{"id":140133,"date":"2021-01-19T14:00:23","date_gmt":"2021-01-19T17:00:23","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=140133"},"modified":"2021-01-19T13:09:31","modified_gmt":"2021-01-19T16:09:31","slug":"insetos-estao-desaparecendo-a-um-ritmo-alarmante-mas-podemos-salva-los","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/insetos-estao-desaparecendo-a-um-ritmo-alarmante-mas-podemos-salva-los\/","title":{"rendered":"Insetos est\u00e3o desaparecendo a um ritmo alarmante \u2013 mas podemos salv\u00e1-los"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-ju6on1\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-140134\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Insetos s\u00e3o fundamentais para o planeta e nosso abastecimento alimentar, e cientistas afirmam que todos n\u00f3s podemos ajudar a proteg\u00ea-los.<\/h2>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>TODO ANO, O n\u00famero de insetos voadores, rastejantes ou escavadores cai um ou dois pontos percentuais em algumas regi\u00f5es do planeta. Isso significa que regi\u00f5es com um grande decl\u00ednio poderiam perder at\u00e9 um ter\u00e7o de todos os seus insetos em duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a m\u00e1 not\u00edcia que os cientistas revelaram\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/cgi\/doi\/10.1073\/pnas.2002543117\">recentemente no peri\u00f3dico<em>\u00a0Proceedings of the National Academy of Sciences<\/em><\/a>\u00a0(PNAS). Dezenas de especialistas em insetos contribu\u00edram com uma s\u00e9rie de relat\u00f3rios para o peri\u00f3dico sobre a situa\u00e7\u00e3o dos insetos em todo o mundo, seja boa ou ruim.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u2014 se \u00e9 que existe \u2014 \u00e9 que nem todas as esp\u00e9cies de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/insects\/\">insetos<\/a>\u00a0est\u00e3o diminuindo t\u00e3o rapidamente. Algumas at\u00e9 est\u00e3o aumentando. E o mais importante \u00e9 que pesquisadores afirmam que ainda h\u00e1 esperan\u00e7a para impedir que nosso planeta fique sem as suas mais abundantes e diversas criaturas.<\/p>\n<p>Esse n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico problema no mundo dos insetos, estimado em at\u00e9 10 milh\u00f5es de esp\u00e9cies. As amea\u00e7as v\u00e3o desde o desmatamento,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/2020\/05\/bumblebees-bite-plants-flower-early\/\">mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/a>\u00a0e esp\u00e9cies invasoras \u00e0 agricultura industrializada e at\u00e9 mesmo o excesso de ilumina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cExtin\u00e7\u00e3o causada por diversos fatores\u201d, \u00e9 como\u00a0<a href=\"http:\/\/hydrodictyon.eeb.uconn.edu\/people\/dwagner\/\">David Wagner<\/a>, entomologista da Universidade de Connecticut que contribuiu para o novo relat\u00f3rio, descreve a situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00f5es de insetos resistentes s\u00e3o essenciais por diversos motivos, desde a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/magazine\/2020\/05\/where-have-all-the-insects-gone-feature\/\">colabora\u00e7\u00e3o com o abastecimento alimentar mundial<\/a>\u00a0\u00e0 produ\u00e7\u00e3o de flores ao ar livre por meio da poliniza\u00e7\u00e3o. Embora a maioria de n\u00f3s prefira n\u00e3o encontrar as criaturas mais min\u00fasculas do planeta, n\u00e3o podemos subestimar\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/news\/2017\/08\/insect-bug-medicine-food-macneal\/\">o papel delas em nossas vidas<\/a>. Nem a necessidade de priorizar a salva\u00e7\u00e3o dos insetos, afirmam os cientistas.<\/p>\n<p>\u201cOs insetos est\u00e3o diminuindo assim como cada componente da natureza\u201d, declara\u00a0<a href=\"https:\/\/www.unr.edu\/biology\/faculty\/matt-forister\">Matthew Forister<\/a>, ecologista de insetos da Universidade de Nevada, em Reno, que tamb\u00e9m contribuiu para o relat\u00f3rio. \u201cMas est\u00e1 claro que \u00e9 poss\u00edvel a recupera\u00e7\u00e3o dos insetos. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 preocupante, mas ainda n\u00e3o \u00e9 tarde demais.\u201d<\/p>\n<h3><strong>Al\u00e9m da hip\u00e9rbole<\/strong><\/h3>\n<p><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/2019\/02\/why-insect-populations-are-plummeting-and-why-it-matters\/\">Relat\u00f3rios sobre o decl\u00ednio global de insetos n\u00e3o s\u00e3o novidade<\/a>. Durante os \u00faltimos anos, um crescente conjunto de estudos e artigos da m\u00eddia chamaram a aten\u00e7\u00e3o para o problema em termos totalmente diferentes \u2014 de um lado, declara\u00e7\u00f5es sobre o fim dos insetos e, do outro, relat\u00f3rios que desafiam as no\u00e7\u00f5es da poss\u00edvel extin\u00e7\u00e3o dos insetos de seis patas.