{"id":136802,"date":"2020-11-10T10:12:31","date_gmt":"2020-11-10T13:12:31","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=136802"},"modified":"2020-11-10T10:18:17","modified_gmt":"2020-11-10T13:18:17","slug":"slow-living-por-que-a-filosofia-de-viver-de-forma-desacelerada-ganhou-forca-diante-de-tantas-incertezas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/slow-living-por-que-a-filosofia-de-viver-de-forma-desacelerada-ganhou-forca-diante-de-tantas-incertezas\/","title":{"rendered":"Slow living: por que a filosofia de viver de forma desacelerada ganhou for\u00e7a diante de tantas incertezas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/laser.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-136803\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/laser-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/laser-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/laser.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Uma\u00a0<a href=\"https:\/\/casavogue.globo.com\/Interiores\/Ambientes\/noticia\/2020\/05\/11-coisas-que-devem-mudar-na-casa-apos-pandemia-do-covid-19.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">pandemia<\/a>\u00a0se fez necess\u00e1ria para reduzir a velocidade do planeta. Restringir deslocamentos, rever velhos h\u00e1bitos e voltar o olhar para dentro de si \u2013 e\u00a0para o outro \u2013 foram alguns dos inesperados impactos causados pelo novo coronav\u00edrus. Ato cont\u00ednuo, serviram como ensejo para a busca da t\u00e3o almejada qualidade de vida, por vezes relegada a segundo plano. Sentida, sobretudo, por aqueles como privil\u00e9gio de permanecer em casa durante o per\u00edodo de distanciamento social, a inevit\u00e1vel desacelera\u00e7\u00e3o dos dias apresentou muita gente ao\u00a0<em>slow living<\/em>\u00a0(vida lenta, em tradu\u00e7\u00e3o livre), conceito que se contrap\u00f5e \u00e0 supervaloriza\u00e7\u00e3o do ritmo fren\u00e9tico t\u00e3o caro \u00e0 sociedade moderna.<\/p>\n<div id=\"pub-materia-2\" class=\"adv adv-article \" data-advertising=\"0\" data-advertising-status=\"complete\" data-google-query-id=\"CKvckNGF-OwCFeMwuQYdp0cBdQ\"><\/div>\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/E3S7EUG_x965EkhLvY0CSH4bN6I=\/smart\/e.glbimg.com\/og\/ed\/f\/original\/2020\/09\/01\/slow-living-por-que-a-filosofia-de-viver-de-forma-desacelerada-ganhou-forca-diante-de-tantas-incertezas_-02.jpg\" alt=\"Slow living: por que a filosofia de viver de forma desacelerada ganhou for\u00e7a diante de tantas incertezas (Foto: Arquivo pessoal)\" width=\"640\" height=\"883\" \/><figcaption>No s\u00edtio Iandeva, em Piracaia, SP, a arquiteta Elena Caldini, seu marido e mais dois casais de amigos encontraram sua maneira de desacelerar: est\u00e3o montando um empreendimento para turismo rural sustent\u00e1vel<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nascido na It\u00e1lia, o movimento originou-se como ativista Carlo Petrini, que protestava contra a abertura de um\u00a0<a href=\"https:\/\/casavogue.globo.com\/LazerCultura\/Restaurantes\/noticia\/2020\/07\/como-um-historico-restaurante-parisiense-adaptou-seu-interior-para-um-mundo-pos-coronavirus.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">restaurante<\/a>\u00a0<em>fast food<\/em>\u00a0em Roma, em 1986, enquanto reivindicava o enaltecimento do ato de comer por meio da\u00a0<a href=\"https:\/\/casavogue.globo.com\/Casa-Vogue-Experience\/noticia\/2019\/10\/qual-o-papel-da-gastronomia-na-preservacao-ambiental.