{"id":142975,"date":"2021-03-14T10:06:38","date_gmt":"2021-03-14T13:06:38","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=142975"},"modified":"2021-03-14T10:09:42","modified_gmt":"2021-03-14T13:09:42","slug":"albatroz-selvagem-mais-velho-do-mundo-e-pai-aos-70-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/albatroz-selvagem-mais-velho-do-mundo-e-pai-aos-70-anos\/","title":{"rendered":"Albatroz Akeakamai selvagem mais velho do mundo \u00e9 pai aos 70 anos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-142976\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O not\u00e1vel p\u00e1ssaro viveu mais que seus parceiros de acasalamento, e at\u00e9 mesmo mais que o bi\u00f3logo que colocou um rastreador nela pela primeira vez em 1956.<\/p>\n<p>Aos 70 anos a ave batizada de Wisdom (Sabedoria), uma albatroz de Laysan, teve outro filhote.<br \/>\nConsiderada \u201ca ave selvagem mais velha conhecida da hist\u00f3ria\u201d, Wisdom viveu mais que parceiros anteriores de acasalamento e mais, tamb\u00e9m, que o bi\u00f3logo Chandler Robbins, que colocou um rastreador nela pela primeira vez em 1956.<\/p>\n<p>O filhote de Wisdom chocou em 1 de fevereiro no ref\u00fagio nacional de vida selvagem do Atol de Midway, no Pac\u00edfico Norte, onde mais de um milh\u00e3o de albatroz retornam para fazer ninhos todos os anos.<\/p>\n<p>O albatroz Akeakamai, parceiro de longa data da Wisdom, com quem ela est\u00e1 desde 2010, de acordo com o Servi\u00e7o de Pesca e Vida Selvagem dos EUA (USFWS), \u00e9 o pai do filhote. A USFWS tamb\u00e9m afirmou que albatrozes encontram seus parceiros amorosos atrav\u00e9s de \u201cfestas de dan\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAcreditamos que a Wisdom teve outros companheiros\u201d, disse a bi\u00f3loga do Servi\u00e7o de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, Dra. Beth Flint, no artigo publicado pela organiza\u00e7\u00e3o na m\u00eddia. \u201cEmbora o casal de albatrozes permane\u00e7a junto por toda a vida, eles podem encontrar novos parceiros, se necess\u00e1rio \u2013 por exemplo, quando seus parceiros morrem.\u201d<\/p>\n<p>A USFWS estimou que a Wisdom teve mais de 30 filhotes ao longo de sua vida.<\/p>\n<p>Sean Dooley, gerente nacional de rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas da organiza\u00e7\u00e3o BirdLife Australia, estava animado com a not\u00edcia do novo filhote da Wisdom.<\/p>\n<p>\u201cComo ela s\u00f3 faz ninhos a cada dois anos, a comunidade internacional que acompanha as aves aguarda ansiosamente para saber se ela foi capaz de voltar mais uma vez e fazer um novo ninho\u201d, disse Dooley. \u201cAs chances se acumulam contra ela cada vez mais, ent\u00e3o sempre que isso acontece \u00e9 um grande motivo de comemora\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Dooley disse que al\u00e9m de a esp\u00e9cie ser conhecida por ter longos per\u00edodos de incuba\u00e7\u00e3o, a pesca de palangre\/espinel e outras ind\u00fastrias pesqueiras t\u00eam afetado muito as aves marinhas, como o albatroz.<br \/>\nDooley disse que a mudan\u00e7a clim\u00e1tica est\u00e1 afetando a esp\u00e9cie da Wisdom.<\/p>\n<p>\u201cAs mudan\u00e7as na temperatura da \u00e1gua e nas correntes marinhas e de vento significam que eles t\u00eam que voar maiores dist\u00e2ncias para encontrar comida em abund\u00e2ncia \u00e0 medida que suas presas buscam por \u00e1guas mais frias \u2013 \u00e9 uma grande amea\u00e7a iminente que as aves marinhas est\u00e3o enfrentando, albatroz em especial.\u201d<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 idade de Wisdom, Dooley disse que \u201cpara muitos animais selvagens, eles s\u00e3o produtivos at\u00e9 a velhice. S\u00e3o apenas primatas e baleias que t\u00eam uma vida \u00fatil prolongada ap\u00f3s a fertilidade.<br \/>\n\u201cPara os humanos, parece incr\u00edvel, mas ainda estamos determinando se isso \u00e9 aplic\u00e1vel \u00e0 vida desses p\u00e1ssaros magn\u00edficos.\u201d<\/p>\n<p>Wisdom faz parte de um dos estudos mais antigos em termos de rastreamento cont\u00ednuo de aves.<\/p>\n<p>\u201cA cada ano que Wisdom retorna, aprendemos mais sobre quanto tempo as aves marinhas podem viver e ter filhotes\u201d, disse Flint ao jornal Honolulu Star Advertiser.<\/p>\n<p>Dooley disse: \u201cNo mundo dos p\u00e1ssaros, os outros p\u00e1ssaros famosos s\u00e3o os papagaios, especialmente cacatuas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEm cativeiro j\u00e1 houve cacatuas chegando at\u00e9 100 anos. Tamb\u00e9m h\u00e1 registros de cacatuas em cativeiro chegando a oitenta ou noventa anos. Mesmo na natureza, espera-se que eles tenham uma vida natural de pelo menos 30 a 40 anos, se n\u00e3o mais tempo\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAcredita-se que as aves australianas geralmente vivam mais em compara\u00e7\u00e3o com as esp\u00e9cies semelhantes do hemisf\u00e9rio norte, porque elas t\u00eam que lidar com ciclos de altos e baixos. Para os p\u00e1ssaros, se s\u00e3o uma esp\u00e9cie que vive pouco, h\u00e1 um risco de n\u00e3o haver um bom per\u00edodo de \u2018alta\u2019 durante o per\u00edodo em que eles podem procriar como adultos.\u201d<\/p>\n<p>Isso pode ser semelhante com o albatroz, segundo Dooley, j\u00e1 que \u201co impacto das mortes de aves adultas \u00e9 significativamente maior porque eles investem muito tempo na cria\u00e7\u00e3o de um filhote\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O not\u00e1vel p\u00e1ssaro viveu mais que seus parceiros de acasalamento, e at\u00e9 mesmo mais que<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":142976,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/albatros.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O not\u00e1vel p\u00e1ssaro viveu mais que seus parceiros de acasalamento, e at\u00e9 mesmo mais que","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142975"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=142975"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142975\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":142978,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142975\/revisions\/142978"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/142976"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=142975"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=142975"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=142975"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}