{"id":143107,"date":"2021-03-15T13:01:51","date_gmt":"2021-03-15T16:01:51","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=143107"},"modified":"2021-03-15T13:01:51","modified_gmt":"2021-03-15T16:01:51","slug":"revolucao-vegana-chega-a-china-e-reduz-o-consumo-de-carne","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/revolucao-vegana-chega-a-china-e-reduz-o-consumo-de-carne\/","title":{"rendered":"Revolu\u00e7\u00e3o vegana chega \u00e0 China e reduz o consumo de carne"},"content":{"rendered":"<div class=\"thrv_wrapper thrv_text_element\" data-css=\"tve-u-1740c3e5ba8\" data-raofz=\"18\">\n<p data-css=\"tve-u-17623bffa2b\" data-raofz=\"18\" data-swp-font-size=\"18px\"><span class=\"thrive-shortcode-content\" data-shortcode=\"thrive_custom_fields_shortcode_data\" data-shortcode-name=\"[Custom Fields] acf_olhoreal\" data-extra_key=\"CFG\" data-attr-id=\"acf_olhoreal\" data-option-inline=\"1\" data-css=\"tve-u-17623bffa31\" data-raofz=\"18\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-143108\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Preocupa\u00e7\u00f5es com emiss\u00f5es de carbono e crises alimentares est\u00e3o favorecendo a diminui\u00e7\u00e3o do consumo de carne como um s\u00edmbolo de riqueza<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"Divider\" class=\"thrv_wrapper thrv-divider theme-bottom-divider\" data-style=\"tve_sep-1\" data-thickness=\"1\" data-color=\"rgb(225, 225, 225)\" data-css=\"tve-u-16ec5fddeba\" data-color-d=\"rgba(0, 0, 0, 0.06)\" data-raofz=\"18\">\n<p dir=\"ltr\">A janela de um KFC na cidade de Hangzhou, no leste chin\u00eas, mostra uma imagem de uma por\u00e7\u00e3o familiar de nuggets. Por\u00e9m, o balde transbordante com o rosto sorridente do Coronel Sanders \u00e9 levemente diferente. O balde \u00e9 verde e os nuggets dentro dele s\u00e3o completamente livres de carne.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Ao longo destes \u00faltimos anos, ap\u00f3s muitos anos de crescente consumo de carne pelas classes m\u00e9dias chinesas em expans\u00e3o, para as quais o consumo de porco todos os dias era um sinal muito luxuoso de seus novos confortos financeiros, os frutos uma revolu\u00e7\u00e3o vegana come\u00e7aram a brotar. Apesar da China ainda consumir\u00a0<a href=\"https:\/\/stats.oecd.org\/viewhtml.aspx?QueryId=66511&amp;vh=0000&amp;vf=0&amp;l&amp;il=&amp;lang=en\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/stats.oecd.org\/viewhtml.aspx?QueryId%3D66511%26vh%3D0000%26vf%3D0%26l%26il%3D%26lang%3Den&amp;source=gmail&amp;ust=1615727223282000&amp;usg=AFQjCNFAxyzLoJuSlHGaWYXjItWKjhWkMQ\">28% da carne do mundo<\/a>, incluindo\u00a0<a href=\"https:\/\/time.com\/5580126\/china-swine-fever-pork-industry-spreading\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/time.com\/5580126\/china-swine-fever-pork-industry-spreading\/&amp;source=gmail&amp;ust=1615727223283000&amp;usg=AFQjCNHTh27L1ycZQYqH2Qy17g5i9kI-9g\">metade da quantidade total de porcos<\/a>, e possuir um mercado de carne que vale\u00a0<a href=\"https:\/\/time.com\/5930095\/china-plant-based-meat\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/time.com\/5930095\/china-plant-based-meat\/&amp;source=gmail&amp;ust=1615727223283000&amp;usg=AFQjCNEMz2QsQer8PVT1X_fwtS9Lq15eYQ\">$ 86 bilh\u00f5es<\/a>\u00a0(\u00a362 bi), substitutos de origem vegetal est\u00e3o lentamente conquistando um espa\u00e7o para si entre uma nova gera\u00e7\u00e3o de consumidores crescentemente preocupados com crises relacionadas a alimentos, como o coronav\u00edrus e a peste su\u00edna africana.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As cidades chinesas mais cosmopolitas s\u00e3o agora moradas de grupos de m\u00eddia social, sites e comunidades dedicadas a estilos de vida sem carne. VegeRadar, por exemplo, compilou mapas abrangentes de restaurantes veganos e vegetarianos em toda a China. De acordo com\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gfi.org\/new-gfi-report-illustrates-the-state-of-chinas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.gfi.org\/new-gfi-report-illustrates-the-state-of-chinas&amp;source=gmail&amp;ust=1615727223283000&amp;usg=AFQjCNGnWrCHNBmuWr6jrqDFX7nbxWRchA\">um relat\u00f3rio feito pelo Good Food Institute (GFI)<\/a>, o mercado de carne feita \u00e0 base de vegetais da China foi estimado em 6.1 bilh\u00f5es de yuans (\u00a3675 mi) em 2018 e foi projetado para crescer entre 20 e 25% anualmente.