{"id":144062,"date":"2021-04-03T10:22:52","date_gmt":"2021-04-03T13:22:52","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=144062"},"modified":"2021-04-03T10:22:52","modified_gmt":"2021-04-03T13:22:52","slug":"conheca-a-bateria-de-carro-revolucionaria-inventada-120-anos-antes-do-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/conheca-a-bateria-de-carro-revolucionaria-inventada-120-anos-antes-do-tempo\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a bateria de carro revolucion\u00e1ria inventada 120 anos antes do tempo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-144063\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em uma estrada de cascalho em West Orange, Nova Jersey, um carro el\u00e9trico passava acelerado pelos pedestres, alguns claramente surpresos com o interior espa\u00e7oso do ve\u00edculo.<\/p>\n<p>Ele se deslocava com o dobro da velocidade dos carros mais convencionais que ultrapassava, levantando poeira que, talvez, fizesse c\u00f3cegas no nariz dos cavalos que puxavam carruagens pela rua.<\/p>\n<p>Era in\u00edcio dos anos 1900, e o motorista deste carro em particular era Thomas Edison. Embora os carros el\u00e9tricos n\u00e3o fossem uma novidade na vizinhan\u00e7a, a maioria deles dependia de baterias pesadas de chumbo-\u00e1cido.<\/p>\n<p>Edison equipou seu carro com um novo tipo de bateria e esperava que, em breve, ve\u00edculos em todo o pa\u00eds a utilizassem: uma bateria de n\u00edquel-ferro.<\/p>\n<p>Com base no trabalho do inventor sueco Ernst Waldemar Jungner, que foi o primeiro a patentear uma bateria de n\u00edquel-ferro em 1899, Edison se dedicou a aprimorar a bateria para uso em autom\u00f3veis.<\/p>\n<p>O inventor americano afirmou que a bateria de n\u00edquel-ferro era incrivelmente resistente e podia ser carregada duas vezes mais r\u00e1pido que as baterias de chumbo-\u00e1cido.<\/p>\n<p>Ele tinha at\u00e9 um acordo com a Ford Motors para produzir esse ve\u00edculo el\u00e9trico supostamente mais eficiente.<\/p>\n<p>Mas a bateria de n\u00edquel-ferro apresentava algumas quest\u00f5es que precisavam ser resolvidas. Era maior do que as baterias de chumbo-\u00e1cido mais amplamente utilizadas e mais caras.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, quando estava sendo carregada, liberava hidrog\u00eanio, o que era considerado um inc\u00f4modo e poderia ser perigoso.<\/p>\n<p>Infelizmente, na \u00e9poca em que Edison conseguiu aperfei\u00e7oar o prot\u00f3tipo, os ve\u00edculos el\u00e9tricos estavam saindo de linha em prol dos ve\u00edculos movidos a combust\u00edvel f\u00f3ssil, capazes de percorrer dist\u00e2ncias maiores antes de precisar reabastecer ou recarregar.<\/p>\n<p>O acordo de Edison com a Ford Motors caiu no esquecimento, embora sua bateria continuasse a ser usada em certos nichos, como para sinaliza\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria, onde seu tamanho volumoso n\u00e3o era um obst\u00e1culo.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, mais de um s\u00e9culo depois, engenheiros redescobriram a bateria de n\u00edquel-ferro como uma esp\u00e9cie de diamante bruto.<\/p>\n<p>Agora, ela est\u00e1 sendo estudada como uma resposta a um desafio persistente para as energias renov\u00e1veis: suavizar a natureza intermitente das fontes de energia limpa, como e\u00f3lica e solar.<\/p>\n<p>E o hidrog\u00eanio, outrora considerado um subproduto preocupante, pode vir a ser um dos aspectos mais \u00fateis a respeito dessas baterias.<\/p>\n<p>Em meados de 2010, uma equipe de pesquisa da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, se deparou com um uso para a bateria de n\u00edquel-ferro baseado no hidrog\u00eanio produzido.<\/p>\n<p>Quando a eletricidade passa pela bateria ao ser recarregada, ela sofre uma rea\u00e7\u00e3o qu\u00edmica que libera hidrog\u00eanio e oxig\u00eanio.<\/p>\n<p>A equipe reconheceu que a rea\u00e7\u00e3o se assemelha \u00e0 usada para liberar hidrog\u00eanio na \u00e1gua, conhecida como eletr\u00f3lise.<\/p>\n<p>&#8220;Me pareceu que a qu\u00edmica era a mesma&#8221;, diz Fokko Mulder, l\u00edder da equipe de pesquisa da Universidade de Delft.<\/p>\n<p>Essa rea\u00e7\u00e3o de divis\u00e3o da \u00e1gua \u00e9 uma maneira pela qual se produz hidrog\u00eanio para uso como combust\u00edvel \u2014 e um combust\u00edvel totalmente limpo, desde que a energia usada para impulsionar a rea\u00e7\u00e3o seja de uma fonte renov\u00e1vel.