{"id":142947,"date":"2021-03-13T11:54:52","date_gmt":"2021-03-13T14:54:52","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=142947"},"modified":"2021-03-13T11:54:52","modified_gmt":"2021-03-13T14:54:52","slug":"arvore-do-ceu-e-uma-terrivel-especie-invasora-um-fungo-poderia-solucionar-o-problema","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/arvore-do-ceu-e-uma-terrivel-especie-invasora-um-fungo-poderia-solucionar-o-problema\/","title":{"rendered":"\u00c1rvore-do-c\u00e9u \u00e9 uma terr\u00edvel esp\u00e9cie invasora. Um fungo poderia solucionar o problema?"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-142949\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Muitas\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arvore\">\u00e1rvores<\/a>\u00a0gostariam de ser t\u00e3o bonitas quanto a\u00a0<em>Ailanthus altissima<\/em>, tamb\u00e9m conhecida como ailanto e \u00e1rvore-do-c\u00e9u, uma \u00e1rvore dec\u00eddua com folhas em forma de pena, casca cinza-claro e sementes vermelhas e amarelas que se assemelham a um p\u00f4r do sol.<\/p>\n<p>Mas fora da China, onde \u00e9 nativa, a planta tamb\u00e9m ganhou o apelido de \u201c\u00e1rvore do inferno\u201d devido \u00e0 sua natureza invasora: ela pode crescer quase um metro por ano, clonando a si mesma atrav\u00e9s de \u201csugadores\u201d subterr\u00e2neos, ou por meio das milhares de sementes que cada \u00e1rvore produz todos os anos.<\/p>\n<p>A not\u00f3ria planta dizima\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/especies\">esp\u00e9cies<\/a>\u00a0nativas com sua folhagem densa e as toxinas que excreta no solo. Ela tamb\u00e9m exala um cheiro ruim de suas flores, n\u00e3o possui predadores naturais e serve de santu\u00e1rio para\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/insetos\">insetos<\/a>\u00a0invasores destrutivos, como a mosca\u00a0<em>Lycorma delicatula<\/em>.<\/p>\n<p>Desde sua introdu\u00e7\u00e3o por horticultores entusiasmados nos Estados Unidos h\u00e1 quase 240 anos como uma\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arvore\">\u00e1rvore<\/a>\u00a0de sombra e um esp\u00e9cime bot\u00e2nico, o\u00a0ailanto se espalhou para todos os estados do pa\u00eds, exceto seis,\u00a0e\u00a0conquistou uma posi\u00e7\u00e3o em todos os continentes, exceto na Ant\u00e1rtica.<\/p>\n<p>Mas pode haver uma nova arma para lutar contra uma das maiores esp\u00e9cies invasoras do continente.<\/p>\n<p>Cientistas recentemente isolaram um fungo capaz de matar a \u00e1rvore: um organismo microsc\u00f3pico chamado\u00a0<em>Verticillium nonalfalfae<\/em>, que\u00a0provavelmente \u00e9 nativo da Pensilv\u00e2nia, Virg\u00ednia e Ohio.<\/p>\n<p>\u201cAntes de descobrirmos esse fungo, a \u00e1rvore realmente n\u00e3o tinha nenhum ponto fraco\u201d, afirma\u00a0Joanne Rebbeck, fisiologista vegetal aposentada do Servi\u00e7o Florestal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em ingl\u00eas) que estudou os efeitos do fungo no ailanto.<\/p>\n<p>Cientistas est\u00e3o agora experimentando usar o fungo para matar a \u00e1rvore-do-c\u00e9u, fazendo cortes no tronco e injetando o pat\u00f3geno diretamente na planta.<\/p>\n<p>Os resultados de um estudo,\u00a0publicado em setembro de 2020 na revista cient\u00edfica<em>\u00a0Biological Control<\/em>, constataram que o fungo \u00e9 \u201caltamente eficaz\u201d no controle do ailanto.<\/p>\n<p>Seria um sonho realizado para os ecologistas que querem preservar os ecossistemas nativos e a diversidade de\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/insetos\">insetos<\/a>, mas os cientistas devem primeiro garantir que a introdu\u00e7\u00e3o de fungos n\u00e3o acabe criando um problema ainda maior.