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">alimenta\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel<\/a>, justa e consciente. O\u00a0<em>slow food<\/em>\u00a0prega o respeito aos produtores locais e ao tempo da natureza. N\u00e3o demorou a abra\u00e7ar outras vertentes, entre eles a moda (<em>slow fashion<\/em>), a medicina (<em>slow medicine<\/em>) e o urbanismo (<em>slow cities<\/em>), como explica Carl Honor\u00e9, autor de<em>\u00a0Devagar: Como um Movimento Mundial Est\u00e1 Desafiando o Culto da Velocidade\u00a0<\/em>(Record, 350 p\u00e1gs.) e refer\u00eancia do pensamento\u00a0<em>slow<\/em>. \u201c\u00c9 uma revolu\u00e7\u00e3o cultural contra a no\u00e7\u00e3o de que mais r\u00e1pido \u00e9 sempre melhor. Isso n\u00e3o significa adotar um ritmo de lesma\u201d, ressalta. \u201cTrata-se de encontrar o andamento certo, apreciando o tempo em vez de apenas cont\u00e1-lo. Fazer tudo da melhor maneira poss\u00edvel, em vez de o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. \u00c9 uma quest\u00e3o de qualidade e n\u00e3o de quantidade, seja em qual \u00e2mbito for\u201d, define.<\/p>\n<div id=\"pub-materia-3\" class=\"adv adv-article halfpage\" data-advertising=\"0\" data-advertising-status=\"waiting\"><\/div>\n<blockquote><p>&#8220;Para alguns, adotar uma cad\u00eancia moderada implica afastar-se da cidade. Outros atingem o equil\u00edbrio ao ajustar prioridades. Para o slow living, o\u00a0 importante \u00e9 conectar-se como presente, seja onde for&#8221;<\/p>\n<address>\u00a0<\/address>\n<\/blockquote>\n<p>Honor\u00e9 difunde h\u00e1 mais de 15 anos esses ensinamentos globalmente. Com quatro livros publicados em 35 idiomas, nem mesmo ele previu uma imposi\u00e7\u00e3o t\u00e3o abrupta e n\u00edtida da redu\u00e7\u00e3o de marcha, como ocorre agora. \u201cJ\u00e1 antes da Covid-19, a sociedade se encontrava em uma virada, questionando valores, revisando a rela\u00e7\u00e3o como meio ambiente e a comunidade. Isso retirou o v\u00e9u. Agora vemos o bem e o mal da estrutura dominante: injusti\u00e7a, mis\u00e9ria, desemprego\u201d, afirma. \u201cA cultura da pressa a que est\u00e1vamos acostumados nos converteu em m\u00e1quinas tarefeiras e nos desconectou de n\u00f3s mesmos e dos outros. O lado bom da experi\u00eancia soturna da pandemia \u00e9 redescobrir o prazer de passar mais tempo com seu parceiro e filhos, achar a hora certa para se dedicar a todas as atividades, a cada dia.\u201d<\/p>\n<p>Refletir sobre os s\u00edmbolos por tr\u00e1s da agita\u00e7\u00e3o pode ser a primeira provid\u00eancia a fim de frear o passo. \u201cCulturalmente, atribui-se a vida lenta ao \u00f3cio. Especialmente no Brasil, h\u00e1 um preconceito com a ideia do devagar. O brasileiro entende o\u00a0<a href=\"https:\/\/casavogue.globo.com\/Interiores\/Ambientes\/noticia\/2019\/05\/bem-estar-em-casa-11-dicas-para-montar-o-seu-canto-de-relax.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">bem-estar<\/a>\u00a0como privil\u00e9gio, n\u00e3o direito\u201d, afirma Michelle Prazeres, articuladora do\u00a0<em>slow living<\/em>\u00a0em S\u00e3o Paulo. \u201cAntes de tudo, \u00e9 preciso entender que desacelerar n\u00e3o quer dizer ser moroso ou pregui\u00e7oso, mas, sim, parar e respirar. Ponderar quando a correria faz sentido. \u00c9 estar presente, com plenitude, disponibilidade e aten\u00e7\u00e3o\u201d, esclarece a jornalista e idealizadora do Desacelera SP, mobiliza\u00e7\u00e3o que agrega 90 parceiros adeptos da filosofia na capital paulista e propaga os seus preceitos.