{"id":136614,"date":"2020-11-07T07:52:22","date_gmt":"2020-11-07T10:52:22","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=136614"},"modified":"2020-11-07T07:52:22","modified_gmt":"2020-11-07T10:52:22","slug":"estados-unidos-geram-mais-lixo-plastico-que-qualquer-outro-pais-aponta-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/estados-unidos-geram-mais-lixo-plastico-que-qualquer-outro-pais-aponta-estudo\/","title":{"rendered":"Estados Unidos geram mais lixo pl\u00e1stico que qualquer outro pa\u00eds, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-1psdhlm\">Pequeno grupo de pa\u00edses asi\u00e1ticos foi amplamente culpabilizado pela crise da polui\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica, por\u00e9m novos estudos mostram a contribui\u00e7\u00e3o dos EUA.<\/h2>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--large\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Sacolas pl\u00e1sticas dos supermercados Walmart de v\u00e1rias partes dos Estados Unidos aguardando processamento em uma usina ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/us-plastic-waste-h_15182313.jpg?w=1600&amp;h=900\" alt=\"Sacolas pl\u00e1sticas dos supermercados Walmart de v\u00e1rias partes dos Estados Unidos aguardando processamento em uma usina ...\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Sacolas pl\u00e1sticas dos supermercados Walmart de v\u00e1rias partes dos Estados Unidos aguardando processamento em uma usina de reciclagem que antes era uma unidade de processamento de alimentos abandonada, em Montezuma, estado da Ge\u00f3rgia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">MELISSA GOLDEN, REDUX<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"article-cntr\">\n<div class=\"ngart__cont\" data-above-the-fold-paragraph-id=\"ArticleImageLarge\">\n<div class=\"gr-wrap ngart__group\">\n<div class=\"ngart__main-col\">\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Quando a Ag\u00eancia de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental dos Estados Unidos divulgou seu\u00a0<a href=\"https:\/\/www.epa.gov\/international-cooperation\/united-states-federal-strategy-addressing-global-issue-marine-litter\">plano<\/a>\u00a0para tratar os res\u00edduos marinhos no in\u00edcio do m\u00eas de outubro, citou cinco pa\u00edses asi\u00e1ticos \u2014 China, Indon\u00e9sia, Filipinas, Tail\u00e2ndia e Vietn\u00e3 \u2014 como respons\u00e1veis por mais da metade dos res\u00edduos pl\u00e1sticos despejados nos oceanos todos os anos.<\/p>\n<p>\u201cOs Estados Unidos t\u00eam algumas das mais bonitas praias e oceanos do mundo, e seu litoral \u00e9 incr\u00edvel\u201d, escreve o Presidente Donald Trump em letras garrafais na primeira p\u00e1gina do plano. \u201cComo presidente, vou continuar fazendo tudo o que eu puder para impedir que outros pa\u00edses transformem nossos oceanos em lix\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>O problema dessa declara\u00e7\u00e3o, afirmam os cientistas, \u00e9 que distorce as complexidades de um desafio global e contribui para um sentimento de complac\u00eancia nos Estados Unidos de que os res\u00edduos marinhos s\u00e3o um problema causado pela \u00c1sia. Agora, pesquisa publicada na revista cient\u00edfica\u00a0<a href=\"https:\/\/advances.sciencemag.org\/\"><em>Science Advances<\/em><\/a>\u00a0reanalisa o papel dos Estados Unidos como consumidor de pl\u00e1stico e conclui que o pa\u00eds ainda tem muito trabalho interno a fazer para controlar os seus res\u00edduos.<\/p>\n<p>A China pode ser o maior produtor de pl\u00e1stico do mundo, como mostra o estudo, mas os Estados Unidos s\u00e3o de longe o maior produtor de\u00a0<em>res\u00edduo<\/em>\u00a0pl\u00e1stico do mundo \u2014 tendo produzido cerca de 42 milh\u00f5es de toneladas m\u00e9tricas em 2016. O pa\u00eds norte-americano tamb\u00e9m ocupa o terceiro lugar entre os pa\u00edses costeiros em destina\u00e7\u00e3o de dejetos, lixo despejado ilegalmente e outros res\u00edduos irregulares para sua costa.