{"id":136452,"date":"2020-11-03T17:50:27","date_gmt":"2020-11-03T20:50:27","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=136452"},"modified":"2020-11-03T17:50:27","modified_gmt":"2020-11-03T20:50:27","slug":"agua-na-superficie-da-lua-pode-ser-mais-abundante-do-que-imaginavamos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/agua-na-superficie-da-lua-pode-ser-mais-abundante-do-que-imaginavamos\/","title":{"rendered":"\u00c1gua na superf\u00edcie da Lua pode ser mais abundante do que imagin\u00e1vamos"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-1psdhlm\">Dois novos estudos prometem ajudar a entender o misterioso ciclo hidrol\u00f3gico da Lua \u2014 e podem oferecer recursos a futuros astronautas lunares.<\/h2>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Estudos recentes est\u00e3o ajudando os cientistas a identificar a localiza\u00e7\u00e3o e a quantidade de \u00e1gua que ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/moon_nearside_noslew_45inch_circle.jpg?w=710&amp;h=710\" alt=\"Estudos recentes est\u00e3o ajudando os cientistas a identificar a localiza\u00e7\u00e3o e a quantidade de \u00e1gua que ...\" width=\"640\" height=\"640\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Estudos recentes est\u00e3o ajudando os cientistas a identificar a localiza\u00e7\u00e3o e a quantidade de \u00e1gua que pode existir em nossa companheira planet\u00e1ria.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Cientistas tentam desvendar os mist\u00e9rios da \u00e1gua na Lua h\u00e1 anos. Agora, dois novos estudos publicados no peri\u00f3dico\u00a0<em>Nature Astronomy<\/em>\u00a0confirmam que \u00e9 poss\u00edvel encontrar \u00e1gua em toda a superf\u00edcie lunar.<\/p>\n<p>Um estudo apresenta a primeira prova concreta de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-01222-x\">mol\u00e9culas de \u00e1gua<\/a>\u00a0aderidas ou encapsuladas dentro de gr\u00e3os no solo lunar nas faixas da superf\u00edcie iluminadas pelo Sol. O segundo estudo desenvolveu\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-020-1198-9\">modelos<\/a>\u00a0de pequenas zonas na Lua com sombra permanente e concluiu que uma \u00e1rea de quase 40 mil quil\u00f4metros quadrados \u2014 equivalente a cerca de 7,5 milh\u00f5es de campos de futebol \u2014 \u00e9 fria o suficiente para abrigar gelo, cerca de 20% mais do que se acreditava.<\/p>\n<p>Ao examinar quais formas de \u00e1gua existem na superf\u00edcie lunar e sua localiza\u00e7\u00e3o, os cientistas esperam entender melhor o misterioso ciclo hidrol\u00f3gico da Lua. Ao contr\u00e1rio da Terra, onde a circula\u00e7\u00e3o da \u00e1gua ocorre por meio de rios e da chuva, a forma\u00e7\u00e3o de \u00e1gua na Lua pode ser devida \u00e0 rea\u00e7\u00e3o do hidrog\u00eanio presente no vento solar com o oxig\u00eanio da superf\u00edcie, bem como a meteoritos com gelo que atingem o solo. A \u00e1gua lunar tamb\u00e9m pode migrar de regi\u00f5es iluminadas pelo Sol para regi\u00f5es com sombra.<\/p>\n<p>Mas permanece um mist\u00e9rio como ocorre a movimenta\u00e7\u00e3o exata dessa \u00e1gua e sua poss\u00edvel transfer\u00eancia de regi\u00f5es iluminadas pelo Sol a regi\u00f5es com sombra. \u201cAinda falta muito para entender se existe uma rela\u00e7\u00e3o\u201d, afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/www.astro.umd.edu\/people\/jess.html\">Jessica Sunshine<\/a>, cientista planet\u00e1ria da Universidade de Maryland, que n\u00e3o integrou nenhuma das equipes de estudo. Mas as novas pesquisas \u201csugerem um processo muito mais complexo do que imagin\u00e1vamos\u201d.