{"id":136659,"date":"2020-11-07T08:00:03","date_gmt":"2020-11-07T11:00:03","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=136659"},"modified":"2020-11-07T11:34:30","modified_gmt":"2020-11-07T14:34:30","slug":"emissoes-do-brasil-subiram-10-com-alta-no-desmatamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/emissoes-do-brasil-subiram-10-com-alta-no-desmatamento\/","title":{"rendered":"Emiss\u00f5es do Brasil subiram 10% com alta no desmatamento"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-136660\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>As emiss\u00f5es brasileiras de gases de efeito estufa subiram 9,6% em 2019, o primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro. O dado \u00e9 do SEEG (Sistema de Estimativas de Emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa) e foi divulgado nesta sexta-feira (6) pelo Observat\u00f3rio do Clima. No ano passado, o pa\u00eds lan\u00e7ou na atmosfera 2,17 bilh\u00f5es de toneladas brutas de di\u00f3xido de carbono equivalente (tCO<sub>2<\/sub>e), contra 1,98 bilh\u00e3o em 2018.<\/p>\n<p>O dado consolida a revers\u00e3o da tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es no Brasil, verificada entre 2004 e 2010, e sugere que o pa\u00eds n\u00e3o dever\u00e1 cumprir a meta da PNMC (Pol\u00edtica Nacional sobre Mudan\u00e7a do Clima) em 2020.<\/p>\n<p>\u201cEstamos numa contram\u00e3o perigosa. Desde 2010, ano de regulamenta\u00e7\u00e3o da lei nacional de clima, o pa\u00eds elevou em 28% a quantidade de gases de efeito estufa que despeja no ar todos os anos, em vez de reduzi-la\u201d, disse Tasso Azevedo, coordenador do SEEG. \u201cNo ritmo em que est\u00e1 e com os indicativos de que dispomos, o pa\u00eds n\u00e3o consegue cumprir a meta de 2020 e se afasta da de 2025.\u201d<\/p>\n<p>O crescimento das emiss\u00f5es no \u00faltimo ano foi puxado pelo desmatamento na Amaz\u00f4nia, que disparou no ano passado. A quantidade de gases de efeito estufa do setor de mudan\u00e7a de uso da terra subiu 23% em 2019, atingindo 968 milh\u00f5es de tCO<sub>2<\/sub>e \u2014 contra 788 milh\u00f5es em 2018. O desmatamento respondeu por 44% do total das emiss\u00f5es do pa\u00eds no ano passado. Desde a PNMC, as emiss\u00f5es por mudan\u00e7a de uso da terra cresceram 64% no Brasil, em que pese a meta da lei de reduzir o desmatamento na Amaz\u00f4nia em 80% em 2020 comparado \u00e0 m\u00e9dia entre 1996 e 2005.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-82163 lazyloaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/desmatamento-na-amazonia-cv-1024x684.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/desmatamento-na-amazonia-cv-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/desmatamento-na-amazonia-cv-300x200.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/desmatamento-na-amazonia-cv-768x513.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/desmatamento-na-amazonia-cv-696x465.jpg 696w, 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impacta nossos compromissos internacionais como amea\u00e7a a reputa\u00e7\u00e3o do nosso agroneg\u00f3cio.\u201d<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-39162 lazyloaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/pecuaria_desmatamento-1024x768.jpg\" sizes=\"(max-width: 252px) 100vw, 252px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/pecuaria_desmatamento-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/pecuaria_desmatamento-300x225.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/pecuaria_desmatamento-768x576.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/pecuaria_desmatamento-80x60.jpg 80w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/pecuaria_desmatamento-265x198.jpg 265w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/pecuaria_desmatamento-696x522.jpg 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Somando-se as emiss\u00f5es de uso da terra e agropecu\u00e1ria, o SEEG conclui que a atividade rural \u2014 seja direta ou indiretamente, por meio do desmatamento, que \u00e9 quase todo destinado \u00e0 agropecu\u00e1ria \u2014 respondeu por 72% das emiss\u00f5es do Brasil no ano passado.<\/p>\n<p>Isso significa que, ap\u00f3s dez anos de pol\u00edtica de clima, o Brasil ainda tem o mesmo tipo de curva de emiss\u00f5es de antes da ado\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica, e que as emiss\u00f5es no pa\u00eds seguem descoladas do PIB: elas cresceram quase dez vezes mais que o \u201cpibinho\u201d de 1,1% no ano passado. Isso se deve ao fato de o desmatamento ser uma atividade que n\u00e3o gera riqueza.