<\/p>\n<p>Enquanto isso, menos de 10% dos res\u00edduos pl\u00e1sticos dos Estados Unidos s\u00e3o reciclados, e o pa\u00eds envia h\u00e1 mais de 30 anos metade dos seus pl\u00e1sticos recicl\u00e1veis para o exterior, principalmente para a China e outros pa\u00edses em desenvolvimento que n\u00e3o possuem infraestrutura para trat\u00e1-los. A pr\u00e1tica sofreu dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o somente quando a China parou de comprar rejeitos de pl\u00e1stico em 2018, como parte de uma campanha ecol\u00f3gica para limpar o pr\u00f3prio pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os autores do estudo explicam que o fizeram, em parte, porque o \u201capontar de dedos\u201d n\u00e3o tem ajudado a unir o mundo em prol de uma solu\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos reconhecer, possu\u00edmos uma grande popula\u00e7\u00e3o costeira [nos Estados Unidos]. Somos grandes consumidores e isso traz consequ\u00eancias. Precisamos deixar de ser tolos e deixar de acreditar que tudo que precisamos fazer \u00e9 impedir que os asi\u00e1ticos joguem lixo nos oceanos para que tudo fique bem\u201d, declarou\u00a0<a href=\"http:\/\/www.dsmenvironmental.com\/services\">Ted Siegler,<\/a>\u00a0economista e parceiro da DSM Environmental Services, em Windsor, Vermont, e coautor do estudo.<\/p>\n<p>A nova pesquisa n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica an\u00e1lise de como os Estados Unidos tratam os res\u00edduos pl\u00e1sticos. A Academia Nacional de Ci\u00eancias realizou sua primeira reuni\u00e3o p\u00fablica na semana passada para discutir uma\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalacademies.org\/our-work\/united-states-contributions-to-global-ocean-plastic-waste\">avalia\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0de 18 meses sobre a parcela de contribui\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos em termos de res\u00edduos pl\u00e1sticos. A avalia\u00e7\u00e3o foi encomendada pelo Congresso e deve ser conclu\u00edda no fim de 2021. Essa pesquisa est\u00e1 inclu\u00edda na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.congress.gov\/bill\/116th-congress\/senate-bill\/1982\/text\">legisla\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0que financia o programa de res\u00edduos marinhos conduzido pela Ag\u00eancia Norte-Americana de Administra\u00e7\u00e3o dos Oceanos e da Atmosfera (Noaa), que ir\u00e1 supervisionar o projeto. Na convoca\u00e7\u00e3o para a reuni\u00e3o,\u00a0<a href=\"https:\/\/response.restoration.noaa.gov\/marine-debris-program-chief-scientist-celebrates-twenty-years-noaa\">Amy Uhrin<\/a>, cientista-chefe do programa de res\u00edduos marinhos da Noaa, lembrou \u00e0 plateia, \u201cn\u00e3o \u00e9 um problema s\u00f3 do Sudeste Asi\u00e1tico\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--video ngart-img--large\">\n<div id=\"sdk-video-player-9921580981545757\" class=\"sdk-video-player\"><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__heading\"><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">Da prospec\u00e7\u00e3o ao descarte, entenda como o material \u00e9 produzido a partir de combust\u00edveis f\u00f3sseis.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<h3><strong>Narrativa da culpa<\/strong><\/h3>\n<p>Ironicamente, a narrativa asi\u00e1tica se firmou depois que alguns dos mesmos autores do novo estudo publicado na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Science Advances<\/em>\u00a0publicaram a\u00a0<a href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/347\/6223\/768\">primeira an\u00e1lise detalhada<\/a>\u00a0do problema global de res\u00edduos em 2015. Utilizando dados do Banco Mundial de 192 pa\u00edses costeiros, concluiu-se que, em m\u00e9dia, 8 milh\u00f5es de toneladas m\u00e9tricas de lixo pl\u00e1stico produzidas na costa s\u00e3o despejadas nos oceanos todos os anos. Esse n\u00famero vem sendo aceito como par\u00e2metro de refer\u00eancia.