{"id":138298,"date":"2020-12-15T17:49:27","date_gmt":"2020-12-15T20:49:27","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=138298"},"modified":"2020-12-16T08:08:12","modified_gmt":"2020-12-16T11:08:12","slug":"temperatura-alta-e-clima-seco-alteram-tempo-de-vida-de-arvores-em-florestas-tropicais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/temperatura-alta-e-clima-seco-alteram-tempo-de-vida-de-arvores-em-florestas-tropicais\/","title":{"rendered":"Temperatura alta e clima seco alteram tempo de vida de \u00e1rvores em florestas tropicais"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-138299\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Temperaturas elevadas e o clima mais seco que v\u00eam sendo registrados com maior frequ\u00eancia nos \u00faltimos anos em v\u00e1rios pa\u00edses est\u00e3o afetando a din\u00e2mica das florestas tropicais, como Amaz\u00f4nia e Mata Atl\u00e2ntica. Sob essas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, as \u00e1rvores morrem mais rapidamente.<\/p>\n<p>Em biomas nos tr\u00f3picos elas j\u00e1 crescem, em m\u00e9dia, duas vezes mais r\u00e1pido do que as de florestas temperadas e boreais e vivem menos \u2013 186 anos, em m\u00e9dia, contra 322 anos, respectivamente. As florestas tropicais \u00famidas abrigam cerca de 50% das esp\u00e9cies de animais terrestres e plantas do planeta, apesar de representarem apenas 7% da \u00e1rea terrestre mundial.<\/p>\n<p>Como a previs\u00e3o \u00e9 de que a temperatura global continue subindo \u2013 ao menos 1,5 \u00b0C acima do n\u00edvel pr\u00e9-industrial (1850-1900) nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas \u2013, isso pode provocar mudan\u00e7as nas caracter\u00edsticas de cada um desses biomas tropicais, resultando, no futuro, em altera\u00e7\u00f5es da biodiversidade e diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m deve afetar o papel que essas \u00e1rvores desempenham nos estoques de carbono (CO2), levantando preocupa\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade de absor\u00e7\u00e3o desse g\u00e1s de efeito estufa no futuro. As florestas s\u00e3o o maior reservat\u00f3rio de biomassa terrestre, principalmente as tropicais, respons\u00e1veis pela metade desse estoque.<\/p>\n<p>Para se desenvolverem, as plantas precisam de uma grande quantidade de CO2 na fase de crescimento. Com isso, acabam processando por meio da fotoss\u00edntese cerca de um quinto do total anual do carbono atmosf\u00e9rico. Assim, pequenas mudan\u00e7as no funcionamento da floresta podem alterar significativamente os n\u00edveis desse g\u00e1s.<\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio de redu\u00e7\u00e3o da longevidade ligada a efeitos clim\u00e1ticos em biomas tropicais est\u00e1 tra\u00e7ado em estudo liderado por pesquisadores brasileiros e\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/cgi\/doi\/10.1073\/pnas.2003873117\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">publicado<\/a>\u00a0<\/strong>na revista\u00a0<i>Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)<\/i>, da Academia Norte-Americana de Ci\u00eancias.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, \u201cnas plan\u00edcies tropicais quentes foram encontradas diminui\u00e7\u00f5es consistentes na longevidade das \u00e1rvores em locais secos e com temperaturas m\u00e9dias anuais acima de 25,4\u00cb?C\u201d.<\/p>\n<p>\u201cObservamos no estudo que, quando a temperatura m\u00e9dia passa dos 25,4\u00b0C, a taxa de crescimento est\u00e1 num pico, em patamar alto, e a longevidade diminui. \u00c9 um efeito al\u00e9m do esperado pela rela\u00e7\u00e3o negativa entre crescimento e longevidade das \u00e1rvores. Mas tamb\u00e9m est\u00e1 ligado \u00e0 disponibilidade h\u00eddrica. Quando o local seca, cria um estresse na planta. Ent\u00e3o ela atinge tamanhos menores e morre mais jovem, mesmo sendo uma esp\u00e9cie que poderia ficar maior\u201d, explica \u00e0\u00a0<b>Ag\u00eancia FAPESP<\/b>\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/70049\/giuliano-maselli-locosselli\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Giuliano Locosselli<\/a><\/strong>, atualmente pesquisador do Instituto de Bot\u00e2nica. Ele \u00e9 primeiro autor juntamente com\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/284\/marcos-silveira-buckeridge\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marcos Buckeridge<\/a><\/strong>, professor e diretor do Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (IB-USP), que resultou de um projeto de pesquisa\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/106687\/florestas-funcionais-biodiversidade-a-favor-das-cidades\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">apoiado