<\/p>\n<p>Esse estudo tamb\u00e9m \u00e9 vital a futuras viagens tripuladas \u00e0 Lua e outros destinos, incluindo a pr\u00f3xima\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/specials\/artemis\/\">miss\u00e3o Artemis<\/a>\u00a0da Nasa, que pretende levar a primeira mulher e o pr\u00f3ximo homem \u00e0 Lua. A presen\u00e7a de \u00e1gua e gelo indica a possibilidade de explorar esse recurso para convert\u00ea-lo em combust\u00edvel, reduzindo a carga transportada por futuros viajantes do espa\u00e7o em suas empreitadas al\u00e9m da Terra.<\/p>\n<p>A nova constata\u00e7\u00e3o da \u00e1gua lunar faz parte de uma mudan\u00e7a gradual de perspectiva a respeito da nossa companheira planet\u00e1ria. Antes considerado uma paisagem \u00e1rida, nosso sat\u00e9lite din\u00e2mico possui fontes complexas e regi\u00f5es que acumulam muitas formas de \u00e1gua.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma revolu\u00e7\u00e3o lenta,\u201d afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/www.colorado.edu\/aps\/paul-hayne\">Paul Hayne<\/a>, cientista planet\u00e1rio da Universidade de Colorado em Boulder e autor principal do estudo sobre as zonas de sombras. \u201cMas n\u00e3o deixa de ser uma revolu\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<h3><strong>Um mundo de \u00e1gua<\/strong><\/h3>\n<p>A Lua\u00a0<a href=\"https:\/\/lunar.gsfc.nasa.gov\/images\/lithos\/LROlitho7temperaturevariation27May2014.pdf\">\u00e9 um corpo celeste com extremos de calor e frio<\/a>. Durante o dia, as regi\u00f5es pr\u00f3ximas ao equador lunar podem alcan\u00e7ar temperaturas escaldantes superiores a 120 graus Celsius, ao passo que, \u00e0 noite, podem despencar a temperaturas congelantes inferiores a -133 graus Celsius. E, sem uma atmosfera espessa de prote\u00e7\u00e3o, a \u00e1gua que evapora pode rapidamente se dissipar no espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Contudo, para alegria dos cientistas, tra\u00e7os t\u00eanues de \u00e1gua parecem persistir na superf\u00edcie lunar iluminada pelo Sol. Os instrumentos de tr\u00eas sondas espaciais confirmaram sua descoberta,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/news\/news.php?feature=2322\">anunciada em 2009<\/a>, por\u00e9m havia uma ressalva: a an\u00e1lise n\u00e3o conseguia distinguir \u00e1gua de hidroxila.<\/p>\n<p>Os pesquisadores buscavam sinais de \u00e1gua na superf\u00edcie lunar com luz infravermelha. Assim como a luz vis\u00edvel se divide ao atravessar um prisma, o \u201cinfravermelho possui seu pr\u00f3prio arco-\u00edris, embora invis\u00edvel ao olho humano,\u201d afirma\u00a0<a href=\"https:\/\/science.gsfc.nasa.gov\/sed\/bio\/casey.i.honniball\">Casey Honniball<\/a>, pesquisadora de p\u00f3s-doutorado do Centro Goddard de Voos Espaciais da Nasa e autora principal do estudo sobre as mol\u00e9culas de \u00e1gua. As an\u00e1lises anteriores se concentraram no espectro infravermelho onde tanto a \u00e1gua quanto a hidroxila brilham. Ao escolher uma se\u00e7\u00e3o diferente do espectro, Honniball e seus colegas mantiveram seu enfoque apenas no elemento H<sub>2<\/sub>O.<\/p>\n<p>\u201cHonestamente, n\u00e3o sei por que ningu\u00e9m pensou nisso antes: \u00e9 uma ideia brilhante,\u201d afirma Sunshine, que trabalhou nas detec\u00e7\u00f5es de sinais de \u00e1gua na Lua em 2009.