{"id":141951,"date":"2021-02-22T14:00:23","date_gmt":"2021-02-22T17:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=141951"},"modified":"2021-02-22T11:58:14","modified_gmt":"2021-02-22T14:58:14","slug":"montanhas-da-terra-podem-ter-parado-de-crescer-misteriosamente-por-um-bilhao-de-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/montanhas-da-terra-podem-ter-parado-de-crescer-misteriosamente-por-um-bilhao-de-anos\/","title":{"rendered":"Montanhas da Terra podem ter parado de crescer misteriosamente por um bilh\u00e3o de anos"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-141952\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>H\u00e1 cerca de 1,8 bilh\u00e3o de anos, a crosta continental do planeta ficou mais fina, desacelerando o fluxo de nutrientes para o mar e, possivelmente, paralisando a evolu\u00e7\u00e3o da vida.<\/h2>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>SE FOSSE\u00a0poss\u00edvel explorar a superf\u00edcie da Terra h\u00e1 um bilh\u00e3o de anos, o mais not\u00e1vel seriam as caracter\u00edsticas pouco not\u00e1veis do planeta. N\u00e3o havia \u00e1rvores, nem insetos, nem aves no c\u00e9u. A \u00fanica forma de vida era min\u00fascula e rudimentar, uma mistura oce\u00e2nica viscosa.<\/p>\n<p>Um novo\u00a0<a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/371\/6530\/728\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo publicado na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Science<\/em><\/a>\u00a0destaca outro aspecto que poderia estar ausente na \u00e9poca: montanhas.<\/p>\n<p>As placas tect\u00f4nicas agitadas da Terra como a conhecemos hoje se deslocam continuamente, em uma dan\u00e7a lenta que remodela a superf\u00edcie do nosso planeta. As colis\u00f5es entre continentes espessam a crosta terrestre e elevam montanhas, como a Cordilheira do Himalaia, que parece subir cada vez mais alto em dire\u00e7\u00e3o ao c\u00e9u.<\/p>\n<p>Mas vest\u00edgios gravados em cristais min\u00fasculos de zirconita, formados nas profundezas da Terra, sugerem que as placas tect\u00f4nicas nem sempre se comportaram da mesma forma. No per\u00edodo entre 1,8 e 0,8 bilh\u00e3o de anos atr\u00e1s \u2014 uma \u00e9poca apelidada de \u201cbilh\u00e3o entediante\u201d \u2014 os continentes pareciam cada vez mais delgados. O motivo exato desse afinamento geol\u00f3gico permanece desconhecido. Mas em sua forma mais delgada, a superf\u00edcie terrestre era cerca de um ter\u00e7o mais fina do que atualmente, uma mudan\u00e7a que, conforme sugerem os pesquisadores, pode ter sido causada em parte por uma desacelera\u00e7\u00e3o no movimento das placas tect\u00f4nicas.<\/p>\n<p>Os pesquisadores tamb\u00e9m sup\u00f5em que essa crosta fina possa ter atrasado a evolu\u00e7\u00e3o da vida como a conhecemos. As montanhas pequenas teriam retardado a eros\u00e3o das rochas do planeta, limitando o suprimento de nutrientes vitais \u00e0s criaturas dos oceanos.<\/p>\n<p>\u201cAquela foi uma \u00e9poca de fome nos oceanos\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/mingtang.me\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ming Tang<\/a>, geoqu\u00edmico da Universidade de Pequim, China, e autor principal do estudo recente. Mas logo depois que os continentes voltaram a ficar mais espessos, uma onda de nutrientes pareceu conduzir a evolu\u00e7\u00e3o a uma vida cada vez mais ampla e complexa.<\/p>\n<p>\u201cO artigo traz mais perguntas do que respostas\u201d, afirma<a href=\"http:\/\/rockheadsciences.com\/spencer-tectonochemistry\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/www.queensu.ca\/geol\/christopher-spencer\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Christopher Spencer<\/a>, geoqu\u00edmico especializado em placas tect\u00f4nicas da Queen\u2019s University, no Canad\u00e1. Mas de forma geral, segundo ele, o estudo pode servir de ferramenta para compreender melhor o surgimento de nosso mundo moderno.<\/p>\n<h3><strong>Interpretando as rochas<\/strong><\/h3>\n<p>Tang analisava rochas de granito do Himalaia, ao sul do Tibete, quando percebeu um padr\u00e3o intrigante de zirconita em seus cristais. Essas min\u00fasculas c\u00e1psulas do tempo se formam \u00e0 medida que o magma esfria dentro da Terra, registrando as impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas de condi\u00e7\u00f5es antigas de nosso planeta \u2014 e s\u00e3o quase indestrut\u00edveis. Os pesquisadores encontraram zirconitas formadas logo ap\u00f3s o nascimento da Terra,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/news\/2014\/2\/140224-oldest-crust-australia-zircon-science\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">h\u00e1 quase 4,4 bilh\u00f5es de anos<\/a>.