pela FAPESP<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Locosselli tamb\u00e9m foi um dos autores de outra pesquisa, publicada recentemente na revista\u00a0<i>Nature Communications<\/i>, que j\u00e1 havia apontado rela\u00e7\u00e3o inversa entre a taxa de crescimento das \u00e1rvores e a longevidade, independentemente da esp\u00e9cie e do local onde se encontram (<i>leia mais em:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/reducao-da-vida-util-das-arvores-em-florestas-podera-neutralizar-ganhos-com-sequestro-de-co2\/34444\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/agencia.fapesp.br\/34444\/<\/a><\/strong><\/i>). Agora, o novo estudo coloca lupa sobre o comportamento em florestas tropicais e aponta o papel do clima e da disponibilidade h\u00eddrica nesses quadros.<\/p>\n<p>Ao ser questionado sobre como ficariam essas \u00e1rvores diante de estimativas de ag\u00eancias ligadas \u00e0s Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) de que a temperatura m\u00e9dia da Terra pode subir mais de 1,5 \u00b0C at\u00e9 2050, Buckeridge afirma que a forma de evitar um cen\u00e1rio pior para os biomas seria bloquear o aquecimento global.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, ele lembra que h\u00e1 o fen\u00f4meno da in\u00e9rcia, ou seja, mesmo se agora fossem suspensas todas as emiss\u00f5es de gases de efeito estufa que provocam o aquecimento, a temperatura ainda assim manteria a tend\u00eancia de alta por um per\u00edodo. \u201cAcho que o cen\u00e1rio dos 25,4 \u00b0C [utilizado no estudo] n\u00e3o tem mais como reverter. No ponto em que estamos \u00e9 preciso trabalhar com medidas de mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e de adapta\u00e7\u00e3o, como plantar novas \u00e1rvores\u201d, avalia o professor, que participou como autor no relat\u00f3rio especial<strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.ipcc.ch\/sr15\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mundo em Aquecimento de 1,5 \u00b0C<\/a><\/strong>, do Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7a do Clima (IPCC), da ONU.<\/p>\n<p>J\u00e1 Locosselli cita o caso da floresta do Congo, a segunda maior tropical do mundo, s\u00f3 atr\u00e1s da Amaz\u00f4nia. \u201cAtualmente ela ainda n\u00e3o \u00e9 afetada pelo efeito da temperatura, como j\u00e1 se viu na regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Mas, a partir desse grande aumento de temperatura, come\u00e7aremos a observar sinais de eleva\u00e7\u00e3o da mortalidade. Isso vai ao encontro do que vimos no nosso estudo. Sob esse ponto de vista, o cen\u00e1rio \u00e9 bastante sombrio\u201d, completa.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/public.wmo.int\/en\/resources\/united_in_science\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Documento<\/a><\/strong>\u00a0divulgado pela Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial (WMO, na sigla em ingl\u00eas) apontou que a temperatura m\u00e9dia global entre 2016 e 2020 (de janeiro a julho) est\u00e1 entre as mais quentes do que qualquer outro per\u00edodo. Atualmente, \u00e9 estimada em 1,1 \u00b0C acima da era pr\u00e9-industrial e 0,24 \u00b0C mais quente do que a m\u00e9dia global para 2011-2015. Al\u00e9m disso, dados das ag\u00eancias norte-americanas Nasa e National Oceanographic and Atmospheric Administration (NOAA) apontaram os anos de 2016 e 2019 como o primeiro e o segundo mais quentes de todos os tempos, respectivamente.<\/p>\n<p><b>Metodologia<\/b><\/p>\n<p>Para realizar o estudo\u00a0<i>Global tree-ring analysis reveals rapid decrease in tropical tree longevity with temperature<\/i>, o grupo de Locosselli e Buckeridge avaliou dados de an\u00e9is de crescimento de mais de 100 mil \u00e1rvores no mundo. Cada um desses an\u00e9is, localizados nos troncos, representa um ano de vida da planta, permitindo uma estimativa da idade das \u00e1rvores e da velocidade (taxa) de crescimento. Tamb\u00e9m foi analisado como o clima influencia no tempo de vida.<\/p>\n<p>\u201cEsses efeitos independentes da temperatura e da disponibilidade de \u00e1gua na longevidade das \u00e1rvores nos tr\u00f3picos s\u00e3o consistentes com as previs\u00f5es te\u00f3ricas de aumentos nas demandas evaporativas no n\u00edvel da folha sob um clima mais quente e seco, e podem explicar os aumentos observados na mortalidade de \u00e1rvores em florestas tropicais, incluindo a Amaz\u00f4nia, e mudan\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o da floresta na \u00c1frica Ocidental\u201d, escrevem os pesquisadores no artigo da PNAS.