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Yun Fanwei, uma estudante de 25 anos de Shanghai, \u00e9 uma dentre uma nova gera\u00e7\u00e3o de vegetarianos famintos por mais op\u00e7\u00f5es. \u201cEu compro alguns desses produtos feitos de carne falsa e v\u00e1rios deles s\u00e3o muito bons. Eles n\u00e3o necessariamente t\u00eam gosto de carne, mas j\u00e1 \u00e9 uma mudan\u00e7a legal em rela\u00e7\u00e3o ao tofu\u201d, ela disse.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Comer carne esteve intimamente conectado com a abund\u00e2ncia crescente da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/world\/china\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.theguardian.com\/world\/china&amp;source=gmail&amp;ust=1615727223283000&amp;usg=AFQjCNENU0WrNh-EyIK7AQ3Ww7-qKqjhuw\">China<\/a>. Nos anos 1960, o chin\u00eas m\u00e9dio consumia 5 kg de carne por ano. Esse n\u00famero aumentou para 20 kg na \u00e9poca da \u201creforma e abertura\u201d do ex-l\u00edder Deng Xiaoping do final dos anos 1970, e para 48kg em 2015.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas, em 2016, como parte de sua promessa de reduzir suas emiss\u00f5es de carbono, o governo chin\u00eas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/world\/2016\/jun\/20\/chinas-meat-consumption-climate-change\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.theguardian.com\/world\/2016\/jun\/20\/chinas-meat-consumption-climate-change&amp;source=gmail&amp;ust=1615727223283000&amp;usg=AFQjCNEZJ224rfotiQgV5jNF8TrtwTtSGQ\">esbo\u00e7ou um plano para cortar a ingest\u00e3o de carne do pa\u00eds em 50%<\/a>. Foi um movimento radical, e at\u00e9 ent\u00e3o poucos governos pelo mundo tinham inclu\u00eddo o consumo de carne nos seus planos de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de carbono.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">As novas diretrizes, que exigiam que os cidad\u00e3os consumissem apenas de 40 a 75 kg de carne por dia, foram promovidas com uma s\u00e9rie de an\u00fancios de informa\u00e7\u00e3o p\u00fablica com a participa\u00e7\u00e3o do ator Arnold Schwarzenegger e do diretor James Cameron. Desde ent\u00e3o, poucas outras medidas concretas foram tomadas, al\u00e9m do presidente, Xi Jinping, ter lan\u00e7ado em agosto do ano passado a \u201ccampanha do prato limpo\u201d com o objetivo de reduzir os \u201cchocantes e angustiantes\u201d 40% dos alimentos que v\u00e3o direto das mesas de jantar chinesas para o lixo. Alguns comentaristas especularam que pedir aos cidad\u00e3os chineses que reduzissem o consumo de carne foi uma a\u00e7\u00e3o considerada particularmente impopular.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas as prote\u00ednas alternativas s\u00e3o vistas como uma poss\u00edvel rota de avan\u00e7o. No ano passado, no encontro anual de \u201cduas sess\u00f5es\u201d do parlamento, Sun Baoguo, membro da Confer\u00eancia Consultiva Pol\u00edtica do Povo Chin\u00eas, pediu mais investimento, regulamenta\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o da carne artificial.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Algumas das maiores redes internacionais operando na China foram r\u00e1pidas em apostar no crescimento das carnes alternativas. O KFC agora est\u00e1 vendendo nuggets de frango veganos, o Burger King est\u00e1 oferecendo um Whopper Imposs\u00edvel, e a Starbucks est\u00e1 servindo massas, saladas e wraps \u201cAl\u00e9m da Carne\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas empresas dom\u00e9sticas tamb\u00e9m est\u00e3o se estabelecendo, apostando que o apoio do Estado vir\u00e1 em breve, at\u00e9 porque o governo pode ver as prote\u00ednas alternativas como uma forma de deixar cidad\u00e3os continuarem a ter o \u201cluxo\u201d da carne ao mesmo tempo em que avan\u00e7am na dire\u00e7\u00e3o das suas metas de redu\u00e7\u00e3o de carbono. Esse otimismo levou \u00e0 entrada de v\u00e1rios competidores chineses no mercado ao lado de pot\u00eancias internacionais como Cargill, Unilever e Nestl\u00e9, assim como a propaganda do movimento, o Impossible and Beyond.