{"id":141252,"date":"2021-02-10T07:00:22","date_gmt":"2021-02-10T10:00:22","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=141252"},"modified":"2021-02-09T22:15:47","modified_gmt":"2021-02-10T01:15:47","slug":"centenas-de-especies-de-peixes-incluindo-muitas-que-os-humanos-comem-estao-consumindo-plastico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/centenas-de-especies-de-peixes-incluindo-muitas-que-os-humanos-comem-estao-consumindo-plastico\/","title":{"rendered":"Centenas de esp\u00e9cies de peixes, incluindo muitas que os humanos comem, est\u00e3o consumindo pl\u00e1stico"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-141254\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Trilh\u00f5es de peda\u00e7os de pl\u00e1stico quase invis\u00edveis est\u00e3o flutuando nos oceanos do mundo, das \u00e1guas superficiais aos mares profundos. Essas part\u00edculas, conhecidas como\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=micropl%C3%A1stico\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">micropl\u00e1sticos<\/a>, normalmente se formam quando objetos de pl\u00e1stico maiores, como sacolas de compras e recipientes de comida, se rompem.<\/p>\n<p>Os pesquisadores est\u00e3o preocupados com os micropl\u00e1sticos porque eles s\u00e3o min\u00fasculos, amplamente distribu\u00eddos e f\u00e1ceis de serem consumidos pela vida selvagem, acidentalmente ou intencionalmente. Estudamos a ci\u00eancia marinha e o comportamento animal, e quer\u00edamos entender a escala desse problema. Em um estudo publicado recentemente que conduzimos com o ecologista\u00a0<a href=\"https:\/\/scholar.google.com\/citations?user=mI9gJxIAAAAJ&amp;hl=en\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Elliott Hazen<\/a>, examinamos como os peixes marinhos \u2013 incluindo esp\u00e9cies consumidas por humanos \u2013 est\u00e3o ingerindo part\u00edculas sint\u00e9ticas de todos os tamanhos.<\/p>\n<p>Na mais ampla revis\u00e3o sobre o tema realizada at\u00e9 os dias atuais, descobrimos que, at\u00e9 o momento, 386 esp\u00e9cies de peixes marinhos ingeriram detritos pl\u00e1sticos, incluindo 210 esp\u00e9cies comercialmente importantes. Mas as descobertas sobre o consumo de pl\u00e1stico por peixes est\u00e3o aumentando. Especulamos que isso poderia estar acontecendo porque os m\u00e9todos de detec\u00e7\u00e3o de micropl\u00e1sticos est\u00e3o melhorando e porque a\u00a0<a href=\"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/agua\/artigos_agua_salgada\/poluicao_nos_mares.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1stico no oceano<\/a>\u00a0continua a aumentar.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/LiH3f6AKFbc\" width=\"754\" height=\"446\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<h4>Resolvendo o quebra-cabe\u00e7a de pl\u00e1sticos<\/h4>\n<p>N\u00e3o \u00e9 novidade que criaturas selvagens ingerem pl\u00e1stico. A primeira observa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica desse problema veio do est\u00f4mago de uma ave marinha em 1969. Tr\u00eas anos depois, os cientistas relataram que os peixes da costa do sul da Nova Inglaterra consumiam min\u00fasculas part\u00edculas de pl\u00e1stico.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, mais de 100 artigos cient\u00edficos descreveram a ingest\u00e3o de pl\u00e1stico em v\u00e1rias esp\u00e9cies de peixes. Mas cada estudo contribuiu apenas com uma pequena pe\u00e7a de um quebra-cabe\u00e7a muito importante. Para ver o problema com mais clareza, tivemos que juntar essas pe\u00e7as.<\/p>\n<p>Fizemos isso criando o maior banco de dados existente sobre a ingest\u00e3o de\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=micropl%C3%A1stico\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pl\u00e1stico<\/a>\u00a0por peixes marinhos, com base em todos os estudos cient\u00edficos do problema publicados de 1972 a 2019. Coletamos uma s\u00e9rie de informa\u00e7\u00f5es de cada estudo, incluindo quais esp\u00e9cies de peixes ele examinou, o n\u00famero de peixes que comeram pl\u00e1stico e quando esses peixes foram pescados. Como algumas regi\u00f5es do oceano t\u00eam mais polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1stico do que outras, tamb\u00e9m examinamos onde os peixes foram encontrados.<\/p>\n<p>Para cada esp\u00e9cie em nosso banco de dados, identificamos sua dieta, habitat e comportamentos alimentares \u2013 por exemplo, se ela se alimentava de outros peixes ou se alimentava de algas. Ao analisar esses dados como um todo, quer\u00edamos entender n\u00e3o apenas quantos peixes estavam comendo pl\u00e1stico, mas tamb\u00e9m quais fatores poderiam levar com que o fizessem. As tend\u00eancias que encontramos foram surpreendentes e preocupantes.