<\/p>\n<p>Segundo Buckeridge, al\u00e9m das altas temperaturas, a maior quantidade de CO2 na atmosfera contribui para acelerar a atividade metab\u00f3lica das plantas. Na \u00faltima d\u00e9cada, houve um crescimento de 1,5% ao ano nas emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, incluindo o carbono. Em grande parte foram provocadas por fontes f\u00f3sseis de energia e altera\u00e7\u00f5es no uso da terra, como o desmatamento e as queimadas, de acordo com o relat\u00f3rio<i>\u00a0<\/i>Lacuna de Emiss\u00f5es 2019, do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Meio Ambiente.<\/p>\n<p>Os pesquisadores explicam que em \u00e1reas frequentemente atingidas por queimadas a longevidade das \u00e1rvores \u00e9 consideravelmente menor. Essa vari\u00e1vel chegou a ser analisada, mas, por quest\u00f5es metodol\u00f3gicas, ficou fora do estudo.<\/p>\n<p>Neste ano, por exemplo, dois dos biomas brasileiros j\u00e1 registraram recorde de focos de inc\u00eandio, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). At\u00e9 outubro, o Pantanal teve o pior ano desde 1998, quando o instituto come\u00e7ou a monitorar focos ativos de fogo no local, e na Amaz\u00f4nia o n\u00famero de ocorr\u00eancias nos primeiros dez meses de 2020 superou o total de 2019.<\/p>\n<p><b>\u2018Trabalho de formiguinha\u2019<\/b><\/p>\n<p>O estudo liderado pelo grupo brasileiro teve a colabora\u00e7\u00e3o de pesquisadores de universidades brit\u00e2nica, como a de Leeds, alem\u00e3 e chilena. Levou cerca de quatro anos para ficar pronto e envolveu especialistas de diferentes \u00e1reas.<\/p>\n<p>\u201cEsse trabalho traz uma vis\u00e3o global, com dados, por exemplo, de bancos p\u00fablicos de pesquisa e de mais de 200 estudos cient\u00edficos. Neste sentido, seria imposs\u00edvel realiz\u00e1-lo 10, 20 anos atr\u00e1s porque n\u00e3o havia muitos estudos sobre florestas tropicais ou a rela\u00e7\u00e3o envolvendo an\u00e9is de crescimento das \u00e1rvores\u201d, enfatiza Locosselli.<\/p>\n<p>Tanto ele como Buckeridge destacam a import\u00e2ncia do desenvolvimento de pesquisas, com o apoio de institui\u00e7\u00f5es como a FAPESP e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), para o avan\u00e7o da ci\u00eancia. \u201cEsse tipo de estudo p\u00f4de ser realizado porque houve conhecimento acumulado ao longo dos anos. O trabalho de formiguinha \u00e9 o que gera a cereja do bolo\u201d, afirma Buckeridge.<\/p>\n<p>Atualmente, com o cen\u00e1rio de conten\u00e7\u00e3o de gastos p\u00fablicos, principalmente p\u00f3s-pandemia de COVID-19, est\u00e3o em discuss\u00e3o no Brasil projetos que prop\u00f5em cortes e desvincula\u00e7\u00e3o de recursos or\u00e7ament\u00e1rios destinados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia, desenvolvimento de pesquisas e novas tecnologias. Para se contrapor a essas propostas, cientistas, pesquisadores e estudiosos t\u00eam divulgado manifestos e buscado alertar para os riscos ao futuro da ci\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cAquela ci\u00eancia que \u00e0s vezes n\u00e3o entendemos e que talvez hoje tenha uma resposta local pode se unir a outras pesquisas semelhantes e dar uma resposta global amanh\u00e3. Nossa pesquisa d\u00e1 essa vis\u00e3o global\u201d, completa Locosselli.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<i>Global tree-ring analysis reveals rapid decrease in tropical tree longevity with temperature<\/i>\u00a0pode ser lido em:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/cgi\/doi\/10.1073\/pnas.2003873117\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.pnas.org\/cgi\/doi\/10.1073\/pnas.2003873117<\/a><\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Temperaturas elevadas e o clima mais seco que v\u00eam sendo registrados com maior frequ\u00eancia nos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":138299,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/arvore.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Temperaturas elevadas e o clima mais seco que v\u00eam sendo registrados com maior frequ\u00eancia nos","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/138298"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=138298"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/138298\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":138331,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/138298\/revisions\/138331"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/138299"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=138298"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=138298"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=138298"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}