<\/p>\n<p>Tang notou que a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica dos cristais de zirconita nas amostras tibetanas mudava em fun\u00e7\u00e3o da espessura continental na \u00e9poca da forma\u00e7\u00e3o de suas rochas originais.<\/p>\n<p>Anteriormente, os cientistas haviam calculado a espessura continental determinando as quantidades relativas dos elementos lant\u00e2nio e it\u00e9rbio nas rochas, explica Tang. Mas usar a pr\u00f3pria rocha para vislumbrar o passado \u00e9 dif\u00edcil porque restaram poucas rochas inteiras desde os prim\u00f3rdios da Terra, deixando lacunas na hist\u00f3ria geol\u00f3gica.<\/p>\n<p>\u201cSeria como ler um romance com somente 25% da hist\u00f3ria em m\u00e3os\u201d, ilustra<a href=\"https:\/\/research.monash.edu\/en\/persons\/peter-cawood\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/research.monash.edu\/en\/persons\/peter-cawood\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Peter Cawood<\/a>, ge\u00f3logo da Universidade Monash,na Austr\u00e1lia, que n\u00e3o participou do estudo. A resist\u00eancia das zirconitas, entretanto, permite aos cientistas vislumbrarem uma hist\u00f3ria muito mais completa do passado do nosso planeta.<\/p>\n<p>Tang e sua equipe desenvolveram uma nova forma de uso de zirconita para estimar a espessura continental: verificaram que a quantidade do elemento eur\u00f3pio nos cristais mudava de forma concomitante \u00e0 espessura, mensurada utilizando m\u00e9todos qu\u00edmicos anteriores de an\u00e1lise de rochas.<\/p>\n<p>Tang e sua equipe\u00a0<a href=\"https:\/\/pubs.geoscienceworld.org\/gsa\/geology\/article-abstract\/49\/1\/76\/590734\/Reconstructing-crustal-thickness-evolution-from?redirectedFrom=fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">publicaram seu novo modelo no ano passado, no peri\u00f3dico\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/pubs.geoscienceworld.org\/gsa\/geology\/article-abstract\/49\/1\/76\/590734\/Reconstructing-crustal-thickness-evolution-from?redirectedFrom=fulltext\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Geology<\/em><\/a>, e imediatamente come\u00e7aram a aplicar essa nova ferramenta. Eles reuniram dados de zirconitas estudadas anteriormente em todo o mundo \u2014 mais de 14 mil ao todo \u2014 e desenvolveram gr\u00e1ficos com as mudan\u00e7as qu\u00edmicas ocorridas ao longo do tempo. Um padr\u00e3o impressionante foi observado: um estreitamento constante da crosta durante o chamado \u2018bilh\u00e3o entediante\u2019.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o era um resultado que esper\u00e1vamos ver\u201d, afirma Tang, referindo-se ao padr\u00e3o. O afinamento coincidia com o desaparecimento de muitos outros marcadores da forma\u00e7\u00e3o de montanhas antigas que haviam sido identificados anteriormente no registro de rochas. A composi\u00e7\u00e3o do estr\u00f4ncio, relacionada \u00e0 eros\u00e3o, havia sido alterada drasticamente. Da mesma forma, os elementos molibd\u00eanio e ur\u00e2nio praticamente desapareceram das rochas marinhas. E as rochas ricas em f\u00f3sforo se tornaram escassas.<\/p>\n<p>\u201cTudo isso pode ser explicado por nosso modelo com continentes muito mais planos\u201d, observa Tang.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<h3><strong>Gelatina continental<\/strong><\/h3>\n<p>Embora n\u00e3o se saiba ao certo o processo respons\u00e1vel por essa redu\u00e7\u00e3o, Tang e seus colegas afirmam que a mudan\u00e7a pode ter sido originada, em parte, por uma desacelera\u00e7\u00e3o nas placas tect\u00f4nicas. Sem o deslocamento ascendente cont\u00ednuo, os picos das montanhas se achatariam lentamente com a eros\u00e3o do vento e da \u00e1gua nas rochas.<\/p>\n<p>A equipe sugere que essa desacelera\u00e7\u00e3o foi o resultado de mudan\u00e7as na distribui\u00e7\u00e3o de calor na superf\u00edcie da Terra durante o bilh\u00e3o entediante, quando os continentes estavam agrupados em um \u00fanico supercontinente.