<\/p>\n<div id=\"pub-materia-4\" class=\"adv adv-article \" data-advertising=\"0\" data-advertising-status=\"complete\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/85042905\/casavogue\/LazerCultura\/materia_5__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p><strong>O VALOR DA PAUSA<\/strong><br \/>\nCultivar uma postura flex\u00edvel como presente, a cidade e os outros: eis a premissa b\u00e1sica para escapar da l\u00f3gica\u00a0<em>fast<\/em>. Soa descomplicado, mas dispor de tempo para contestar a pr\u00f3pria rela\u00e7\u00e3o com o tempo pressup\u00f5e algumas camadas de desconstru\u00e7\u00e3o. \u201cEnquanto vivermos numa sociedade pautada pela prosperidade, tivermos empresas preocupadas com produtividade e indiv\u00edduos com o seu sustento, essa escolha ser\u00e1 para poucos. Quanto mais marcadores sociais, menores as chances de algu\u00e9m sair desse ciclo\u201d, diz Michelle. \u201cTemos de encarar essa agenda coletivamente para recobrar nossa humanidade. N\u00e3o existe somente um jeito de viver, nem um \u00fanico padr\u00e3o de consumo.\u201d<\/p>\n<p>A batida vertiginosa imposta pelo trabalho tende a constituir uma das principais amarras. N\u00e3o \u00e0 toa, a s\u00edndrome de Burnout, ou esgotamento profissional, entrou em 2019 para a Classifica\u00e7\u00e3o Internacional de Doen\u00e7as da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). O diagn\u00f3stico afeta mais de 33 milh\u00f5es de brasileiros, segundo estudo da International Stress Management Association. \u201cNuma sociedade produtivista, a acelera\u00e7\u00e3o visa extrair das pessoas o m\u00e1ximo que elas podem entregar. Somos mais bem-vistos quando expressamos uma rotina corrida. \u00c9 um discurso banal, mas que fala de status e de sucesso\u201d, analisa o terapeuta Alexandre Coimbra Amaral. \u201cA parte mais sombria diz respeito \u00e0s emo\u00e7\u00f5es. Isso est\u00e1 correlacionado com a epidemia de depress\u00e3o no mundo, justamente porque um peda\u00e7o nosso n\u00e3o se manifesta no piloto autom\u00e1tico da exist\u00eancia\u201d, reflete.<\/p>\n<div id=\"pub-materia-5\" class=\"adv adv-article \" data-advertising=\"0\" data-advertising-status=\"complete\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/85042905\/casavogue\/LazerCultura\/materia_6__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>De acordo com o psic\u00f3logo, despertar para essa evolu\u00e7\u00e3o na mentalidade passa pela cl\u00e1ssica m\u00e1xima do desfrutar aqui e agora. Ele explica: \u201cO\u00a0<em>slow living<\/em>\u00a0oferece a possibilidade de presentifica\u00e7\u00e3o. Geralmente miramos o futuro ou o passado, porque a acelera\u00e7\u00e3o nos desliga do presente, que \u00e9 a \u00fanica hora em que a vida acontece de verdade e com qualidade. Na quarentena, muitos se indagaram se a realidade de antes vale a pena. Esta \u00e9 uma pergunta essencialmente sobre autenticidade e, basicamente, n\u00e3o a fazemos em modo acelerado.\u201d<\/p>\n<p><strong>SOMOS INSTANTES<\/strong><br \/>\nA arquiteta paulistana Elena Caldini viu-se diante desse dilema quando se percebeu presa a um dia a dia alinhado aos moldes urbanos. Acordava logo cedo, sa\u00eda para trabalhar, retornava tarde da noite e preparava-se para a mesma agenda no dia seguinte e nos subsequentes. Incomodada sem saber o motivo, notava que algo em si n\u00e3o se encaixava no\u00a0<em>modus operandi<\/em>\u00a0da cidade. \u201cAos poucos, entendi que esse estilo se distanciava do meu objetivo e, principalmente, que poderia ser mais feliz sem ele. Eu me sentia numa pris\u00e3o de hor\u00e1rios e press\u00f5es que n\u00e3o eram meus, mas de outras pessoas\u201d, diz. Sem conhec\u00ea-la como tal, flertava com a filosofia\u00a0<em>slow<\/em>. \u201cSe tenho o privil\u00e9gio da escolha, por que me mantinha presa? Foi quando reconheci que os \u00edcones do mundo desenfreado\u00a0n\u00e3o ecoavam em mim.