{"id":142764,"date":"2021-03-09T14:00:48","date_gmt":"2021-03-09T17:00:48","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=142764"},"modified":"2021-03-08T23:43:12","modified_gmt":"2021-03-09T02:43:12","slug":"novo-metodo-para-medir-queda-de-neve-na-antartica-ajuda-a-estimar-preservacao-das-camadas-de-gelo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/novo-metodo-para-medir-queda-de-neve-na-antartica-ajuda-a-estimar-preservacao-das-camadas-de-gelo\/","title":{"rendered":"Novo m\u00e9todo para medir queda de neve na Ant\u00e1rtica ajuda a estimar preserva\u00e7\u00e3o das camadas de gelo"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-142765\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Um novo sat\u00e9lite constatou algo inesperado: rios atmosf\u00e9ricos de umidade podem liberar grandes quantidades de neve sobre a Ant\u00e1rtica, e agora \u00e9 poss\u00edvel rastrear isso em detalhes.<\/h2>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Uma nova maneira de estudar o clima da Ant\u00e1rtica a partir do espa\u00e7o est\u00e1 revelando um fen\u00f4meno que pode ajudar a determinar a velocidade em que a enorme camada de gelo derrete em um mundo em aquecimento.<\/p>\n<p>O\u00a0<a href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1029\/2020GL091076%E2%80%9D\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo<\/a>, publicado recentemente na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Geophysical Research Letters<\/em>, concentra-se nos \u201c<a href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1029\/2020GL091076\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">rios atmosf\u00e9ricos<\/a>\u201d, grandes cintur\u00f5es de vapor de \u00e1gua que se formam sobre os oceanos tropicais e subtropicais e direcionam os ventos que circundam o planeta, por vezes gerando grande quantidade de chuva e neve. Um famoso rio atmosf\u00e9rico, denominado Pineapple Express, \u00e9 respons\u00e1vel por grande parte do abastecimento de \u00e1gua da costa oeste dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de dados da miss\u00e3o do Sat\u00e9lite de Eleva\u00e7\u00e3o de Terra, Nuvem e Gelo-2 (<a href=\"https:\/\/icesat-2.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ICESat-2<\/a>) da Nasa, lan\u00e7ado em \u00f3rbita no fim de 2018, uma equipe de pesquisadores descobriu que os rios atmosf\u00e9ricos eram os principais fatores que provocam precipita\u00e7\u00e3o, principalmente em forma de neve, na Ant\u00e1rtica Ocidental em 2019, ajudando a repor a massa que as camadas de gelo est\u00e3o perdendo rapidamente. Espera-se que o aquecimento dos mares envie rios atmosf\u00e9ricos maiores e mais duradouros para as costas da Ant\u00e1rtica no futuro, e a pesquisa aponta para um processo pouco estudado e pouco compreendido que pode ajudar a desacelerar o derretimento das camadas de gelo \u2014 ou aceler\u00e1-lo, dependendo do momento em que as tempestades ocorrerem.<\/p>\n<p>\u201cDescobrimos esses grandes aumentos na queda de neve apenas com os dados do ICESat-2 obtidos nos primeiros meses\u201d, que coincidiram com a presen\u00e7a de rios atmosf\u00e9ricos sobre a \u00e1rea, segundo o principal autor do estudo\u00a0<a href=\"https:\/\/scripps.ucsd.edu\/news\/scripps-student-spotlight-susheel-adusumilli\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Susheel Adusumilli<\/a>, candidato a doutorado do Instituto Scripps de Oceanografia da Universidade da Calif\u00f3rnia, em San Diego. \u201cO que foi uma surpresa total.\u201d<\/p>\n<h3>Detectando nevascas a partir do espa\u00e7o<\/h3>\n<p>A Ant\u00e1rtica est\u00e1 perdendo mais de\u00a0<a href=\"https:\/\/climate.nasa.gov\/vital-signs\/ice-sheets\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">100 bilh\u00f5es de toneladas de gelo por ano<\/a>\u00a0\u00e0 medida que as geleiras fluem para o mar e grandes\u00a0<em>icebergs<\/em>\u00a0se desprendem de suas partes frontais. Na semana passada, um\u00a0<em>iceberg<\/em>\u00a0duas vezes maior que Chicago\u00a0<a href=\"https:\/\/www.esa.int\/ESA_Multimedia\/Images\/2021\/03\/Giant_iceberg_breaks_off_Brunt_Ice_Shelf_in_Antarctica\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">se separou de uma plataforma de gelo da Ant\u00e1rtica<\/a>.<\/p>\n<p>O derretimento de gelo est\u00e1 acelerando devido \u00e0 ressurg\u00eancia de \u00e1guas quentes e profundas do oceano, derretendo as plataformas de gelo flutuantes do continente congelado. Isso permite que as geleiras sustentadas por essas plataformas fluam para o mar mais rapidamente, um efeito que provavelmente ser\u00e1 exacerbado pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. No entanto tamb\u00e9m caem bilh\u00f5es de toneladas de neve na Ant\u00e1rtica todos os anos. Essa neve fresca acaba sendo encoberta, formando novas camadas de gelo, o que ajuda a compensar as perdas causadas pelo oceano.