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-167331\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/file-20210208-17-6vwa8h.jpg\" sizes=\"(max-width: 754px) 100vw, 754px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/file-20210208-17-6vwa8h.jpg 754w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/file-20210208-17-6vwa8h-300x200.jpg 300w\" alt=\"Os tubar\u00f5es-leopardo nadam passando por detritos de pl\u00e1stico em \u00e1guas rasas no sul da Calif\u00f3rnia. Fonte: Ralph Pace, CC BY-ND.\" width=\"640\" height=\"427\" \/><figcaption>Os tubar\u00f5es-leopardo nadam passando por detritos de pl\u00e1stico em \u00e1guas rasas no sul da Calif\u00f3rnia. Fonte: Ralph Pace, CC BY-ND.<\/figcaption><\/figure>\n<h4>Um problema global<\/h4>\n<p>Nossa pesquisa revelou que os\u00a0<a href=\"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/fauna\/peixes\/peixes_-_caracteristicas_gerais.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">peixes marinhos<\/a>\u00a0est\u00e3o ingerindo pl\u00e1stico em todo o mundo. De acordo com 129 artigos cient\u00edficos em nosso banco de dados, pesquisadores estudaram esse problema em 555 esp\u00e9cies de peixes. Ficamos alarmados ao descobrir que mais de dois ter\u00e7os dessas esp\u00e9cies haviam ingerido pl\u00e1stico.<\/p>\n<p>Uma advert\u00eancia importante \u00e9 que nem todos esses estudos procuraram micropl\u00e1sticos. Isso provavelmente ocorre porque a localiza\u00e7\u00e3o de micropl\u00e1sticos requer equipamentos especializados, como microsc\u00f3pios, ou o uso de t\u00e9cnicas mais complexas. Mas quando os pesquisadores procuraram\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/?s=micropl%C3%A1stico\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">micropl\u00e1sticos<\/a>, encontraram cinco vezes mais pl\u00e1stico por peixe individual do que quando procuraram apenas peda\u00e7os maiores. Estudos que foram capazes de detectar essa amea\u00e7a anteriormente invis\u00edvel revelaram que a ingest\u00e3o de pl\u00e1stico foi maior do que hav\u00edamos previsto originalmente.<\/p>\n<p>Nossa revis\u00e3o de quatro d\u00e9cadas de pesquisa indica que o consumo de pl\u00e1stico por peixes est\u00e1 aumentando. Desde uma avalia\u00e7\u00e3o internacional realizada para as Na\u00e7\u00f5es Unidas em 2016, o n\u00famero de esp\u00e9cies de peixes marinhos encontrados com pl\u00e1stico quadruplicou.<\/p>\n<p>Da mesma forma, apenas na \u00faltima d\u00e9cada, a propor\u00e7\u00e3o de peixes que consomem pl\u00e1stico dobrou em todas as esp\u00e9cies. Estudos publicados de 2010-2013 descobriram que uma m\u00e9dia de 15% dos peixes amostrados continham pl\u00e1stico; nos estudos publicados de 2017-2019, essa participa\u00e7\u00e3o subiu para 33%.<\/p>\n<p>Acreditamos que existam duas raz\u00f5es para essa tend\u00eancia. Primeiro, as t\u00e9cnicas cient\u00edficas de detec\u00e7\u00e3o de micropl\u00e1sticos melhoraram substancialmente nos \u00faltimos cinco anos. Muitos dos estudos anteriores que examinamos podem n\u00e3o ter encontrado micropl\u00e1sticos porque os pesquisadores n\u00e3o podiam v\u00ea-los.<\/p>\n<p>Em segundo lugar, tamb\u00e9m \u00e9 prov\u00e1vel que os peixes estejam realmente consumindo mais pl\u00e1stico com o tempo, \u00e0 medida que a\u00a0<a href=\"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/agua\/artigos_agua_salgada\/poluicao_nos_mares.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1stico no oceano<\/a>\u00a0aumenta globalmente. Se isso for verdade, a expectativa \u00e9 de que a situa\u00e7\u00e3o piore. V\u00e1rios estudos que procuraram quantificar os res\u00edduos de pl\u00e1stico projetam que a quantidade de polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1stico no oceano continuar\u00e1 a aumentar nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas.<\/p>\n<h4>A maior parte do lixo pl\u00e1stico global \u00e9 descartada<\/h4>\n<p>O mundo produz cerca de 380 milh\u00f5es de toneladas m\u00e9tricas (418 milh\u00f5es de toneladas curtas) de pl\u00e1stico anualmente, das quais mais da metade, \u00e9 jogada fora.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-167341\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico-1024x623.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico-1024x623.jpg 1024w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico-300x183.jpg 300w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico-768x468.jpg 768w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/plastico.jpg 1194w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"389\" \/><figcaption>Gr\u00e1fico: The Conversation, CC-BY-ND Fonte:\u00a0<a href=\"https:\/\/ourworldindata.org\/grapher\/global-plastic-fate\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Our World in Data<\/a>.<\/figcaption><\/figure>\n<h4>Fatores de risco<\/h4>\n<p>Embora nossas descobertas possam fazer parecer que os peixes do oceano est\u00e3o cheios de pl\u00e1stico at\u00e9 as guelras, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais complexa. Em nossa revis\u00e3o, quase um ter\u00e7o das esp\u00e9cies estudadas n\u00e3o consumiram pl\u00e1stico. E mesmo em estudos que relataram ingest\u00e3o de pl\u00e1stico, os pesquisadores n\u00e3o encontraram pl\u00e1stico em todos os peixes individualmente. Entre estudos e esp\u00e9cies, cerca de um em cada quatro peixes continha pl\u00e1sticos \u2013 uma fra\u00e7\u00e3o que parece estar crescendo com o tempo. Os\u00a0<a href=\"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/fauna\/peixes\/peixes_-_caracteristicas_gerais.