{"id":140278,"date":"2021-01-22T12:30:17","date_gmt":"2021-01-22T15:30:17","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=140278"},"modified":"2021-01-21T22:12:26","modified_gmt":"2021-01-22T01:12:26","slug":"gigantes-vermes-predadores-vivem-sob-o-solo-marinho-ha-mais-de-20-milhoes-de-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/gigantes-vermes-predadores-vivem-sob-o-solo-marinho-ha-mais-de-20-milhoes-de-anos\/","title":{"rendered":"Gigantes vermes predadores vivem sob o solo marinho h\u00e1 mais de 20 milh\u00f5es de anos"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-140279\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Tocas preservadas encontradas em rochas antigas sugerem que os vermes anel\u00eddeos\u00a0Eunice aphroditois\u00a0emboscam peixes no fundo do mar\u00a0h\u00e1 muito tempo.<\/h2>\n<div class=\"ngart__main-col\">\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Escondidos embaixo do solo marinho, pr\u00f3ximos de recifes de corais, vermes aqu\u00e1ticos gigantes esperam peixes desavisados se aproximarem para abocanh\u00e1-los com suas \u00e1geis mand\u00edbulas e lev\u00e1-los para dentro de suas tocas. Esses ataques r\u00e1pidos renderam aos vermes\u00a0<em>Eunice aphroditois<\/em>, descritos cientificamente pela primeira vez em 1788, a fama de temidos predadores do fundo do mar.<\/p>\n<p>Agora, tocas fossilizadas rec\u00e9m-descobertas e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-020-79311-0\">detalhadas no peri\u00f3dico\u00a0<em>Scientific Reports<\/em><\/a>\u00a0indicam que esses vermes anel\u00eddeos vorazes t\u00eam atacado peixes insuspeitos h\u00e1 mais de 20 milh\u00f5es de anos no que \u00e9 hoje o norte de Taiwan.<\/p>\n<p>Descobertas no Yehliu Geopark no promont\u00f3rio Badouzi, as tocas s\u00e3o vest\u00edgios f\u00f3sseis \u2013 marcas preservadas deixadas por atividades de antigos animais. Vest\u00edgios f\u00f3sseis s\u00e3o valiosos porque podem conter pistas sobre o comportamento de criaturas. Neste caso, os tubos pr\u00e9-hist\u00f3ricos, cada um com mais quase dois metros de comprimento e cerca de 2,5 cm de di\u00e2metro, s\u00e3o vest\u00edgios f\u00f3sseis provavelmente deixados por bichos que viveram na era cenozoica, quando essa parte do mundo estava sob o Oceano.<\/p>\n<p>Apesar de serem conhecidos pelos cientistas desde o fim do s\u00e9culo 18, pesquisadores come\u00e7aram a estudar os\u00a0<em>Eunice aphroditois<\/em><em>\u00a0<\/em>em detalhe apenas recentemente. Os f\u00f3sseis rec\u00e9m-descobertos indicam que esses anel\u00eddeos predadores s\u00e3o parte de ecossistemas oce\u00e2nicos h\u00e1 tempos incont\u00e1veis, o que s\u00f3 refor\u00e7a as vantagens evolutivas de suas t\u00e9cnicas de ca\u00e7a.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bobbit-worm-final.webp?w=768&amp;h=714\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bobbit-worm-final.jpg?w=768&amp;h=714\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bobbit-worm-final.webp?w=1024&amp;h=951\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bobbit-worm-final.jpg?w=1024&amp;h=951\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bobbit-worm-final.webp?w=710&amp;h=660\" type=\"image\/webp\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bobbit-worm-final.jpg?w=710&amp;h=660\" type=\"image\/jpeg\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Modelo 3D mostra o comportamento alimentar de um Eunice aphroditois e a forma proposta dos vest\u00edgios f\u00f3sseis, ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/bobbit-worm-final.webp?w=710&amp;h=660\" alt=\"Modelo 3D mostra o comportamento alimentar de um Eunice aphroditois e a forma proposta dos vest\u00edgios f\u00f3sseis, ...\" width=\"639\" height=\"593\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Modelo 3D mostra o comportamento alimentar de um\u00a0<em>Eunice aphroditois\u00a0<\/em>e a forma proposta dos vest\u00edgios f\u00f3sseis, batizados de\u00a0<em>Pennichus formosae.\u00a0<\/em>Esses vermes esperam dentro de suas tocas em formato de L e usam suas poderosas mand\u00edbulas para capturar peixes que se aproximam.