{"id":137073,"date":"2020-11-14T12:30:05","date_gmt":"2020-11-14T15:30:05","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=137073"},"modified":"2020-11-13T20:53:50","modified_gmt":"2020-11-13T23:53:50","slug":"quantas-civilizacoes-extraterrestes-podem-existir-novo-levantamento-galactico-traz-uma-pista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/quantas-civilizacoes-extraterrestes-podem-existir-novo-levantamento-galactico-traz-uma-pista\/","title":{"rendered":"Quantas civiliza\u00e7\u00f5es extraterrestes podem existir? Novo levantamento gal\u00e1ctico traz uma pista"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-1psdhlm\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-137074\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A Via L\u00e1ctea \u00e9 repleta de zonas habit\u00e1veis e cerca de metade de todas as estrelas semelhantes ao Sol hospedam planetas do tamanho da Terra que poderiam abrigar vida.<\/h2>\n<p>H\u00e1 uma boa not\u00edcia aos ca\u00e7adores de extraterrestres: mais de 300 milh\u00f5es de planetas com condi\u00e7\u00f5es semelhantes \u00e0s da Terra est\u00e3o distribu\u00eddos por toda a gal\u00e1xia da Via L\u00e1ctea. Uma\u00a0<a href=\"https:\/\/arxiv.org\/pdf\/2010.14812.pdf\">nova an\u00e1lise<\/a>\u00a0concluiu que cerca de metade das estrelas semelhantes ao Sol em nossa gal\u00e1xia hospedam planetas rochosos em zonas habit\u00e1veis onde pode haver ac\u00famulos ou escoamentos de \u00e1gua l\u00edquida na superf\u00edcie.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um resultado cient\u00edfico bastante aguardado\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/www.astro.ucsc.edu\/faculty\/index.php?uid=nabatalh\">Natalie Batalha<\/a>, astr\u00f4noma da Universidade da Calif\u00f3rnia, em Santa Cruz, que participou do novo estudo.<\/p>\n<p>A descoberta, aceita para publica\u00e7\u00e3o no peri\u00f3dico\u00a0<a href=\"https:\/\/arxiv.org\/pdf\/2010.14812.pdf\"><em>Astronomical Journal<\/em><\/a><a href=\"https:\/\/arxiv.org\/pdf\/2010.14812.pdf\">,<\/a>\u00a0fixa um n\u00famero crucial utilizando a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/news\/2014\/6\/140630-drake-equation-50-years-later-aliens-science\/#:~:text=The%20Drake%20equation%2C%20formulated%20in,Way%20have%20raised%20the%20odds.\">equa\u00e7\u00e3o de Drake<\/a>. Concebida por meu pai, Frank Drake, em 1961, a equa\u00e7\u00e3o fornece um sistema para\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/phenomena\/2014\/05\/21\/the-most-vexing-variable-in-the-search-for-e-t\/\">calcular a quantidade de civiliza\u00e7\u00f5es detect\u00e1veis na Via L\u00e1ctea<\/a>. Agora, as primeiras vari\u00e1veis da f\u00f3rmula \u2014 como a taxa de produ\u00e7\u00e3o de estrelas semelhantes ao Sol, a propor\u00e7\u00e3o dessas estrelas que possui planetas em sua \u00f3rbita e a quantidade de planetas habit\u00e1veis por sistema estelar \u2014 passaram a ser conhecidas.<\/p>\n<p>A quantidade de estrelas semelhantes ao Sol com planetas semelhantes \u00e0 Terra \u201cpoderia ser um em mil, ou um em um milh\u00e3o \u2014 ningu\u00e9m sabia ao certo\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/www.seti.org\/our-scientists\/seth-shostak\">Seth Shostak<\/a>, astr\u00f4nomo do Instituto de Busca de Intelig\u00eancia Extraterrestre (Seti, na sigla em ingl\u00eas) que participou do novo estudo.<\/p>\n<p>Os astr\u00f4nomos estimaram a quantidade desses planetas utilizando dados da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/2019\/03\/nasa-dear-kepler-how-exoplanet-hunting-opened-up-universe\/\">sonda Kepler de ca\u00e7a a planetas<\/a>. Durante nove anos, a Kepler captou imagens de estrelas e observou as breves cintila\u00e7\u00f5es produzidas pelo escurecimento da luminosidade de uma estrela devido aos planetas em sua \u00f3rbita. Ao fim da miss\u00e3o em 2018, a\u00a0<a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/docs\/counts_detail.html\">Kepler havia identificado cerca de 2,8 mil exoplanetas<\/a>\u00a0\u2014 muitos deles bem diferentes dos planetas que orbitam o nosso Sol.