<\/p>\n<p>No novo estudo, Honniball e seus colegas coletaram dados em 2018 durante um voo do<a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/SOFIA\/overview\/index.html\">\u00a0Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy<\/a>\u00a0(\u201cObservat\u00f3rio Estratosf\u00e9rico de Astronomia por Infravermelho\u201d, em tradu\u00e7\u00e3o livre, ou Sofia, na sigla em ingl\u00eas) \u2014 um telesc\u00f3pio infravermelho montado em um avi\u00e3o a jato. Alguns meses depois, Honniball processava os dados do conforto de seu sof\u00e1 quando surgiu um sinal de \u00e1gua. \u201cAcho que dei um grito,\u201d afirma ela.<\/p>\n<p>Embora presente, a \u00e1gua provavelmente \u00e9 escassa, o equivalente a cerca de 340 gramas por metro c\u00fabico de solo. \u00c9 cem vezes mais \u00e1rido do que o deserto do Saara, destaca Honniball, apesar de advertir que s\u00e3o necess\u00e1rios mais estudos para confirmar as concentra\u00e7\u00f5es da \u00e1gua, pois a estimativa \u00e9 baseada em uma \u00fanica observa\u00e7\u00e3o feita em um \u00fanico local, em um \u00fanico momento do dia lunar.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 uma confirma\u00e7\u00e3o aguardada h\u00e1 muito tempo por Sunshine. \u201c\u00c9 bastante gratificante\u201d, conta ela. \u201cSou muito grata pelo estudo realizado.\u201d<\/p>\n<h3><strong>Nas sombras<\/strong><\/h3>\n<p>O segundo estudo se concentrou nas fendas com sombras na superf\u00edcie lunar. Os cientistas suspeitam h\u00e1 muito tempo que a \u00e1gua pode persistir na forma de gelo no interior de enormes crateras em \u00e1reas de sombra permanente. A presen\u00e7a de gelo nesses pontos foi confirmada em outubro de 2009 quando a Nasa<a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/LCROSS\/main\/prelim_water_results.html\">\u00a0colidiu parte da sonda espacial Lcross<\/a>\u00a0(Sat\u00e9lite de Detec\u00e7\u00e3o e Observa\u00e7\u00e3o de Crateras Lunares, em tradu\u00e7\u00e3o livre) em uma \u00e1rea de sombra pr\u00f3xima ao polo sul da Lua e detectou evid\u00eancias de gelo na fuma\u00e7a emitida pelo impacto.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, pesquisadores v\u00eam mapeando essas grandes regi\u00f5es g\u00e9lidas. Contudo, ap\u00f3s analisar imagens em alta resolu\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie da Lua obtidas pela Sonda Orbital Lunar de Reconhecimento da Nasa, a equipe do novo estudo notou que as zonas geladas com sombra poderiam ser mais comuns do que se imaginava, ocorrendo at\u00e9 mesmo em \u00e1reas muito pequenas. A cada amplia\u00e7\u00e3o das imagens, encontravam mais: havia sombras por toda parte\u201d, afirma Hayne.<\/p>\n<p>Ao criar modelos de temperaturas e sombras na Lua, a equipe concluiu que o gelo poderia se formar em \u00e1reas min\u00fasculas \u2014 t\u00e3o pequenas quanto uma formiga. Essas diminutas sombras podem ser t\u00e3o frias quanto suas sombras maiores, observa Hayne. A atmosfera da Lua \u00e9 t\u00e3o rala que as temperaturas da superf\u00edcie n\u00e3o se equilibram, assim, um ponto extremamente quente pode estar ao lado de uma \u00e1rea a uma centena de graus abaixo de zero.<\/p>\n<p>A nova pesquisa sugere que a \u00e1rea coberta pelas zonas frias com sombra \u00e9 cerca de 20% maior do que as estimativas anteriores. Se todas essas zonas estiverem preenchidas de gelo, a quantidade de gelo equivaleria a bilh\u00f5es de quilos de \u00e1gua, conta Hayne. Mas quantas de fato cont\u00eam gelo ainda \u00e9 uma pergunta sem resposta.