{"id":140596,"date":"2021-01-28T13:15:51","date_gmt":"2021-01-28T16:15:51","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=140596"},"modified":"2021-01-28T13:18:01","modified_gmt":"2021-01-28T16:18:01","slug":"rede-nacional-de-combate-ao-trafico-de-animais-silvestres-usa-redes-sociais-contra-criminosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/rede-nacional-de-combate-ao-trafico-de-animais-silvestres-usa-redes-sociais-contra-criminosos\/","title":{"rendered":"Rede Nacional de Combate ao Tr\u00e1fico de Animais Silvestres usa redes sociais contra criminosos"},"content":{"rendered":"<h4><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/papagaio-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-140597\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/papagaio-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/papagaio-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/papagaio-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Organiza\u00e7\u00e3o rastreia vendas e movimenta\u00e7\u00e3o de animais para o exterior<\/h4>\n<h2>Resumo<\/h2>\n<ul>\n<li>A Rede Nacional de Combate ao Tr\u00e1fico de Animais Silvestres (Renctas) vem recebendo elogios e pr\u00eamios internacionais por sua abordagem inovadora no sentido de rastrear e combater o com\u00e9rcio ilegal de esp\u00e9cies brasileiras no mundo.<\/li>\n<li>A organiza\u00e7\u00e3o usa as redes sociais para rastrear as vendas e a movimenta\u00e7\u00e3o de animais para fora do Brasil, para depois entregar os dados \u00e0s autoridades. Em 2019, denunciaram 3,5 milh\u00f5es de an\u00fancios em ferramentas como WhatsApp e Facebook.<\/li>\n<li>Entre os milh\u00f5es de animais brasileiros capturados, vendidos, revendidos e transportados, estima-se que apenas um em cada dez chegue vivo aos consumidores brasileiros e estrangeiros. Os demais, arrancados de suas moradas, famintos e sofrendo abusos, morrem no trajeto.<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u201cO tr\u00e1fico de animais silvestres \u00e9 uma verdadeira trag\u00e9dia para a biodiversidade do Brasil\u201d, diz Dener Giovanini, cofundador da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.renctas.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Rede Nacional de Combate ao Tr\u00e1fico de Animais Silvestres (Renctas)<\/a>, na base da organiza\u00e7\u00e3o em Alter do Ch\u00e3o (PA). \u201cO n\u00famero de esp\u00e9cies em extin\u00e7\u00e3o no Brasil cresceu exponencialmente em pouco mais de 20 anos. Eu n\u00e3o tenho medo de afirmar que, hoje, qualquer esp\u00e9cie silvestre pode ser v\u00edtima de tr\u00e1fico.\u201d<\/p>\n<p>A Renctas \u00e9 tida como uma das organiza\u00e7\u00f5es mais inovadoras na luta contra o com\u00e9rcio ilegal de animais silvestres \u2014 segundo Giovanini, foi a primeira no Brasil a fazer uso sistem\u00e1tico da internet como ferramenta de combate ao tr\u00e1fico. Fundada em 1999, depois que Giovanini recebeu uma bolsa de tr\u00eas anos da funda\u00e7\u00e3o Ashoka, com sede nos Estados Unidos, a Renctas se destacou ao ajuizar a primeira a\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a relacionada ao uso da internet por traficantes de animais no pa\u00eds. Em seu primeiro ano, a organiza\u00e7\u00e3o identificou quase 6 mil an\u00fancios de venda ilegal de animais nas principais plataformas de com\u00e9rcio eletr\u00f4nico. Em 2019, relatou um n\u00famero impressionante de 3,5 milh\u00f5es de an\u00fancios desse tipo de com\u00e9rcio nas redes sociais.<\/p>\n<p>\u201cEsses dados provam, infelizmente, que est\u00e1vamos certos em nossas preocupa\u00e7\u00f5es iniciais, todos aqueles anos atr\u00e1s\u201d, diz Giovanini. \u201cA internet \u00e9 o grande aliado dos ca\u00e7adores ilegais, e \u00e9 a nova fronteira na guerra contra os traficantes de animais silvestres.\u201d Claramente, o anonimato e o alcance global que as redes sociais proporcionam as tornam ideais para esse com\u00e9rcio, mas \u00e9 por meio delas tamb\u00e9m que a Renctas chega aos criminosos.