<\/p>\n<p>Mas o principal objetivo da Kepler sempre foi determinar se s\u00e3o comuns planetas como a Terra. O c\u00e1lculo contou com a ajuda da\u00a0<a href=\"https:\/\/sci.esa.int\/web\/gaia\">sonda Gaia<\/a>, da Ag\u00eancia Espacial Europeia, que monitora estrelas pela gal\u00e1xia. Com a disponibilidade das observa\u00e7\u00f5es de Gaia, os cientistas puderam finalmente determinar que a Via L\u00e1ctea \u00e9 povoada por centenas de milh\u00f5es de planetas do tamanho da Terra que orbitam estrelas semelhantes ao Sol \u2014 e que o mais pr\u00f3ximo provavelmente encontra-se a uma dist\u00e2ncia m\u00e1xima de 20 anos-luz do sistema solar.<\/p>\n<h3><strong>Mais perto de um contato<\/strong><\/h3>\n<p>A equa\u00e7\u00e3o de Drake utiliza sete vari\u00e1veis para estimar a quantidade de civiliza\u00e7\u00f5es detect\u00e1veis na Via L\u00e1ctea. Considera fatores como a propor\u00e7\u00e3o de estrelas semelhantes ao Sol com sistemas planet\u00e1rios e a quantidade de planetas habit\u00e1veis em cada um desses sistemas. A partir desses dados, considera com que frequ\u00eancia surge a vida em planetas com condi\u00e7\u00f5es prop\u00edcias e com que frequ\u00eancia essas formas de vida acabam desenvolvendo tecnologias detect\u00e1veis. A equa\u00e7\u00e3o pressup\u00f5e originalmente a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica por vida inteligente em planetas que orbitam estrelas semelhantes ao Sol.<\/p>\n<p>\u201cQuando os astr\u00f4nomos fazem alus\u00e3o \u00e0 busca por esses planetas, est\u00e3o na verdade se referindo \u00e0 equa\u00e7\u00e3o de Drake\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/sites.psu.edu\/astrowright\/jason-t-wright-assistant-professor-of-astronomy-and-astrophysics\/\">Jason Wright<\/a>, astr\u00f4nomo da Universidade Estadual da Pensilv\u00e2nia que estuda planetas possivelmente habit\u00e1veis, mas que n\u00e3o participou do novo estudo. \u201cTodos n\u00f3s temos essa equa\u00e7\u00e3o em mente ao fazer esse c\u00e1lculo.\u201d<\/p>\n<p>Os cientistas demoraram mais de meio s\u00e9culo para come\u00e7ar a quantificar os planetas que poderiam abrigar vida. Em 1961, os astr\u00f4nomos n\u00e3o tinham conhecimento de nenhum outro planeta que orbitasse uma estrela al\u00e9m do Sol \u2014 e embora teorias de forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria sugerissem que exoplanetas deveriam ser comuns, n\u00e3o havia evid\u00eancias observadas de sua exist\u00eancia. Contudo, na \u00faltima d\u00e9cada, ficou evidente que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/news\/2014\/5\/140509-exoplanets-earth-life-science-exploration-space\/\">planetas s\u00e3o extremamente comuns<\/a>, superando a quantidade de estrelas na Via L\u00e1ctea. Em m\u00e9dia, quase todas as estrelas abrigam ao menos um planeta em sua \u00f3rbita.<\/p>\n<p>Essa constata\u00e7\u00e3o foi \u201cum grande avan\u00e7o\u201d, afirma Wright. \u201cFoi o que nos indicou a possibilidade de haver in\u00fameros locais que poderiam abrigar a vida como conhecida por n\u00f3s.\u201d Mas o fator seguinte na equa\u00e7\u00e3o de Drake \u2014 a quantidade de planetas habit\u00e1veis por sistema planet\u00e1rio \u2014 foi mais dif\u00edcil de calcular, conta Batalha.<\/p>\n<h3><strong>Planetas como o nosso<\/strong><\/h3>\n<p>A Kepler identifica planetas distantes por meio da busca de varia\u00e7\u00f5es na luminosidade emitida quando planetas passam em frente \u00e0s estrelas e escurecem brevemente um pouco da luz da estrela. Dependendo do escurecimento da luz estelar e de sua intermit\u00eancia, os cientistas conseguem calcular o tamanho do planeta e o tempo de transla\u00e7\u00e3o em torno de sua estrela. Empregando essa abordagem, a Kepler detectou milhares de exoplanetas de todos os tamanhos e \u00f3rbitas. Mas o que os cientistas de fato buscavam era determinar a propor\u00e7\u00e3o de planetas como a Terra: rochosos, com clima temperado e que orbitam estrelas semelhantes ao Sol.