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">ILUSTRA\u00c7\u00c3O CORTESIA DE LUDVIG L\u00d6WEMARK<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<h3><strong>Tocas deixadas na rocha<\/strong><\/h3>\n<p>O verme anel\u00eddeo\u00a0<em>Eunice aphroditois<\/em><em>\u00a0<\/em>pertence \u00e0 classe poliqueta, a mesma dos vermes que fazem pequenas bolhas na areia quando a mar\u00e9 recua. Mas os<em>\u00a0Eunice aphroditois<\/em><em>\u00a0<\/em>podem atingir tamanhos muito maiores do que qualquer coisa que voc\u00ea j\u00e1 viu na praia.<\/p>\n<p>Esses predadores de emboscada variam de poucos cent\u00edmetros a at\u00e9 tr\u00eas metros de comprimento \u2013 e s\u00e3o extremamente sorrateiros. Em 2009, funcion\u00e1rios do aqu\u00e1rio Blue Reef, na Inglaterra, ficaram sem saber por que peixes estavam desaparecendo \u2013 at\u00e9\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bbcearth.com\/blog\/?article=snapping-death-worms-can-hide-undetected-for-years\">descobrirem um enorme<em>\u00a0<\/em><em>Eunice aphroditois,<\/em>\u00a0apelidado de Barry<\/a>, escondido entre os buracos do ambiente de recife.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Em 2013, o bi\u00f3logo Masakazu Nara, da Universidade de Kochi, buscava por vest\u00edgios f\u00f3sseis de como raias se alimentavam em rochas de 20 milh\u00f5es de anos quando notou uma s\u00e9rie de tocas estranhas. Primeiro, parecia que as tocas em formato de L tinham sido feitas por antigos camar\u00f5es, diz o paleont\u00f3logo da Universidade Nacional de Taiwan e coautor do estudo Ludvig L\u00f6wemark. Muitos bichos se entocam no solo arenoso marinho, por isso os f\u00f3sseis n\u00e3o pareciam muito extraordin\u00e1rios.<\/p>\n<p>Cientistas praticamente n\u00e3o tocaram no f\u00f3ssil novamente at\u00e9 2017, quando uma confer\u00eancia internacional de especialistas em vest\u00edgios f\u00f3sseis permitiu que L\u00f6wemark compartilhasse observa\u00e7\u00f5es com seus colegas. As tocas eram diferentes de qualquer coisa j\u00e1 vista em registros f\u00f3sseis. \u201cO fato de ningu\u00e9m ter visto nada parecido nos convenceu de que esse era um novo tipo de vest\u00edgio f\u00f3ssil\u201d, diz L\u00f6wemark.<\/p>\n<p>Mas, para determinar com exatid\u00e3o quem cavou as tocas, os pesquisadores precisavam trabalhar mais. \u201cN\u00e3o foi apenas uma caracter\u00edstica que nos convenceu que essa toca foi feita por um verme\u201d, diz L\u00f6wemark, \u201cmas uma combina\u00e7\u00e3o de caracter\u00edsticas.\u201d O topo da toca parecia ter colapsado e deixado impress\u00f5es em formato de penas na rocha, sugerindo que elas eram usadas repetidas vezes por um animal se movendo para dentro e para fora. \u201cOs funis indicam um evento violento\u201d, completa L\u00f6wemark, como um verme explodindo de dentro da toca em vez de um molusco se arrastando para fora da areia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/wormfeathermark-vertical_view-2-.webp?w=768&amp;h=1157\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/wormfeathermark-vertical_view-2-.jpg?w=768&amp;h=1157\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/wormfeathermark-vertical_view-2-.webp?w=1024&amp;h=1543\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/wormfeathermark-vertical_view-2-.jpg?w=1024&amp;h=1543\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/wormfeathermark-vertical_view-2-.webp?w=710&amp;h=1070\" type=\"image\/webp\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/wormfeathermark-vertical_view-2-.jpg?w=710&amp;h=1070\" type=\"image\/jpeg\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"A parte de cima da toca fossilizada encontrada em Taiwan tem um formato de pena, semelhante ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/wormfeathermark-vertical_view-2-.webp?w=710&amp;h=1070\" alt=\"A parte de cima da toca fossilizada encontrada em Taiwan tem um formato de pena, semelhante ...