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">peixes<\/a>\u00a0que consumiam pl\u00e1stico normalmente tinham apenas um ou dois peda\u00e7os no est\u00f4mago.<\/p>\n<p>Em nossa opini\u00e3o, isso indica que a ingest\u00e3o de pl\u00e1stico por peixes pode ser generalizada, mas n\u00e3o parece ser universal. Nem parece aleat\u00f3rio. Pelo contr\u00e1rio, fomos capazes de prever quais esp\u00e9cies eram mais propensas a comer pl\u00e1stico com base em seu ambiente, habitat e comportamento alimentar.<\/p>\n<p>Por exemplo, peixes como\u00a0<a href=\"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/fauna\/artigos\/fauna_-_tubarao.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tubar\u00f5es<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/agua\/pesca_esportiva_em_agua_salgada\/garoupa_-_epinephelus_guaza.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">garoupa<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/ambientes.ambientebrasil.com.br\/agua\/pesca_esportiva_em_agua_salgada\/atum_-_thunnus_spp.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">atum<\/a>\u00a0que ca\u00e7am outros peixes ou organismos marinhos como alimento, eram mais propensos a ingerir pl\u00e1stico. Consequentemente, as esp\u00e9cies mais altas na cadeia alimentar correm maior risco.<\/p>\n<p>N\u00e3o ficamos surpresos que a quantidade de pl\u00e1stico que os peixes consumiam tamb\u00e9m parecia depender de quanto pl\u00e1stico havia em seu ambiente. Esp\u00e9cies que vivem em regi\u00f5es oce\u00e2nicas conhecidas por terem muita polui\u00e7\u00e3o por pl\u00e1stico, como o Mar Mediterr\u00e2neo e as costas do Leste Asi\u00e1tico, foram as que tiveram mais pl\u00e1stico em seus est\u00f4magos.<\/p>\n<h4>Efeitos de uma dieta de pl\u00e1stico<\/h4>\n<p>Esta n\u00e3o \u00e9 apenas uma quest\u00e3o de conserva\u00e7\u00e3o da vida selvagem. Os pesquisadores n\u00e3o sabem muito sobre os efeitos da ingest\u00e3o de pl\u00e1stico em peixes ou humanos. No entanto, h\u00e1 evid\u00eancias de que os micropl\u00e1sticos e at\u00e9 mesmo as part\u00edculas menores chamadas nanopl\u00e1sticos podem se mover do est\u00f4mago de um peixe para seu tecido muscular, que \u00e9 a parte que os humanos normalmente comem. Nossas descobertas destacam a necessidade de estudos que analisem a frequ\u00eancia com que os pl\u00e1sticos s\u00e3o transferidos dos peixes para as pessoas e seus efeitos potenciais no corpo humano.<\/p>\n<p>Nossa revis\u00e3o \u00e9 um passo para a compreens\u00e3o do problema global da polui\u00e7\u00e3o do pl\u00e1stico nos oceanos. Das mais de 20.000 esp\u00e9cies de peixes marinhos, apenas cerca de 2% foram testadas para consumo de pl\u00e1stico. E muitas extens\u00f5es do oceano ainda precisam ser examinadas. No entanto, o que agora est\u00e1 claro para n\u00f3s \u00e9 que \u201clonge da vista, longe da mente\u201d n\u00e3o \u00e9 uma resposta eficaz \u00e0 polui\u00e7\u00e3o do oceano \u2013 especialmente quando pode acabar em nossos pratos.<\/p>\n<p><em>Fonte: The Conversation \/ Alexandra McInturf e Matthew Savoca<br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o: Reda\u00e7\u00e3o Ambientebrasil \/ Maria Beatriz Ayello Leite<br \/>\nPara ler a reportagem original em ingl\u00eas acesse:<\/em>\u00a0<a href=\"https:\/\/theconversation.com\/hundreds-of-fish-species-including-many-that-humans-eat-are-consuming-plastic-154634\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/theconversation.com\/hundreds-of-fish-species-including-many-that-humans-eat-are-consuming-plastic-154634<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trilh\u00f5es de peda\u00e7os de pl\u00e1stico quase invis\u00edveis est\u00e3o flutuando nos oceanos do mundo, das \u00e1guas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":141254,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/microplastico.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Trilh\u00f5es de peda\u00e7os de pl\u00e1stico quase invis\u00edveis est\u00e3o flutuando nos oceanos do mundo, das \u00e1guas","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141252"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=141252"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141252\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":141256,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/141252\/revisions\/141256"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/141254"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=141252"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=141252"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=141252"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}