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A OmniFoods, lan\u00e7ada em Hong Kong em 2018, faz parte de um grupo de startups regionais lutando por participa\u00e7\u00e3o no mercado, tendo recentemente aberto um restaurante e loja veganos multimarcas em Xangai e garantido seu produto propaganda, OmniPork, no McDonald\u2019s em Hong Kong e na Aldi, na White Castle e na Starbucks na China continental. A empresa, que planeja operar em 13 pa\u00edses este ano, tamb\u00e9m acaba de concluir seu lan\u00e7amento no Reino Unido para Veganuary, durante a qual o OmniPork foi transformado em tudo, de ovos escoceses a bibimbap coreano nos restaurantes participantes.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">O fundador da OmniFoods, David Yeung, espera pela abertura de uma f\u00e1brica baseada na China no ano que vem que ajudar\u00e1 a abaixar o pre\u00e7o dos seus produtos. Prote\u00ednas de origem vegetal atualmente custam muito mais que seus concorrentes que vendem carne, uma grande barreira quando se trata de fazer com que os compradores notoriamente econ\u00f4micos da China fa\u00e7am a troca. \u201cObviamente, minimizar a log\u00edstica e os intermedi\u00e1rios e criar economias de escala ter\u00e1 um grande impacto na cadeia de valor. \u00c0 medida que cortamos essas despesas na China, prevemos uma queda significativa de pre\u00e7os\u201d, disse Yeung.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">A Z-Rou, sediada em Xangai, produz um substituto de carne mo\u00edda de origem vegetal que j\u00e1 est\u00e1 nas cantinas de algumas das principais escolas, hospitais e empresas internacionais da China. Seu CEO, Franklin Yao, tem como alvo l\u00edderes de opini\u00e3o e consumidores de classe m\u00e9dia que podem se dar ao luxo de fazer escolhas conscientes. \u201cEles estariam at\u00e9 dispostos a pagar mais porque sabem que est\u00e3o recebendo um produto mais saud\u00e1vel que est\u00e1 ajudando a garantir o futuro do planeta que seus filhos est\u00e3o herdando. Isso n\u00e3o tem pre\u00e7o\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Outros atores chineses incluem Zhenmeat, que fabrica carne bovina, carne de porco e lagostim \u00e0 base de vegetais, e Starfield, cuja alternativa \u00e0 carne mo\u00edda \u00e0 base de algas marinhas foi transformada em pratos em algumas das principais redes de restaurantes da China.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Yao admite que a ind\u00fastria ainda \u00e9 muito pequena na China mas ele acha que substitutos sem carne se tornaram prevalentes muito em breve. \u201cConsumidores chineses est\u00e3o procurando ativamente por produtos mais sustent\u00e1veis. Embora a liga\u00e7\u00e3o feita entre a carne e o meio ambiente ainda seja fraca entre a maioria da popula\u00e7\u00e3o, o interesse existe e a China aprende r\u00e1pido\u201d.<\/p>\n<p dir=\"ltr\">Mas desligar as pessoas da carne pode ser mais dif\u00edcil do que algumas dessas empresas gostariam de pensar. \u201cJ\u00e1 experimentei um prato vegetariano de porco assado, mas n\u00e3o \u00e9 o mesmo que carne de verdade\u201d, disse o aposentado Bao Gege, de 64 anos. \u201cO sabor, a textura e os valores nutricionais n\u00e3o s\u00e3o compar\u00e1veis. Eu n\u00e3o experimentaria de novo, mesmo que fosse mais barato do que carne\u201d.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Preocupa\u00e7\u00f5es com emiss\u00f5es de carbono e crises alimentares est\u00e3o favorecendo a diminui\u00e7\u00e3o do consumo de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":143108,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/mudanca.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Preocupa\u00e7\u00f5es com emiss\u00f5es de carbono e crises alimentares est\u00e3o favorecendo a diminui\u00e7\u00e3o do consumo de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/143107"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=143107"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/143107\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":143109,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/143107\/revisions\/143109"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/143108"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=143107"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=143107"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=143107"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}