<\/p>\n<p>Com o tempo, a Renctas passou a ser reconhecida por seus esfor\u00e7os n\u00e3o apenas para rastrear as atividades dos traficantes em redes sociais como Facebook e WhatsApp, mas tamb\u00e9m por ajudar comunidades em regi\u00f5es onde a ca\u00e7a ilegal \u00e9 um problema grave, desenvolvendo fontes de renda alternativas, como o ecoturismo, e promovendo a conscientiza\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7as locais sobre os efeitos danosos que o tr\u00e1fico pode ter sobre a biodiversidade. A Renctas repassa regularmente os dados que coleta sobre o tr\u00e1fico de animais silvestres \u00e0s autoridades, segundo Giovanini. Nos mais de 20 anos desde a sua funda\u00e7\u00e3o, a equipe treinou cerca de 7 mil membros de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos envolvidos em inspe\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n<p>\u201cA Renctas prestou importantes servi\u00e7os ao mundo da biodiversidade, realizou incr\u00edveis parcerias com a Pol\u00edcia Federal e aumentou a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre o tr\u00e1fico de animais silvestres no Brasil\u201d, afirma Jos\u00e9 Sarney Filho, que foi duas vezes Ministro do Meio Ambiente e deu a Giovanini a Medalha do M\u00e9rito Legislativo por seus esfor\u00e7os.<\/p>\n<p>Em 2001, a Renctas publicou seu\u00a0<a href=\"https:\/\/www.renctas.org.br\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/REL_RENCTAS_pt_final.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Primeiro Relat\u00f3rio Nacional sobre o Tr\u00e1fico de Animais Silvestres<\/a>, um documento inovador que, entre outros dados, revelou que os traficantes extra\u00edam, na \u00e9poca, cerca de 38 milh\u00f5es de esp\u00e9cimes animais da natureza a cada ano, somente no Brasil \u2013 sem contar peixes tropicais ou invertebrados. Essa cifra terr\u00edvel inclu\u00eda 1 milh\u00e3o de jacar\u00e9s capturados ilegalmente todos os anos no Pantanal, cujas peles eram contrabandeadas para pa\u00edses vizinhos, onde eram beneficiadas e enviadas, com documenta\u00e7\u00e3o falsa, para outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>A metodologia de pesquisa na internet, usada pela organiza\u00e7\u00e3o para espionar esse com\u00e9rcio, recebeu mais reconhecimento em 2003, quando Giovanini ganhou um pr\u00eamio do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e foi elogiado pelo \u00f3rg\u00e3o por sua \u201cabordagem inovadora de combate ao tr\u00e1fico ilegal de animais, [que] se tornou um modelo n\u00e3o apenas para a Am\u00e9rica Latina, mas tamb\u00e9m para o resto do mundo em desenvolvimento\u201d. A justificativa do pr\u00eamio parabenizava a organiza\u00e7\u00e3o, observando que \u201csolu\u00e7\u00f5es criativas para um dos maiores neg\u00f3cios ilegais do mundo s\u00f3 podem ter sucesso se a causa fundamental \u2013 ou seja, a pobreza \u2013 tamb\u00e9m for combatida\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 no in\u00edcio, a Renctas identificou a internet n\u00e3o apenas como um canal importante para o tr\u00e1fico, mas tamb\u00e9m como um meio de detect\u00e1-lo ao longo de sua obscura cadeia de fornecimento. Winthrop Carty, ex-diretor associado do Centro Ash para Governan\u00e7a Democr\u00e1tica e Inova\u00e7\u00e3o, da Escola de Governo Kennedy da Universidade de Harvard, foi coautor de um\u00a0<a href=\"https:\/\/www.mitpressjournals.org\/doi\/pdf\/10.1162\/itgg.2006.1.2.25\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">estudo<\/a>\u00a0sobre a organiza\u00e7\u00e3o em 2006.<\/p>\n<p>\u201cA Renctas era radicalmente diferente de qualquer outra organiza\u00e7\u00e3o que eu j\u00e1 tivesse visto: eles faziam\u00a0<i>crowdsourcing<\/i> antes de o termo existir ou ser muito conhecido\u201d, diz Carty. \u201cPor meio de seu mecanismo de den\u00fancia cidad\u00e3 pela internet, eles conseguiam agregar dados para revelar e compreender a cadeia de fornecimento global do tr\u00e1fico ilegal de animais, e depois usar essas informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas para fazer cumprir a lei, mas tamb\u00e9m para gerar mudan\u00e7as nas pol\u00edticas. Na \u00e9poca, in\u00edcio dos anos 2000, isso era impressionante. Foi um casamento fascinante entre ativismo, tecnologia e governo, em escala global.\u201d<\/p>\n<p>Hoje, a Renctas opera com uma equipe de apenas seis funcion\u00e1rios permanentes, em tempo integral, com sua sede principal em Bras\u00edlia. A organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o recebe financiamento do governo brasileiro, mas continua trabalhando em biomas importantes, incluindo a Floresta Amaz\u00f4nica, al\u00e9m do Cerrado, que cobre mais de um quinto do territ\u00f3rio brasileiro.