<\/p>\n<p>Estimativas preliminares sugeriam que talvez 20% das estrelas semelhantes ao Sol possu\u00edssem um planeta que atendesse a esses crit\u00e9rios. Agora sabemos que o percentual \u00e9 mais pr\u00f3ximo de 50%, ou talvez seja ainda maior.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 mais do que eu imaginava. Sempre disse a todos que seria um em cada quatro ou um em cada cinco \u2014 mas esse resultado foi uma grata surpresa\u201d, afirma Batalha. \u201cEm m\u00e9dia, quase todas as outras estrelas semelhantes ao Sol provavelmente t\u00eam um planeta possivelmente habit\u00e1vel.\u201d<\/p>\n<p>O c\u00e1lculo da frequ\u00eancia desses planetas apresentou desafios imprevistos. As estrelas observadas pela Kepler eram mais ativas do que pressuposto pelos cientistas e produziam sinais que podiam imitar ou ocultar ind\u00edcios de planetas que as atravessassem. A pr\u00f3pria sonda era bastante complexa e exigia manobras peri\u00f3dicas que dificultavam as observa\u00e7\u00f5es, sobretudo ap\u00f3s a falha de algumas pe\u00e7as cruciais respons\u00e1veis pela estabilidade das imagens.<\/p>\n<p>Para chegar \u00e0 sua conclus\u00e3o, Batalha e seus colegas associaram dados das sondas Kepler e\u00a0<a href=\"https:\/\/sci.esa.int\/web\/gaia\">Gaia<\/a>, que monitora e descreve um bilh\u00e3o de estrelas pr\u00f3ximas. Foram identificados pela Kepler planetas com raios entre 0,5 e 1,5 vez o raio da Terra e provavelmente rochosos e n\u00e3o gasosos. J\u00e1 a sonda Gaia determinou as temperaturas e as dimens\u00f5es das estrelas orbitadas por esses planetas.<\/p>\n<p>Em vez de apenas utilizar a dist\u00e2ncia entre um planeta e sua estrela para determinar sua probabilidade de ser habit\u00e1vel, a equipe calculou a quantidade de energia alcan\u00e7ada em cada um desses planetas. A partir desse c\u00e1lculo, a equipe selecionou os planetas onde as temperaturas permitiam a exist\u00eancia de \u00e1gua l\u00edquida na superf\u00edcie.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s determinar o tamanho da amostra de planetas rochosos e temperados conhecidos na \u00f3rbita de estrelas semelhantes ao Sol, a equipe p\u00f4de estimar quantos deles existem em toda a gal\u00e1xia. Foi calculado que entre 37% e 60% das estrelas semelhantes ao Sol na Via L\u00e1ctea t\u00eam um planeta temperado, do tamanho da Terra \u2014 e utilizando um c\u00e1lculo mais flex\u00edvel da energia necess\u00e1ria para um planeta ser temperado, foi determinado que entre 58% e 88% das estrelas semelhantes ao Sol poderiam ter um planeta assim.<\/p>\n<p>Logicamente, h\u00e1 muitos fatores que indicam se um planeta na zona habit\u00e1vel de fato abriga vida. Caracter\u00edsticas planet\u00e1rias como campos magn\u00e9ticos, atmosferas, teor de \u00e1gua e placas tect\u00f4nicas desempenham um papel nessa determina\u00e7\u00e3o e s\u00e3o dif\u00edceis de observar em planetas pequenos e distantes.<\/p>\n<p>Ainda assim, \u201cesse artigo contribui bastante para identificar exatamente quantos planetas podem abrigar vida\u201d, afirma Wright. \u201cE, ap\u00f3s calcular a dist\u00e2ncia mais prov\u00e1vel at\u00e9 os planetas mais pr\u00f3ximos com essas caracter\u00edsticas, eles podem ser considerados nossos vizinhos celestiais.\u201d O planeta mais pr\u00f3ximo est\u00e1 provavelmente a uma dist\u00e2ncia m\u00e1xima de 20 anos-luz e quatro outros desses planetas, a 33 anos-luz.