{"id":141384,"date":"2021-02-12T12:00:12","date_gmt":"2021-02-12T15:00:12","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=141384"},"modified":"2021-02-11T23:10:23","modified_gmt":"2021-02-12T02:10:23","slug":"entenda-o-impacto-ambiental-do-microplastico-para-cadeia-alimentar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/entenda-o-impacto-ambiental-do-microplastico-para-cadeia-alimentar\/","title":{"rendered":"Entenda o impacto ambiental do micropl\u00e1stico para cadeia alimentar"},"content":{"rendered":"<h4><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-141386\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Pl\u00e1stico se fragmenta virando micropl\u00e1stico e causa uma s\u00e9rie de preju\u00edzos ambientais ao entrar na cadeia alimentar<\/h4>\n<p><span class=\"Apple-style-span\">O impacto ambiental do lixo pl\u00e1stico<\/span>\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">no oceano<\/span>\u00a0e, consequentemente, na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/8840-cadeia-alimentar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">cadeia alimentar<\/a>, se tornou uma verdadeira preocupa\u00e7\u00e3o\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">ambiental<\/span> para governos, cientistas, ONGs e pessoas comuns do mundo inteiro.<\/p>\n<p>Um estudo realizado durante seis anos pelo\u00a0<i><a href=\"https:\/\/www.5gyres.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">5 Gyres Institute<\/a><\/i>\u00a0estimou que h\u00e1 cerca de 5,25 trilh\u00f5es de part\u00edculas de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0flutuando no oceano, o que \u00e9 equivalente a 269 mil toneladas de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>.<\/p>\n<p>E o pior \u00e9 que parte de todo esse\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0&#8211; no formato de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/1267-microplastico.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">micropl\u00e1stico<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/8387-nanoplasticos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">nanopl\u00e1stico<\/a> &#8211; acaba entrando na cadeia alimentar e prejudicando diversos organismos, inclusive humanos.<\/p>\n<p>O mais alarmante \u00e9 que, uma vez no ambiente, os micropl\u00e1sticos absorvem subst\u00e2ncias qu\u00edmicas perigosas e s\u00e3o ingeridos por organismos marinhos, penetrando em toda a cadeia alimentar, inclusive a terrestre. Al\u00e9m de absorverem subst\u00e2ncias qu\u00edmicas perigosas persistentes e bioacumulativas, em muitos casos o pr\u00f3prio micropl\u00e1stico \u00e9 feito de materiais perigosos para os organismos, como no caso de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1sticos<\/span>\u00a0que cont\u00e9m\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/5792-bisfenol.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">bisfen\u00f3is<\/a>.<\/p>\n<h3>Pl\u00e1stico na cadeia alimentar<\/h3>\n<p>Diferentes tipos de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0marinho acabam em partes diferentes da cadeia alimentar. Sacolas de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>, por exemplo, se parecem com \u00e1guas-vivas e s\u00e3o consumidas pelas tartarugas.<\/p>\n<div><a href=\"http:\/\/www.bbc.com\/news\/av\/science-environment-39235808\/watch-the-moment-plastic-enters-the-food-chain\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">Assista no v\u00eddeo<\/a>\u00a0um quetognata (animal do fitopl\u00e2ncton) comendo uma fibra de micropl\u00e1stico.<\/div>\n<div>\n<div class=\"twitter-tweet twitter-tweet-rendered\"><\/div>\n<\/div>\n<p>O\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">lixo pl\u00e1stico<\/span> pode viajar por longas dist\u00e2ncias. Um estudo mostrou que o micropl\u00e1stico presente no gelo \u00c1rtico percorreu quase mil quil\u00f4metros de uma praia da Noruega at\u00e9 chegar no gelo.