\u201d<\/p>\n<div id=\"pub-materia-6\" class=\"adv adv-article \" data-advertising=\"0\" data-advertising-status=\"complete\">\n<div id=\"google_ads_iframe_\/85042905\/casavogue\/LazerCultura\/materia_7__container__\"><\/div>\n<\/div>\n<p>A procura por dias brandos levou-a a uma redescoberta na pr\u00f3pria profiss\u00e3o. O interesse por bioconstru\u00e7\u00e3o, aflorado ainda na faculdade, aproximou-a da permacultura. Em Ubatuba, regi\u00e3o costeira de S\u00e3o Paulo, desenvolveu projetos com terra seca, manejo de\u00a0<a href=\"https:\/\/casavogue.globo.com\/Arquitetura\/noticia\/2019\/11\/arquitetura-em-bambu-6-projetos-que-mesclam-linguagem-tradicional-e-contemporanea-da-tecnica.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">bambu<\/a>\u00a0e sistemas de agricultura regenerativa. \u201cH\u00e1 quem romantize experi\u00eancias desse tipo, mas, na realidade, \u00e9 tudo bem direto. Somos bichos tamb\u00e9m, capazes de nos relacionar com a natureza de forma direta, sem idealiza\u00e7\u00f5es\u201d, afirma. Atualmente, Elena toca a estrutura\u00e7\u00e3o de um s\u00edtio colaborativo em Piracaia, interior paulista, futura morada para ela, o marido e casais de amigos, mas n\u00e3o s\u00f3. O \u201cjardim de pessoas\u201d, como gosta de chamar, oferecer\u00e1\u00a0<a href=\"https:\/\/casavogue.globo.com\/Design\/Sustentabilidade\/noticia\/2020\/07\/turismo-sustentavel-deve-transformar-o-modo-como-viajamos-ate-2040.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">turismo sustent\u00e1vel<\/a>. \u201cAcredito que, para desenvolver, precisamos decrescer. A proposta do Iandeva \u00e9 ser um santu\u00e1rio ecol\u00f3gico para receber gente, dar oficinas e proporcionar viv\u00eancias baseadas nos ciclos naturais\u201d, explica.<\/p>\n<p>Mais do que n\u00e3o sucumbir ao rel\u00f3gio, desacelerar pode significar, ainda, a retomada da ancestralidade. Esse foi o processo da psic\u00f3loga Elaine Moraes, cujo contato com outra l\u00f3gica temporal serviu de gatilho para revisitar suas origens.\u201cNa minha hist\u00f3ria, o\u00a0<em>slow living<\/em>\u00a0se traduz em um novo modo de estar no universo\u201d, diz. Com ascend\u00eancia afro-amer\u00edndia, ela mudou a chave ap\u00f3s deixar a cidade natal, Piracicaba, SP, para morar em S\u00e3o Paulo. O choque ressignificou sua identidade com tamanho impacto que ela passou a guiar-se tamb\u00e9m pelos calend\u00e1rios maia e lunar. Na selva de pedra, entendeu, enfim, quem rege o tempo: a natureza. \u201cO calend\u00e1rio romano prop\u00f5e uma perspectiva linear e progressiva baseada no futuro\u201d, pontua. \u201cJ\u00e1 os povos africanos lidam com isso de forma c\u00edclica, pautados pelas narrativas orais, pelo fluxo da natureza e pelos pr\u00f3prios antepassados. Encampei essa vis\u00e3o, que nos convida a resgatar as melhores vers\u00f5es do que fomos para viver o presente\u201d, finaliza. Na metr\u00f3pole ou fora dela, uma vida preenchida por novos significados e prop\u00f3sitos parece ser o caminho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma\u00a0pandemia\u00a0se fez necess\u00e1ria para reduzir a velocidade do planeta. 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