{"id":141731,"date":"2021-02-19T08:00:16","date_gmt":"2021-02-19T11:00:16","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=141731"},"modified":"2021-02-18T12:05:35","modified_gmt":"2021-02-18T15:05:35","slug":"dinossauros-teriam-ido-da-america-do-sul-a-groenlandia-com-ajuda-do-clima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/dinossauros-teriam-ido-da-america-do-sul-a-groenlandia-com-ajuda-do-clima\/","title":{"rendered":"Dinossauros teriam ido da Am\u00e9rica do Sul \u00e0 Groenl\u00e2ndia com ajuda do clima"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-141732\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Queda dos n\u00edveis de CO2 na atmosfera pode ter facilitado a migra\u00e7\u00e3o dos dinossauros rumo ao norte do planeta, h\u00e1 mais de 200 milh\u00f5es de anos<\/p>\n<p>Um novo\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/blogs.ei.columbia.edu\/2021\/02\/15\/co2-dip-dinosaurs-greenland\/\">estudo<\/a><\/strong> refina as estimativas de quando os dinossauros herb\u00edvoros devem ter atravessado a Am\u00e9rica do Norte em uma jornada rumo ao norte para chegar \u00e0 Groenl\u00e2ndia e aponta um fen\u00f4meno clim\u00e1tico intrigante que pode ter ajudado ao longo da viagem. O trabalho foi realizado por uma equipe internacional liderada por Dennis Kent, cientista pesquisador adjunto do Observat\u00f3rio da Terra Lamont-Doherty da Universidade de Columbia (EUA), e Lars Clemmensen, da Universidade de Copenhague (Dinamarca). Foi publicado na revista \u201cPNAS\u201d.<\/p>\n<p>Estimativas anteriores sugeriam que os\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/o-segredo-da-terra-dos-gigantes\/\">sauropodomorfos<\/a><\/strong>\u00a0\u2013 um grupo de dinossauros herb\u00edvoros de pesco\u00e7o longo que inclui o brontossauro e o braquiossauro \u2013 chegaram \u00e0 Groenl\u00e2ndia entre 225 e 205 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Mas, ao combinar meticulosamente padr\u00f5es antigos de magnetismo em camadas de rocha em s\u00edtios de f\u00f3sseis na Am\u00e9rica do Sul, nos estados de Arizona e Nova Jersey (EUA), na Europa e na Groenl\u00e2ndia, o novo estudo oferece uma estimativa mais precisa: sugere que sauropodomorfos apareceram no que hoje \u00e9 a Groenl\u00e2ndia em torno de 214 milh\u00f5es anos atr\u00e1s. Na \u00e9poca, os continentes estavam todos unidos, formando o supercontinente\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/animais-da-antartida-ja-hibernavam-ha-250-milhoes-de-anos\/\">Pangeia<\/a><\/strong>.<\/p>\n<h6><strong>Queda no CO2 da atmosfera<\/strong><\/h6>\n<p>Com essa estimativa nova e mais precisa, os autores se depararam com outra quest\u00e3o. Registros f\u00f3sseis mostram que os dinossauros sauropodomorfos apareceram pela primeira vez na Argentina e no Brasil h\u00e1 cerca de 230 milh\u00f5es de anos. Ent\u00e3o, por que demorou tanto para eles se expandirem no hemisf\u00e9rio norte?<\/p>\n<figure id=\"attachment_42232\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 640px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-42232\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-42232 td-animation-stack-type0-1\" src=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa.jpg\" sizes=\"(max-width: 1842px) 100vw, 1842px\" srcset=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa.jpg 1842w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa-150x113.jpg 150w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa-80x60.jpg 80w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa-265x198.jpg 265w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa-696x522.jpg 696w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa-1068x801.jpg 1068w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dinomapa-560x420.jpg 560w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"480\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-42232\" class=\"wp-caption-text\">O