<\/p>\n<p>Wagner conta que ele e outros pesquisadores que contribu\u00edram para o novo relat\u00f3rio pretendem ir al\u00e9m da hip\u00e9rbole, analisando o m\u00e1ximo de pesquisas poss\u00edveis referentes \u00e0 situa\u00e7\u00e3o global atual dos insetos.<\/p>\n<p>Ele explica que \u201cser\u00e1 uma avalia\u00e7\u00e3o muito mais restrita, cuidadosa e cr\u00edtica\u201d do que alguns dos relat\u00f3rios anteriores que destacavam perdas extremas em determinadas regi\u00f5es e as extrapolavam para o resto do mundo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01350329-2.webp?w=768&amp;h=512\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01350329-2.jpg?w=768&amp;h=512\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01350329-2.webp?w=1024&amp;h=682\" type=\"image\/webp\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01350329-2.jpg?w=1024&amp;h=682\" type=\"image\/jpeg\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01350329-2.webp?w=710&amp;h=473\" type=\"image\/webp\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01350329-2.jpg?w=710&amp;h=473\" type=\"image\/jpeg\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Borboleta Pontia protodice se alimenta de uma verbena, no Texas.\n\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/01350329-2.webp?w=710&amp;h=473\" alt=\"Borboleta Pontia protodice se alimenta de uma verbena, no Texas.\n\" width=\"639\" height=\"426\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Borboleta\u00a0<em>Pontia protodice<\/em>\u00a0se alimenta de uma verbena, no Texas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">ROLF NUSSBAUMER, NATURE PICTURE LIBRARY &amp;NBSP; &amp;NBSP;<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Os insetos est\u00e3o diminuindo a um ritmo alarmante? Ele diz que sim. \u00c9 mais complexo do que um colapso global iminente? A resposta tamb\u00e9m \u00e9 sim.<\/p>\n<p>Como exemplo, Forister, que estuda borboletas no oeste do Estados Unidos, aponta duas esp\u00e9cies que representam situa\u00e7\u00f5es bem diferentes.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o da borboleta-pingos-de-prata, geralmente encontrada em regi\u00f5es do sul dos Estados Unidos, M\u00e9xico e Am\u00e9rica Central, agora est\u00e1 crescendo na Calif\u00f3rnia, devido ao cultivo de seu hospedeiro na regi\u00e3o, a passiflora, uma planta ornamental popular.<\/p>\n<p>Por outro lado, a\u00a0<a href=\"http:\/\/butterfly.ucdavis.edu\/butterfly\/Euchloe\/ausonides\">borboleta\u00a0<em>Euchloe ausonides<\/em><\/a>, que cresce em plantas de mostarda invasoras, era abundante, mas sua popula\u00e7\u00e3o despencou, provavelmente devido a tr\u00eas fatores: mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, perda de\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0e agrot\u00f3xicos.<\/p>\n<p>O estudo de Forister foca especialmente em como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas afetam as borboletas. Esp\u00e9cies est\u00e3o sofrendo com inc\u00eandios florestais, estiagens e eventos clim\u00e1ticos extremos, e embora teorias anteriores postulassem que borboletas em regi\u00f5es montanhosas poderiam simplesmente subir ou descer encostas de montanhas para tirar proveito de melhores condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, parece que n\u00e3o \u00e9 bem assim, pelo menos n\u00e3o para todas as esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Outras esp\u00e9cies, incluindo a famosa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/invertebrates\/m\/monarch-butterfly\/\">borboleta-monarca<\/a>, enfrentaram os ver\u00f5es de 2011 a 2015 melhor do que o esperado, quando as condi\u00e7\u00f5es mais quentes lhes proporcionaram mais tempo para sua reprodu\u00e7\u00e3o. Mas isso n\u00e3o impediu o decl\u00ednio cont\u00ednuo das monarcas na regi\u00e3o oeste.<\/p>\n<h3><strong>Como podemos ajudar<\/strong><\/h3>\n<p>Em meio a estat\u00edsticas devastadoras, Forister e Wagner afirmam que ainda h\u00e1 esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>A Alemanha investiu quase US$ 120 milh\u00f5es para conserva\u00e7\u00e3o, monitoramento e pesquisa de insetos em 2019. A Costa Rica apoiou organiza\u00e7\u00f5es internacionais que investiram US$ 100 milh\u00f5es para inventariar e sequenciar por\u00e7\u00f5es do DNA de \u201ctodas as criaturas multicelulares do pa\u00eds ao longo de uma d\u00e9cada\u201d, o que ser\u00e1 particularmente importante para os incont\u00e1veis insetos tropicais desconhecidos, escreveu Wagner na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/cgi\/doi\/10.1073\/pnas.2023989118\">introdu\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0do relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Os cientistas cidad\u00e3os est\u00e3o se voluntariando para ajudar a expandir a base de conhecimento. Um aplicativo chamado iNaturalist, no qual os usu\u00e1rios podem inserir imagens para identifica\u00e7\u00e3o e categoriza\u00e7\u00e3o, est\u00e1 se tornando uma das maiores fontes de observa\u00e7\u00f5es de insetos.