{"id":135778,"date":"2020-10-21T13:30:29","date_gmt":"2020-10-21T16:30:29","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=135778"},"modified":"2020-10-21T10:10:37","modified_gmt":"2020-10-21T13:10:37","slug":"os-cientistas-que-criam-novos-coronavirus-infecciosos-para-salvar-vidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/os-cientistas-que-criam-novos-coronavirus-infecciosos-para-salvar-vidas\/","title":{"rendered":"Os cientistas que criam novos coronav\u00edrus infecciosos para salvar vidas"},"content":{"rendered":"<p class=\"\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-135779\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em abril deste ano, uma equipe de pesquisadores dos EUA colheu\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/ciencia\/2020-10-16\/nem-cloroquina-nem-remdesivir-oms-diz-que-nenhum-desses-medicamentos-salvou-vidas-contra-a-covid-19.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">uma amostra de coronav\u00edrus extra\u00edda de uma pessoa<\/a>\u00a0que tinha viajado ao\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-10-19\/china-deixa-o-virus-para-tras-com-um-crescimento-de-49-no-terceiro-trimestre.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">epicentro da pandemia: Wuhan (China)<\/a>. Precisavam aprender tudo sobre o novo agente patog\u00eanico, o SARS-CoV-2, e para isso pensaram que o melhor seria recri\u00e1-lo.<\/p>\n<div id=\"elpais_gpt-INTEXT\" data-google-query-id=\"CN6ogNTRxewCFWwEuQYdFEUM8g\">\n<div id=\"google_ads_iframe_7811748\/elpais_brasil_web\/materia\/intext_0__container__\">\u201cA forma de entender um v\u00edrus \u00e9 aprender a cri\u00e1-lo\u201d, conta Luis Mart\u00ednez-Sobrido, microbi\u00f3logo espanhol que trabalha no Instituto de Pesquisa Biom\u00e9dica do Texas (EUA). O centro tem uma grande plataforma de pesquisa b\u00e1sica sobre os v\u00edrus mais perigosos para a humanidade e laborat\u00f3rios para <a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/ciencia\/2020-10-13\/robos-de-ultravioleta-sao-a-nova-arma-contra-o-coronavirus.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">testar tratamentos e vacinas em quase todos os modelos animais<\/a>, de ratos a macacos. H\u00e1 15 anos, Mart\u00ednez-Sobrido colaborou na recria\u00e7\u00e3o da gripe de 1918, que matou 50 milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo. \u201cEra a \u00fanica forma de entender por que ela foi t\u00e3o letal\u201d, explica.<\/div>\n<\/div>\n<p class=\"\">\n<p class=\"\">O SARS-CoV-2 \u00e9 um monstro viral. Seu genoma \u00e9 um dos maiores de sua classe, com 29.903 letras de RNA que cont\u00eam toda a informa\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-10-18\/nao-ser-intubado-quando-e-imprescindivel-mata-em-minutos.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">o v\u00edrus entrar nas vias respirat\u00f3rias, sequestrar as c\u00e9lulas humanas<\/a>\u00a0e obrig\u00e1-las a fazer dezenas de milhares de c\u00f3pias de si mesmo. Em parte, essas s\u00e3o as instru\u00e7\u00f5es para provocar a pior pandemia deste s\u00e9culo.<\/p>\n<p class=\"\">O problema \u00e9 que os cientistas n\u00e3o entendem o que significa toda essa sequ\u00eancia de letras. Por enquanto, o SARS-CoV-2 \u00e9 inquietantemente semelhante a outros de sua classe, como os v\u00edrus da SARS e MERS.\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/ciencia\/2020-10-15\/a-imunidade-de-rebanho-e-uma-perigosa-falacia-sem-respaldo-cientifico.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">H\u00e1 poucos ind\u00edcios de genes que expliquem sua maior virul\u00eancia<\/a>, e foram detectadas apenas algumas poucas regi\u00f5es que poderiam explic\u00e1-la. Muitos segredos do sucesso do novo coronav\u00edrus podem continuar escondidos nessas 30.000 letras.<\/p>\n<p class=\"\">Para decifrar as mensagens ocultas no genoma do novo coronav\u00edrus (SARS-CoV-2), a equipe de Mart\u00ednez-Sobrido teve que reverter a linguagem da vida na Terra. Geralmente as instru\u00e7\u00f5es biol\u00f3gicas est\u00e3o escritas no DNA, uma mol\u00e9cula formada por bilh\u00f5es de repeti\u00e7\u00f5es de quatro letras (A, C, G, T, pelas iniciais das suas respectivas bases hidrogenadas). Outra mol\u00e9cula complementar, o RNA, feito das mesmas letras, com uma exce\u00e7\u00e3o \u2013 U em vez de T \u2013 l\u00ea o DNA e traduz sua informa\u00e7\u00e3o em prote\u00ednas, as mol\u00e9culas que realizam a imensa maioria das fun\u00e7\u00f5es vitais.