{"id":141402,"date":"2021-02-13T09:00:24","date_gmt":"2021-02-13T12:00:24","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=141402"},"modified":"2021-02-12T18:30:20","modified_gmt":"2021-02-12T21:30:20","slug":"esta-cobicada-planta-esta-evoluindo-para-se-esconder-de-seus-predadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/esta-cobicada-planta-esta-evoluindo-para-se-esconder-de-seus-predadores\/","title":{"rendered":"Esta cobi\u00e7ada planta est\u00e1 evoluindo para se esconder de seus predadores"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-141403\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>NO SUDOESTE DA\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/china\">CHINA<\/a>, no alto das montanhas Hengduan, est\u00e1 ficando mais dif\u00edcil encontrar uma pequena erva.<\/p>\n<p>Denominada\u00a0<em>Fritillaria delavayi<\/em>, ela desenvolve de tr\u00eas a cinco folhas verdes brilhantes e um pequeno caule, e, uma vez por ano, produz uma flor brilhante em forma de tulipa, com tons amarelados. Mas aquela flor amarela atraente e aquelas folhas verdes vibrantes come\u00e7aram a se tornar cinza e marrom nessa esp\u00e9cie do g\u00eanero\u00a0<em>Fritillaria<\/em>. Cientistas suspeitam que a\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/plantas\">planta<\/a>\u00a0esteja desenvolvendo geneticamente partes descoloridas para se esconder de seu principal predador \u2014 n\u00f3s, os seres humanos.<\/p>\n<p>Em um estudo publicado na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Current Biology<\/em>, cientistas da\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/china\">China<\/a>\u00a0e do Reino Unido descobriram que em regi\u00f5es onde a\u00a0<em>Fritillaria delavayi<\/em>\u00a0estava sendo colhida em grande n\u00famero, a erva tinha mais probabilidade de se camuflar.<\/p>\n<p>Enquanto algumas esp\u00e9cies de plantas n\u00e3o crescem tanto quando s\u00e3o colhidas em excesso \u2014\u00a0porque\u00a0suas contrapartes maiores s\u00e3o colhidas antes de se reproduzirem \u2014 essa erva, utilizada na medicina tradicional chinesa para tratar doen\u00e7as pulmonares como bronquite ou tosse, pode ser o primeiro exemplo de uma planta amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o evoluindo para se camuflar no ambiente em que vive.<\/p>\n<h3><strong>Uma flor muito procurada<\/strong><\/h3>\n<p>A\u00a0<em>Fritillaria delavayi<\/em>\u00a0tem sido colhida e utilizada medicinalmente por pelo menos dois mil anos, mas a demanda crescente e a oferta insuficiente desencadearam uma busca desenfreada por mais exemplares. O pre\u00e7o de um quilograma (2,2 libras) dos bulbos da planta \u2014 a parte aproveitada para fins medicinais \u2014 custa cerca de US$ 480. Cada bulbo min\u00fasculo tem o tamanho de uma unha do nosso polegar, portanto, colher um quilograma requer mais de 3,5 mil\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/plantas\">plantas<\/a>\u00a0individuais.<\/p>\n<p>Algumas esp\u00e9cies de\u00a0<em>Fritillaria<\/em>\u00a0podem ser cultivadas, mas a\u00a0<em>delavayi<\/em>\u00a0cresce naturalmente em altitudes elevadas, sob o ar frio e seco, condi\u00e7\u00f5es dif\u00edceis para os agricultores replicarem; e os consumidores consideram as variedades selvagens as melhores, embora n\u00e3o haja evid\u00eancias para comprovar que isso seja verdade, de acordo com Yang Niu, um dos autores do estudo.<\/p>\n<p>Em 2011, ele e um grupo de cientistas come\u00e7aram a estudar a poliniza\u00e7\u00e3o dessa planta, curiosos para saber por que algumas flores pareciam ser do g\u00eanero masculino em um ano, mas do g\u00eanero masculino e feminino em outros anos. A pesquisa do grupo fracassou ap\u00f3s as plantas marcadas por eles na natureza serem arrancadas e, provavelmente, vendidas, deixando-os sem objetos de estudo.<\/p>\n<p>Niu e seus colegas\u00a0estudaram anteriormente plantas que se adaptavam \u00e0 camuflagem\u00a0para se esconder dos herb\u00edvoros, e ficaram intrigados com a erva chinesa, uma\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/plantas\">planta<\/a>\u00a0radiante que n\u00e3o \u00e9 consumida por animais. \u201cEnt\u00e3o percebemos que a\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/colheitas\">colheita<\/a>\u00a0poderia ser uma for\u00e7a seletiva significativa\u201d, explicou Niu por e-mail.