{"id":135977,"date":"2020-10-25T10:39:44","date_gmt":"2020-10-25T13:39:44","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=135977"},"modified":"2020-10-25T10:39:44","modified_gmt":"2020-10-25T13:39:44","slug":"manejo-na-pecuaria-promove-a-regeneracao-dos-butiazais-e-a-conservacao-do-campo-nativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/manejo-na-pecuaria-promove-a-regeneracao-dos-butiazais-e-a-conservacao-do-campo-nativo\/","title":{"rendered":"Manejo na pecu\u00e1ria promove a regenera\u00e7\u00e3o dos butiazais e a conserva\u00e7\u00e3o do campo nativo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-135978\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Um m\u00e9todo pioneiro de manejo da pecu\u00e1ria provocou a regenera\u00e7\u00e3o de butiazais no Pampa, bioma que engloba Uruguai, parte da Argentina, sul do Brasil, e o extremo sul do Paraguai. A pesquisa in\u00e9dita j\u00e1 obteve o repovoamento de butiazais centen\u00e1rios com, pelo menos, 6,5 mil novas palmeiras em fase de crescimento.<\/p>\n<p>Palmeira t\u00edpica daquele bioma, o butiazeiro gera o buti\u00e1, fruto amarelo que se tornou parte da identidade local. A planta e seu fruto s\u00e3o usados, por exemplo, como s\u00edmbolos em bras\u00f5es e hinos de cidades uruguaias e ga\u00fachas. Por\u00e9m, nas \u00faltimas d\u00e9cadas, foi observado um decl\u00ednio das popula\u00e7\u00f5es de v\u00e1rias esp\u00e9cies de buti\u00e1s que ocorrem nesses campos. Esse problema \u00e9 provocado, especialmente, pelas expans\u00f5es urbanas e agropecu\u00e1rias.<\/p>\n<p>Com foco nesse problema, a equipe do pesquisador\u00a0\u00canio Egon Sosinski J\u00fanior, da\u00a0Embrapa Recursos Gen\u00e9ticos e Biotecnologia\u00a0(DF), testou um m\u00e9todo para manejar o gado que permite ao produtor preservar e repovoar os butiazais sem perder \u00e1rea de pastagem.<\/p>\n<p>O estudo prop\u00f5e a retirada dos animais antes do inverno, no outono, para pastejar em outras \u00e1reas (piquetes com pasto nativo, pastagens e na resteva do arroz). No experimento, a pr\u00e1tica permitiu que novas palmeiras se desenvolvessem o suficiente para repovoar o butiazal.<\/p>\n<p>Isso ocorre porque o gado \u00e9 retirado da \u00e1rea das palmeiras entre os meses de abril e setembro e, ao voltar na primavera, j\u00e1 com mais peso e idade, encontra butiazeiros de maior porte com folhas que n\u00e3o apetecem o paladar dos animais com cerca de um ano e meio de idade. J\u00e1 nas \u00e9pocas entre outono e inverno, as pequenas palmeiras, al\u00e9m de mais vulner\u00e1veis ao pisoteio do gado, tamb\u00e9m s\u00e3o mais tentadoras ao paladar dos bovinos, que as comem em meio \u00e0s forrageiras.<\/p>\n<p>Com o manejo proposto, as novas mudas escapam da a\u00e7\u00e3o do pastejo e do pisoteio dos animais pela oferta de forragem de melhor qualidade proporcionada por essa pr\u00e1tica. Al\u00e9m disso, como as mudas t\u00eam capacidade de rebrote, mesmo as que foram pastejadas continuam a se desenvolver.<\/p>\n<p>O que \u00e9 buti\u00e1?<\/p>\n<p>Buti\u00e1 \u00e9 um g\u00eanero de palmeiras (fam\u00edlia\u00a0Arecaceae) que ocorre na Am\u00e9rica do Sul. Re\u00fane em torno de 21 esp\u00e9cies distribu\u00eddas no Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai. Entre elas, a\u00a0Butia odorata\u00a0\u00e9 a que apresenta distribui\u00e7\u00e3o mais ao sul. Nativa do Bioma Pampa, ocorre somente no Rio Grande do Sul e no leste do Uruguai. Essas palmeiras, denominadas de butiazeiros ou buti\u00e1s, formam agrupamentos naturais conhecidos como butiazais ou palmares, com densidades que variam desde poucas dezenas at\u00e9 mais de 600 plantas por hectare em alguns locais.