<\/p>\n<p>Anna Marie Cook, uma das cientistas l\u00edderes da Ag\u00eancia de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental dos EUA, acredita que as estimativas sobre a quantidade de pl\u00e1stico existente no oceano s\u00e3o subestimadas. Isso porque as estimativas s\u00e3o feitas com o uso de redes de arrasto de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0da superf\u00edcie do mar. N\u00e3o s\u00e3o contabilizados os\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1sticos<\/span>\u00a0que afundam, o que faz com que o alcance do problema do micropl\u00e1stico na cadeia alimentar seja subestimado: &#8220;Um pouco mais de metade de todo o\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0afunda, seja no ambiente de sedimentos perto da costa ou no fundo do oceano&#8221;, explica Marie Cook.<\/p>\n<p>Um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0269749120367841?via%3Dihub\">estudo<\/a>\u00a0apontou evid\u00eancias da quantidade de pl\u00e1stico no fundo dos oceanos. Cientistas do Germany\u2019s Senckenberg Research Institute and Natural History Museum foram para a fossa Kuril-Kamchatka no noroeste do Oceano Pac\u00edfico coletar amostras de sedimentos de diferentes profundidades, 5.143 m, 6.065 m , 7.138 m e 8.255 m.<\/p>\n<p>A equipe encontrou 15 tipos diferentes de pl\u00e1sticos nessas amostras de sedimentos, inclusive alguns que s\u00e3o usados em embalagens, como polietileno e polipropileno. Aparentemente, uma quantidade significativamente maior de micropl\u00e1sticos se acumula nas regi\u00f5es mais profundas, fazendo com que as trincheiras oce\u00e2nicas funcionem como verdadeiras armadilhas de pl\u00e1stico. Isso tamb\u00e9m significa que a base da cadeia alimentar est\u00e1 sendo amplamente afetada, j\u00e1 que muitos invertebrados se alimentam de sedimentos, incluindo as part\u00edculas micropl\u00e1sticas.<\/p>\n<p>O\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0est\u00e1 presente em todo o planeta. E o futuro n\u00e3o nos reserva boas not\u00edcias, j\u00e1 que a produ\u00e7\u00e3o mundial de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0cresce constantemente h\u00e1 mais de meio s\u00e9culo, passando de aproximadamente 1,9 toneladas em 1950 para cerca de 330 milh\u00f5es de toneladas em 2013. O Banco Mundial estima que 1,4 bilh\u00f5es de toneladas de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">lixo<\/span>\u00a0s\u00e3o geradas globalmente a cada ano e, desse total, 10% \u00e9\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>. A Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional proibiu o despejo de res\u00edduos de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0(e da maioria dos outros lixos) no mar. No entanto, mesmo que seja descartado corretamente, uma parte do\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0que deveria ser depositado em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/7954-aterro-sanitario.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aterros<\/a>, incinerado ou reciclado escapa para o meio ambiente &#8211; e uma fra\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel desse\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0que escapa acaba no\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">oceano<\/span>.<\/p>\n<p>Com os efeitos da exposi\u00e7\u00e3o solar, da oxida\u00e7\u00e3o, da a\u00e7\u00e3o f\u00edsica de animais e ondas e dos choques mec\u00e2nicos, o\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0que chega no\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">oceano<\/span>\u00a0ou no ambiente terrestre vai gradualmente se fragmentando e se transformando em micropl\u00e1stico.<\/p>\n<p>Mas a fragmenta\u00e7\u00e3o de grandes pe\u00e7as de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica maneira de os micropl\u00e1sticos acabarem no\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">oceano<\/span>.\u00a0<i>Nurdles<\/i>\u00a0&#8211; pastilhas de pl\u00e1stico utilizadas como mat\u00e9ria-prima para a produ\u00e7\u00e3o de produtos\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1sticos<\/span> &#8211; podem cair de navios ou caminh\u00f5es e acabar no ambiente terrestre ou no oceano.<\/p>\n<p>Microesferas utilizadas como esfoliantes em produtos de higiene pessoal, como produtos de limpeza para a pele, pastas de dentes e xampus, podem escapar da \u00e1gua das instala\u00e7\u00f5es de tratamento de \u00e1gua e parar no mar.