<\/p>\n<p>Embora Mulder e sua equipe soubessem que os eletrodos da bateria de n\u00edquel-ferro fossem capazes de dividir a \u00e1gua, eles ficaram surpresos ao ver que os eletrodos come\u00e7aram a ter um armazenamento de energia maior do que antes de o hidrog\u00eanio ser produzido.<\/p>\n<p>Em outras palavras, se tornou uma bateria melhor quando tamb\u00e9m foi usada como eletrolisador.<\/p>\n<p>Eles tamb\u00e9m ficaram admirados ao ver como os eletrodos resistiram bem \u00e0 eletr\u00f3lise, que pode sobrecarregar e degradar as baterias mais tradicionais.<\/p>\n<p>&#8220;E, \u00e9 claro, ficamos bastante satisfeitos com o fato de a efici\u00eancia energ\u00e9tica parecer boa durante tudo isso&#8221;, diz o pesquisador, alcan\u00e7ando n\u00edveis de 80-90%.<\/p>\n<p>Mulder chamou sua cria\u00e7\u00e3o de battolyser, e espera que sua descoberta possa ajudar a resolver dois grandes desafios para a energia renov\u00e1vel: armazenamento de energia e, quando as baterias est\u00e3o carregadas, produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edvel limpo.<\/p>\n<p>&#8220;Voc\u00ea vai ouvir argumentos a favor das baterias, por um lado, e do hidrog\u00eanio, de outro&#8221;, afirma Mulder.<\/p>\n<p>&#8220;Sempre houve uma esp\u00e9cie de competi\u00e7\u00e3o entre os dois, mas basicamente precisamos de ambos.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Valor renov\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p>Um dos maiores desafios das fontes de energia renov\u00e1veis, como e\u00f3lica e solar, \u00e9 o qu\u00e3o imprevis\u00edveis e intermitentes elas podem ser.<\/p>\n<p>No caso da solar, por exemplo, voc\u00ea tem um excedente de energia produzido durante o dia e no ver\u00e3o, mas \u00e0 noite e nos meses de inverno, o fornecimento diminui.<\/p>\n<p>As baterias convencionais, como aquelas \u00e0 base de l\u00edtio, podem armazenar energia no curto prazo, mas quando est\u00e3o totalmente carregadas, precisam liberar qualquer excesso ou podem superaquecer e degradar.<\/p>\n<p>O battolyser de n\u00edquel-ferro, por outro lado, permanece est\u00e1vel quando est\u00e1 totalmente carregado, momento em que pode fazer a transi\u00e7\u00e3o para produzir hidrog\u00eanio.<\/p>\n<p>&#8220;[Baterias de n\u00edquel-ferro] s\u00e3o resilientes, sendo capazes de suportar carga insuficiente e sobrecarga melhor do que outras baterias&#8221;, diz John Barton, pesquisador associado da Escola de Engenharia Mec\u00e2nica, El\u00e9trica e de Manufatura da Universidade de Loughborough, no Reino Unido, que tamb\u00e9m estuda o battolyser.<\/p>\n<p>&#8220;Com a produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio, o battolyser agrega armazenamento de energia de v\u00e1rios dias e at\u00e9 mesmo entre as esta\u00e7\u00f5es do ano.&#8221;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de criar hidrog\u00eanio, as baterias de n\u00edquel-ferro apresentam outras caracter\u00edsticas \u00fateis.<\/p>\n<p>Em primeiro lugar, requerem uma manuten\u00e7\u00e3o excepcionalmente baixa. S\u00e3o extremamente dur\u00e1veis, como Edison provou em seu primeiro carro el\u00e9trico, e sabe-se que algumas podem durar mais de 40 anos.<\/p>\n<p>Os metais necess\u00e1rios para fabricar a bateria \u2014 n\u00edquel e ferro \u2014 tamb\u00e9m s\u00e3o mais comuns do que, digamos, o cobalto, utilizado para produzir baterias convencionais.<\/p>\n<p>Isso significa que o battolyser pode ter outro poss\u00edvel papel no que se refere \u00e0 energia renov\u00e1vel: ajud\u00e1-la a se tornar mais rent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Como em qualquer outro setor, os pre\u00e7os das energias renov\u00e1veis \u200b\u200bflutuam com base na oferta e na demanda.<\/p>\n<p>Em um dia claro e ensolarado, pode haver abund\u00e2ncia de energia solar, o que pode levar a um excesso e a uma queda no pre\u00e7o pelo qual a energia pode ser vendida. O battolyser, no entanto, pode ajudar a suavizar esses altos e baixos.<\/p>\n<p>&#8220;Quando o pre\u00e7o da eletricidade est\u00e1 alto, voc\u00ea pode descarregar a bateria, mas quando o pre\u00e7o da eletricidade est\u00e1 baixo, voc\u00ea pode carregar a bateria e produzir hidrog\u00eanio&#8221;, explica Mulder.