<\/p>\n<p>O embate entre o derretimento e a reposi\u00e7\u00e3o do gelo determinar\u00e1 a rapidez com que a camada de gelo da Ant\u00e1rtica \u2014 a maior da Terra \u2014 diminui em um mundo em aquecimento, e o quanto contribui para o aumento do n\u00edvel do mar. Mas medir a queda de neve na Ant\u00e1rtica \u00e9 notoriamente dif\u00edcil; n\u00e3o h\u00e1 esta\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas nem observadores suficientes.<\/p>\n<p>Agora, pesquisadores est\u00e3o come\u00e7ando a preencher as lacunas meteorol\u00f3gicas utilizando o ICESat-2. O sat\u00e9lite de \u00f3rbita polar est\u00e1 medindo a altura das camadas de gelo da Terra em uma resolu\u00e7\u00e3o sem precedentes \u2014\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/content\/goddard\/about-icesat-2\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">at\u00e9 a espessura de um l\u00e1pis<\/a>\u00a0\u2014 lan\u00e7ando pulsos de\u00a0<em>laser<\/em>\u00a0na superf\u00edcie e cronometrando quanto tempo leva para cada f\u00f3ton retornar ao sat\u00e9lite.<\/p>\n<p>Como o sat\u00e9lite percorre as mesmas rotas sobre as camadas de gelo da Terra em intervalos de poucos meses, se a altura do gelo mudar em uma \u00e1rea espec\u00edfica devido a uma grande tempestade de neve ou derretimento, o ICESat-2 ir\u00e1 identificar.<\/p>\n<p>\u201cCom o ICESat-2, que \u00e9 altamente preciso, achamos que seria \u00f3timo poder mensurar essas grandes mudan\u00e7as na queda de neve que est\u00e3o ocorrendo\u201d, conta Adusumilli.<\/p>\n<p>Para seu novo estudo, Adusumilli e seus colegas analisaram alguns dos primeiros dados coletados pelo ICESat-2, entre abril de 2019 e junho de 2020. Durante esse per\u00edodo, os pesquisadores notaram grandes aumentos na altura das camadas de gelo da Ant\u00e1rtica Ocidental entre maio e outubro de 2019 (durante o inverno do continente). Usando uma ferramenta de modelagem chamada rean\u00e1lise que produz \u201cretransmiss\u00f5es\u201d do clima ocorrido, eles descobriram que 41% desses aumentos de altura das camadas de gelo \u2014 que totalizaram mais de 2,5 metros em algumas \u00e1reas costeiras \u2014 foram devido a eventos de precipita\u00e7\u00e3o breves, mas intensos.<\/p>\n<p>Desses eventos extremos, 63% podem estar ligados a rios atmosf\u00e9ricos que atingem o continente, que os pesquisadores distinguiram de outras tempestades em seus modelos com base em seu alto teor de umidade. Ao contr\u00e1rio dos rios atmosf\u00e9ricos que impactam a Costa Oeste, que se\u00a0<a href=\"https:\/\/www.noaa.gov\/stories\/what-are-atmospheric-rivers\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">formam nos tr\u00f3picos pr\u00f3ximo ao Hava\u00ed<\/a>, os rios atmosf\u00e9ricos que despejam neve na Ant\u00e1rtica est\u00e3o se formando ao norte do Oceano Ant\u00e1rtico, que circunda o continente, de acordo com Meredith Fish, pesquisadora de p\u00f3s-doutorado da Universidade Rutgers e coautora do estudo.<\/p>\n<p>Poucos estudos investigaram rios atmosf\u00e9ricos na Ant\u00e1rtica.\u00a0<a href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1002\/2014GL060881\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Uma an\u00e1lise de 2014<\/a>\u00a0de dados de uma esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica mostrou que os rios atmosf\u00e9ricos despejaram quantidades significativas de neve sobre a Ant\u00e1rtica Oriental em 2009 e 2011, enquanto\u00a0<a href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1002\/2014GL060881\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">outro estudo<\/a>\u00a0inferiu o impacto dos rios atmosf\u00e9ricos no derretimento da neve na Ant\u00e1rtica Ocidental por meio de modelos. (Os rios atmosf\u00e9ricos podem derreter neve e gelo quando sua precipita\u00e7\u00e3o cai na forma de chuva, mas tamb\u00e9m porque as nuvens baixas associadas a eles absorvem e reemitem calor da superf\u00edcie da Terra.)<\/p>\n<p>A grande quantidade de atividade do rio atmosf\u00e9rico detectada no novo estudo refor\u00e7a o caso de que o fen\u00f4meno clim\u00e1tico \u00e9 um processo importante para os pesquisadores da Ant\u00e1rtica estudarem.<\/p>\n<p>\u201cA Ant\u00e1rtica \u00e9 um deserto e, como todos os desertos ao redor do mundo, \u00e9 sens\u00edvel a eventos extremos de precipita\u00e7\u00e3o\u201d, explica Jonathan Wille, pesquisador de p\u00f3s-doutorado na Universidade Grenoble Alpes, na Fran\u00e7a, que liderou o estudo anterior sobre derretimento de gelo causado por rios atmosf\u00e9ricos na Ant\u00e1rtica Ocidental. \u201cAssim como os rios atmosf\u00e9ricos podem causar inunda\u00e7\u00f5es em desertos n\u00e3o polares, esse estudo demonstra como esses rios podem causar aumentos r\u00e1pidos e maci\u00e7os no ac\u00famulo de neve fora dos padr\u00f5es normais.