<\/p>\n<p>Esses agrupamentos s\u00e3o encontrados principalmente em regi\u00f5es planas, pr\u00f3ximos \u00e0s lagunas que ocorrem no sul do Brasil e no leste do Uruguai. Os ecossistemas de butiazais s\u00e3o reconhecidos por seu valor paisag\u00edstico, de biodiversidade e hist\u00f3rico-cultural. Compreendem uma valiosa diversidade de flora e fauna nativa associada. Os campos nativos associados aos butiazais tamb\u00e9m abrigam uma diversidade de esp\u00e9cies herb\u00e1ceas, principalmente de gram\u00edneas, com reconhecido valor forrageiro. Os butiazais s\u00e3o fonte de alimento para diversos animais da fauna nativa.<\/p>\n<p>A pesquisa<\/p>\n<p>O trabalho de Sosinski come\u00e7ou com observa\u00e7\u00f5es junto a pesquisadores do Uruguai, onde os butiazais s\u00e3o conservados h\u00e1 mais tempo. A equipe tomou como ponto de partida um estudo sobre o manejo de bovinos naquele pa\u00eds e, a partir de 2013, adaptou o m\u00e9todo para aplica\u00e7\u00e3o nos butiazais do Rio Grande do Sul. A pesquisa ocorreu durante seis anos em uma \u00e1rea de 54 hectares com butiazais nativos, na Fazenda S\u00e3o Miguel, em Tapes (RS).<\/p>\n<p>Para se ter uma ideia do potencial de regenera\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie com esse manejo, foram encontrados de 20 a 30 novos butiazeiros em uma das pequenas parcelas de 400 metros quadrados da \u00e1rea do experimento usadas para contagem das plantas. Algumas parcelas chegaram a apresentar at\u00e9 400 plantinhas novas. No come\u00e7o do estudo, h\u00e1 sete anos, a fazenda dos Barros tinha 2,8 mil plantas de\u00a0Butia odorata\u00a0na \u00e1rea do experimento. Hoje, conclu\u00edda a primeira fase do trabalho, existem 9,3 mil palmeiras, considerando as 6,3 mil que brotaram e cresceram at\u00e9 o momento gra\u00e7as ao manejo do gado. \u201cEstima-se que a fazenda tenha atualmente cerca de 75 mil butiazeiros\u201d, diz Sosinski.<\/p>\n<p>O cientista tamb\u00e9m observou que as cerca de 90 cabe\u00e7as bovinas colocadas na \u00e1rea experimental pesavam entre 150 e 180 quilos, o que dava em torno de 15 mil quilos nos 54 hectares, considerado um volume interessante para o tamanho do piquete. \u201cIsso \u00e9 relativamente muito bom\u201d, considera o pesquisador ao analisar o fato de n\u00e3o ter ocorrido preju\u00edzo aos propriet\u00e1rios relacionado \u00e0 perda de peso dos animais pela mudan\u00e7a do manejo. Ao contr\u00e1rio, ao voltarem para o piquete dos butiazais, os bovinos encontravam bastante pastagem, uma vez que aquela parte da propriedade havia sido poupada do pastejo durante os meses de frio, permitindo a preserva\u00e7\u00e3o e crescimento do pasto nativo.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante conjugar a restaura\u00e7\u00e3o do butiazal com a produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria, de forma que o produtor siga colocando o gado nos campos com butiazeiros\u201d, comenta o pesquisador ao alertar que, se os animais forem totalmente retirados das \u00e1reas com butiazais, um outro problema poder\u00e1 ocorrer: sem o pastejo, outras esp\u00e9cies arb\u00f3reas v\u00e3o crescer sem controle e ir\u00e3o competir com os butiazeiros por luz e nutrientes.<\/p>\n<p>No experimento, Sosinski verificou que plantas como a capororoca (Myrsine umbellata), se n\u00e3o forem pastejadas, crescem e sombreiam as palmeiras\u00a0Butia\u00a0odorata, impedindo que elas se desenvolvam. Ou seja, o manejo traz equil\u00edbrio ao sistema da flora e da fauna nos butiazais.