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-167443\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/planta_com_folhas_e_caule_marrom-682x1024.jpg\" sizes=\"(max-width: 682px) 100vw, 682px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/planta_com_folhas_e_caule_marrom-682x1024.jpg 682w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/planta_com_folhas_e_caule_marrom-200x300.jpg 200w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/planta_com_folhas_e_caule_marrom.jpg 710w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"961\" \/><figcaption>Em regi\u00f5es frequentadas por colhedores de\u00a0<em>fritillaria<\/em>, as plantas crescem mais comumente com folhas, caules e flores de cor marrom e cinza, que se camuflam no terreno ao seu redor.<br \/>\nFOTO DE\u00a0<strong>YANG NIU<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<h3><strong>Como isso funciona?<\/strong><\/h3>\n<p>Para testar essa teoria, os pesquisadores primeiro consultaram herboristas locais que mantinham seis anos de registros mostrando onde as\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/plantas\">plantas<\/a>\u00a0cresceram e quantas delas foram colhidas. Eles determinaram quais \u00e1reas j\u00e1 haviam sofrido\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/colheitas\">colheitas<\/a>\u00a0excessivas e as \u00e1reas de mais f\u00e1cil acesso \u2014 em compara\u00e7\u00e3o com aquelas localizadas em terrenos rochosos e montanhosos. Por meio de uma ferramenta denominada espectr\u00f4metro, que mede os comprimentos de onda de luz para determinar a colora\u00e7\u00e3o, eles avaliaram a cor das plantas em diferentes locais e encontraram uma correla\u00e7\u00e3o entre o n\u00famero de colheitas de uma popula\u00e7\u00e3o em um determinado local e a sua cor.<\/p>\n<p>Em \u00e1reas menos acess\u00edveis, de baixa transita\u00e7\u00e3o humana, as plantas ainda eram de um verde e amarelo brilhantes, mas em locais onde os bulbos eram colhidos em grande n\u00famero, as cores estavam ficando mais opacas.\u00a0<em>Delavayi<\/em>\u00a0\u00e9 a \u00fanica esp\u00e9cie do g\u00eanero\u00a0<em>Fritillaria<\/em>\u00a0que cresce em altitudes elevadas.<\/p>\n<p>Os pesquisadores at\u00e9 criaram um jogo, \u201cEncontre a planta\u201d, para testar a facilidade com que as plantas camufladas podiam ser encontradas. Ao pedir para volunt\u00e1rios identificarem a\u00a0<em>Fritillaria delavayi<\/em>\u00a0entre rochas e terra, eles demoraram mais para localizar esp\u00e9cimes com cores menos vibrantes.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um artigo muito legal e inovador\u201d, comenta Matthew Rubin, bi\u00f3logo evolucionista do Danforth Plant Science Center, instituto de pesquisa de plantas em St. Louis, Missouri, que n\u00e3o participou da pesquisa.<\/p>\n<p>\u201cSabemos que milhares de anos atr\u00e1s os humanos moldaram a apar\u00eancia das plantas com a domestica\u00e7\u00e3o, a forma como criamos as plantas para consumi-las\u201d, acrescenta Rubin. \u201cEsse \u00e9 um \u00f3timo exemplo de sele\u00e7\u00e3o causada por n\u00f3s na natureza, documentando uma altera\u00e7\u00e3o e relacionando de forma bastante convincente essa mudan\u00e7a a uma press\u00e3o humana, nesse caso, a\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/colheitas\">colheita<\/a>.\u201d<\/p>\n<p>Embora seja comum impulsionarmos a adapta\u00e7\u00e3o da planta de forma indireta \u2014 por meio de mudan\u00e7as no ambiente que desencadeiam a adapta\u00e7\u00e3o, por exemplo \u2014 isso apresenta uma rela\u00e7\u00e3o mais rara e direta entre n\u00f3s, humanos, e as plantas.<\/p>\n<p>Jill Anderson, bi\u00f3loga da Universidade da Ge\u00f3rgia, considera a conclus\u00e3o do artigo uma \u201chip\u00f3tese tentadora\u201d, mas acrescenta que para se convencer de que somos n\u00f3s os respons\u00e1veis por essa camuflagem, ser\u00e1 necess\u00e1rio obter mais evid\u00eancias.<\/p>\n<p>Ao passo que os autores do artigo descartaram herb\u00edvoros, como iaques, como os culpados por tr\u00e1s da mudan\u00e7a de apar\u00eancia da planta, Anderson se pergunta se as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, como luz ultravioleta mais forte em altitudes mais elevadas, podem ter influenciado a colora\u00e7\u00e3o da planta.<\/p>\n<p>\u201cCertamente pode haver outros fatores que contribuem para essa modifica\u00e7\u00e3o \u2014 clima ou altitude, ou um herb\u00edvoro que eles n\u00e3o descobriram\u201d, esclarece Rubin. \u201cMas a rela\u00e7\u00e3o [entre o excesso de colheita e a colora\u00e7\u00e3o] era bastante forte \u2014 em popula\u00e7\u00f5es com maior n\u00famero de colheitas as\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/plantas\">plantas<\/a>\u00a0tinham colora\u00e7\u00f5es mais parecidas com as do solo.