<\/p>\n<p>Solu\u00e7\u00f5es para os problemas gerais, como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, dependem de legisla\u00e7\u00e3o e novas pol\u00edticas, mas as pr\u00f3prias pessoas podem fazer a diferen\u00e7a pelos insetos em seus quintais, bairros e comunidades, explicam Wagner e Forister.<\/p>\n<p>Uma maneira \u00e9 reduzir o uso de agrot\u00f3xicos e herbicidas em gramados. Seria melhor ainda se as pessoas considerassem transformar parte de seu gramado em uma \u00e1rea natural. O\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0de insetos poderia aumentar em mais de 1,6 milh\u00e3o de hectares nos Estados Unidos se em cada casa, escola e parque\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/cgi\/doi\/10.1073\/pnas.2002547117\">10% de seus gramados fossem transformados<\/a>, escreveu o entomologista Akito Y. Kawahara, da Universidade da Fl\u00f3rida em Gainesville, no relat\u00f3rio do peri\u00f3dico do PNAS. Cultivar plantas nativas e limitar a ilumina\u00e7\u00e3o exterior que atrai e geralmente mata insetos noturnos.<\/p>\n<p>Algo mais simples ainda seria deixar gravetos em jardins e um pouco de terra exposta no outono para as abelhas que nidificam no solo, explica\u00a0<a href=\"http:\/\/www.uwyo.edu\/wyndd\/about-wyndd\/staff\/lusha-tronstad.html\">Lusha Tronstad<\/a>, zo\u00f3loga de invertebrados do Banco de Dados de Diversidade Natural de Wyoming, que estuda o decl\u00ednio de mamangavas e n\u00e3o participou do relat\u00f3rio. Al\u00e9m de n\u00e3o recolher as folhas antes do inverno.<\/p>\n<p>\u201cAs pessoas podem ter menos trabalho e isso beneficiar\u00e1 os insetos\u201d, ela diz.<\/p>\n<p>Tronstad tamb\u00e9m observa que o destino de uma esp\u00e9cie pode mudar rapidamente, para melhor ou para pior. A popula\u00e7\u00e3o de mamangavas\u00a0<a href=\"https:\/\/esajournals.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1002\/ecs2.3141\">diminuiu em 93%<\/a>\u00a0em apenas duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Entretanto a borboleta-azul-de-karner (<em>Plebejus melissa samuelis<\/em>), amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o, e que foi batizada pelo escritor e entomologista Vladimir Nabokov, tem respondido bem aos esfor\u00e7os de recupera\u00e7\u00e3o, diz Wagner. A pequena borboleta sofre h\u00e1 tempos com a supress\u00e3o de inc\u00eandios e o desenvolvimento residencial e comercial em seu\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0arenoso, desde as margens dos Grandes Lagos at\u00e9 a Nova Inglaterra. Os esfor\u00e7os para plantar e cultivar o tremo\u00e7o \u2013 necess\u00e1rio para os adultos e as larvas\u2013 e outros projetos de melhoria do\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0est\u00e3o ajudando.<\/p>\n<p>Pequenas mudan\u00e7as individuais, como restringir o uso de agrot\u00f3xicos no gramado, evitar\u00e3o os piores efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas? N\u00e3o, esclarece Forister. Mas far\u00e1 uma diferen\u00e7a nas popula\u00e7\u00f5es locais de insetos, e essa diferen\u00e7a conta.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Insetos s\u00e3o fundamentais para o planeta e nosso abastecimento alimentar, e cientistas afirmam que todos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":140134,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/inseto.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Insetos s\u00e3o fundamentais para o planeta e nosso abastecimento alimentar, e cientistas afirmam que todos","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140133"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=140133"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140133\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":140136,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/140133\/revisions\/140136"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/140134"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=140133"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=140133"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=140133"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}