<\/p>\n<p>Giovanini diz que a Renctas coletou n\u00e3o apenas mais de 3 milh\u00f5es de mensagens relacionadas ao tr\u00e1fico de animais no Facebook e no WhatsApp, mas tamb\u00e9m dados de cerca de 200 organiza\u00e7\u00f5es dedicadas \u00e0 atividade, somente este ano. \u201cTem de tudo que voc\u00ea imaginar\u201d, diz ele. \u201cTudo, de ovo de tartaruga a mico-le\u00e3o.\u201d O mesmo relat\u00f3rio publicado pela Renctas em 2001 detectou que 40% das cerca de 400 quadrilhas de contrabandistas de animais no Brasil tamb\u00e9m est\u00e3o envolvidas no tr\u00e1fico de drogas e outras atividades criminosas.<\/p>\n<p>Dos milh\u00f5es de animais retirados do Brasil todos os anos, a Renctas estima que apenas cerca de um em cada dez chegar\u00e1 ao consumidor final \u2013 o restante morrer\u00e1 durante a captura ou em tr\u00e2nsito, sofrendo o choque de ser arrancado de seu habitat natural, passar fome e sofrer abusos. A Amaz\u00f4nia e o Cerrado s\u00e3o os biomas preferidos dos traficantes brasileiros, diz Giovanini, com primatas, r\u00e9pteis, anf\u00edbios, felinos e insetos entre os grupos mais visados. Ele cita especialmente o exemplo das delicadas borboletas brasileiras, capturadas para decorar tampas de poliuretano de vasos sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p>Giovanini diz que sua pesquisa mais recente encontrou duas esp\u00e9cies que s\u00e3o particularmente procuradas: o coleirinho (<i>Sporophila caerulescens<\/i>), um pequeno p\u00e1ssaro canoro de bico amarelo que habita os campos e savanas da Am\u00e9rica do Sul, e o macaco-aranha-de-cara-branca (<i>Ateles marginatus<\/i>), encontrado em toda a bacia amaz\u00f4nica. \u201cN\u00f3s vimos muitos deles sendo negociados nesses grupos na internet\u201d, diz ele. \u201cSe o tr\u00e1fico continuar, pode devastar suas popula\u00e7\u00f5es\u201d.<\/p>\n<p>Mais recentemente, a Renctas tem procurado fortalecer sua colabora\u00e7\u00e3o internacional no combate aos crimes contra a fauna. Sergio Henriques, presidente do\u00a0<a href=\"https:\/\/www.iucn.org\/commissions\/ssc-groups\/invertebrates\/spider-and-scorpion\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Grupo de Especialistas em Aranhas e Escorpi\u00f5es da IUCN<\/a>\u00a0(Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza) e pesquisador do Instituto de Zoologia de Londres, tem trabalhado com a organiza\u00e7\u00e3o para monitorar o com\u00e9rcio de aranhas pela internet no Brasil, principalmente as tar\u00e2ntulas do g\u00eanero\u00a0<i>Typhochlaena<\/i>.<\/p>\n<p>\u201cO trabalho concreto da Renctas \u00e9 o que permite a pesquisadores internacionais como eu entender com muito mais precis\u00e3o a realidade desses desafios da conserva\u00e7\u00e3o\u201d, diz Henriques. \u201cEles foram muito acess\u00edveis desde o primeiro dia, e mostraram uma preocupa\u00e7\u00e3o e um compromisso com a conserva\u00e7\u00e3o de todos os animais silvestres, independentemente da apar\u00eancia ou do tamanho.\u201d<\/p>\n<p>No entanto, Henriques teme que uma \u201cfalta de financiamento incapacitante\u201d complique o trabalho da organiza\u00e7\u00e3o e possa impedir seu sucesso futuro. \u201cEu realmente considero que a Renctas tem todas as condi\u00e7\u00f5es para testar v\u00e1rias abordagens, enfrentar quest\u00f5es cient\u00edficas n\u00e3o respondidas, realizar mais trabalhos de conserva\u00e7\u00e3o e, de modo geral, tratar de muitos outros problemas em uma escala maior, se receber financiamento adequado\u201d, conclui.<\/p>\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o prefere manter sua independ\u00eancia e sua dist\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o ao governo brasileiro, por isso continua limitando suas fontes de financiamento. \u201cA Renctas n\u00e3o aceita nenhum recurso financeiro do governo brasileiro, pois nossa independ\u00eancia \u00e9 uma prioridade para n\u00f3s\u201d, afirma Giovanini. \u201cSomos financiados por doa\u00e7\u00f5es, e realmente precisamos desse apoio para continuar o nosso trabalho.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Organiza\u00e7\u00e3o rastreia vendas e movimenta\u00e7\u00e3o de animais para o exterior Resumo A Rede Nacional 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