<\/p>\n<p>De\u00a0sapos-cururu na Austr\u00e1lia\u00a0a\u00a0gorgulhos eurasianos no oeste dos Estados Unidos, subestimar os riscos ecol\u00f3gicos do controle biol\u00f3gico \u2014 usar um organismo vivo para suprimir outro \u2014 tem um longo hist\u00f3rico de ocasi\u00f5es em que deu errado.<\/p>\n<h3 id=\"h-hotel-para-insetos\">Hotel para insetos<\/h3>\n<p>O ailanto \u00e9 uma praga em todas as florestas norte-americanas, tomando o lugar de plantas nativas, como o carvalho-vermelho, enquanto danifica infraestruturas e terras agr\u00edcolas destruindo esgotos, pavimentos e\u00a0alicerces de constru\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A \u00e1rvore prospera em \u00e1reas danificadas pelo fogo ou com movimenta\u00e7\u00e3o humana, incluindo ao longo das rodovias, e uma vez que se enra\u00edza, \u00e9 quase imposs\u00edvel remov\u00ea-la.\u00a0O ailanto cresce mais de dois metros em seu primeiro ano,\u00a0clonando-se atrav\u00e9s de ra\u00edzes subterr\u00e2neas chamadas \u201csugadores\u201d, ou atrav\u00e9s de milhares de sementes que o vento carrega a partir de uma \u00fanica \u00e1rvore. A \u00e1rvore, que pode viver um s\u00e9culo, atinge aproximadamente 20 metros de altura.<\/p>\n<p>A esp\u00e9cie tamb\u00e9m \u00e9 alelop\u00e1tica, o que significa que ela afeta o crescimento de outras plantas atrav\u00e9s da libera\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas que podem impedir que outras plantas cres\u00e7am perto dela.<\/p>\n<p>As \u00fanicas estrat\u00e9gias que os agricultores e os donos de terras t\u00eam contra o ailanto atualmente s\u00e3o aplicar herbicidas poderosos ou cortar as \u00e1rvores periodicamente.<\/p>\n<p>Mas \u201cdentro de um ano, elas simplesmente voltam mais densas e agressivas\u201d, conta\u00a0Rachel Brooks, doutoranda da Faculdade de Ci\u00eancias Ambientais e Vegetais do Instituto Polit\u00e9cnico e Universidade Estadual da Virginia (Virginia Tech) e coautora do estudo de 2020. \u201cEnt\u00e3o essas medidas acabam se tornando muito caras e exigindo muita m\u00e3o-de-obra.\u201d<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Alianto.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-168250\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Alianto-684x1024.jpg\" sizes=\"(max-width: 684px) 100vw, 684px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Alianto-684x1024.jpg 684w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Alianto-200x300.jpg 200w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Alianto.jpg 710w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"958\" \/><\/a><figcaption>O ailanto se espalhou por seis continentes e 44 estados dos Estados Unidos.<br \/>\nFOTO DE\u00a0<strong>STUDIO75, ALAMY<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p>Para piorar, o ailanto serve como um hotel para outras esp\u00e9cies invasoras, como o\u00a0percevejo-marrom-marmorizado\u00a0e uma esp\u00e9cie de\u00a0broca asi\u00e1tica, dois insetos que danificaram as florestas norte-americanas,\u00a0especialmente aquelas que abrigam esp\u00e9cies de bordo, para n\u00e3o mencionar\u00a0diversas culturas comerciais, como ma\u00e7\u00e3s e p\u00eassegos.