{"id":139901,"date":"2021-01-15T12:00:40","date_gmt":"2021-01-15T15:00:40","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=139901"},"modified":"2021-01-15T10:05:41","modified_gmt":"2021-01-15T13:05:41","slug":"porco-selvagem-de-45-mil-anos-e-a-arte-rupestre-figurativa-mais-antiga-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/porco-selvagem-de-45-mil-anos-e-a-arte-rupestre-figurativa-mais-antiga-do-mundo\/","title":{"rendered":"Porco selvagem de 45 mil anos \u00e9 a arte rupestre figurativa mais antiga do mundo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-139902\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>H\u00e1 cerca de 45 mil anos, na ilha indon\u00e9sia de Sulawesi, antigos humanos entraram em uma\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/cavernas\">caverna<\/a>\u00a0e rabiscaram a forma redonda de um porco nativo, incluindo verrugas na cara e pelos nas costas.\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arqueologos\">Arque\u00f3logos<\/a>\u00a0agora acreditam que esse su\u00edno \u00e9 o desenho de uma criatura mais antigo j\u00e1 descoberto em qualquer lugar do mundo.<\/p>\n<p>Em um estudo\u00a0publicado esta semana\u00a0na\u00a0<em>Science Advances<\/em>, a imagem do desenho mostra o\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/animais-pre-historicos\">animal<\/a>\u00a0aparentemente observando outros dois porcos cujas ilustra\u00e7\u00f5es n\u00e3o foram terminadas. Os contornos de duas m\u00e3os humanas est\u00e3o posicionados na traseira do porco, e um peda\u00e7o com pelos no meio disso parece indicar uma quarta criatura.<\/p>\n<p>A pintura, feita com tra\u00e7os de ocre vermelho nas paredes internas da caverna, foi descoberta em dezembro de 2017 pelo\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arqueologos\">arque\u00f3logo<\/a>\u00a0local\u00a0Basran Bruhan, hoje um estudante de Ph.D. na Universidade Griffith, na Austr\u00e1lia. Ele liderou uma pequena equipe em uma busca por vest\u00edgios de atividades humanas em\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/cavernas\">cavernas<\/a>\u00a0no sul de Sulawesi quando descobriu a arte rupestre do porco em um local conhecido como Leang Tedongnge.<\/p>\n<p>De acordo com\u00a0Adam Brumm, o autor principal do novo estudo e arque\u00f3logo na Universidade Griffith, o antigo desenho su\u00edno pode estar revelando o pr\u00eamio de uma ca\u00e7ada importante.<\/p>\n<p>\u201cEles s\u00e3o porcos muito, muito pequenos, mas esses antigos artistas os retrataram como\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/animais-pre-historicos\">animais<\/a>\u00a0gordos, o que eu imagino ter algo a ver com o interesse deles em matar os maiores e mais gordos porcos que pudessem encontrar, que trouxessem a maior quantidade de carne e prote\u00edna\u201d, diz Brumm.<\/p>\n<p>Embora a pintura rec\u00e9m-encontrada seja a obra de arte mais antiga do mundo a mostrar uma figura, ela n\u00e3o \u00e9 necessariamente a obra de arte mais antiga. \u201cDepende da defini\u00e7\u00e3o de arte que voc\u00ea usar\u201d, disse o coautor do estudo\u00a0Maxime Aubert, tamb\u00e9m\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arqueologos\">arque\u00f3logo<\/a>\u00a0da Universidade Griffith. Alguns vest\u00edgios incrivelmente antigos de criatividade podem ter sido identificados recentemente, incluindo um desenho de\u00a073 mil anos com formato de jogo da velha\u00a0na \u00c1frica do Sul que alguns creem tratar-se do desenho mais antigo conhecido.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-166700\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/pinturas_rupestres.jpg\" sizes=\"(max-width: 710px) 100vw, 710px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/pinturas_rupestres.jpg 710w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/pinturas_rupestres-300x263.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"562\" \/><figcaption>A pintura rupestre\u00a0pode representar uma cena com v\u00e1rios porcos interagindo, mas a eros\u00e3o escondeu a maior parte dos corpos dos outros animais\u00a0\u2013 \u00e9\u00a0poss\u00edvel que fossem tr\u00eas criaturas.<br \/>\nFOTO DE\u00a0<strong>AA OKTAVIANA<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p>Mas as pinturas de porco descobertas agora realmente engordam a rica tradi\u00e7\u00e3o de pinturas rupestres descobertas por toda a Indon\u00e9sia. Apenas em Sulawesi, cientistas identificaram imagens em cerca de 300\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/cavernas\">cavernas<\/a>\u00a0ao longo dos \u00faltimos 70 anos. Isso incluiu a agora segunda pintura rupestre figurativa mais antiga do mundo \u2013 uma cena de 44 mil anos que mostra a adrenalina de uma ca\u00e7a na antiguidade, com dois humanoides de cinco a 10 cent\u00edmetros perseguindo porcos e parentes pequenos de b\u00fafalos.