamanetwork.com\/journals\/jamanetworkopen\/fullarticle\/2757630\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Sun Yat-sen University<\/a>\u00a0na China e dezenas de outros, \u00e9 que a\u00a0<em>\u00a0presen\u00e7a<\/em>\u00a0de Natureza na vida das crian\u00e7as causa melhorias not\u00e1veis e mensur\u00e1veis em desempenho escolar, sociabilidade, sensa\u00e7\u00e3o de felicidade e outros indicadores de uma vida melhor vivida e plena.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-102729 jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/JPeCaninana.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/JPeCaninana.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/JPeCaninana-234x300.jpg 234w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"821\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><figcaption>Perder o medo da Natureza \u00e9 um ensinamento essencial. Jo\u00e3o Pedro ajudou a soltar caninanas resgatadas (cobras n\u00e3o pe\u00e7onhentas) gra\u00e7as \u00e0 gentileza da equipe do Parque Natural Municipal Klaus Peters, em Praia do Forte (BA). Foto: Arquivo Pessoal.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>A receita de Louv, que lidera o movimento\u00a0<a href=\"https:\/\/www.childrenandnature.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Children and Nature<\/a>\u00a0\u2013 Crian\u00e7as e Natureza, \u00e9 muito simples: precisamos voltar a conectar as crian\u00e7as \u00e0 Natureza em todas as suas express\u00f5es, a ensin\u00e1-las a brincar em \u00e1reas verdes, a faz\u00ea-las entender a maravilha que s\u00e3o os seres vivos ao nosso redor, a plantar \u00e1rvores, fazer um jardim, enfiar as m\u00e3os na terra, deixar de temer o mundo natural e abra\u00e7\u00e1-lo, ao inv\u00e9s, com toda a intensidade que s\u00f3 uma crian\u00e7a em descoberta pode ter.<\/p>\n<p>Como em tudo o mais que se refere \u00e0 Educa\u00e7\u00e3o, isso n\u00e3o \u00e9 tarefa (s\u00f3) da escola. \u00c9 muito c\u00f4modo para os pais delegarem a Educa\u00e7\u00e3o na Natureza (prefiro essa defini\u00e7\u00e3o ao surrado e sequestrado Educa\u00e7\u00e3o Ambiental dos te\u00f3ricos ecochatos) \u00e0 comunidade escolar. Esta tem, sim, um papel relevante, ao se poder utilizar sua estrutura e recursos para atividades de reconhecimento, interpreta\u00e7\u00e3o e conex\u00e3o com a Natureza (fazer uma horta, visitar parques e \u00e1reas rurais, plantar \u00e1rvores em grupo); entretanto, como cidadania e civilidade n\u00e3o se aprendem primariamente na escola, mas sim no dia a dia da fam\u00edlia, a constru\u00e7\u00e3o de uma cidadania ambiental tamb\u00e9m depende do est\u00edmulo di\u00e1rio e precoce dos pais e outros familiares. Se os pais do Jo\u00e3o Pedro n\u00e3o fossem parceiros nessa caminhada de dar a ele uma cidadania planet\u00e1ria pela experi\u00eancia de viver a Natureza, n\u00e3o haveria futuro para ele nisso s\u00f3 com o que ele recebe na viv\u00eancia escolar, por melhor que seja a escola.<\/p>\n<p>E sim, TODA viv\u00eancia com a Natureza \u00e9 v\u00e1lida. Caminhar numa trilha de um parque, plantar \u00e1rvores, dar comida aos patos no lago, observar aves, ter um aqu\u00e1rio e saber de onde v\u00eam os peixes, hospedar girinos apanhados num c\u00f3rrego at\u00e9 virarem sapos e acompanhar sua metamorfose, plantar lantanas no jardim para ver borboletas, olhar inofensivas aranhas papa-moscas na janela sem um adulto ignorante que a esmague, destruindo com isso, como bem pontuava o saudoso Jos\u00e9 Lutzenberger, a curiosidade natural da crian\u00e7a e transformando o maravilhamento em medo.<\/p>\n<p>O ato de plantar \u00e1rvores, em especial, faz com que as crian\u00e7as aprendam desde cedo que elas podem, sim, fazer a diferen\u00e7a, mudar o mundo a partir das atitudes individuais, melhorar a vida de todos na sua comunidade, n\u00e3o esperar por ningu\u00e9m mais para fazer algo de \u00fatil pela natureza. Oferece uma oportunidade para que elas acompanhem um gesto grandioso de sua inf\u00e2ncia ao longo da vida, at\u00e9 crescerem cidad\u00e3os melhores que isso que estamos vendo por a\u00ed.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-102751 jetpack-lazy-image jetpack-lazy-image--handled\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/JPJT.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/JPJT.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/JPJT-224x300.jpg 224w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"856\" data-lazy-loaded=\"1\" \/><\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, sentar no ch\u00e3o, contar hist\u00f3rias sobre a Natureza, plantar juntos, \u00e9 a chave para nutrir a cidadania ambiental nas crian\u00e7as. Foto: Arquivo Pessoal.<\/p>\n<p>Quem desdenha do poder transformador de se plantar \u00e1rvores \u00e9 apenas um pobre tolo que teoriza sobre ativismo enquanto Roma arde.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental que todos os que nos preocupamos com a natureza brasileira e planet\u00e1ria nos dediquemos a resgatar as crian\u00e7as sem-Natureza, sejam da favela ou dos condom\u00ednios abastados, e fazer algo para aproxim\u00e1-las do mundo natural. Todas merecem isso, todas precisam muito disso, e n\u00e3o h\u00e1 desculpa alguma para que deixemos de faz\u00ea-lo. Negligenciar a viv\u00eancia ambiental das crian\u00e7as desde pequenas \u00e9 condenar o mundo a mais uma gera\u00e7\u00e3o inteira de devasta\u00e7\u00e3o e descaso. E um planeta devastado \u00e9 o que eu n\u00e3o quero legar nem a minhas filhas nem a meu neto, que segue ali feliz plantando suas \u00e1rvores e fazendo sua parte, desde pequeno, para um mundo melhor.<\/p>\n<p>Jardineiro, indignado e Vice-Presidente do Instituto Augusto Carneiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jo\u00e3o Pedro come\u00e7ou a plantar \u00e1rvores com quatro anos e n\u00e3o parou mais. Foto: Arquivo<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Jo\u00e3o Pedro come\u00e7ou a plantar \u00e1rvores com quatro anos e n\u00e3o parou mais. Foto: Arquivo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144175"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=144175"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144175\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":144177,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144175\/revisions\/144177"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=144175"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=144175"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=144175"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}