<\/p>\n<h3><strong>De zona habit\u00e1vel a civiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Agora que os astr\u00f4nomos t\u00eam uma boa no\u00e7\u00e3o de quantos planetas semelhantes \u00e0 Terra est\u00e3o distribu\u00eddos pela gal\u00e1xia, podem continuar utilizando as vari\u00e1veis da equa\u00e7\u00e3o de Drake. Muitos dos fatores restantes s\u00e3o dif\u00edceis de determinar, incluindo inc\u00f3gnitas cruciais como a probabilidade de haver avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos produzidos por extraterrestres e pass\u00edveis de detec\u00e7\u00e3o por n\u00f3s e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/phenomena\/2014\/05\/21\/the-most-vexing-variable-in-the-search-for-e-t\/\">a janela de detec\u00e7\u00e3o poss\u00edvel de tais civiliza\u00e7\u00f5es<\/a>.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o pendente \u00e9 se os cientistas devem incluir estrelas que n\u00e3o sejam semelhantes ao Sol, j\u00e1 que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/news\/2017\/02\/seven-planets-not-aliens-nasa-earth-space-science\/\">v\u00e1rios planetas do tamanho da Terra<\/a>\u00a0foram encontrados\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/news\/2016\/08\/earth-mass-planet-proxima-centauri-habitable-space-science\/\">na \u00f3rbita de estrelas menores e mais frias<\/a>. E talvez devessem ser considerados corpos celestes diferentes de planetas \u2014 embora muitos dos planetas identificados pela Kepler sejam grandes e gasosos, \u201celes poderiam ter\u00a0<a href=\"https:\/\/starwars.fandom.com\/wiki\/Endor\">luas cobertas por florestas como Endor<\/a>\u201d do filme\u00a0<em>Star Wars,<\/em>\u00a0ou talvez algo como\u00a0<a href=\"https:\/\/james-camerons-avatar.fandom.com\/wiki\/Pandora\">Pandora<\/a>, do filme\u00a0<em>Avatar<\/em>\u201d, afirma Wright<\/p>\n<p>Os astr\u00f4nomos est\u00e3o incrivelmente perto de descobrir o pr\u00f3ximo fator da equa\u00e7\u00e3o: a propor\u00e7\u00e3o de planetas habit\u00e1veis em que surge a vida. \u00c0 medida que continuamos a explorar nosso sistema solar, constatamos que a lista de nichos habit\u00e1veis \u00e9 longa e diversificada. Planetas como Marte ou Europa, a lua gelada de J\u00fapiter, poderiam abrigar vida microbiana e at\u00e9 mesmo as nuvens t\u00f3xicas sobre V\u00eanus poderiam conter formas de vida.<\/p>\n<p>\u201cSe a vida surgiu mais de uma vez no sistema solar\u201d, afirma Wright, \u201cesse c\u00e1lculo permite chegar bastante rapidamente a um n\u00famero\u201d.<\/p>\n<p>Encontrar um \u00fanico exemplo de vida fora da Terra provaria que a biologia n\u00e3o \u00e9 um acaso c\u00f3smico, mas sim um resultado prov\u00e1vel, contanto que existam os ingredientes certos. E diante da quantidade de zonas habit\u00e1veis no cosmos, muitos astr\u00f4nomos afirmam que a vida \u00e9 basicamente inevit\u00e1vel.<\/p>\n<p>Mas essas \u00faltimas vari\u00e1veis na equa\u00e7\u00e3o de Drake \u2014 as vari\u00e1veis que revelar\u00e3o se a Terra \u00e9 o lar dos \u00fanicos organismos com conhecimentos tecnol\u00f3gicos da gal\u00e1xia \u2014 permanecer\u00e3o inc\u00f3gnitas at\u00e9 que,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/phenomena\/2014\/05\/21\/the-most-vexing-variable-in-the-search-for-e-t\/\">como diz meu pai<\/a>, possam ser ouvidos os murm\u00farios de planetas extraterrestres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Via L\u00e1ctea \u00e9 repleta de zonas habit\u00e1veis e cerca de metade de todas as<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":137074,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/voador.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A Via L\u00e1ctea \u00e9 repleta de zonas habit\u00e1veis e cerca de metade de todas as","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137073"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=137073"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137073\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/137074"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=137073"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=137073"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=137073"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}