<\/p>\n<p>O battolyser n\u00e3o est\u00e1 sozinho nesse aspecto. Eletrolisadores alcalinos mais tradicionais, acoplados a baterias, tamb\u00e9m podem desempenhar essa fun\u00e7\u00e3o e s\u00e3o amplamente utilizados na ind\u00fastria de produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio.<\/p>\n<p>Mas Mulder acredita que o battolyser pode fazer o mesmo por menos dinheiro e por mais tempo, gra\u00e7as \u00e0 durabilidade do sistema. \u00c9 algo que deixa os defensores da nova descoberta esperan\u00e7osos.<\/p>\n<p>E embora o hidrog\u00eanio seja o produto direto do battolyser, outras subst\u00e2ncias \u00fateis tamb\u00e9m podem ser geradas a partir dele, como am\u00f4nia ou metanol, que s\u00e3o normalmente mais f\u00e1ceis de armazenar e transportar.<\/p>\n<p><strong>Larga Escala<\/strong><\/p>\n<p>Atualmente, o maior battolyser que existe \u00e9 de 15kW \/ 15kWh e tem bateria com capacidade suficiente e armazenamento de hidrog\u00eanio de longo prazo para abastecer 1,5 domic\u00edlios.<\/p>\n<p>Uma vers\u00e3o maior de um battolyser de 30kW \/ 30kWh est\u00e1 sendo desenvolvida na esta\u00e7\u00e3o de energia Magnum, em Eemshaven, na Holanda, onde fornecer\u00e1 hidrog\u00eanio suficiente para satisfazer as necessidades da usina.<\/p>\n<p>Depois de passar por testes rigorosos l\u00e1, o objetivo \u00e9 ampliar ainda mais sua escala, e distribuir o battolyser para produtores de energia verde, como parques e\u00f3licos e solares.<\/p>\n<p>Por fim, os defensores do battolyser esperam que ele atinja uma escala de gigawatts \u2014 equivalente \u00e0 energia gerada por cerca de 400 turbinas e\u00f3licas de utilidade p\u00fablica.<\/p>\n<p>Mas Barton tamb\u00e9m v\u00ea uma fun\u00e7\u00e3o para os battolysers menores, que poderiam ajudar a fornecer energia para minirredes usadas por comunidades remotas que n\u00e3o fazem parte das redes el\u00e9tricas principais.<\/p>\n<p>O fato de os eletrodos do battolyser serem feitos de metais relativamente baratos e comuns pode ajudar. E, diferentemente do l\u00edtio, o n\u00edquel e o ferro n\u00e3o geram grandes quantidades de \u00e1gua residual quando extra\u00eddos, tampouco est\u00e3o relacionados a uma degrada\u00e7\u00e3o ambiental significativa.<\/p>\n<p>Ainda assim, tanto Mulder quanto Barton veem obst\u00e1culos a serem superados em termos de efici\u00eancia e capacidade.<\/p>\n<p>&#8220;O battolyser realmente se beneficiaria do aumento da capacidade de energia como bateria, ou da redu\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia interna&#8221;, diz Barton.<\/p>\n<p>A resist\u00eancia interna \u00e9 a oposi\u00e7\u00e3o ao fluxo de corrente em uma bateria. Quanto maior a resist\u00eancia interna, menor a efici\u00eancia. Aprimorar isso \u00e9 algo em que Mulder e sua equipe est\u00e3o trabalhando agora.<\/p>\n<p>Grande parte do potencial do battolyser estava escondido \u00e0 vista de todos, desde que Thomas Edison come\u00e7ou a fazer experi\u00eancias com sua bateria de n\u00edquel-ferro na virada do s\u00e9culo 20.<\/p>\n<p>Ele pode ter se enganado ao acreditar que sua bateria substituiria os outros ve\u00edculos na estrada. Mas a bateria de n\u00edquel-ferro ainda pode desempenhar um papel na substitui\u00e7\u00e3o dos combust\u00edveis f\u00f3sseis de forma mais ampla, ajudando a acelerar a transi\u00e7\u00e3o para as energias renov\u00e1veis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em uma estrada de cascalho em West Orange, Nova Jersey, um carro el\u00e9trico passava acelerado<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":144063,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/bateria.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em uma estrada de cascalho em West Orange, Nova Jersey, um carro el\u00e9trico passava acelerado","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144062"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=144062"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144062\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":144064,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144062\/revisions\/144064"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/144063"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=144062"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=144062"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=144062"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}