<\/p>\n<p class=\"\">Manipular e reescrever\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/brasil\/2020\/05\/13\/ciencia\/1589376940_836113.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">sequ\u00eancias grandes de RNA no laborat\u00f3rio \u00e9 muito complicado<\/a>, ent\u00e3o, para recriar todo o SARS-CoV-2, a equipe recorreu \u00e0 \u201cgen\u00e9tica reversa\u201d: traduz todo o seu genoma do RNA para DNA e o injeta em um pacote bacteriano capaz de se intrometer numa c\u00e9lula humana. A c\u00e9lula l\u00ea o DNA e o transcreve para RNA, dando lugar a v\u00edrus SARS-CoV-2 completos, aparentemente id\u00eanticos \u00e0 vers\u00e3o selvagem. Usando esta t\u00e9cnica, a equipe conseguiu recriar o agente patog\u00eanico em tr\u00eas meses.<\/p>\n<p class=\"\">Outras equipes na Su\u00ed\u00e7a e EUA criam v\u00edrus SARS-CoV-2 artificiais em seus laborat\u00f3rios com t\u00e9cnicas diferentes. Na Universidade de Berna (Su\u00ed\u00e7a) j\u00e1 foram 100 clones diferentes do SARS-CoV-2 usando fermentos como biorreator. A gera\u00e7\u00e3o desses clones leva apenas duas semanas, e eles servem para buscar\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/ciencia\/2020-10-16\/nem-cloroquina-nem-remdesivir-oms-diz-que-nenhum-desses-medicamentos-salvou-vidas-contra-a-covid-19.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">pontos fracos do coronav\u00edrus que poderiam ser atacados por medicamentos<\/a>\u00a0e contribuir para o desenvolvimento de vacinas, explica a microbi\u00f3loga Silvia Crespo-Pomar, pesquisadora do centro su\u00ed\u00e7o.<\/p>\n<p class=\"\">Mart\u00ednez-Sobrido explica que, por enquanto, sua equipe \u00e9 a \u00fanica que demonstrou que seu \u201cclone\u201d \u00e9 capaz de infectar c\u00e9lulas humanas e causar a doen\u00e7a em hamsters, cujas c\u00e9lulas respirat\u00f3rias compartilham com<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/opiniao\/2020-10-14\/brasil-e-espanha-duas-respostas-ineficazes-contra-a-crise-do-coronavirus.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">\u00a0os humanos a vulnerabilidade perante o coronav\u00edrus<\/a>, conforme descreve um estudo publicado h\u00e1 alguns dias pela Sociedade de Microbiologia dos EUA.<\/p>\n<p class=\"\">A diferen\u00e7a entre esses clones e o v\u00edrus selvagem \u00e9 uma \u201cmatr\u00edcula\u201d introduzida de prop\u00f3sito no seu RNA, duas mudan\u00e7as de uma letra por outra que delatam de forma conclusiva que foi criado em laborat\u00f3rio, explica o pesquisador. Para manipular estes v\u00edrus \u00e9 necess\u00e1rio um laborat\u00f3rio de alta seguran\u00e7a tipo BSL-3, o mesmo n\u00edvel exigido para trabalhar com o SARS-CoV-2 original.<\/p>\n<p class=\"\">Poder criar um coronav\u00edrus em laborat\u00f3rio significa come\u00e7ar a controlar seu destino evolutivo. \u201cPensamos que este v\u00edrus tem 12 genes, mas cada um deles pode codificar mais de uma prote\u00edna. Um dos nossos objetivos \u00e9 ir retirando cada gene, um por um, e depois provar combina\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios at\u00e9 averiguar para que serve cada um\u201d, detalha. \u00c9 um passo pr\u00e9vio \u00e0 cria\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus artificial que realmente procura, uma vers\u00e3o igual \u00e0 selvagem, mas sem garras: nenhum gene de virul\u00eancia nem de propaga\u00e7\u00e3o.\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/ciencia\/2020-10-13\/johnson-johnson-interrompe-testes-da-sua-vacina-contra-covid-19-apos-um-participante-adoecer.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Isto, por defini\u00e7\u00e3o, poderia ser uma vacina<\/a>.<\/p>\n<p class=\"\">\u201cTodas as vacinas que est\u00e3o em desenvolvimento se baseiam em enfiar no corpo uma s\u00f3 prote\u00edna do v\u00edrus; s\u00e3o mais f\u00e1ceis de fazer e de desenvolver, mas n\u00e3o melhores, pois nossa vacina viva atenuada daria imunidade completa contra todas as prote\u00ednas do v\u00edrus\u201d, explica Mart\u00ednez-Sobrido, que colaborou nesse estudo.<\/p>\n<p class=\"\">\u201cJ\u00e1 criamos algumas destas vers\u00f5es e as come\u00e7amos a provar em animais com resultados positivos. Mas este tipo de aproxima\u00e7\u00e3o leva muito tempo, em parte porque \u00e9 preciso descartar a possibilidade de que o clone criado n\u00e3o mude espontaneamente uma vez liberado e volte a ser virulento.