{"id":143527,"date":"2021-03-24T07:00:17","date_gmt":"2021-03-24T10:00:17","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=143527"},"modified":"2021-03-23T12:59:34","modified_gmt":"2021-03-23T15:59:34","slug":"fossil-de-suposto-tubarao-com-asas-de-raia-e-diferente-de-tudo-ja-visto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/fossil-de-suposto-tubarao-com-asas-de-raia-e-diferente-de-tudo-ja-visto\/","title":{"rendered":"F\u00f3ssil de suposto tubar\u00e3o com &#8216;asas&#8217; de raia \u00e9 diferente de tudo j\u00e1 visto"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-143528\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O f\u00f3ssil de 95 milh\u00f5es de anos deixou paleont\u00f3logos se perguntando se outros tubar\u00f5es antigos tamb\u00e9m possu\u00edam formatos de corpo t\u00e3o peculiares.<\/h2>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>A ideia de um tubar\u00e3o com caracter\u00edsticas de raia pode parecer coisa de filme B. Mas paleont\u00f3logos acabam de reportar a descoberta de uma criatura desse tipo em rochas do per\u00edodo Cret\u00e1ceo no M\u00e9xico. Esse estranho tubar\u00e3o combina um corpo hidrodin\u00e2mico com grandes barbatanas em formato de asas, um antigo animal diferente de qualquer outro j\u00e1 observado em registros f\u00f3sseis.<\/p>\n<p>Em 2012, um funcion\u00e1rio desconhecido de uma pedreira encontrou um curioso conjunto de ossos em camadas de pedra de 95 milh\u00f5es de anos de idade pr\u00f3ximo a Vallecillo, no M\u00e9xico, diz Romain Vullo, paleont\u00f3logo no Museu de Karlsruhe, na Alemanha. O f\u00f3ssil chamou a aten\u00e7\u00e3o do paleont\u00f3logo Margarito Gonz\u00e1lez Gonz\u00e1lez, que vive na regi\u00e3o. Gonz\u00e1lez o coletou e o preparou, removendo as pedras em torno do esqueleto preservado. Fotos do tubar\u00e3o come\u00e7aram a fazer burburinho em confer\u00eancias de paleontologia e o esp\u00e9cime foi descrito em um estudo\u00a0<a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/371\/6535\/1253\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">publicado hoje no peri\u00f3dico\u00a0<\/a><em><a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/371\/6535\/1253\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Science<\/a>.<\/em><\/p>\n<p>Batizado de\u00a0<em>Aquilolamna milarcae<\/em>, o f\u00f3ssil tem 1,83 m de comprimento e representa um tipo de tubar\u00e3o que se alimenta por filtra\u00e7\u00e3o e diferente de todos os outros conhecidos. \u201cA primeira coisa que pensei ao ver o f\u00f3ssil foi que esta morfologia era \u00fanica e totalmente diferente e desconhecida entre tubar\u00f5es\u201d, diz Vullo, o principal autor do novo estudo. Na maior parte das vezes, f\u00f3sseis de tubar\u00e3o s\u00e3o identificados pelos dentes e ocasionais peda\u00e7os de coluna espinhal. Encontrar um esqueleto completo, e um t\u00e3o estranho, oferece uma rara oportunidade de estudar a anatomia deste antigo nadador.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr css-xdbfd6\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=320&amp;h=240\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 320px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=360&amp;h=270\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 360px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=430&amp;h=323\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 430px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=500&amp;h=375\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 500px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=768&amp;h=576\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=900&amp;h=675\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 900px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=1024&amp;h=768\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=664&amp;h=498\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1280px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=710&amp;h=533\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1600px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.webp?w=710&amp;h=533\" type=\"image\/webp\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Aquilolamna milarcae\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/cretaceous_shark_vullo1hr.jpg?w=710&amp;h=533\" alt=\"Aquilolamna milarcae\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>F\u00f3ssil do per\u00edodo Cret\u00e1ceo do\u00a0<em>Aquilolamna milarcae\u00a0<\/em>encontrado no M\u00e9xico.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">WOLFGANG STINNESBECK<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Apesar dos dentes do\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>n\u00e3o\u00a0terem sido encontrados, Vullo e seus colegas prop\u00f5e que ele perten\u00e7a \u00e0 mesma fam\u00edlia de tubar\u00f5es que inclui os tubar\u00f5es-brancos, mako e tubar\u00f5es-elefante. No entanto, a cabe\u00e7a larga e comprida e as nadadeiras em formato de asas sugerem que este n\u00e3o era um ca\u00e7ador. Nesse sentido,\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>era mais parecido com um animal filtrador, que abre sua bocarra para comer pl\u00e2ncton e outros pequenos organismos aqu\u00e1ticos.<\/p>\n<h3><strong>Estranheza pr\u00e9-hist\u00f3rica<\/strong><\/h3>\n<p>O\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>parece combinar caracter\u00edsticas tanto de tubar\u00f5es como de raias manta, sendo que esta \u00faltima evoluiu milh\u00f5es de anos depois do registro do f\u00f3ssil. O corpo do\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>\u00e9 longo e tubular, similar a outros tubar\u00f5es que vagam pelo oceano. Mas as nadadeiras peitorais expandidas s\u00e3o um resqu\u00edcio das raias, formando largas asas subaqu\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Isso faria do\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>um dos mais antigos animais a mover-se por \u201cvoos subaqu\u00e1ticos\u201d, lentamente batendo suas nadadeiras como fazem as raias manta. \u201c\u00c9 prov\u00e1vel que o\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>nadava relativamente devagar, com movimentos singelos da nadadeira caudal enquanto as longas nadadeiras peitorais agiam como um estabilizador eficiente\u201d, diz Vullo.