<\/p>\n<p>Pesquisa participativa e multidisciplinar<\/p>\n<p>Os seis anos de pesquisa de Sosinski contaram com apoio de equipes multidisciplinares, abordando diferentes aspectos da vida nos butiazais &#8211; como a flora e os animais nativos. Al\u00e9m da troca de conhecimento com a pesquisadora uruguaia Mercedes Rivas, da Universidad de La Rep\u00fablica (Udelar), em Rocha, Uruguai, sobre a condu\u00e7\u00e3o de trabalhos nesse sentido naquele pa\u00eds, ele reuniu tamb\u00e9m grupos que v\u00eam atuando no projeto Rota dos Butiazais, liderado pela pesquisadora da Embrapa\u00a0Rosa Lia Barbieri. O projeto tamb\u00e9m incentiva a produ\u00e7\u00e3o de artesanato, sucos e licores feitos a partir das folhas, fibras e frutos do butiazeiro.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de alternativa sustent\u00e1vel para a regenera\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas t\u00edpicas do bioma e a conserva\u00e7\u00e3o do campo nativo, o manejo desenvolvido ajuda os produtores a ter nos butiazeiros centen\u00e1rios uma fonte de renda extra &#8211; especialmente aqueles que dependem da renda adicional gerada pelo uso dessa palmeira. H\u00e1 s\u00e9culos, os butiazeiros geram renda nas propriedades rurais situadas ao longo da chamada Rota dos Butiazais, como conta uma das propriet\u00e1rias\u00a0da Fazenda S\u00e3o Miguel, Carmen Barros, ao destacar a import\u00e2ncia socioecon\u00f4mica e ecol\u00f3gica dos mais de 75 mil butiazeiros em sua propriedade.<\/p>\n<p>Um mar de palmeiras no Pampa ga\u00facho<\/p>\n<p>Os milhares de butiazeiros da Fazenda S\u00e3o Miguel (registrados em imagens de sat\u00e9lite), uma propriedade secular de 2,9 mil hectares localizada no munic\u00edpio ga\u00facho de Tapes, s\u00e3o para a fam\u00edlia Heller Barros \u201cuma reserva de Deus\u201d, conforme relata a matriarca, Nair Heller de Barros, de 97 anos. A hist\u00f3ria da propriedade e das gera\u00e7\u00f5es que l\u00e1 nasceram e trabalharam s\u00e3o indissoci\u00e1veis das palmeiras\u00a0Butia odorata. Foi gra\u00e7as aos butiazeiros, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1930, que a fam\u00edlia garantiu a renda, quando a fazenda foi devastada por uma imensa nuvem de gafanhotos da esp\u00e9cie\u00a0Schistocerca cancellata, que arrasou as lavouras e plantas daquela regi\u00e3o. O butiazal seguiu firme.<\/p>\n<p>Essa hist\u00f3ria \u00e9 contada pela soci\u00f3loga Carmen Heller Barros que, com os irm\u00e3os, cuida do butiazal como um local sagrado, que abriga um ecossistema valioso por sua flora e fauna. Vivem nesses campos povoados de\u00a0Butia odorataanimais como graxains, veados, gamb\u00e1s e emas (entre outros t\u00edpicos do Pampa), sendo que alguns deles s\u00e3o dispersores das sementes do buti\u00e1.<\/p>\n<p>A salvo dos gafanhotos<\/p>\n<p>A crina vegetal dessas palmeiras \u2013 feita a partir das folhas \u2013 foi usada por muito tempo como mat\u00e9ria-prima na fabrica\u00e7\u00e3o de colch\u00f5es e m\u00f3veis. A pr\u00f3pria fazenda S\u00e3o Miguel tinha f\u00e1bricas de crina e a comercializava para o resto do Brasil. Foi esse produto que garantiu a renda familiar durante o ataque dos gafanhotos.<\/p>\n<p>Foi por causa da longa rela\u00e7\u00e3o desses ga\u00fachos com as palmeiras que nasceu o projeto de Sosinski. Carmen Barros relata que ela e os irm\u00e3os estavam preocupados com a conserva\u00e7\u00e3o do butiazal e n\u00e3o sabiam o que fazer com o gado pisoteando os novos butiazeiros que nasciam no campo nativo. Eles precisavam de uma solu\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, pois n\u00e3o poderiam dispensar a \u00e1rea porque tamb\u00e9m usavam para pastejo, sendo outra parte da propriedade destinada \u00e0 cultura do arroz.