\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/economia\/2020-10-12\/esta-crise-tem-que-ser-vista-como-uma-depressao-economica-a-duvida-e-quanto-vai-durar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">Eu acredito que este v\u00edrus veio para ficar<\/a>. Quando come\u00e7armos a dar as primeiras vacinas dispon\u00edveis \u00e0s pessoas, \u00e9 poss\u00edvel que mude e apare\u00e7am variantes novas capazes de infectar. \u00c9 o mesmo que j\u00e1 acontece com a gripe. \u00c9 uma possibilidade, n\u00e3o sabemos se vai acontecer. Outra de nossas d\u00favidas \u00e9 que at\u00e9 agora o coronav\u00edrus andou por a\u00ed sozinho, mas neste inverno [do Hemisf\u00e9rio Norte] circular\u00e1 pela primeira vez junto com a gripe. Um de nossos objetivos \u00e9 come\u00e7ar a ver em animais como as duplas infec\u00e7\u00f5es os afetam\u201d, detalha.<\/p>\n<p class=\"\">A t\u00e9cnica que Mart\u00ednez-Sobrido usa foi desenvolvida na d\u00e9cada de 2000 no laborat\u00f3rio de Isabel Sola e Luis Enjuanes, do Centro Nacional de Biotecnologia, ligado ao CSIC (ag\u00eancia espanhola de pesquisa cient\u00edfica). L\u00e1 j\u00e1 s\u00e3o desenvolvidos\u00a0<i>replicons<\/i>, vers\u00f5es artificiais do v\u00edrus capazes de se replicarem, mas n\u00e3o de se propagar nem de causar doen\u00e7a. \u201cEstamos tirando do v\u00edrus os genes 3, 6, 7a, 7b e 8, dos quais ele n\u00e3o precisa para poder se replicar, mas que desempenham um papel na infec\u00e7\u00e3o. Pode ser, por exemplo, que permitam ao v\u00edrus se ocultar da resposta imunol\u00f3gica inata [a primeira linha de defesas do organismo]\u201d, explica Sola.<\/p>\n<p class=\"\">Quando estiver otimizado, este v\u00edrus artificial entraria nas c\u00e9lulas e come\u00e7aria a produzir c\u00f3pias de si mesmo,\u00a0<a href=\"https:\/\/brasil.elpais.com\/internacional\/2020-10-15\/argentina-de-exemplo-regional-a-pais-encurralado-pela-covid-19.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\" data-link-track-dtm=\"\">mas estas seriam incapazes de sair para infectar outras c\u00e9lulas saud\u00e1veis<\/a>, pois seus criadores ter\u00e3o lhe tirado de prop\u00f3sito as instru\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas para isso. Desta forma, s\u00f3 existiria um ciclo infeccioso inofensivo: seriam injetados 100.000 replicons \u2013 v\u00edrus n\u00e3o infecciosos \u2013 que chegariam ao mesmo n\u00famero de c\u00e9lulas, e estas seriam suficientes para montar uma rea\u00e7\u00e3o imunol\u00f3gica completa.<\/p>\n<p class=\"\">\u00c9 um caminho lento e muito longo, sem garantias de chegar a tempo para controlar a pandemia, mas por outro lado produz um conhecimento b\u00e1sico do SARS-CoV-2 que pode ser essencial se falharem as primeiras vacinas ou se o v\u00edrus acabar se assentando e voltando a cada ano, como a gripe.<\/p>\n<p class=\"\">A equipe de Sola espera come\u00e7ar em novembro as provas testes os primeiros replicons em ratos\u00a0<i>humanizados<\/i>. Sendo otimistas, e se tudo sair bem, poderiam come\u00e7ar a test\u00e1-los em pessoas no final de 2021. Ao mesmo tempo, este grupo chegou a acordos com a empresa belga Univercells para come\u00e7ar a desenvolver a capacidade produtora. Isto se daria dentro de c\u00e9lulas modificadas em que o v\u00edrus \u00e9 injetado e que est\u00e3o programadas para oferecer a prote\u00edna que lhe falta e completar sua montagem. Os cientistas as chamam de c\u00e9lulas empacotadoras.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em abril deste ano, uma equipe de pesquisadores dos EUA colheu\u00a0uma amostra de coronav\u00edrus extra\u00edda<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":135779,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/cientista.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em abril deste ano, uma equipe de pesquisadores dos EUA colheu\u00a0uma amostra de coronav\u00edrus extra\u00edda","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135778"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135778"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135778\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/135779"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135778"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=135778"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=135778"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}