<\/p>\n<p>Mas ningu\u00e9m \u00e9 atra\u00eddo por ela como a mosca\u00a0<em>Lycorma delicatula<\/em>,\u00a0um dos insetos invasores mais prol\u00edficos e prejudiciais da Am\u00e9rica do Norte. Esses coloridos\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/insetos\">insetos<\/a>\u00a0infestam as\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arvore\">\u00e1rvores<\/a>\u00a0aos milhares e bebem sua seiva antes de se espalharem para outras plantas agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>\u201cAmbos invasores vieram da China, ent\u00e3o eles est\u00e3o se reconectando com suas\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/especies\">esp\u00e9cies<\/a>\u00a0nativas\u201d, explica\u00a0Kristen Wickert, outra coautora do estudo de 2020 e entomologista e fitopatologista do Departamento de Agricultura da Virg\u00ednia Ocidental, que tamb\u00e9m atua como coordenadora estadual da\u00a0<em>Lycorma delicatula<\/em>.<\/p>\n<h3>Resultados promissores<\/h3>\n<p>Em 2002, um cientista do centro-sul da\u00a0Pensilv\u00e2nia\u00a0notou que uma \u00e1rvore-do-c\u00e9u estava morrendo misteriosamente, suas folhas murchando e ficando marrons. Em 2008,\u00a0mais de oito mil \u00e1rvores haviam morrido na Floresta Estadual de Tuscarora. Ao estudar essas \u00e1rvores mortas, cientistas conseguiram isolar o fungo\u00a0<em>V. nonalfalfae<\/em>\u00a0como a causa da morte.<\/p>\n<p>O fungo mata o ailanto infectando-o com a doen\u00e7a da murcha vascular, essencialmente obstruindo o sistema vascular da planta e deixando-a sem \u00e1gua. A planta come\u00e7a a murchar lentamente, deixando cair esporos do fungo no solo onde o ciclo do\u00a0<em>V. nonalfalfae<\/em>\u00a0come\u00e7a novamente.<\/p>\n<p>\u201cEle n\u00e3o mata apenas uma \u00fanica \u00e1rvore, ele mata o sistema radicular e as \u00e1rvores [de ailanto] pr\u00f3ximas, e realmente era poss\u00edvel ver esses bols\u00f5es de doen\u00e7a se espalhando\u201d, relata Brooks.<\/p>\n<p>Para testar se o\u00a0<em>V. nonalfalfae<\/em>\u00a0prejudica outras plantas al\u00e9m do ailanto, em maio de 2017, Brooks, Wickert e outros pesquisadores marcaram 12 s\u00edtios florestais dominados pela planta em toda a Virg\u00ednia e Pensilv\u00e2nia. Em seguida, escolheram aleatoriamente 656 \u00e1rvores para inocular o fungo, fazendo cortes nos troncos e esguichando esporos dentro deles. Eles voltavam para checar as \u00e1rvores em intervalos de poucos meses para fotograf\u00e1-las e medir o grau de degrada\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Eles descobriram que o fungo matava os ailantos, mas n\u00e3o se espalhava para outras\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arvore\">\u00e1rvores<\/a>, levando os pesquisadores a teorizar que as plantas locais desenvolveram defesas para o\u00a0<em>V. nonalfalfae<\/em>\u00a0que o ailanto n\u00e3o tinha.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-video\"><video src=\"https:\/\/flac-pmd-ngeo.akamaized.net\/video\/FLAC_FOD_BRA\/5\/619\/1559077955926_4056000.mp4\" controls=\"controls\" width=\"300\" height=\"150\" data-mce-fragment=\"1\"><\/video><figcaption>101 | ESP\u00c9CIES INVASORAS<br \/>\nSaiba como esses organismos s\u00e3o introduzidos em um ecossistema, como afetam as comunidades locais e quais provid\u00eancias podem ser tomadas.<\/figcaption><\/figure>\n<h3>Seguran\u00e7a em primeiro lugar<\/h3>\n<p>Antes de iniciar uma estrat\u00e9gia com esse fungo, os especialistas querem ter certeza de que ele \u00e9 seguro para outras plantas, animais selvagens e planta\u00e7\u00f5es em outros estados onde ele pode n\u00e3o ser nativo.<\/p>\n<p>Raghavan Charudattan, um fitopatologista aposentado e fundador da empresa de biotecnologia BioProdex, passou cinco d\u00e9cadas estudando maneiras de controlar ervas daninhas usando fungos e outras formas de controle biol\u00f3gico. Charudattan recentemente recebeu financiamento do Servi\u00e7o Florestal dos Estados Unidos e do USDA\u00a0para estudar o uso de\u00a0<em>V. nonalfalfae<\/em>\u00a0contra o ailanto.