\u201d<\/p>\n<p>Pesquisas posteriores de Wille e seus colegas descobriram que, desde 1980, os rios atmosf\u00e9ricos foram respons\u00e1veis pela maior parte dos eventos extremos de precipita\u00e7\u00e3o na Ant\u00e1rtica Oriental, \u201cimpulsionando as tend\u00eancias anuais de queda de neve\u201d. No geral, Wille diz que as evid\u00eancias at\u00e9 o momento sugerem que os rios atmosf\u00e9ricos s\u00e3o \u201cum fator positivo\u201d para a Ant\u00e1rtica, ajudando a camada de gelo a ganhar massa e compensar as perdas de gelo causadas pelo oceano.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--video ngart-img--large\">\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__heading\">BRASIL INAUGURA NOVA BASE DE PESQUISAS NA ANT\u00c1RTIDA<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">Com constru\u00e7\u00e3o imponente, a nova esta\u00e7\u00e3o Comandante Ferraz substitui pr\u00e9dio destru\u00eddo em inc\u00eandio de 2012.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<h3>Curinga de mudan\u00e7a clim\u00e1tica<\/h3>\n<p>No entanto isso pode mudar.\u00a0Os\u00a0<a href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1029\/2017GL076968\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">modelos clim\u00e1ticos<\/a>\u00a0sugerem que os rios atmosf\u00e9ricos podem ser maiores e mais duradouros na Ant\u00e1rtica \u00e0 medida que a Terra aquece e o momento em que essas tempestades ocorrerem pode ditar seu efeito sobre as camadas de gelo.<\/p>\n<p>Embora a maioria dos rios atmosf\u00e9ricos identificados no novo estudo tenha ocorrido durante o inverno do continente, causando o ac\u00famulo de neve, os autores tamb\u00e9m detectaram rios atmosf\u00e9ricos no ver\u00e3o: 90% dessas tempestades de ver\u00e3o coincidiram com eventos potenciais de derretimento da superf\u00edcie das camadas de gelo, que os autores suspeitam que tenham sido impulsionados pelo aquecimento local induzido por nuvens, n\u00e3o pela chuva. \u201cSeus impactos, seja no ver\u00e3o ou no inverno, s\u00e3o muito diferentes\u201d, esclarece Fish.<\/p>\n<p>\u201cO que n\u00e3o sabemos \u00e9 qual efeito ser\u00e1 mais importante, pois os rios atmosf\u00e9ricos trazem mais calor e umidade para a Ant\u00e1rtica. Eles causar\u00e3o um maior derretimento da superf\u00edcie e possivelmente aumentar\u00e3o a hidrofratura da plataforma de gelo? Ou trar\u00e3o eventos mais extremos de neve\u201d que acrescentam massa \u00e0s camadas de gelo? Para saber mais, \u201cprecisamos de outras medi\u00e7\u00f5es em alta precis\u00e3o\u201d, salienta Irina Gorodetskaya, cientista do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.cesam.ua.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Centro de Estudos Ambientais e Marinhos<\/a>\u00a0da Universidade de Aveiro, em Portugal, a primeira a constatar a rela\u00e7\u00e3o entre nevascas extremas e rios atmosf\u00e9ricos na Ant\u00e1rtica Oriental.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que Adusumilli e seus colegas continuam a analisar os dados do ICESat-2 \u00e0 medida que se tornam dispon\u00edveis. A partir de resultados que ainda n\u00e3o foram publicados, foi observada \u201cuma grande influ\u00eancia do rio atmosf\u00e9rico\u201d na queda de neve de 2020, semelhante \u00e0 de 2019, conta ele. Por fim, os pesquisadores esperam coletar imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o de tempestades de neve e rios atmosf\u00e9ricos em toda a Ant\u00e1rtica, para que os modeladores possam usar para melhorar suas previs\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cEste novo conjunto de dados nos fornece uma maneira incr\u00edvel de monitorar esses eventos de rios atmosf\u00e9ricos e uma maneira concreta de medir a queda de neve, que \u00e9 um dos eventos mais dif\u00edceis de ser observado sobre a camada de gelo\u201d, conclui Adusumilli.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um novo sat\u00e9lite constatou algo inesperado: rios atmosf\u00e9ricos de umidade podem liberar grandes quantidades de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":142765,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/neves.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um novo sat\u00e9lite constatou algo inesperado: rios atmosf\u00e9ricos de umidade podem liberar grandes quantidades de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142764"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=142764"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142764\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":142767,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/142764\/revisions\/142767"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/142765"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=142764"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=142764"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=142764"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}