<\/p>\n<h3><strong>Sele\u00e7\u00e3o natural<\/strong><\/h3>\n<p>Digamos que os humanos s\u00e3o os agentes dessa altera\u00e7\u00e3o: como a colheita desses bulbos levaria a planta a ficar marrom?<\/p>\n<p>\u201cEncontramos uma popula\u00e7\u00e3o e colhemos as plantas mais vis\u00edveis\u201d, explica Anderson. \u201c[As plantas colhidas] n\u00e3o t\u00eam mais a capacidade de contribuir com a pr\u00f3xima gera\u00e7\u00e3o, ao passo que as plantas camufladas podem manter seus ciclos de vida. \u00c9 um processo de sele\u00e7\u00e3o natural dessas popula\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel que a\u00a0<em>Fritillaria delavayi<\/em>\u00a0tenha evolu\u00eddo em um curto espa\u00e7o de tempo. A planta leva cinco anos para se reproduzir, o que significa que todas as plantas verdes brilhantes podem ser colhidas antes de terem a chance de transmitir seus genes de colora\u00e7\u00e3o. Dentro de uma gera\u00e7\u00e3o ou duas, uma popula\u00e7\u00e3o de plantas em uma \u00e1rea amplamente explorada pode ter um agrupamento de genes com DNA predominantemente cinza e marrom, embora cientistas n\u00e3o tenham feito uma an\u00e1lise gen\u00e9tica da esp\u00e9cie.<\/p>\n<p>N\u00f3s somos conhecidos por influenciar outras esp\u00e9cies. Anderson diz que em suas aulas destaca o porte cada vez menor de alguns peixes,\u00a0como o bacalhau-do-atl\u00e2ntico e o salm\u00e3o-rosa, que s\u00e3o muito procurados pelos pescadores. Conforme s\u00e3o apanhados em redes, os menores conseguem escapar, mas os maiores ficam presos. Com o tempo, a popula\u00e7\u00e3o como um todo passa a ter com um porte menor.<\/p>\n<p>\u201cEles consideraram um conceito muito estudado nos sistemas de animais e o aplicaram \u00e0s plantas. Esse \u00e9 o primeiro artigo que li que considerou explicitamente como a\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/colheitas\">colheita<\/a>\u00a0humana pode influenciar uma caracter\u00edstica fundamental como a colora\u00e7\u00e3o\u201d, declara Anderson.<\/p>\n<p>H\u00e1\u00a0outros exemplos documentados\u00a0de a\u00e7\u00f5es humanas que influenciaram as caracter\u00edsticas de uma planta ao longo do tempo. Em regi\u00f5es onde \u00e9 comumente colhido, o l\u00f3tus-da-neve, outra planta chinesa amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, \u00e9 cerca de 10 cent\u00edmetros menor do que era h\u00e1 um s\u00e9culo. No s\u00e9culo passado, o ginseng americano que crescia no leste dos Estados Unidos tamb\u00e9m ficou menor e, consequentemente, produziu folhas menores.<\/p>\n<p>Niu informou que, atualmente, o governo chin\u00eas est\u00e1 trabalhando na atualiza\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>status<\/em>\u00a0de conserva\u00e7\u00e3o da\u00a0<em>Fritillaria delavayi<\/em>para refletir a amea\u00e7a crescente e, talvez, proporcionar medidas de prote\u00e7\u00f5es mais r\u00edgidas \u00e0\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/plantas\">planta<\/a>. N\u00e3o est\u00e1 claro o tamanho da popula\u00e7\u00e3o atual da esp\u00e9cie, mas\u00a0pesquisas recentes\u00a0mostram\u00a0que seu n\u00famero na natureza pode estar diminuindo.<\/p>\n<p>\u201cS\u00f3 o fato de termos esses dados registrados j\u00e1 \u00e9 um \u00f3timo come\u00e7o\u201d, conclui Rubin.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NO SUDOESTE DA\u00a0CHINA, no alto das montanhas Hengduan, est\u00e1 ficando mais dif\u00edcil encontrar uma pequena<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":141403,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/flor-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"NO SUDOESTE DA\u00a0CHINA, no alto das montanhas Hengduan, est\u00e1 ficando mais dif\u00edcil encontrar uma pequena","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141402"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=141402"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141402\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":141405,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141402\/revisions\/141405"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/141403"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=141402"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=141402"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=141402"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}