<\/p>\n<p>O supercontinente conhecido como Nuna come\u00e7ou a se formar h\u00e1 cerca de 2,1 bilh\u00f5es de anos. Ent\u00e3o, ap\u00f3s um pequeno rearranjo, o supercontinente conhecido como Rod\u00ednia tomou forma, tendo origem h\u00e1 cerca de 1,2 bilh\u00e3o de anos e durando quase meio bilh\u00e3o de anos a mais. Por mais de uma era, a massa terrestre formou uma cobertura quase ininterrupta sobre uma grande faixa do planeta, aprisionando o calor abaixo da superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Tang sugere que o excesso de calor abaixo do supercontinente tamb\u00e9m produziria um resfriamento sob a crosta oce\u00e2nica, afetando o deslocamento das placas tect\u00f4nicas.<\/p>\n<p>O tecnonismo lento, no entanto, n\u00e3o condiz completamente com os registros geol\u00f3gicos, segundo Spencer, da Queen\u2019s University. Embora as placas n\u00e3o estivessem muito agitadas ao redor do globo, ainda havia atividade magm\u00e1tica; cerca de 40% da Am\u00e9rica do Norte se formou durante esse per\u00edodo. Se formos tra\u00e7ar uma linha entre o sul da Calif\u00f3rnia e Labrador, tudo o que est\u00e1 a sudeste se formou entre 1,8 e 1 bilh\u00e3o de anos atr\u00e1s, conta Spencer \u2014 e isso n\u00e3o poderia ter acontecido sem atividades tect\u00f4nicas intensas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da desacelera\u00e7\u00e3o tect\u00f4nica, a no\u00e7\u00e3o de uma cobertura do supercontinente levanta outra hip\u00f3tese: o excesso de calor acumulado por baixo poderia ter enfraquecido as rochas acima. Esse fen\u00f4meno causaria um achatamento da superf\u00edcie, pois as rochas quentes n\u00e3o suportariam cordilheiras altas.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 como uma gelatina\u201d, explica Cawood. Enquanto \u00e9 mantida fria, ela mant\u00e9m seu formato. Se aquecer, come\u00e7a a se desfazer.<\/p>\n<p>\u201cAcredito que essa seja a ideia central do estudo\u201d, afirma Spencer. Talvez o afinamento da crosta n\u00e3o se deva tanto a uma redu\u00e7\u00e3o nos movimentos tect\u00f4nicos que formam as montanhas, mas a uma mudan\u00e7a no funcionamento desses processos.<\/p>\n<p>A combina\u00e7\u00e3o de excesso de calor e uma crosta fina poderia explicar um conjunto incomum de rochas formadas durante as colis\u00f5es que produziram Rod\u00ednia, conta\u00a0<a href=\"http:\/\/ajsmye.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Andrew Smye<\/a>, ge\u00f3logo metam\u00f3rfico da Universidade Estadual da Pensilv\u00e2nia, que n\u00e3o participou do estudo. Essas rochas parecem ter se formado a temperaturas mais elevadas do que o esperado para sua profundidade \u2014 mas uma crosta quente e delgada poderia explicar isso.<\/p>\n<p>Embora Tang argumente que tanto a intermit\u00eancia tect\u00f4nica quanto a crosta enfraquecida provavelmente tenham entrado em a\u00e7\u00e3o, ele afirma que ainda faltam muitos conhecimentos sobre como teria sido nosso planeta eras atr\u00e1s. A pesquisa de sua equipe torna ainda mais intrigante o bilh\u00e3o entediante e ressalta uma quest\u00e3o levantada anteriormente por alguns cientistas: talvez essa \u00e9poca n\u00e3o tenha sido t\u00e3o mon\u00f3tona quanto se pensa.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o considero que tenha sido entediante. N\u00e3o foi calma nem tranquila\u201d, prossegue Cawood, que sugere trocar o apelido para \u201cIdade M\u00e9dia\u201d. Mas ele ressalta que o nome \u00e9 irrelevante: o importante \u00e9 que o per\u00edodo foi bastante distinto.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 evidente que algo interessante ocorreu nessa \u00e9poca\u201d, afirma Smye.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 cerca de 1,8 bilh\u00e3o de anos, a crosta continental do planeta ficou mais fina,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":141952,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/montanhas.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"H\u00e1 cerca de 1,8 bilh\u00e3o de anos, a crosta continental do planeta ficou mais fina,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141951"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=141951"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141951\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":141954,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141951\/revisions\/141954"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/141952"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=141951"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=141951"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=141951"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}