{"id":144090,"date":"2021-04-03T14:07:18","date_gmt":"2021-04-03T17:07:18","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=144090"},"modified":"2021-04-03T13:10:42","modified_gmt":"2021-04-03T16:10:42","slug":"conheca-produtos-naturais-que-estao-prejudicando-os-animais-e-o-planeta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/conheca-produtos-naturais-que-estao-prejudicando-os-animais-e-o-planeta\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a produtos naturais que est\u00e3o prejudicando os animais e o planeta"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-144091\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Determinar quais produtos e alimentos s\u00e3o \u201cbons\u201d e quais n\u00e3o s\u00e3o nem sempre \u00e9 simples. Muitos produtos aparentemente bons est\u00e3o secretamente prejudicando nossos amigos animais e o meio-ambiente mais do que a maioria das pessoas est\u00e1 ciente. Aqui est\u00e3o alguns deles:<\/p>\n<p><strong>Azeite de dend\u00ea ou \u00f3leo de palma<\/strong><\/p>\n<p>O v\u00eddeo de um orangotango escalando uma \u00e1rvore atrav\u00e9s do mato, tentando escapar de um guindaste de corte raso (guindaste florestal), demonstra a realidade de partir o cora\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o do azeite de dend\u00ea. O azeite de dend\u00ea ou \u00f3leo de palma \u00e9 encontrado em muitas comidas, de manteiga de amendoim a massa de pizza, assim como em produtos de beleza e de uso dom\u00e9stico, de batons a detergentes. Infelizmente, o azeite de dend\u00ea \u00e9 um secreto matador de orangotangos e de outros animais, assim como uma das principais causas do desmatamento ao redor do mundo. O \u00f3leo de palma em sua \u201cforma bruta\u201d, vindo diretamente do fruto do dendezeiro que \u00e9 encontrado no continente africano e no Sudeste Asi\u00e1tico \u00e9, de fato, vegano. Contudo, o processo de produ\u00e7\u00e3o do azeite de dend\u00ea destr\u00f3i o meio natural de muitos animais e ecossistemas.<\/p>\n<p>Um estudo de 2018 descobriu que mais de 100.000 orangotangos desapareceram de Born\u00e9u ao longo de um per\u00edodo de 16 anos. Um dado impressionante para ajudar a visualizar. Os orangotangos n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos animais que sofrem com a produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de palma; macacos, rinocerontes, tigres, leopardos, elefantes e ursos tamb\u00e9m est\u00e3o sofrendo. A perda de habitat \u00e9 catastr\u00f3fica e os ecossistemas onde esses animais vivem est\u00e3o diminuindo rapidamente. Al\u00e9m disso, o desmatamento causado pelo \u00f3leo de palma libera milhares de toneladas de di\u00f3xido de carbono na atmosfera. Al\u00e9m da degrada\u00e7\u00e3o do meio-ambiente, a produ\u00e7\u00e3o do azeite de dend\u00ea tamb\u00e9m leva a viola\u00e7\u00f5es dos direitos humanos. A ind\u00fastria do \u00f3leo de palma foi considerada culpada de v\u00e1rios abusos de direitos humanos, incluindo o uso de trabalho infantil, saque de vilas e abuso de trabalhadores nas planta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A classifica\u00e7\u00e3o feita pela Mesa Redonda sobre \u00d3leo de Palma Sustent\u00e1vel (em ingl\u00eas, RSPO) teve como objetivo destacar pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de palma, mas muitos acreditam que a RSPO n\u00e3o foi longe o suficiente para limitar o desmatamento, junto com os danos humanos e animais. H\u00e1 pessoas c\u00e9ticas em rela\u00e7\u00e3o a como essa iniciativa disciplina as empresas que n\u00e3o seguem os padr\u00f5es. Recentemente, o Greenpeace at\u00e9 divulgou um relat\u00f3rio, Burning down the house, revelando que as empresas que s\u00e3o membros da Mesa Redonda sobre o \u00d3leo de Palma Sustent\u00e1vel (RSPO) adquiriram seu \u00f3leo de palma de produtores que est\u00e3o vinculados aos inc\u00eandios na Indon\u00e9sia.<\/p>\n<p>O Certified Sustainable Palm Oil (CSPO) \u00e9 outro modelo de certifica\u00e7\u00e3o um pouco mais completo, mas n\u00e3o \u00e9 uma iniciativa estabelecida nem muito conhecida. \u00c9 a uni\u00e3o da iniciativa do Indonesian Sustainable Palm Oil (ISPO) e do programa de certifica\u00e7\u00e3o Malaysian Sustainable Pail Oil (MSPO). O CSPO Watch fornece v\u00e1rios recursos para descobrir informa\u00e7\u00f5es adicionais sobre a produ\u00e7\u00e3o mais \u00e9tica do \u00f3leo de palma.