{"id":140511,"date":"2021-01-26T12:55:11","date_gmt":"2021-01-26T15:55:11","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=140511"},"modified":"2021-01-26T12:55:11","modified_gmt":"2021-01-26T15:55:11","slug":"recem-descobertas-novas-plantas-carnivoras-da-amazonia-ja-estao-ameacadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/recem-descobertas-novas-plantas-carnivoras-da-amazonia-ja-estao-ameacadas\/","title":{"rendered":"Rec\u00e9m-descobertas, novas plantas carn\u00edvoras da Amaz\u00f4nia j\u00e1 est\u00e3o amea\u00e7adas"},"content":{"rendered":"<h5><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/planta-carnivora.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-140512\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/planta-carnivora-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/planta-carnivora-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/planta-carnivora.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A rica biodiversidade da Amaz\u00f4nia vai das maiores \u00e0s menores criaturas, \u00e0quelas que mesmo aos olhos vistos, passam despercebidas do p\u00fablico geral<\/h5>\n<p>Nas margens de uma frequentada trilha, no Par\u00e1, por exemplo, estavam duas plantas carn\u00edvoras s\u00f3 recentemente descobertas e descritas pela ci\u00eancia: a\u00a0<em>Utricularia ariramba<\/em>\u00a0e a\u00a0<em>Utricularia jaramacaru<\/em>. Diminutas e delicadas, as plantas j\u00e1 podem ser consideradas amea\u00e7adas, alertam os cientistas respons\u00e1veis pela descoberta, tanto pelo fogo quanto pelo pisoteio dos caminhantes desavisados.<\/p>\n<p>As plantas carn\u00edvoras foram coletadas durante uma expedi\u00e7\u00e3o de campo realizada pelo Museu Em\u00edlio Goeldi em julho de 2019, na Floresta Estadual de Trombetas, numa localidade conhecida como Campos do Ariramba. Ao contr\u00e1rio do que se imagina ao evocar o nome Amaz\u00f4nia, o local \u00e9 mais parecido com uma savana do que uma floresta. O solo de areia branca que se forma pr\u00f3ximo ao rio Trombetas, que corta a unidade de conserva\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma forma\u00e7\u00e3o vegetal diferente, conhecida como campina ou campinarana.<\/p>\n<p>\u201cPlantas carn\u00edvoras em geral est\u00e3o presentes nas \u00e1reas abertas na Amaz\u00f4nia, que s\u00e3o ambientes mais expostos e que recebem mais luz do sol. E essa areia branca n\u00e3o possui uma grande quantidade de nutrientes e, no caso das carn\u00edvoras, elas compensam isso capturando pequenos animais para suprir essa falta de nutrientes. Essas duas plantas carn\u00edvoras descritas possuem armadilhas subterr\u00e2neas e capturam pequenos insetos e crust\u00e1ceos que vivem no solo\u201d, explica o bot\u00e2nico Paulo Gonella, da Universidade Federal de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei.<\/p>\n<p>Gonella \u00e9 um dos autores do\u00a0<a href=\"https:\/\/phytokeys.pensoft.net\/article\/57626\/\" rel=\"noopener nofollow external noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">artigo publicado na revista cient\u00edfica internacional Phytokeys<\/a>, com a descri\u00e7\u00e3o das duas novas esp\u00e9cies, junto com outros cinco pesquisadores.<\/p>\n<p>\u201cQuando a gente vai para campo, a gente coleta v\u00e1rias plantas na regi\u00e3o que a gente tem interesse em estudar. Depois de coletar essas plantas, n\u00f3s come\u00e7amos os estudos no laborat\u00f3rio e no herb\u00e1rio \u2013 que \u00e9 onde ficam as plantas secas e guardadas, como um grande museu de plantas\u201d, conta Rafael Gomes, pesquisador do Museu Em\u00edlio Goeldi, que participou da expedi\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m assina a descoberta.<\/p>\n<p>Ele comenta que uma das surpresas ao fazer a identifica\u00e7\u00e3o das novas esp\u00e9cies foi perceber que elas j\u00e1 haviam sido coletadas por outro pesquisadores d\u00e9cadas atr\u00e1s e armazenadas no herb\u00e1rio da Embrapa Amaz\u00f4nia Oriental. \u201cEssa regi\u00e3o j\u00e1 teve expedi\u00e7\u00f5es h\u00e1 dezenas de anos, as primeiras coletas datam de 1908 e na d\u00e9cada de 70 n\u00f3s encontramos registros de coletas dessas plantas. Elas n\u00e3o eram conhecidas pela ci\u00eancia, mas j\u00e1 tinham sido coletadas e guardadas no herb\u00e1rio\u201d, explica.