<\/p>\n<p>At\u00e9 mesmo a lavagem de roupas feitas de tecidos de fibras pl\u00e1sticas pode ser fonte de micropl\u00e1stico para o oceano.<\/p>\n<p>O atrito dos pneus dos carros com o asfalto e a lavagem da rua pela chuva tamb\u00e9m carrega micropl\u00e1stico para o mar. Entenda mais sobre esse tema na mat\u00e9ria: &#8220;<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/5901-plastico-nos-oceanos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Qual \u00e9 a origem do pl\u00e1stico que polui os oceanos?<\/a>&#8221;<\/p>\n<p>Os organismos marinhos da cadeia alimentar consomem\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1sticos<\/span>\u00a0de v\u00e1rios tamanhos. Os menores &#8211; micropl\u00e1sticos &#8211; s\u00e3o pequenos o suficiente para serem confundidos com alimentos pelo zoopl\u00e2ncton. E essa \u00e9 uma das vias de entrada do\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0na cadeia alimentar. Alguns organismos maiores confundem os\u00a0<i>nurdles<\/i>\u00a0(que normalmente medem menos de 5 mm de di\u00e2metro) com ovos de peixe ou outras fontes de alimento.<\/p>\n<p>Testes laboratoriais mostram que os aditivos qu\u00edmicos, poluentes e metais absorvidos na superf\u00edcie do\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0ingerido podem desossar e se transferir para as tripas e os tecidos dos organismos marinhos.<\/p>\n<p>Entretanto, no caso dos humanos, o\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0n\u00e3o prejudica o organismo somente pela sua entrada na cadeia alimentar, mas tamb\u00e9m pela transfer\u00eancia de subst\u00e2ncias perigosas de embalagens para os alimentos, esse \u00e9 o caso do\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0feito a partir do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/5792-bisfenol.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">bisfenol<\/a>.<\/p>\n<p>Uma pesquisa mostrou que subst\u00e2ncias nocivas e persistentes podem se bioacumular (aumentar a concentra\u00e7\u00e3o no organismo) e biomagnificar (aumentar a concentra\u00e7\u00e3o em n\u00edveis tr\u00f3ficos mais elevados) nos organismos.<\/p>\n<p>O n\u00famero de esp\u00e9cies consumindo pl\u00e1sticos \u00e9 crescente.\u00a0<a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2021-02-plastic-ingestion-fish-problem.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Ecologistas<\/a>\u00a0da\u00a0<i>Stanford University&#8217;s Hopkins Marine Station<\/i>\u00a0revisaram 129 estudos em 171.774 indiv\u00edduos de 555 esp\u00e9cies de peixes marinhos. Das esp\u00e9cies, 210 que s\u00e3o capturadas comercialmente comem pl\u00e1stico. Ao investigar as esp\u00e9cies mais vulner\u00e1veis \u00e0 ingest\u00e3o, os pesquisadores notaram que os peixes em n\u00edveis mais altos da cadeia foram os que mais consumiram.<\/p>\n<p>Os peixes comercializados, por sua vez, chegam \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o de bilh\u00f5es de seres humanos. Um\u00a0<a href=\"https:\/\/pubs.acs.org\/doi\/10.1021\/acs.est.9b01517\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo<\/a>\u00a0publicado na revista\u00a0<i>Environmental Science and Technology<\/i>\u00a0aponta que os humanos j\u00e1 consomem de 39 mil a 52 mil part\u00edculas de micropl\u00e1stico por ano. E j\u00e1 h\u00e1\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ncbi.nlm.nih.gov\/pmc\/articles\/PMC7068600\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">evid\u00eancias<\/a> dos riscos que isso pode causar, tais como piorar a asma, inflamar o sistema imunol\u00f3gico, danificar os \u00f3rg\u00e3os internos e chegar at\u00e9 \u00e0s placentas de mulheres gr\u00e1vidas.<\/p>\n<p>Danos causados pelo pl\u00e1stico \u00e0 cadeia alimentar<\/p>\n<p>O pesquisador Mark Browne, da Universidade da Calif\u00f3rnia, mostrou que os micropl\u00e1sticos com tamanho de 3,0 e 9,6 \u03bcm de di\u00e2metro podem parar no intestino de mexilh\u00f5es e permanecer ali por mais de 48 dias. Um estudo de 2012, realizado por outro grupo, mostrou que os micropl\u00e1sticos absorvidos pelos mexilh\u00f5es resultaram em uma forte resposta inflamat\u00f3ria.