{"id":135258,"date":"2020-10-11T17:48:59","date_gmt":"2020-10-11T20:48:59","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=135258"},"modified":"2020-10-11T17:49:46","modified_gmt":"2020-10-11T20:49:46","slug":"baia-das-tartarugas-recanto-de-biodiversidade-marinha-em-vitoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/baia-das-tartarugas-recanto-de-biodiversidade-marinha-em-vitoria\/","title":{"rendered":"Ba\u00eda das Tartarugas: recanto de biodiversidade marinha em Vit\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/midias.agazeta.com.br\/2020\/09\/22\/1920x1080\/homem-nadando-em-meio-a-arrais-registro-da-baia-das-tartarugas-em-vitoria-323963.jpg\" alt=\"Ba\u00eda das Tartarugas: recanto de biodiversidade marinha em Vit\u00f3ria | A Gazeta\" width=\"640\" height=\"360\" \/><\/p>\n<p>Para\u00edso para turistas, mergulhadores e pesquisadores em Vit\u00f3ria, a Ba\u00eda das Tartarugas \u00e9 uma Unidade de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) que se estende do final da Praia de Camburi at\u00e9 a Terceira Ponte. Foi estabelecida em 2018 e tem o objetivo de preservar a grande biodiversidade presente nas \u00e1guas do mar que banha a Capital. A ba\u00eda recebe, durante todo o ano, diferentes esp\u00e9cies de animais, como tartarugas, baleias, golfinhos, arraias dentre outros, que desfrutam da vasta disponibilidade de alimentos da regi\u00e3o e aproveitam as \u00e1guas calmas para se reproduzir.<\/p>\n<p>V\u00e1rios projetos s\u00f3cio-ambientais participaram da cria\u00e7\u00e3o da Ba\u00eda, dentre eles, o Instituto \u00daltimos Ref\u00fagios, que produz projetos fotogr\u00e1ficos e audiovisuais relacionados ao meio ambiente. O presidente da organiza\u00e7\u00e3o, Leonardo Mer\u00e7on, explicou que o nome da APA foi escolhido por conta da esp\u00e9cie que, segundo ele, melhor representa a biodiversidade marinha de Vit\u00f3ria: a tartaruga-verde.<\/p>\n<p>&#8220;A APA foi criada por causa da grande biodiversidade, mas o s\u00edmbolo escolhido para representar a ba\u00eda foram as tartarugas. Temos uma grande concentra\u00e7\u00e3o de tartarugas-verdes aqui em Vit\u00f3ria, elas se alimentam por aqui nessa fase mais jovem. Se alimentam principalmente das algas e de \u00e1guas-vivas, o que explica a grande concentra\u00e7\u00e3o delas&#8221;, disse.<\/p>\n<p><strong>Leonardo Mer\u00e7on<\/strong><\/p>\n<p>Presidente do Instituto \u00daltimos Ref\u00fagios<\/p>\n<p>&#8220;As tartarugas t\u00eam uma presen\u00e7a muito marcante na ba\u00eda. Gra\u00e7as \u00e0 atua\u00e7\u00e3o do projeto Tamar com as tartarugas brasileiras, elas est\u00e3o repovoando, est\u00e1 aumentando a popula\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o elas s\u00e3o o grande personagem da ba\u00eda. Todos os turistas que v\u00eam pra c\u00e1 e v\u00e3o aos p\u00eders, v\u00e3o \u00e0s praias, conseguem nadar com tartarugas por aqui, al\u00e9m de arraias, peixes, cavalos-marinhos, dentre v\u00e1rios outros animais&#8221;<\/p>\n<p>Leonardo complementou, afirmando que a biodiversidade da Ba\u00eda das Tartarugas \u00e9 semelhante \u00e0 do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, o primeiro parque marinho criado no Brasil e que fica localizado no estado da Bahia. Abrolhos possui um banco de corais reconhecido como um dos mais ricos em natureza marinha do Oceano Atl\u00e2ntico e, como informou Leonardo, a Ba\u00eda de Vit\u00f3ria \u00e9 o come\u00e7o do banco de corais do parque, o que justifica a imensa biodiversidade marinha do mar da Capital.<\/p>\n<p>&#8220;Na Ba\u00eda de Vit\u00f3ria tem muitos golfinhos, arraias, peixes coloridos, porque aqui \u00e9 o in\u00edcio do banco dos abrolhos. O famoso Abrolhos, l\u00e1 da Bahia, come\u00e7a aqui em Vit\u00f3ria, nessa regi\u00e3o. Ent\u00e3o muitas das esp\u00e9cies que temos l\u00e1, temos aqui tamb\u00e9m. Apesar da \u00e1gua n\u00e3o ser t\u00e3o clarinha, a biodiversidade \u00e9 muito semelhante&#8221;, contou.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/midias.agazeta.com.br\/2020\/09\/25\/baia-das-tartarugas-326613-article.jpg\" alt=\"Ba\u00eda das Tartarugas\" width=\"639\" height=\"479\" \/>A tartaruga-verde \u00e9 o animal s\u00edmbolo da Ba\u00eda das Tartarugas. Cr\u00e9dito: Leonardo Mer\u00e7on<\/p>\n<p>Ele chamou a aten\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, para um problema grande que afeta a Ba\u00eda das Tartarugas; a degrada\u00e7\u00e3o ambiental, principalmente causada pelo avan\u00e7o da cidade na natureza de Vit\u00f3ria. Mas, para Leonardo, a presen\u00e7a de tantos animais diversos na Ba\u00eda das Tartarugas, mesmo com o impacto causado pela degrada\u00e7\u00e3o, \u00e9 um indicativo da grandeza e import\u00e2ncia da biodiversidade no local.