<\/p>\n<h6><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-89881 aligncenter lazyloaded\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"428\" data-lazy-src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras.jpg\" data-lazy-sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" data-lazy-srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/MiniOeco_Vegetacao-areia-branca-plantas-carnivoras-272x182.jpg 272w\" data-was-processed=\"true\" \/>A vegeta\u00e7\u00e3o aberta de areia branca onde foram descobertas as novas plantas carn\u00edvoras \u2013 Foto: Rafael Gomes<\/h6>\n<p>As diminutas plantas carn\u00edvoras medem entre 4 e 12 cent\u00edmetros \u2014 menores que um l\u00e1pis \u2013, e foram encontradas ao lado de uma trilha que leva \u00e0 Cachoeira do Jaramacaru, um atrativo muito visitado na regi\u00e3o. \u201cMuitas pessoas v\u00e3o para l\u00e1 e como s\u00e3o plantas muito pequenas que est\u00e3o no solo, elas sofrem com o pisoteio\u201d, comenta Rafael.<\/p>\n<p>\u201cEsse pisoteio acaba destruindo essas plantas e abrindo caminho para outras esp\u00e9cies invasoras ocuparem esse ambiente e acabam sombreando essas plantas nativas, levando-as a uma extin\u00e7\u00e3o local, por exemplo, ou mesmo total\u201d, alerta Paulo Gonella.<\/p>\n<p>O bot\u00e2nico refor\u00e7a que, por mais que as plantas carn\u00edvoras sejam indicadores de \u00e1reas com baixa perturba\u00e7\u00e3o, essa exist\u00eancia pode estar amea\u00e7ada. \u201cAs plantas carn\u00edvoras s\u00e3o as primeiras a desaparecerem em um ambiente perturbado. E essa \u00e1rea est\u00e1 sujeita a v\u00e1rios fatores de amea\u00e7a como a presen\u00e7a do fogo e de desmatamento nos arredores, que podem impactar a salubridade desse ambiente para ocorr\u00eancia dessas esp\u00e9cies que ocorrem, at\u00e9 onde a gente sabe, s\u00f3 l\u00e1\u201d, ressalta Gonella.<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo do local de ocorr\u00eancia das plantas carn\u00edvoras, os pesquisadores registraram pontos de desmatamento ativo e fogo, \u201csugerindo dist\u00farbios ambientais gerados pela pecu\u00e1ria e outras atividades humanas\u201d, aponta o artigo. A menos de 1 km de dist\u00e2ncia das subpopula\u00e7\u00f5es de\u00a0<em>Utricularia ariramba<\/em>, por exemplo, foi identificada uma grande \u00e1rea afetada por inc\u00eandios recentes, o que acendeu o alerta vermelho entre eles para conserva\u00e7\u00e3o das mais novas esp\u00e9cies da flora brasileira.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s fizemos uma avalia\u00e7\u00e3o, de acordo com os par\u00e2metros da IUCN [Uni\u00e3o Internacional pela Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza], e que categoriza essas esp\u00e9cies j\u00e1 como vulner\u00e1veis \u00e0 extin\u00e7\u00e3o. O fato delas ocorrerem em uma \u00e1rea bem restrita e, ao mesmo tempo, sujeita a esses efeitos da presen\u00e7a humana, j\u00e1 coloca elas, rec\u00e9m-descobertas, na lista de esp\u00e9cies amea\u00e7adas\u201d, conclui o bot\u00e2nico.<\/p>\n<p>Em todo Brasil, h\u00e1 registro de 137 esp\u00e9cies de plantas carn\u00edvoras de 7 g\u00eaneros diferentes. Destas, 72 esp\u00e9cies, de 5 g\u00eaneros, ocorrem na Amaz\u00f4nia. As novas descobertas pertencem ao g\u00eanero Utricularia, que \u00e9 composta por esp\u00e9cies de pequeno a m\u00e9dio porte, geralmente associada a zonas \u00famidas.<\/p>\n<p>\u201cA gente est\u00e1 num cen\u00e1rio em que o avan\u00e7o dos inc\u00eandios e do desmatamento na Amaz\u00f4nia est\u00e1 fazendo com que muitas esp\u00e9cies que a gente ainda nem conhece de fato estejam sendo amea\u00e7adas ou mesmo desaparecendo. N\u00f3s podemos estar perdendo informa\u00e7\u00f5es, perdendo conhecimento e os potenciais que essas esp\u00e9cies podem trazer para n\u00f3s, sob um ponto de vista mais utilitarista, e tamb\u00e9m o que elas representam para a biodiversidade. A gente precisa conter essa destrui\u00e7\u00e3o para que a gente possa conhecer a biodiversidade brasileira, que \u00e9 a maior do mundo\u201d, resume o bot\u00e2nico Paulo Gonella.<\/p>\n<h6 id=\"attachment_89880\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-89880\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-89880 lazyloaded\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Oeco_Utricularia-jaramacaru-planta-carnivora2-2.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Oeco_Utricularia-jaramacaru-planta-carnivora2-2.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Oeco_Utricularia-jaramacaru-planta-carnivora2-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/Oeco_Utricularia-jaramacaru-planta-carnivora2-2-1024x683.jpg 1024w, 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armadilha subterr\u00e2nea \u2013 Foto: Daniela Zappi<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A rica biodiversidade da Amaz\u00f4nia vai das maiores \u00e0s menores criaturas, \u00e0quelas que mesmo 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