<\/p>\n<p>Evitar o azeite de dend\u00ea \u00e9 extremamente dif\u00edcil, considerando o qu\u00e3o onipresente ele \u00e9 e quantos nomes o \u00f3leo esconde. Portanto, tamb\u00e9m precisamos nos concentrar em pressionar as empresas a pararem de usar \u00f3leo de palma e, em vez disso, investirem em alternativas sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p><strong>Abacate<\/strong><\/p>\n<p>Os abacates s\u00e3o um alimento vegano muito amado. Infelizmente, eles est\u00e3o ligados a v\u00e1rios problemas de produ\u00e7\u00e3o em termos de seu impacto sobre os animais, os seres humanos e o meio ambiente. A pr\u00f3pria safra pode ser uma fonte de viol\u00eancia, de abusos dos direitos humanos e atividades de cart\u00e9is no M\u00e9xico. Conforme o cen\u00e1rio pol\u00edtico mudou no M\u00e9xico nos \u00faltimos 20 anos, o neg\u00f3cio de cart\u00e9is cresceu, \u201cse fragmentando\u201d de v\u00e1rios grandes cart\u00e9is em dezenas de cart\u00e9is menores. A ind\u00fastria mexicana de cart\u00e9is deixou de se concentrar nas exporta\u00e7\u00f5es de drogas para se concentrar tamb\u00e9m nas safras e, principalmente, no crescente mercado internacional de abacate. Muitos produtores de abacate t\u00eam sido espancados, amea\u00e7ados, e at\u00e9 mortos por membros de cart\u00e9is que extorquem dinheiro deles em troca de \u201cprote\u00e7\u00e3o\u201d. Al\u00e9m disso, ao focar na categoriza\u00e7\u00e3o do abacate como um alimento vegano, existem alguns problemas em rela\u00e7\u00e3o ao envolvimento das abelhas.<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de \u201capicultura migrat\u00f3ria\u201d \u00e9 uma pr\u00e1tica comum nas principais opera\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas e pode ser problem\u00e1tica para alguns veganos. Os agricultores realocam e movem as abelhas para polinizar suas v\u00e1rias planta\u00e7\u00f5es. As abelhas realocadas s\u00e3o movidas de fazenda em fazenda e de estado em estado, polinizando e contribuindo para a produ\u00e7\u00e3o de muitas culturas diferentes. Categorizar essas planta\u00e7\u00f5es como veganas pode ser arriscado, j\u00e1 que muitos argumentam que a realoca\u00e7\u00e3o das abelhas leva ao esfor\u00e7o excessivo e \u00e0 explora\u00e7\u00e3o dos insetos. Na medida em que, alguns argumentam que o consumo de abacates, am\u00eandoas, butternut (ou noz branca) e outras safras n\u00e3o \u00e9 verdadeiramente vegano.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, outros argumentam que isso depende de sua \u201cl\u00f3gica \u00e9tica\u201d e at\u00e9 onde um vegano autoproclamado ir\u00e1 para viver um estilo de vida completamente \u00e9tico, por exemplo, sem prejudicar nenhuma criatura viva. Como muitas outras escolhas \u00e9ticas e de dieta, \u00e9 aconselh\u00e1vel explorar todas as op\u00e7\u00f5es e obter todas as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis para tomar a melhor decis\u00e3o para voc\u00ea. Existem dezenas de outras culturas que utilizam medidas de apicultura para seu cultivo e produ\u00e7\u00e3o. Se fossemos excluir todas as culturas e alimentos onde a apicultura, migrat\u00f3ria ou n\u00e3o, \u00e9 usada, estar\u00edamos limitando nosso consumo de muitas frutas, vegetais e gr\u00e3os. Para ajudar a salvar as abelhas, tente eliminar o mel da sua dieta (existem \u00f3timas alternativas veganas!), plante jardins adequados para abelhas, compre produtos org\u00e2nicos, n\u00e3o use pesticidas, e assine essa peti\u00e7\u00e3o para dizer \u00e0 UE para manter a proibi\u00e7\u00e3o dos neonicotinoides.<\/p>\n<p><strong>Agave<\/strong><\/p>\n<p>O doce xarope de agave \u00e9 um substituto procurado para o mel. Veganos em todo o mundo est\u00e3o tentando salvar as abelhas boicotando o mel, mas substituir o mel pelo agave pode prejudicar outro animal: o morcego.<\/p>\n<p>O agave, e mais especificamente, o seu n\u00e9ctar, \u00e9 uma fonte comum de alimento para morcegos. A NPR lan\u00e7ou uma mat\u00e9ria em 2017 que destacava o preju\u00edzo que a produ\u00e7\u00e3o de tequila estava tendo sobre a popula\u00e7\u00e3o de morcegos. Mike Daulton, o Diretor Executivo da Bat Conservation International, falou com a NPR sobre como morcegos e tequila est\u00e3o \u201cintimamente ligados\u201d. Infelizmente, devido \u00e0 grande quantidade de caules de agave necess\u00e1ria para atender \u00e0 demanda, os agricultores frequentemente cortam e clonam plantas de agave, em vez de permitir que se reproduzam naturalmente por meio da poliniza\u00e7\u00e3o. Por isso impedir que essas plantas suculentas flores\u00e7am, os morcegos n\u00e3o t\u00eam nenhum xarope para consumir. A \u00edntima conex\u00e3o entre esses polinizadores vitais e o agave significa que o \u201ccultivo industrial do agave afeta negativamente as plantas e os morcegos.