<\/p>\n<p>No estudo de 2015, os cientistas tamb\u00e9m publicaram uma tabela listando os 20 pa\u00edses que mais contribuem com res\u00edduos pl\u00e1sticos, que foi amplamente divulgada desde ent\u00e3o. Os cinco principais poluidores pl\u00e1sticos inclu\u00edam China, Indon\u00e9sia, Filipinas, Vietn\u00e3 e Tail\u00e2ndia. Os Estados Unidos ficaram em vig\u00e9simo, o \u00fanico pa\u00eds desenvolvido a aparecer na lista.<\/p>\n<p>Certamente, pa\u00edses asi\u00e1ticos e africanos em desenvolvimento que s\u00e3o muito populosos, que t\u00eam uma classe m\u00e9dia em expans\u00e3o, um apetite crescente por bens de consumo e uma estrutura de gerenciamento de res\u00edduos deficiente contribuem consideravelmente para o problema global.<\/p>\n<p>Mas\u00a0<a href=\"https:\/\/soulbuffalo.com\/about\/\">Dave Ford<\/a>, ex-executivo de publicidade, acredita que essa narrativa seja displicente. Em 2019, ele utilizou a Soul Buffalo, uma\u00a0<a href=\"https:\/\/oceanplasticsleadershipnetwork.com\/\">rede de lideran\u00e7as<\/a>\u00a0fundada por ele, para reunir gigantes da ind\u00fastria e ambientalistas na busca por solu\u00e7\u00f5es para o problema do res\u00edduo pl\u00e1stico.<\/p>\n<p>\u201cContamos com a participa\u00e7\u00e3o de 70 das maiores organiza\u00e7\u00f5es do mundo e 25 marcas\u201d, ele conta. \u201cMantemos um di\u00e1logo constante com os maiores l\u00edderes da ind\u00fastria. Mas pelo menos uma d\u00fazia de empresas dos Estados Unidos alegaram que n\u00e3o fazia sentido se juntar \u00e0 iniciativa porque o problema \u00e9, em grande parte, da \u00c1sia.\u201d<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.pewtrusts.org\/en\/about\/experts\/winnie-lau\">Winnie Lau<\/a>, cientista da Pew Charitable Trusts que n\u00e3o participou do estudo da revista cient\u00edfica\u00a0<em>Science Advances,<\/em>\u00a0afirma que o estudo \u201cesclarece a dimens\u00e3o das contribui\u00e7\u00f5es de pa\u00edses de maior renda\u00a0<em>per capita<\/em>\u00a0como os Estados Unidos para o problema global da polui\u00e7\u00e3o marinha por pl\u00e1stico\u201d. Ela conta que os resultados refor\u00e7am as conclus\u00f5es de uma\u00a0<a href=\"https:\/\/www.pewtrusts.org\/en\/research-and-analysis\/articles\/2020\/07\/23\/breaking-the-plastic-wave-top-findings\">pesquisa<\/a>\u00a0realizada pela pr\u00f3pria Pew sobre o lixo pl\u00e1stico.<\/p>\n<p>Em julho deste ano, em parceria com a SYSTEMIQ, uma assessoria ambiental sediada em Londres, a Pew projetou que a quantidade de res\u00edduo pl\u00e1stico nos oceanos deve triplicar at\u00e9 2040, a menos que o mundo tome medidas urgentes para reduzir o uso de pl\u00e1sticos e controlar o descarte.<\/p>\n<h3><strong>O novo trabalho<\/strong><\/h3>\n<p>O estudo pioneiro de 2015 sobre o pl\u00e1stico marinho n\u00e3o incluiu o descarte ilegal e a exporta\u00e7\u00e3o de lixo pl\u00e1stico. Na nova an\u00e1lise, a equipe levou em considera\u00e7\u00e3o essas a\u00e7\u00f5es, mas somente para os Estados Unidos. Eles afirmam que dados de outros pa\u00edses eram inconsistentes ou inexistentes.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o estamos tentando refazer o estudo de 2015\u201d, conta\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sea.edu\/plastics\/team\/kara_lavender_law\">Kara Lavender Law<\/a>, cientista marinha da Associa\u00e7\u00e3o de Educa\u00e7\u00e3o Marinha de Woods Hole, Massachusetts, e autora principal do novo estudo. \u201cO objetivo principal era analisar os Estados Unidos.