<\/p>\n<p>Esse tipo de corpo \u00e9 completamente inesperado para tubar\u00f5es, diz Kenshu Shimada, professor de paleobiologia na Universidade de DePaul, em Chicago. Tubar\u00f5es mais antigos de antes dos tempos dos dinossauros tinham uma larga variedade de formatos de corpo, mas acreditava-se que todos eles j\u00e1 tinham evolu\u00eddo para formas mais modernas no per\u00edodo Cret\u00e1ceo.<\/p>\n<p>O\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>poderia ser uma evid\u00eancia de uma variedade de tubar\u00f5es que seguiram existindo por muito mais tempo do que imagin\u00e1vamos. \u201cO formato de corpo e o estilo de vida de animal filtrador propostos no novo estudo s\u00e3o convincentes\u201d, diz Shimada.<\/p>\n<h3><strong>Tubar\u00e3o ou algo totalmente diferente?<\/strong><\/h3>\n<p>Mas nem todos especialistas est\u00e3o convencidos de que essa nova criatura era um tubar\u00e3o parecido com uma raia manta. \u201cH\u00e1 muitas caracter\u00edsticas incomuns descritas pelos autores, e eu tenho algumas reservas sobre algumas de suas interpreta\u00e7\u00f5es, por isso ficaria mais empolgado em ver novas investiga\u00e7\u00f5es sobre esse novo, e not\u00e1vel, f\u00f3ssil\u201d, disse Allison Bronson, paleont\u00f3loga da Universidade Estadual de Humboldt, na Calif\u00f3rnia.<\/p>\n<p>Apesar de impress\u00f5es sobre a pele\u00a0do\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>serem mencionadas<em>\u00a0<\/em>no novo estudo, elas n\u00e3o mostram em detalhes suficientes para especialistas externos determinarem se o tecido \u00e9 realmente pele fossilizada ou algum outro material que parece com pele, como uma col\u00f4nia de bact\u00e9rias. E mesmo que esse peixe tenha se alimentado por filtra\u00e7\u00e3o de pl\u00e2ncton ou outros restos de alimento na coluna d\u2019\u00e1gua, ele talvez tinha pequenos e pontudos dentes similares aos tubar\u00f5es filtradores modernos, como o tubar\u00e3o-elefante ou o tubar\u00e3o-boca-grande. Esses dentes podem ser usados para determinar as rela\u00e7\u00f5es evolutivas entre esses tubar\u00f5es, mas nenhum foi encontrado no novo f\u00f3ssil.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma pena que que nenhum dente foi preservado no esp\u00e9cime para permitir que os pesquisadores determinem a exata afinidade taxon\u00f4mica do novo tubar\u00e3o\u201d, diz Shimada.<\/p>\n<p>A ideia de que este animal era um tubar\u00e3o e um animal filtrador provavelmente ter\u00e1 que ser confirmada por descobertas futuras e novas an\u00e1lises. Se essa interpreta\u00e7\u00e3o estiver correta, o\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>buscava por pl\u00e2ncton no oceano muito antes de seus parentes modernos come\u00e7arem a fazer a mesma coisa. Talvez este tubar\u00e3o represente uma maneira particular de se alimentar por filtra\u00e7\u00e3o que evoluiu antes da extin\u00e7\u00e3o em massa que matou cerca de 75% de todas as esp\u00e9cies marinhas no fim do per\u00edodo Cret\u00e1ceo. Outros animais filtradores, incluindo ancestrais do tubar\u00e3o-boca-grande, baleias e tubar\u00f5es-elefantes evolu\u00edram depois que o oceano voltou a se recuperar.<\/p>\n<p>Se o\u00a0<em>Aquilolamna\u00a0<\/em>era de fato um exc\u00eantrico parente dos tubar\u00f5es-elefante, eles conviviam com tubar\u00f5es e criaturas marinhas provavelmente ainda mais estranhas que ainda precisam ser descobertas por paleont\u00f3logos. \u201cO registro f\u00f3ssil de tubar\u00f5es e raias \u00e9 bom\u201d em termos de registros ao longo de diferentes per\u00edodos de tempo, diz Vullo, mas \u201cos formatos de corpo de muitas esp\u00e9cies extintas continuam sendo enigm\u00e1ticos.\u201d Talvez alguns dentes j\u00e1 encontrados por paleont\u00f3logos tenham pertencido a animais de formatos bizarros.<\/p>\n<p>At\u00e9 o famoso\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/article\/megalodon-extinct-great-white-shark\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">tubar\u00e3o gigante\u00a0<em>Otodus megalodon<\/em><\/a><em>\u00a0<\/em>foi apenas descrito atrav\u00e9s de dentes e v\u00e9rtebras \u2013 megalodon significa \u201cgrande dente\u201d em grego \u2013, o que levou a v\u00e1rias interpreta\u00e7\u00f5es de como o animal se parecia de verdade. F\u00f3sseis excepcionais, como o do\u00a0<em>Aquilolamna<\/em>, sugerem que muitos tubar\u00f5es extintos eram muito mais diferentes do que cientistas acreditavam.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s temos a oportunidade de descobrir esqueletos completos em locais como Vellecillo\u201d, diz Vullo, \u201cpodemos ter surpresas.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O f\u00f3ssil de 95 milh\u00f5es de anos deixou paleont\u00f3logos se perguntando se outros tubar\u00f5es antigos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":143528,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/tubarao_24.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O f\u00f3ssil de 95 milh\u00f5es de anos deixou paleont\u00f3logos se perguntando se outros tubar\u00f5es antigos","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/143527"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=143527"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/143527\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":143530,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/143527\/revisions\/143530"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/143528"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=143527"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=143527"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=143527"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}