\u201d Apenas na \u00faltima d\u00e9cada, a popula\u00e7\u00e3o do morcego mexicano de nariz comprido diminuiu mais de 50%. A Bat Conservation International prometeu plantar mais de 100.000 agaves para restaurar as popula\u00e7\u00f5es de morcegos nos \u201ccorredores migrat\u00f3rios\u201d entre o M\u00e9xico e o sudoeste dos EUA.<\/p>\n<p>Outras fontes acreditam que o agave \u00e9 vegano e esquecem de mencionar o seu impacto sobre os morcegos. Semelhante \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo de palma e abacate, \u00e9 melhor saber o que ocorre na produ\u00e7\u00e3o de agave para entender sua legitimidade como fonte de alimento vegano. Para ajudar a salvar esses morcegos, certifique-se de s\u00f3 comprar tequila que seja certificada como amig\u00e1vel aos morcegos.<\/p>\n<p><strong>Cocos<\/strong><\/p>\n<p>O processo de obten\u00e7\u00e3o do coco de muitos distribuidores n\u00e3o \u00e9 \u00e9tico, degrada o ambiente de onde eles v\u00eam e, como alguns dos outros itens mencionados acima, a obten\u00e7\u00e3o dele prejudica os animais. Em 2015, a NPR escreveu um artigo sobre produtos com coco e suas pr\u00e1ticas de obten\u00e7\u00e3o. O artigo enfatizou a no\u00e7\u00e3o de que, se voc\u00ea consumir produtos de coco vindos da Tail\u00e2ndia, \u00e9 mais prov\u00e1vel que estejam explorando macacos no processo. Outros pa\u00edses se juntam \u00e0 Tail\u00e2ndia no treinamento de macacos para o trabalho, incluindo o Sri Lanka, a Mal\u00e1sia e a \u00cdndia.<\/p>\n<p>No final de 2020, a PETA divulgou um relat\u00f3rio informando que os macacos ainda eram usados como m\u00e3o de obra na ind\u00fastria de produ\u00e7\u00e3o de coco. A investiga\u00e7\u00e3o revelou que esses pobres animais foram retirados de suas fam\u00edlias e casas quando filhotes para serem mantidos acorrentados ou numa gaiola pela maior parte de suas vidas. Nas fazendas, locais de treinamento e competi\u00e7\u00f5es, sofreram abusos f\u00edsicos, al\u00e9m de serem for\u00e7ados a trepar em \u00e1rvores para a colheita de coco.<\/p>\n<p>O National Geographic recentemente lan\u00e7ou um artigo afirmando que macacos ainda est\u00e3o sendo usados, apesar de ter sido colocada press\u00e3o sobre empresas, vendedores de varejo, e o governo tailand\u00eas para proibir o uso de trabalho de macacos para coletar cocos. Alguns varejistas abandonaram marcas, notavelmente a Chaokoh, que ainda usa o trabalho de macacos, mas o Walmart e Kroger ainda vendem produtos da Chaokoh. O NatGeo tamb\u00e9m observou que uma investiga\u00e7\u00e3o internacional da Chaokoh n\u00e3o encontrou evid\u00eancia do trabalho de macacos e que as leis tailandesas de bem-estar de animais n\u00e3o se aplicam a animais selvagens, e os macacos de nariz comprido usados para a coleta de cocos s\u00e3o considerados \u201cselvagens\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Determinar quais produtos e alimentos s\u00e3o \u201cbons\u201d e quais n\u00e3o s\u00e3o nem sempre \u00e9 simples.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":144091,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/animais.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Determinar quais produtos e alimentos s\u00e3o \u201cbons\u201d e quais n\u00e3o s\u00e3o nem sempre \u00e9 simples.","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144090"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=144090"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144090\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":144093,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144090\/revisions\/144093"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/144091"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=144090"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=144090"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=144090"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}