{"id":140692,"date":"2021-01-30T12:34:48","date_gmt":"2021-01-30T15:34:48","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=140692"},"modified":"2021-01-30T12:35:25","modified_gmt":"2021-01-30T15:35:25","slug":"nao-vemos-um-quarto-das-especies-conhecidas-de-abelhas-desde-a-decada-de-1990","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/nao-vemos-um-quarto-das-especies-conhecidas-de-abelhas-desde-a-decada-de-1990\/","title":{"rendered":"N\u00e3o vemos um quarto das esp\u00e9cies conhecidas de abelhas desde a d\u00e9cada de 1990"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-140693\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha-300x192.gif\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" \/><\/a>An\u00e1lise abrangente mostra uma tend\u00eancia geral de redu\u00e7\u00e3o na diversidade de abelhas em todo o mundo, levantando preocupa\u00e7\u00f5es sobre esses fundamentais insetos polinizadores.<\/h2>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>As abelhas nos proporcionam alimento. Muitas das 20 mil esp\u00e9cies\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/magazine\/2011\/03\/pollinators\/\">polinizam 85% das planta\u00e7\u00f5es de alimentos e frutas em todo o mundo<\/a>\u00a0\u2014 desde alho e toranjas at\u00e9 caf\u00e9 e couve.<\/p>\n<p>Mas, ao que parece, algo n\u00e3o vai bem para esses\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/insects\/#:~:text=About%20Insects,or%20two%20pairs%20of%20wings.\">insetos<\/a>\u00a0t\u00e3o essenciais. Um estudo publicado recentemente na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cell.com\/one-earth\/fulltext\/S2590-3322(20)30651-5\">revista cient\u00edfica<em>\u00a0One Earth<\/em><\/a>\u00a0revela que, nas \u00faltimas d\u00e9cadas, o n\u00famero de esp\u00e9cies de abelhas relatadas na natureza diminuiu mundialmente. A maior redu\u00e7\u00e3o ocorreu entre 2006 e 2015, com cerca de 25% menos esp\u00e9cies avistadas \u2014 mesmo com os avistamentos por cientistas cidad\u00e3os aumentando rapidamente.<\/p>\n<p>Abelhas halict\u00eddeas \u2014 tamb\u00e9m chamadas de abelhas do suor por serem atra\u00eddas pela nossa transpira\u00e7\u00e3o \u2014 polinizam planta\u00e7\u00f5es importantes, como alfafa, girass\u00f3is e cerejas. Os avistamentos desses min\u00fasculos voadores de cores met\u00e1licas ca\u00edram 17% desde a d\u00e9cada de 1990, concluiu o estudo. Abelhas da rara fam\u00edlia Melittidae, que polinizam mirtilos,\u00a0<em>cranberries<\/em>\u00a0e orqu\u00eddeas, diminu\u00edram 41%. (Todas as esp\u00e9cies de abelhas do mundo s\u00e3o divididas em sete fam\u00edlias).<\/p>\n<p>Embora menos conhecidas, essas abelhas selvagens complementam o trabalho das\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/invertebrates\/h\/honeybee\/\">abelhas<\/a>\u00a0mel\u00edferas em colmeias organizadas.<\/p>\n<p>\u201cMesmo que as abelhas mel\u00edferas possam ser polinizadoras eficientes de muitos cultivos, a depend\u00eancia de uma \u00fanica esp\u00e9cie \u00e9 muito arriscada\u201d, explica o respons\u00e1vel pelo estudo\u00a0<a href=\"https:\/\/ocean.si.edu\/contributors\/eduardo-zattara\">Eduardo Zattara<\/a>, bi\u00f3logo do Instituto de Pesquisa sobre Biodiversidade e Meio Ambiente, em Bariloche, Argentina.<\/p>\n<p>Por exemplo,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/phenomena\/2009\/08\/23\/is-a-virus-responsible-for-the-disappearing-bees\/\">durante um surto de doen\u00e7a em 2006<\/a>, os Estados Unidos perderam cerca de metade de suas abelhas mel\u00edferas. Se existissem apenas abelhas domesticadas, \u201ca perda de produ\u00e7\u00e3o teria sido enorme\u201d, afirma Zattara.<\/p>\n<p>O estudo baseou-se em um\u00a0<em>site<\/em>\u00a0de acesso livre denominado\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gbif.org\/\">Global Biodiversity Information Facility<\/a>, que cont\u00e9m registros de avistamento de abelhas provenientes de museus, universidades e cidad\u00e3os comuns desde a d\u00e9cada de 1700.