<\/p>\n<ul>\n<li><\/li>\n<\/ul>\n<p>A ecologista Heather Leslie, da Universidade Livre de Amsterd\u00e3, afirma que part\u00edculas de\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span> podem induzir respostas imunotoxicol\u00f3gicas, alterar a express\u00e3o g\u00eanica (aumento do risco de c\u00e2ncer) e causar morte celular, entre outros efeitos adversos. &#8220;Os micropl\u00e1sticos podem passar pela placenta e pela barreira hematoencef\u00e1lica e podem ser absorvidos no trato gastrointestinal e nos pulm\u00f5es, locais onde os danos podem ocorrer&#8221;, diz ela.<\/p>\n<p>Mas, como afirmam alguns cientistas, n\u00e3o se sabe com seguran\u00e7a todo o potencial de danos que\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">pl\u00e1stico<\/span>\u00a0podem causar na cadeia alimentar, sendo necess\u00e1rio realizar mais estudos e aumentar a visibilidade da quest\u00e3o.<\/p>\n<h3>O que fazer?<\/h3>\n<div><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KtC2Cx9KqRE\" width=\"750\" height=\"341\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<p>Para reduzir o\u00a0<span class=\"Apple-style-span\">lixo pl\u00e1stico<\/span>\u00a0na cadeia alimentar, o primeiro passo \u00e9 praticar o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/6414-consumo-consciente.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">consumo consciente<\/a>, ou seja, repensar e reduzir o seu consumo. J\u00e1 pensou em quantos sup\u00e9rfluos utilizamos no dia a dia que poderiam ser evitados?<\/p>\n<p>Por outro lado, quando n\u00e3o for poss\u00edvel evitar o consumo, a sa\u00edda \u00e9 optar pelo consumo o mais sustent\u00e1vel poss\u00edvel e pela reutiliza\u00e7\u00e3o e\/ou reciclagem. Mas nem tudo \u00e9 reutiliz\u00e1vel ou recicl\u00e1vel. Nesse caso, realize o descarte corretamente. Confira quais s\u00e3o os\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/postos\/reciclagem.php\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">postos de coleta<\/a> mais pr\u00f3ximos de sua casa nos mecanismos de busca do Portal eCycle.<\/p>\n<p>Mas lembre-se: mesmo com o descarte correto \u00e9 poss\u00edvel que o pl\u00e1stico escape para o ambiente, ent\u00e3o consuma com consci\u00eancia.<\/p>\n<p>Para saber como reduzir o seu consumo de pl\u00e1sticos, d\u00ea uma olhada na mat\u00e9ria: &#8220;<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/719-como-reduzir-o-consumo-de-plastico.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Como reduzir o lixo pl\u00e1stico no mundo? Confira dicas indispens\u00e1veis<\/a>&#8220;.<\/p>\n<p>Para saber como consumir de maneira mais sustent\u00e1vel, veja a mat\u00e9ria: &#8220;<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/2111-consumo-sustentavel\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O que \u00e9 consumo sustent\u00e1vel?<\/a>&#8220;. Deixe sua\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ecycle.com.br\/3731-pegada-ecologica.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pegada<\/a> mais leve.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pl\u00e1stico se fragmenta virando micropl\u00e1stico e causa uma s\u00e9rie de preju\u00edzos ambientais ao entrar na<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":141386,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pl\u00e1stico se fragmenta virando micropl\u00e1stico e causa uma s\u00e9rie de preju\u00edzos ambientais ao entrar na","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141384"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=141384"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141384\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":141389,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141384\/revisions\/141389"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/141386"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=141384"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=141384"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=141384"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}