mapa mostra como os principais continentes foram organizados h\u00e1 220 milh\u00f5es de anos no supercontinente Pangeia. \u201cIsch\u201d e \u201cP\u201d marcam locais com f\u00f3sseis de sauropodomorfos de at\u00e9 233 milh\u00f5es de anos. Os dinossauros herb\u00edvoros n\u00e3o chegaram a Jameson Land, na Groenl\u00e2ndia, (\u201cJL\u201d) at\u00e9 cerca de 214 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Cr\u00e9dito: Dennis Kent e Lars Clemmensen<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cEm princ\u00edpio, os dinossauros poderiam ter caminhado de quase um polo ao outro\u201d, explicou Kent. \u201cN\u00e3o havia oceano entre eles. N\u00e3o havia grandes montanhas. E ainda assim levou 15 milh\u00f5es de anos. \u00c9 como se os caramujos pudessem ter feito isso mais r\u00e1pido.\u201d Ele calcula que se uma manada de dinossauros caminhasse apenas uma milha (1,6 km) por dia, levaria menos de 20 anos para fazer a viagem entre a Am\u00e9rica do Sul e a Groenl\u00e2ndia.<\/p>\n<p>Curiosamente, a Terra estava no meio de uma tremenda queda no\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/florestas-cresciam-perto-do-polo-sul-na-pre-historia\/\">di\u00f3xido de carbono (CO<sub>2<\/sub>)<\/a><\/strong>\u00a0atmosf\u00e9rico bem na \u00e9poca em que os sauropodomorfos teriam migrado, 214 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. At\u00e9 cerca de 215 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, o per\u00edodo Tri\u00e1ssico havia experimentado n\u00edveis de CO<sub>2<\/sub>\u00a0extremamente altos, por volta de 4 mil partes por milh\u00e3o (ppm) \u2013 cerca de 10 vezes mais altos do que hoje. Mas entre 215 e 212 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, a concentra\u00e7\u00e3o de CO<sub>2<\/sub>\u00a0caiu pela metade, atingindo cerca de 2 mil ppm.<\/p>\n<h6><strong>Diferen\u00e7as extremas<\/strong><\/h6>\n<p>Embora o momento desses dois eventos \u2013 a queda vertiginosa do CO<sub>2<\/sub>\u00a0e a migra\u00e7\u00e3o dos sauropodomorfos \u2013 possa ser pura coincid\u00eancia, Kent e Clemmensen acham que eles podem estar relacionados. No artigo, os pesquisadores sugerem que os n\u00edveis mais suaves de CO<sub>2<\/sub>\u00a0podem ter ajudado a remover as barreiras clim\u00e1ticas que podem ter prendido os sauropodomorfos na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Na Terra, as \u00e1reas ao redor do equador s\u00e3o quentes e \u00famidas, enquanto as \u00e1reas adjacentes em latitudes baixas tendem a ser muito secas. Kent e Clemmensen dizem que em um planeta sobrecarregado com CO<sub>2<\/sub>, as diferen\u00e7as entre esses cintur\u00f5es clim\u00e1ticos podem ter sido extremas \u2013 talvez extremas demais para os dinossauros sauropodomorfos cruzarem-nos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_42243\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 640px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-42243\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-42243 td-animation-stack-type0-1\" src=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-scaled.jpg\" sizes=\"(max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" srcset=\"https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-scaled.jpg 1920w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-113x150.jpg 113w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-768x1024.jpg 768w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-696x928.jpg 696w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-1068x1424.jpg 1068w, https:\/\/www.revistaplaneta.com.br\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/02\/dino2-315x420.jpg 315w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"853\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-42243\" class=\"wp-caption-text\">Garra de um sauropodomorfo b\u00edpede (plateossauro) do s\u00edtio Jameson Land, no leste da Groenl\u00e2ndia. Partes do animal foram encontradas em 1995 por Farish Jenkins (Universidade Harvard), Neil Shubin (Universidade da Pensilv\u00e2nia), Lars Clemmensen (Universidade de Copenhague) e outros. \u00c9 o esp\u00e9cime mais antigo conhecido na \u00e1rea. Cr\u00e9dito: Dennis Kent<\/figcaption><\/figure>\n<h6><strong>Clima mais ameno<\/strong><\/h6>\n<p>\u201cSabemos que com CO<sub>2<\/sub>\u00a0mais alto, o seco fica mais seco e o \u00famido fica mais \u00famido\u201d, disse Kent. H\u00e1 230 milh\u00f5es de anos, as condi\u00e7\u00f5es de CO<sub>2<\/sub>\u00a0elevado poderiam ter tornado os cintur\u00f5es \u00e1ridos muito secos para suportar os movimentos de grandes herb\u00edvoros que precisam comer muita vegeta\u00e7\u00e3o para sobreviver. Os tr\u00f3picos tamb\u00e9m podem ter ficado presos a condi\u00e7\u00f5es chuvosas semelhantes \u00e0s das mon\u00e7\u00f5es, que podem n\u00e3o ter sido ideais para sauropodomorfos. H\u00e1 poucas evid\u00eancias de que eles se aventuraram a partir dos habitats temperados de latitude m\u00e9dia aos quais foram adaptados na Argentina e no Brasil.<\/p>\n<p>Mas quando os n\u00edveis de CO<sub>2<\/sub>\u00a0ca\u00edram 215-212 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s, talvez as regi\u00f5es tropicais tenham se tornado mais amenas e as regi\u00f5es \u00e1ridas, menos secas. Pode ter havido algumas passagens, como ao longo de rios e lagos, que teriam ajudado a sustentar os herb\u00edvoros ao longo da jornada de quase 10.500 quil\u00f4metros at\u00e9 a Groenl\u00e2ndia, onde seus f\u00f3sseis agora s\u00e3o abundantes. Naquela \u00e9poca, a Groenl\u00e2ndia teria um clima temperado semelhante ao clima do estado de Nova York (EUA) hoje, mas com invernos muito mais amenos, porque n\u00e3o havia mantos polares de gelo naquela \u00e9poca.<\/p>\n<p>\u201cAssim que eles chegaram \u00e0 Groenl\u00e2ndia, aparentemente se estabeleceram\u201d, disse Kent. \u201cEles permaneceram como um longo registro f\u00f3ssil depois disso.\u201d<\/p>\n<h6><strong>Perman\u00eancia descartada<\/strong><\/h6>\n<p>A ideia de que uma queda no CO<sub>2<\/sub>\u00a0poderia ter ajudado esses dinossauros a superar uma barreira clim\u00e1tica \u00e9 especulativa, mas plaus\u00edvel, e parece ser apoiada pelo registro f\u00f3ssil, disse Kent. F\u00f3sseis de corpos de sauropodomorfos n\u00e3o foram encontrados nas regi\u00f5es tropicais e \u00e1ridas desse per\u00edodo \u2013 embora suas pegadas ocasionalmente apare\u00e7am. Isso sugere que eles n\u00e3o permaneceram nessas \u00e1reas.<\/p>\n<p>Kent espera continuar trabalhando para entender melhor a grande queda de CO<sub>2<\/sub>. A investiga\u00e7\u00e3o inclui o que a causou e a rapidez com que os n\u00edveis de di\u00f3xido de carbono ca\u00edram.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Queda dos n\u00edveis de CO2 na atmosfera pode ter facilitado a migra\u00e7\u00e3o dos dinossauros rumo<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":141732,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/penhasco.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Queda dos n\u00edveis de CO2 na atmosfera pode ter facilitado a migra\u00e7\u00e3o dos dinossauros rumo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141731"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=141731"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141731\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":141734,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141731\/revisions\/141734"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/141732"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=141731"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=141731"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=141731"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}