<\/p>\n<p>A maioria dos estudos sobre diversidade de abelhas foca em uma \u00e1rea ou esp\u00e9cie espec\u00edfica, o que inspirou essa ampla an\u00e1lise.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o existe uma amostragem de abelhas muito precisa e de longo prazo para o mundo todo\u201d, esclarece Zattara. \u201cQuer\u00edamos ver se pod\u00edamos usar esses tipos de dados para obter uma resposta mais global, e a resposta foi sim.\u201d<\/p>\n<p>No entanto ele adverte que os registros que sustentam o estudo n\u00e3o fornecem informa\u00e7\u00f5es suficientes para determinar se determinadas esp\u00e9cies foram extintas. \u201cO que podemos afirmar \u00e9 que as popula\u00e7\u00f5es de abelhas selvagens n\u00e3o est\u00e3o exatamente em propaga\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<h3><strong>Amea\u00e7as \u00e0s abelhas<\/strong><\/h3>\n<p>A an\u00e1lise mostra um decl\u00ednio nos avistamentos de esp\u00e9cies em todos os continentes, exceto na Austr\u00e1lia, onde h\u00e1 uma escassez comparativa de dados, diz Zattara. N\u00e3o h\u00e1 abelhas que habitam a Ant\u00e1rtica.<\/p>\n<p>Durante a segunda metade do s\u00e9culo passado, uma expans\u00e3o agr\u00edcola global levou \u00e0 perda de\u00a0<em>habitat<\/em>, enquanto o uso generalizado de pesticidas matou muitas plantas nas quais as abelhas se alimentavam. Ao mesmo tempo, o aumento das temperaturas for\u00e7ou esp\u00e9cies de abelhas a migrarem de suas \u00e1reas nativas ou as exterminou imediatamente.<\/p>\n<p>Outra causa dos decl\u00ednios: quando os pa\u00edses introduzem abelhas n\u00e3o nativas para polinizar determinadas culturas agr\u00edcolas, elas podem levar pat\u00f3genos consigo, \u201ccriando pandemias entre os insetos\u201d, conta Zattara.<\/p>\n<p>Ele cita duas esp\u00e9cies de mamangavas europeias levadas para o Chile e Argentina que fizeram com que o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bumblebeeconservation.org\/bumblebees-of-the-world-1-bombus-dahlbomii\/\">zang\u00e3o-chileno<\/a>\u00a0\u2014 apelidado de \u201crato voador\u201d por causa de seu tamanho \u2014 passasse \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o devido \u00e0 competi\u00e7\u00e3o por alimento e suscetibilidade a novas doen\u00e7as.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bumblebees-on-blackberries.webp?w=768&amp;h=511\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bumblebees-on-blackberries.jpg?w=768&amp;h=511\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bumblebees-on-blackberries.webp?w=1024&amp;h=681\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bumblebees-on-blackberries.jpg?w=1024&amp;h=681\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bumblebees-on-blackberries.webp?w=710&amp;h=473\" type=\"image\/webp\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bumblebees-on-blackberries.jpg?w=710&amp;h=473\" type=\"image\/jpeg\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Mamangavas-de-cauda-amarela-clara, origin\u00e1rias da Europa, buscam alimento em flores de amora em Puerto Blest, Argentina. As esp\u00e9cies ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bumblebees-on-blackberries.webp?w=710&amp;h=473\" alt=\"Mamangavas-de-cauda-amarela-clara, origin\u00e1rias da Europa, buscam alimento em flores de amora em Puerto Blest, Argentina. As esp\u00e9cies ...\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Mamangavas-de-cauda-amarela-clara, origin\u00e1rias da Europa, buscam alimento em flores de amora em Puerto Blest, Argentina. As esp\u00e9cies invasoras t\u00eam causado danos \u00e0s abelhas nativas na Patag\u00f4nia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">EDUARDO E. ZATTARA<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<h3><strong>An\u00e1lise dos dados de abelhas<\/strong><\/h3>\n<p>Para colocar em ordem uma quantidade impressionante de dados \u2014 pode haver at\u00e9 100 mil registros de abelhas por ano \u2014 Zattara e seu colega, o bi\u00f3logo\u00a0<a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/profile\/Marcelo_Aizen\">Marcelo Aizen<\/a>, da Universidade Nacional de Comahue, na Argentina, primeiro dividiram as informa\u00e7\u00f5es por ano. Em seguida, todas as esp\u00e9cies relatadas naquele ano foram contabilizadas.