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie de descobertas na Indon\u00e9sia come\u00e7ou a mudar o pensamento de cientistas sobre onde, quando e como as primeiras fa\u00edscas de criatividade humana come\u00e7aram a aparecer, diz Aubert, derrubando a vis\u00e3o euroc\u00eantrica do mundo de que pinturas sofisticadas come\u00e7aram a aparecer apenas depois que humanos chegaram \u00e0 Europa.<\/p>\n<h3><strong>Primeiras obras de arte<\/strong><\/h3>\n<p>Para determinar quando a pintura do porco grande foi criada, uma equipe internacional de cientistas analisou ur\u00e2nio radioativo, um elemento que se forma naturalmente em pedras calc\u00e1rias. \u00c0 medida que a \u00e1gua escorre pela caverna, ela dissolve peda\u00e7os de calc\u00e1rio e seu ur\u00e2nio, depositando os dois em pequenas camadas pelas paredes da\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/cavernas\">caverna<\/a>. Como o ur\u00e2nio decai para t\u00f3rio a um per\u00edodo conhecido, cientistas conseguem estimar uma idade m\u00ednima para a pintura analisando a quantidade relativa desses dois elementos.<\/p>\n<p>Os pesquisadores usaram um pequeno cinzel para remover uma quantidade de minerais depositados na perna traseira da figura de porco mais completa para fazer a data\u00e7\u00e3o por ur\u00e2nio-t\u00f3rio, e os resultados indicam que a pintura tem pelo menos 45.500 anos. \u00c9 poss\u00edvel que ela seja ainda mais antiga, j\u00e1 que o m\u00e9todo faz a data\u00e7\u00e3o dos dep\u00f3sitos minerais que ficam sobre o desenho e n\u00e3o da pr\u00f3pria pintura.<\/p>\n<p>Sem a data\u00e7\u00e3o dos outros elementos presentes na cena, os autores ainda n\u00e3o conseguem confirmar se o mural foi criado todo de uma vez. Um dos porcos desenhados pela metade apresenta dois pigmentos de cor diferentes \u2013 pesquisadores dizem que isso pode indicar que a pintura foi feita em diferentes per\u00edodos.<\/p>\n<p>O co-autor do estudo\u00a0Adhi Agus Oktaviana, pesquisador da Pusat Penelitian Arkeologi, em Jacarta, Indon\u00e9sia, conta que passou a respeitar ainda mais os antigos artistas depois de redesenhar digitalmente as pinturas atrav\u00e9s de fotografias.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-166701\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/caverna.jpg\" sizes=\"(max-width: 710px) 100vw, 710px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/caverna.jpg 710w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/caverna-300x200.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" \/><figcaption>Leang Tedongnge, a caverna onde a pintura rupestre\u00a0foi encontrada, fica \u00e0 beira de um vale exuberante, cercado por penhascos rochosos.<br \/>\nFOTO DE\u00a0<strong>AA OKTAVIANA<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cEu acho que \u00e9 incr\u00edvel. Eu acho que eles sabiam exatamente como usar as ferramentas para desenhar e como compor o painel\u201d, diz Oktaviana, que tamb\u00e9m \u00e9 estudante Ph.D. na Universidade Griffith.<\/p>\n<p>Esses vest\u00edgios de arte t\u00e3o antigos refletem uma mudan\u00e7a vital na maneira como nossos ancestrais lidavam com o meio ambiente e a paisagem, diz\u00a0April Nowell,\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/arqueologos\">arque\u00f3loga<\/a>\u00a0do Paleol\u00edtico na Universidade de Victoria na Col\u00fambia Brit\u00e2nica, que n\u00e3o estava envolvida no estudo. \u201cEles est\u00e3o imbuindo o lugar deles com significados, signific\u00e2ncia, talvez dimens\u00e3o simb\u00f3lica\u201d, diz ela.<\/p>\n<p>O novo estudo da\u00a0<em>Science Advances<\/em>\u00a0tamb\u00e9m documenta a idade de outra pintura de porco em uma\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/cavernas\">caverna<\/a>\u00a0pr\u00f3xima \u2013 Leang Balangajia 1 \u2013, descoberta pela equipe em uma expedi\u00e7\u00e3o de 2018 e datada de 32 mil anos atr\u00e1s. Atividades humanas na ilha de Sulawesi j\u00e1 foram anteriormente confirmadas pela presen\u00e7a de ferramentas para processar ocre enterrada em camadas de sedimentos datadas de pelo menos 40 mil anos atr\u00e1s no s\u00edtio arqueol\u00f3gico\u00a0Leang Bulu Bettue, tamb\u00e9m pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 poss\u00edvel que eles estivessem usando pigmentos para criar arte rupestre, mas n\u00e3o pudemos fazer uma conex\u00e3o direta entre as [ferramentas] e as pinturas propriamente ditas\u201d, diz Brumm. Mesmo assim, dada a quantidade de pinturas rupestres de idade semelhante encontradas na regi\u00e3o, Brumm acredita que uma conex\u00e3o seja poss\u00edvel.