\" width=\"640\" height=\"965\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>A parte de cima da toca fossilizada encontrada em Taiwan tem um formato de pena, semelhante as estruturas dos\u00a0<em>Eunice aphroditois\u00a0<\/em>modernos<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">CORTESIA DE LUDVIG L\u00d6WEMARK<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Uma pe\u00e7a chave de evid\u00eancia geoqu\u00edmica consolidou o caso. A parte superior da toca \u00e9 muito rica em ferro, o que sugere que o construtor dessas tocas jogava muco nas paredes superiores para manter o formato da estrutura. Bact\u00e9rias depois se alimentaram desse muco, produzindo sulfeto de ferro. Essas fortifica\u00e7\u00f5es de muco s\u00e3o as mesmas dos vermes anel\u00eddeos predadores de hoje, e o fato de que a areia antiga encontrada no alto da toca era revolvida regularmente indicava que era ela usada por um predador de emboscada. Os vermes\u00a0<em>Eunice aphroditois<\/em><em>\u00a0<\/em>encaixavam perfeitamente no vest\u00edgio f\u00f3ssil.<\/p>\n<p>\u201cTocas t\u00e3o grandes com essas disjun\u00e7\u00f5es em formato de pena s\u00e3o perfeitas para esses vermes\u201d, diz o paleont\u00f3logo Jakob Vinther, da Universidade de Bristol, que n\u00e3o estava envolvido no novo estudo. \u201cO tamanho das tocas e a maneira como a areia \u00e9 alterada pelo comportamento dos invertebrados tamb\u00e9m batem\u201d, diz ele.<\/p>\n<h3><strong>Vermes anel\u00eddeos predadores ao longo da hist\u00f3ria<\/strong><\/h3>\n<p>Normalmente, vest\u00edgios f\u00f3sseis s\u00e3o descritos e nomeados sem que a criatura espec\u00edfica que os criou seja identificada, diz Murray Gingras, paleont\u00f3logo da Universidade de Alberta. Isso acontece porque vest\u00edgios f\u00f3sseis e restos f\u00f3sseis raramente s\u00e3o encontrados juntos. O novo artigo \u2013 que batizou os f\u00f3sseis das tocas de\u00a0<em>Pennichnus formosae<\/em><em>\u00a0\u2013<\/em>\u00a0junta evid\u00eancias para interpretar a exist\u00eancia de um verme anel\u00eddeo predador, diz ele, mas restos f\u00f3sseis ajudariam a confirmar o que os vest\u00edgios indicam.<\/p>\n<p>\u201cComo o verme \u00e9 quase todo composto por tecidos moles\u201d, diz L\u00f6wemark, \u201cas chances de preserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o muito pequenas\u201d. Mesmo assim, a caracter\u00edstica mand\u00edbula multifacetada dos\u00a0<em>Eunice aphroditois<\/em><em>\u00a0<\/em>\u00e9 composta de prote\u00ednas endurecidas e podem conter zinco, ent\u00e3o t\u00eam mais chances de aparecer no registro f\u00f3ssil. \u201cEsses tipos de mand\u00edbula, creio eu, datam do per\u00edodo Ordoviceano\u201d, diz Vinther, referindo-se a um tempo de mais 443 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n<p>H\u00e1 f\u00f3sseis ainda mais antigos atribu\u00eddos a esses vermes. Rochas com cerca de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/srep43061\">400 milh\u00f5es de anos em Ontario, no Canad\u00e1<\/a>, cont\u00e9m sinais de vermes se comportando de maneira semelhante aos\u00a0<em>Eunice aphroditois<\/em><em>\u00a0<\/em>de hoje. No entanto, \u00e9 meio estranho que outros f\u00f3sseis como esse ainda n\u00e3o foram encontrados. Baseado em qu\u00e3o diferentes e grandes essas tocas podem ser, esses vest\u00edgios deveriam ser relativamente comuns em rochas dos \u00faltimos 20 milh\u00f5es de anos, diz Gingras.<\/p>\n<p>Talvez cientistas ainda est\u00e3o aprendendo a identific\u00e1-las e, com um pouco de sorte, paleont\u00f3logos poder\u00e3o, em breve, buscar esses vermes predadores nas mais antigas das tocas.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tocas preservadas encontradas em rochas antigas sugerem que os vermes anel\u00eddeos\u00a0Eunice aphroditois\u00a0emboscam peixes no fundo<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":140279,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/bicho.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Tocas preservadas encontradas em rochas antigas sugerem que os vermes anel\u00eddeos\u00a0Eunice aphroditois\u00a0emboscam peixes no fundo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140278"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=140278"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140278\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":140281,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140278\/revisions\/140281"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/140279"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=140278"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=140278"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=140278"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}