<\/p>\n<p>\u201cOs resultados do SEEG agro mostram a crescente contribui\u00e7\u00e3o da agropecu\u00e1ria para as emiss\u00f5es nacionais. Esse cen\u00e1rio precisa ser revertido e, para isso, os sistemas de produ\u00e7\u00e3o devem adotar as boas pr\u00e1ticas de manejo e cuidar do solo, onde est\u00e1 concentrada a maior parte dos estoques de carbono. Um solo conservado produz mais e ainda estoca carbono, sendo, portanto, um dos recursos naturais mais importantes do Brasil\u201d, afirma Renata Potenza, Coordenadora de Clima e Cadeias Agropecu\u00e1rias do Imaflora.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>setor de energia<\/strong>\u00a0respondeu por 19% do total de emiss\u00f5es do Brasil. Elas tiveram um aumento discreto de 1% no ano passado, indo de 409,3 milh\u00f5es para 413,6 milh\u00f5es de tCO<sub>2<\/sub>e. Isso se deveu a um aumento no consumo de energia el\u00e9trica, que levou ao acionamento de termel\u00e9tricas a g\u00e1s mesmo num cen\u00e1rio de chuvas dentro da m\u00e9dia para as hidrel\u00e9tricas, e de um aumento no uso de diesel devido \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o do transporte de cargas, principal consumidor de combust\u00edveis f\u00f3sseis no pa\u00eds. A recupera\u00e7\u00e3o do etanol, cujo consumo retornou a n\u00edveis de antes da crise do setor em 2012, e o aumento paulatino do uso de biodiesel impediram um maior aumento das emiss\u00f5es de energia no ano passado.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-41264 lazyloaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL.jpg\" sizes=\"(max-width: 398px) 100vw, 398px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL.jpg 848w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL-300x200.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL-768x512.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL-696x464.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL-630x420.jpg 630w\" alt=\"\" width=\"398\" height=\"265\" data-srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL.jpg 848w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL-300x200.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL-768x512.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL-696x464.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL-630x420.jpg 630w\" data-src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/iStock_103235599_SMALL.jpg\" data-sizes=\"(max-width: 398px) 100vw, 398px\" \/><figcaption>Foto: iStock<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>\u201cNa gera\u00e7\u00e3o de eletricidade tamb\u00e9m houve aumento da demanda, o que causou uma eleva\u00e7\u00e3o da gera\u00e7\u00e3o por termel\u00e9tricas f\u00f3sseis, mas a gera\u00e7\u00e3o hidrel\u00e9trica, e\u00f3lica e solar teve um aumento ainda mais expressivo\u201d, disse Felipe Barcellos, analista de projetos do Instituto de Energia e Meio Ambiente. \u201cIsso acabou por barrar o aumento das emiss\u00f5es do setor, que poderia ter sido maior.\u201d<\/p>\n<p>As\u00a0<strong>emiss\u00f5es da ind\u00fastria<\/strong>, que acompanham mais de perto o PIB e as dificuldades do setor, ca\u00edram 2% \u2014 de 101 milh\u00f5es de tCO<sub>2<\/sub>e em 2018 para 99 milh\u00f5es em 2019, e representaram no ano passado 5% das emiss\u00f5es do Brasil.<\/p>\n<p>Por fim, o\u00a0<strong>setor de res\u00edduos<\/strong>\u00a0teme um crescimento tamb\u00e9m discreto, de 1,3%, indo de 94,8 milh\u00f5es de toneladas de CO<sub>2<\/sub>\u00a0equivalente em 2018 para 96,1 milh\u00f5es em 2019. Apesar de responder por apenas 4% das emiss\u00f5es nacionais, o setor tem recebido enorme aten\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, cujo ministro o considera \u201co principal problema ambiental brasileiro\u201d.<\/p>\n<p>O setor de res\u00edduos foi o \u00fanico beneficiado em 2020 com a retomada do Fundo Nacional de Mudan\u00e7a do Clima, sendo carimbado como destino dos R$ 580 milh\u00f5es depositados no fundo em 2020, ap\u00f3s sua paralisia completa por um ano e meio. \u201cHistoricamente o setor apresenta um crescimento significativo. No entanto, nos \u00faltimos anos \u00e9 poss\u00edvel uma certa estabilidade das emiss\u00f5es. Isso indica um cen\u00e1rio de manuten\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o atual, sem grandes avan\u00e7os na gest\u00e3o de res\u00edduos e no cumprimento das metas clim\u00e1ticas setoriais\u201d, disse Iris Coluna, assessora de Projetos do ICLEI \u2014 Governos Locais pela Sustentabilidade.