<\/p>\n<h3><strong>Mudan\u00e7a de paradigma<\/strong><\/h3>\n<p>At\u00e9 recentemente, boa parte da discuss\u00e3o acad\u00eamica sobre pinturas rupestres sofisticadas estava centralizada na Europa. Os enormes\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.ambientebrasil.com.br\/tag\/animais-pre-historicos\">animais<\/a>\u00a0desenhados nas\u00a0paredes da caverna Chauvet-Pont-d\u2019Arc, no sul da Fran\u00e7a, datam de cerca de 36 mil anos atr\u00e1s. A manada de bis\u00f5es\u00a0dan\u00e7ando no teto da caverna Altamira, na Espanha, \u00e9 do mesmo per\u00edodo. E a\u00a0multid\u00e3o de m\u00e3os levantadas e discos vermelhos\u00a0na caverna Castillo, tamb\u00e9m na Espanha, foram pintados h\u00e1 mais de 40,8 mil anos.<\/p>\n<p>Mas, em 2014, uma equipe que inclu\u00eda Aubert e Brumm mudou o roteiro quando\u00a0anunciou a descoberta de pinturas rupestres\u00a0em Sulawesi datadas de pelo menos 39 mil anos atr\u00e1s. At\u00e9 ent\u00e3o,\u00a0presumia-se que os desenhos tinham no m\u00e1ximo 12 mil anos de idade.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-166702\" src=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/vista_interna_da_caverna.jpg\" sizes=\"(max-width: 710px) 100vw, 710px\" srcset=\"https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/vista_interna_da_caverna.jpg 710w, https:\/\/cdn.noticias.ambientebrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/vista_interna_da_caverna-300x200.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"427\" \/><figcaption>Os cientistas descobriram a obra de arte na parede posterior da caverna, posicionada bem acima do solo.<br \/>\nFOTO DE\u00a0<strong>AA OKTAVIANA<\/strong><\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cIsso realmente corr\u00f3i a ideia da Europa ser a escola final da evolu\u00e7\u00e3o humana\u201d, diz Norwell. Apesar da criatura rec\u00e9m-datada ser apenas um pouco mais velha que as outras recordistas anteriores, sua descoberta coloca ainda mais profundidade na arte criada na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cAlgumas pessoas podem dizer que \u00e9 apenas mais um porco\u201d, diz Norwell. \u201cMas esse n\u00e3o \u00e9 o ponto, ele realmente fala sobre uma mudan\u00e7a sustentada de comportamento.\u201d<\/p>\n<p>O maior n\u00famero de descobertas na Indon\u00e9sia sugere a possibilidade de uma arte complexa ter se desenvolvido independente da Europa e da \u00c1sia, diz Aubert. Ou, talvez, humanos j\u00e1 tinham a capacidade para criar obras de arte como essas quando sa\u00edram da \u00c1frica, \u201ce agora estamos encontrando vest\u00edgios disso por todos os lugares.\u201d<\/p>\n<p>A idade na arte rupestre descoberta agora come\u00e7a a preencher um vazio de 20 mil anos no registro arqueol\u00f3gico, quando antigos humanos passeavam pelas ilhas do que s\u00e3o hoje Austr\u00e1lia e Indon\u00e9sia. Escava\u00e7\u00f5es recentes no norte da Austr\u00e1lia revelam a presen\u00e7a de humanos modernos por l\u00e1 h\u00e1 pelo menos 65 mil anos, enquanto na Indon\u00e9sia a atividade humana parece come\u00e7ar apenas 20 mil\u00eanios depois.<\/p>\n<p>No entanto, mesmo com a nova descoberta, um v\u00e1cuo cronol\u00f3gico persiste. N\u00e3o h\u00e1 raz\u00e3o para pensar que os habitantes de Sulawesi come\u00e7aram a pintar, de repente, h\u00e1 45 mil anos, diz Aubert, completando que provavelmente tem mais obras de arte a descobrir.<\/p>\n<p>Mas uma coisa \u00e9 certa, diz Brumm: mais surpresas nos esperam. \u201cIsso simplesmente mostra quantas obras de arte ainda est\u00e3o esperando para serem encontradas nesta ilha\u201d, diz ele. \u201cEst\u00e3o escondidas embaixo dos nossos olhos.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 cerca de 45 mil anos, na ilha indon\u00e9sia de Sulawesi, antigos humanos entraram em<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":139902,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/porco.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"H\u00e1 cerca de 45 mil anos, na ilha indon\u00e9sia de Sulawesi, antigos humanos entraram em","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/139901"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=139901"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/139901\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":139905,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/139901\/revisions\/139905"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/139902"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=139901"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=139901"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=139901"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}