<\/p>\n<p>\u201cUm dia meu irm\u00e3o foi at\u00e9 a Embrapa Clima Temperado, em Pelotas, e fez contato com a pesquisadora Rosa Lia\u201d, conta a produtora. Dez anos depois, a fam\u00edlia soma, segundo ela, muitas surpresas boas, resultados dos projetos de pesquisa l\u00e1 desenvolvidos.<\/p>\n<p>Nova esp\u00e9cie homenageia os Heller<\/p>\n<p>Segundo Carmen Barros, em uma \u00e1rea amostral de apenas tr\u00eas hectares foi evidenciada a ocorr\u00eancia de 261 esp\u00e9cies de plantas herb\u00e1ceas e subarbustivas, correspondendo a 170 g\u00eaneros pertencentes a 54 fam\u00edlias. A bi\u00f3loga Marene Marchi fez sua tese de doutorado sobre o ecossistema do butiazal enquanto era bolsista na Embrapa Clima Temperado. Ela descobriu, al\u00e9m dos dados j\u00e1 informados, uma esp\u00e9cie gram\u00ednea de buti\u00e1 ainda in\u00e9dita, da fam\u00edlia Poaceae. \u201cEla recebeu o nome de\u00a0Aristida helleriana\u00a0em homenagem \u00e0 minha m\u00e3e\u201d, orgulha-se a produtora.<\/p>\n<p>Apaixonada pelas orqu\u00eddeas dos butiazais, Carmen Barros \u00e9 cocriadora de uma linha de florais elaborados a partir da flora desse ecossistema. Ela acredita que a preserva\u00e7\u00e3o dos butiazais est\u00e1 assegurada gra\u00e7as \u00e0 pesquisa agropecu\u00e1ria. \u201cPor causa desses projetos da Embrapa, regeneramos o butiazal. Muitas pessoas est\u00e3o produzindo artesanato com a folha, a fibra e o coquinho do butiazeiro, trabalho que come\u00e7ou com a pesquisadora Rosa Lia\u201d, conta. \u201cO buti\u00e1 \u00e9 rico em fibras, em pot\u00e1ssio e tudo nessa fruta \u00e9 aproveitado. Eu s\u00f3 aplaudo e digo am\u00e9m\u201d, conclui.<\/p>\n<p>A analista F\u00e1bia Amorim da Costa, da Embrapa Clima Temperado, \u00e9 uma das pessoas da equipe que reuniu informa\u00e7\u00f5es para que o projeto Rota dos Butiazais hoje tenha dados suficientes para analisar a regenera\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es da esp\u00e9cie, especialmente no experimento da Fazenda S\u00e3o Miguel.<\/p>\n<p>Usando t\u00e9cnicas de sensoriamento remoto, ela fez a caracteriza\u00e7\u00e3o e a discrimina\u00e7\u00e3o espectral do butiazeiro, o que permitiu definir os atributos para classifica\u00e7\u00e3o da planta. A analista foi quem mapeou o mar de butiazeiros na fazenda da fam\u00edlia Heller Barros, totalizando 70 mil plantas. Esse estudo, assinado por Costa, Barbieri e Sosinski, est\u00e1 publicado no\u00a0Comunicado T\u00e9cnico 355.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um m\u00e9todo pioneiro de manejo da pecu\u00e1ria provocou a regenera\u00e7\u00e3o de butiazais no Pampa, bioma<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":135978,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/butiazais.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Um m\u00e9todo pioneiro de manejo da pecu\u00e1ria provocou a regenera\u00e7\u00e3o de butiazais no Pampa, bioma","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135977"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135977"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135977\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/135978"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135977"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=135977"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=135977"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}