\u201d<\/p>\n<p>No entanto, os cientistas descobriram que muitos pa\u00edses em desenvolvimento que possu\u00edam um gerenciamento de res\u00edduos deficiente no estudo de 2015, que utilizou dados de 2010, apresentaram desde ent\u00e3o melhorias no tratamento de res\u00edduos e na infraestrutura. Os cinco principais pa\u00edses asi\u00e1ticos tamb\u00e9m registraram progresso. A China, por exemplo, informou uma redu\u00e7\u00e3o de 60% na produ\u00e7\u00e3o de lixo e uma diminui\u00e7\u00e3o de 51% do lixo tratado inadequadamente, principalmente em raz\u00e3o da r\u00e1pida constru\u00e7\u00e3o de unidades de incinera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Analisando dados de 2016, a equipe descobriu que 3% de todo o res\u00edduo pl\u00e1stico gerado nos Estados Unidos foi descartado de forma inapropriada ou despejado ilegalmente na natureza. Esse percentual parece pequeno, mas considerando o volume de res\u00edduos, soma cerca de 1,25 milh\u00e3o de toneladas m\u00e9tricas.<\/p>\n<p>Em 2016, mais da metade das 3,91 milh\u00f5es de toneladas m\u00e9tricas de pl\u00e1sticos recolhidos nos Estados Unidos foram enviadas para o exterior. Desse total, 88% foram para pa\u00edses que n\u00e3o disp\u00f5em de recursos adequados para tratar e processar esse pl\u00e1stico. A equipe calculou que um milh\u00e3o de toneladas m\u00e9tricas de lixo exportadas dos Estados Unidos acabaram poluindo a natureza fora de suas fronteiras.<\/p>\n<p>O Conselho Americano de Qu\u00edmica, um grupo comercial do setor, contesta o uso de n\u00fameros de 2016, que n\u00e3o refletem mudan\u00e7as recentes e significativas no mercado de res\u00edduos pl\u00e1sticos global. Desde 2018, quando a China deixou de comprar lixo pl\u00e1stico importado, as exporta\u00e7\u00f5es de res\u00edduos pl\u00e1sticos dos Estados Unidos diminu\u00edram em 66%. A ONU tamb\u00e9m buscou, atrav\u00e9s da Conven\u00e7\u00e3o de Basileia, controlar o com\u00e9rcio de res\u00edduos pl\u00e1sticos, mesmo n\u00e3o tendo os Estados Unidos como pa\u00eds signat\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os autores do novo estudo afirmam que apesar de o mercado de res\u00edduos pl\u00e1sticos ter sido abalado, a raz\u00e3o principal para os Estados Unidos exportarem tanto lixo n\u00e3o mudou: a reciclagem no pa\u00eds continua sendo disfuncional e precisa de uma reestrutura\u00e7\u00e3o urgente, uma condi\u00e7\u00e3o observada pela Academia Nacional de Ci\u00eancias na reuni\u00e3o da semana passada.<\/p>\n<p>No total, os Estados Unidos despejaram 2,24 milh\u00f5es de toneladas m\u00e9tricas na natureza em 2016, e dessa cifra, mais da metade \u2014 1,5 milh\u00e3o de toneladas m\u00e9tricas \u2014 foram para o litoral, representando boas chances de despejo nos oceanos.<\/p>\n<p>Essas 2,24 milh\u00f5es de toneladas m\u00e9tricas seriam suficientes para cobrir o gramado da Casa Branca at\u00e9 a altura do Empire State Building, conta Jenna Jambeck,\u00a0professora de engenharia ambiental da Universidade da Ge\u00f3rgia e uma das autoras do estudo.<\/p>\n<p>Ainda que isso seja uma fra\u00e7\u00e3o do que foi produzido pelos pa\u00edses em desenvolvimento, Law sugere uma outra maneira de observar os n\u00fameros: ainda que sejam respons\u00e1veis por apenas 4% da popula\u00e7\u00e3o mundial, os Estados Unidos geraram 17% de todo o res\u00edduo pl\u00e1stico. O que podemos aprender com o novo estudo, ela explica, \u00e9 muito simples: \u201cdevemos olhar para o nosso pr\u00f3prio quintal para ver o que est\u00e1 acontecendo com o nosso lixo pl\u00e1stico\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pequeno grupo de pa\u00edses asi\u00e1ticos foi amplamente culpabilizado pela crise da polui\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica, por\u00e9m novos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Pequeno grupo de pa\u00edses asi\u00e1ticos foi amplamente culpabilizado pela crise da polui\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica, por\u00e9m novos","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136614"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=136614"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136614\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=136614"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=136614"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=136614"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}