<\/p>\n<p>As emiss\u00f5es em 2019 colocam o Brasil na\u00a0<strong>sexta posi\u00e7\u00e3o entre os maiores poluidores clim\u00e1ticos do mundo<\/strong>\u00a0\u2013 subindo para quinto lugar quando se exclui a Uni\u00e3o Europeia. As emiss\u00f5es per capita do Brasil tamb\u00e9m s\u00e3o maiores que a m\u00e9dia mundial. Em 2019 cada cidad\u00e3o brasileiro emitiu 10,4 toneladas brutas de CO<sub>2<\/sub>e, contra 7,1 da m\u00e9dia mundial.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-60822 lazyloaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-1024x768.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-300x225.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-768x576.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-80x60.jpg 80w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-265x198.jpg 265w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-696x522.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-1068x801.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-560x420.jpg 560w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838.jpg 1600w\" alt=\"S\u00e3o Paulo emiss\u00e3o CO2\" width=\"640\" height=\"480\" data-srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-300x225.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-768x576.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-80x60.jpg 80w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-265x198.jpg 265w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-696x522.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-1068x801.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-560x420.jpg 560w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838.jpg 1600w\" data-src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/12\/iStock-579234838-1024x768.jpg\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Foto: iStock<\/figcaption><\/figure>\n<p>Al\u00e9m do corte no desmatamento, em 2020, a\u00a0<strong>lei nacional de clima<\/strong>\u00a0comprometia o Brasil a reduzir suas emiss\u00f5es em 36,8% a 38,9% ao final deste ano em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 trajet\u00f3ria que se imaginava que elas fossem seguir quando a pol\u00edtica foi aprovada. O c\u00e1lculo da meta tem uma s\u00e9rie de particularidades, mas j\u00e1 em 2019 o pa\u00eds perdeu seu limite mais ambicioso e tinha emiss\u00f5es exatamente coincidentes com o limite menos ambicioso. Estimativas do SEEG indicam que, mantida em 2020 a varia\u00e7\u00e3o m\u00e9dia das emiss\u00f5es dos \u00faltimos dez anos, o pa\u00eds ultrapassar\u00e1 em cerca de 9% o limite menos ambicioso da meta.<\/p>\n<p>\u201cO pa\u00eds j\u00e1 chega devendo em 2021, ano em que deveria ter in\u00edcio o cumprimento da NDC, nossa meta nacional no Acordo de Paris\u201d, diz Marcio Astrini, secret\u00e1rio-executivo do OC. \u201cCom um governo negacionista da mudan\u00e7a clim\u00e1tica e que nem sequer entregou um plano de implementa\u00e7\u00e3o da NDC at\u00e9 agora, nossa participa\u00e7\u00e3o no Acordo de Paris se resume a uma assinatura num peda\u00e7o de papel. Isso ter\u00e1 consequ\u00eancias s\u00e9rias para a inser\u00e7\u00e3o internacional do Brasil e para nosso com\u00e9rcio exterior nos pr\u00f3ximos anos.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As emiss\u00f5es brasileiras de gases de efeito estufa subiram 9,6% em 2019, o primeiro ano<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":136660,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/co2.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"As emiss\u00f5es brasileiras de gases de efeito estufa subiram 9,6% em 2019, o primeiro ano","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136659"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=136659"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136659\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/136660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=136659"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=136659"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=136659"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}