{"id":14417,"date":"2015-01-19T14:00:45","date_gmt":"2015-01-19T14:00:45","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=14417"},"modified":"2015-01-19T12:24:23","modified_gmt":"2015-01-19T12:24:23","slug":"praias-do-rio-e-de-outras-partes-do-mundo-correm-risco-de-serem-varridas-do-mapa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/praias-do-rio-e-de-outras-partes-do-mundo-correm-risco-de-serem-varridas-do-mapa\/","title":{"rendered":"Praias do Rio e de outras partes do mundo correm risco de serem &#8216;varridas&#8217; do mapa"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-14420\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg\" alt=\"\" width=\"415\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg 415w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_-300x192.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 415px) 100vw, 415px\" \/><\/a>As constantes interven\u00e7\u00f5es humanas na natureza, da floresta \u00e0 beira-mar, devem trazer consequ\u00eancias dr\u00e1sticas ao planeta nos pr\u00f3ximos anos. Pelo menos \u00e9 o que defendem os especialistas Andrew Cooper, professor de Estudos Costeiros da Universidade de Ulster, no Reino Unido, e Orrin Pilkey, professor de ci\u00eancias da terra e dos oceanos na Universidade de Duke, nos EUA.<\/p>\n<p>Os pesquisadores, que recentemente lan\u00e7aram o livro \u201cThe Last Beach\u201d, afirmam que as a\u00e7\u00f5es degradantes, juntamente com a eleva\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de oceanos e as tempestades cada vez mais fortes por conta das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, v\u00eam provocando uma enorme eros\u00e3o de areia em dire\u00e7\u00e3o ao fundo dos oceanos. A teoria deles \u00e9 de que, atualmente, h\u00e1 um efeito de \u201cvarredura\u201d do solo costeiro.<\/p>\n<p>Dessa forma, as praias do Rio de Janeiro e de diversas outras cidades do planeta desapareceriam do mapa. H\u00e1 algum tempo, tsunamis v\u00eam ganhando destaque na m\u00eddia de todo o mundo, devido \u00e0 devasta\u00e7\u00e3o causada e ao constante estado de alerta em que a popula\u00e7\u00e3o se encontra.<\/p>\n<p>Em dezembro de 2014, por exemplo, tempestades nos oceanos Atl\u00e2ntico e do Pac\u00edfico geraram ondas de mais de 15 metros de altura que destru\u00edram defesas mar\u00edtimas de concreto em praias na Europa, Am\u00e9rica do Norte e nas Filipinas. Com isso, toda a comunidade acad\u00eamica ficou em estado de alerta para a poss\u00edvel ocorr\u00eancia de tsunamis nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>No livro, os especialistas defendem que o ideal seria preservar ao m\u00e1ximo as praias como ambiente natural, longe da interven\u00e7\u00e3o humana. Eles afirmam que muros de concreto n\u00e3o s\u00e3o eficientes e, por vezes, aceleram ainda mais a eros\u00e3o do solo. Para eles, dunas e longas faixas de areia das praias funcionam muito melhor na conten\u00e7\u00e3o de tempestades.<\/p>\n<p>Ainda neste contexto, entram as habita\u00e7\u00f5es litor\u00e2neas. \u00c9 preciso recuar e desistir de constru\u00e7\u00e3o de moradias, j\u00e1 que estas desapareceriam juntamente com as praias.<\/p>\n<p>Miami em foco<\/p>\n<p>Com o aumento do derretimento das geleiras, h\u00e1 alguns anos o tema vem sendo debatido. Com uma popula\u00e7\u00e3o de mais de 5 milh\u00f5es de habitantes vivendo cerca de dois metros acima do n\u00edvel do mar, Miami \u00e9 considerada uma das primeiras cidades dos Estados Unidos com risco de desaparecer do mapa.<\/p>\n<p>Um relat\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) de cidades mais amea\u00e7adas pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas coloca a cidade no topo da lista. A previs\u00e3o \u00e9 de que se a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar chegar a 1,2 metros at\u00e9 2030, a maior parte das praias de Miami ser\u00e3o varridas do mapa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As constantes interven\u00e7\u00f5es humanas na natureza, da floresta \u00e0 beira-mar, devem trazer consequ\u00eancias dr\u00e1sticas ao<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":14420,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/praias_.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As constantes interven\u00e7\u00f5es humanas na natureza, da floresta \u00e0 beira-mar, devem trazer consequ\u00eancias dr\u00e1sticas ao","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14417"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14417"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14417\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14420"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14417"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14417"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14417"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}