<\/p>\n<p>Zattara explicou que o que importava n\u00e3o era quantas abelhas individuais haviam sido avistadas em um ano, mas sim a frequ\u00eancia com que essas esp\u00e9cies eram avistadas. Essa abordagem ajudou a reduzir as inconsist\u00eancias entre os pa\u00edses \u2014 por exemplo, uma fra\u00e7\u00e3o muito maior dos dados \u00e9 proveniente da Am\u00e9rica do Norte do que da \u00c1frica, portanto, contabilizar o n\u00famero bruto de avistamentos pode distorcer os resultados.<\/p>\n<p>\u201cEsp\u00e9cies mais comuns quase sempre seriam relatadas, enquanto esp\u00e9cies mais dif\u00edceis de se encontrar teriam maior probabilidade de n\u00e3o serem avistadas em um determinado ano\u201d, diz ele.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, com tanta abund\u00e2ncia de informa\u00e7\u00f5es referentes a centenas de anos, h\u00e1 a probabilidade de influ\u00eancia de erros e tend\u00eancias pessoais, como no caso de um observador que procura por uma abelha espec\u00edfica e talvez ignore outras esp\u00e9cies, diz\u00a0<a href=\"https:\/\/www.rachaelebonoan.com\/\">Rachael Bonoan<\/a>, ecologista da Providence College, em Rhode Island. Bonoan \u00e9 especialista em insetos polinizadores e n\u00e3o participou da pesquisa.<\/p>\n<p>Mesmo assim, \u201cos autores realmente fizeram um bom trabalho ao lidar com poss\u00edveis tendenciosidades\u201d, afirma Bonoan.<\/p>\n<p>Zattara reconhece que, ao tratar de informa\u00e7\u00f5es sobre 20 mil esp\u00e9cies de abelhas, podem ocorrer erros.<\/p>\n<h3><strong>A expans\u00e3o do cientista cidad\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Devido ao cen\u00e1rio geral de decl\u00ednios, ele espera que os cientistas tornem p\u00fablicos mais dados de pesquisa e coleta, incluindo contribui\u00e7\u00f5es de cientistas cidad\u00e3os para ajudar a obter mais conhecimento.<\/p>\n<p>De fato, durante a pandemia do coronav\u00edrus, muitos\u00a0<em>sites<\/em>\u00a0de ci\u00eancia cidad\u00e3 nos Estados Unidos\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/2020\/09\/citizen-science-increasing-pandemic-insects\/\">apresentaram maior atividade<\/a>, especialmente aqueles que rastreiam insetos. \u201c\u00c9 muito \u00fatil ter muitos olhos atentos \u00e0s mudan\u00e7as\u201d, diz Zattara.<\/p>\n<p>\u201cDefinitivamente chegamos a um ponto em que as pessoas est\u00e3o come\u00e7ando a se preocupar com os insetos, o que \u00e9 fant\u00e1stico\u201d, acrescenta Bonoan.<\/p>\n<p>Atender ao chamado para \u201ccuidar desses insetos realmente cativantes e \u00fateis s\u00f3 pode fazer bem para o meio ambiente e outros insetos polinizadores\u201d, conclui ela.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>An\u00e1lise abrangente mostra uma tend\u00eancia geral de redu\u00e7\u00e3o na diversidade de abelhas em todo o<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":140693,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha-150x150.gif",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha-300x192.gif",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/abelha.gif",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"An\u00e1lise abrangente mostra uma tend\u00eancia geral de redu\u00e7\u00e3o na diversidade de abelhas em todo o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140692"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=140692"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140692\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":140694,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140692\/revisions\/140694"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/140693"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=140692"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=140692"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=140692"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}