<\/p>\n<p>De acordo com ele: \u201cmeu trabalho, em particular, \u00e9 testar um monte de esp\u00e9cies agr\u00edcolas, que s\u00e3o conhecidas por serem suscet\u00edveis a outras esp\u00e9cies de\u00a0<em>Verticillium<\/em>\u201d, o que pode incluir milho, rabanete e batata. Ele estima que pode levar at\u00e9 tr\u00eas anos para superar os obst\u00e1culos regulat\u00f3rios antes que o fungo esteja dispon\u00edvel nas lojas como um produto comercial.<\/p>\n<p>Existe um precedente para tal produto: o\u00a0DutchTrig, que combate a grafiose, ou doen\u00e7a do olmo holand\u00eas, uma infec\u00e7\u00e3o de plantas devastadora encontrada em toda a Europa e Am\u00e9rica do Norte e\u00a0causada por diversos fungos da fam\u00edlia\u00a0<em>Ophiostomataceae<\/em>. Pesquisadores descobriram que injetar\u00a0<em>V. albo-atrum<\/em>, um fungo do mesmo g\u00eanero que o\u00a0<em>V. nonalfalfae<\/em>, funcionou como uma\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/especies\">esp\u00e9cie<\/a>\u00a0de vacina para os olmos,\u00a0aumentando seus mecanismos de defesa natural\u00a0e protegendo-os contra outros pat\u00f3genos f\u00fangicos. O produto est\u00e1 dispon\u00edvel em pelo menos sete pa\u00edses.<\/p>\n<p>Scott Salom, entomologista florestal da Virginia Tech que trabalhou com Brooks e Wickert, adverte que a descoberta de um matador natural de \u00e1rvores \u00e9 apenas o primeiro passo para restaurar ecossistemas prejudicados.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de eliminar esses invasores, cientistas e governos tamb\u00e9m devem trabalhar em conjunto para restaurar as paisagens nativas, afirma ele, o que por sua vez permitir\u00e1 que a biodiversidade de\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/insetos\">insetos<\/a>\u00a0e mam\u00edferos nativos prospere.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o podemos simplesmente tratar as\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arvore\">\u00e1rvores<\/a>\u00a0e v\u00ea-las morrer, temos que nos certificar de que sejam as plantas nativas que tomem o lugar delas\u201d, declara Salom.<\/p>\n<p>\u201cDe uma perspectiva ecol\u00f3gica, \u00e9 muito importante enxergar todo o processo.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitas\u00a0\u00e1rvores\u00a0gostariam de ser t\u00e3o bonitas quanto a\u00a0Ailanthus altissima, tamb\u00e9m conhecida como ailanto e \u00e1rvore-do-c\u00e9u, uma<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":142949,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/planta-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Muitas\u00a0\u00e1rvores\u00a0gostariam de ser t\u00e3o bonitas quanto a\u00a0Ailanthus altissima, tamb\u00e9m conhecida como ailanto e \u00e1rvore-do-c\u00e9u, uma","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142947"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=142947"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142947\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":142950,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142947\/revisions\/142950"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/142949"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=142947"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=142947"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=142947"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}