<\/p>\n<h3><strong>Lenta revolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Juntos, os estudos podem auxiliar os cientistas a desvendar o funcionamento do ciclo hidrol\u00f3gico da Lua. A \u00e1gua na Lua possui diferentes origens. Parte da \u00e1gua pode chegar com meteoritos ao colidir com a superf\u00edcie, mas outra parte provavelmente se forma com a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/news\/2012\/10\/121015-solar-wind-moon-science-apollo-nasa-soil-samples-water\/\">rea\u00e7\u00e3o entre o hidrog\u00eanio do vento solar e o oxig\u00eanio da superf\u00edcie, formando hidroxila<\/a>. O calor do Sol ou impactos com micrometeoritos poderiam provocar colis\u00f5es entre mol\u00e9culas de hidroxila e formar H<sub>2<\/sub>O, afirma Honniball.<\/p>\n<p>O calor proveniente de impactos com micrometeoritos e outros impactos tamb\u00e9m pode derreter parte da superf\u00edcie rochosa e evaporar a \u00e1gua existente nas proximidades. Com o resfriamento e vitrifica\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o derretimento, podem ficar encapsulados vapores de \u00e1gua \u2014 o que pode explicar o sinal de \u00e1gua detectado por Honniball e sua equipe.<\/p>\n<p>Mas a forma exata de movimenta\u00e7\u00e3o e o destino final da \u00e1gua na superf\u00edcie permanecem desconhecidos. Meteoritos podem liberar um pouco de \u00e1gua a partir de sua superf\u00edcie e o Sol tamb\u00e9m poderia exercer um papel no deslocamento da \u00e1gua, j\u00e1 que o sinal de \u00e1gua e hidroxila enfraquece com os picos de calor durante o dia lunar, afirma Sunshine. \u201cTrata-se realmente de uma perda ou h\u00e1 um deslocamento a alguma zona de sombra?\u201d, indaga ela. \u201cEssas armadilhas frias em pequena escala podem nos ajudar a entender.\u201d<\/p>\n<p>Os cientistas ainda t\u00eam muito a aprender sobre a \u00e1gua lunar, mas algumas respostas podem estar a caminho. Em 2022, a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/press-release\/nasa-awards-contract-to-deliver-science-tech-to-moon-ahead-of-human-missions\">Nasa planeja enviar<\/a>\u00a0o Volatiles Investigating Polar Exploration Rover (Sonda de Explora\u00e7\u00e3o Polar e Investiga\u00e7\u00e3o de Vol\u00e1teis, em tradu\u00e7\u00e3o livre, ou Viper, na sigla em ingl\u00eas) ao polo sul da Lua em busca de gelo. Outras pistas podem vir do Lunar Compact Infrared Imaging System (Sistema Compacto de Imagens Lunares em Infravermelho, em tradu\u00e7\u00e3o livre, ou L-Ciris, na sigla em ingl\u00eas), tamb\u00e9m previsto para uma miss\u00e3o de 2022, afirma Hayne.<\/p>\n<p>Os cientistas especulam sobre a presen\u00e7a de \u00e1gua na Lua desde ao menos a d\u00e9cada de 1960, mas, nos pr\u00f3ximos anos, finalmente ser\u00e1 poss\u00edvel obter um retrato completo de onde a \u00e1gua lunar est\u00e1 escondida e se \u00e9 poss\u00edvel aproveit\u00e1-la em futuras expedi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dois novos estudos prometem ajudar a entender o misterioso ciclo hidrol\u00f3gico da Lua \u2014 e<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Dois novos estudos prometem ajudar a entender o misterioso ciclo hidrol\u00f3gico da Lua \u2014 e","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136452"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=136452"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/136452\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=136452"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=136452"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=136452"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}