<\/p>\n<p>&#8220;Pela degrada\u00e7\u00e3o que acontece aqui, a gente encontrar tamanha biodiversidade como a gente encontra, \u00e9 poss\u00edvel ver o potencial biol\u00f3gico da regi\u00e3o. Aqui fica bem no encontro das correntes do sul e do norte, sendo as do sul frias e as do norte quentes. Isso traz muita riqueza org\u00e2nica para essa regi\u00e3o, muitos seres vivos v\u00eam se alimentar por aqui. O mangue \u00e9 um grande repositor biol\u00f3gico, um grande ber\u00e7\u00e1rio. Acredito que \u00e9 poss\u00edvel manter a biodiversidade de Vit\u00f3ria por causa do mangue, que rep\u00f5e bastante o que \u00e9 destru\u00eddo&#8221;, afirmou Leonardo.<\/p>\n<p><strong>ZONEAMENTO DA BA\u00cdA DE VIT\u00d3RIA<\/strong><\/p>\n<p>Leonardo Mer\u00e7on explicou tamb\u00e9m que a Ba\u00eda das Tartarugas foi criada para que fosse poss\u00edvel delimitar um zoneamento, ou seja, dividir a Ba\u00eda de Vit\u00f3ria em \u00e1reas para a preserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies e outras regi\u00f5es nas quais a pesca e ca\u00e7a fosse permitida.<\/p>\n<p>&#8220;A\u00a0ideia inicial era que fosse criada a APA para ter um zoneamento, ou seja, haver algumas \u00e1reas protegidas e outras para as pessoas utilizarem, na pesca submarina, na ca\u00e7a. Nessas \u00e1reas protegidas, as esp\u00e9cies poderiam crescer, ter os filhotes e repovoar e teriam as \u00e1reas em que as pessoas poderiam ca\u00e7ar. Seria bom para todo mundo, pois as esp\u00e9cies poderiam reproduzir e as pessoas que pescam e ca\u00e7am conseguiriam manter as atividades&#8221;, contou.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/midias.agazeta.com.br\/2020\/09\/25\/baia-das-tartarugas-326615-article.jpg\" alt=\"Ba\u00eda das Tartarugas\" width=\"639\" height=\"426\" \/>Tartaruga fotografada na Ba\u00eda das Tartarugas, em Vit\u00f3ria. Cr\u00e9dito: Leonardo Mer\u00e7on<\/p>\n<p>O presidente do Instituto \u00daltimos Ref\u00fagios ressaltou, por\u00e9m, que o zoneamento ainda precisa ser colocado em pr\u00e1tica. Apesar disso, ele explica que a cria\u00e7\u00e3o da Ba\u00eda das Tartarugas j\u00e1 garante que as esp\u00e9cies sejam preservadas, para que seja feita a manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade da regi\u00e3o e que as pessoas que dependem da pesca n\u00e3o sejam prejudicadas.<\/p>\n<p>&#8220;A\u00a0cria\u00e7\u00e3o da Ba\u00eda das Tartarugas j\u00e1 permite um certo n\u00edvel de prote\u00e7\u00e3o para as esp\u00e9cies que coabitam. N\u00e3o s\u00f3 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesca, mas a gente fomenta o turismo e tem muita gente que vive disso. Temos que fazer um trabalho super forte em rela\u00e7\u00e3o aos pescadores, de forma nenhuma podemos criminaliz\u00e1-los, a n\u00e3o ser aqueles que sabem que est\u00e3o cometendo um erro e escolhem cometer o crime. Mas isso tem que ser acompanhado de um trabalho social muito grande pra n\u00e3o prejudicar ningu\u00e9m&#8221;, finalizou.<\/p>\n<p><strong>CONSELHO IR\u00c1 ADMINISTRAR A APA<\/strong><\/p>\n<p>A Prefeitura de Vit\u00f3ria publicou um decreto no \u00faltimo dia 9 de setembro que definiu o conselho gestor da \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental da Ba\u00eda das Tartarugas. Segundo o secret\u00e1rio municipal de Meio Ambiente, Ademir Filho, o grupo \u00e9 formado por\u00a0\u00f3rg\u00e3os ambientais, sociedade civil e empresarial, que decidir\u00e3o as normas da utiliza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o.<\/p>\n<p>&#8220;O\u00a0conselho gestor da APA foi publicado na semana passada. A APA \u00e9 criada para ordenar o uso desse espa\u00e7o e, agora, o conselho gestor vai decidir o que pode e o que n\u00e3o pode acontecer nesse espa\u00e7o. \u00c9 formado por \u00f3rg\u00e3os ambientais, sociedade civil e empresarial e qualquer atividade que quiserem empreender nessa \u00e1rea, ter\u00e1 de ser discutida nesse conselho&#8221;, disse.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/midias.agazeta.com.br\/2020\/09\/24\/area-delimitada-da-baia-das-tartarugas-325608-article.jpg\" alt=\"Delimita\u00e7\u00e3o da Ba\u00eda das Tartarugas, da ponta do Porto de Tubar\u00e3o, em Jardim Camburi, at\u00e9 a Terceira Ponte\" width=\"638\" height=\"425\" \/>\u00c1rea delimitada da Ba\u00eda das Tartarugas. Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Instituto \u00daltimos Ref\u00fagios<\/p>\n<p>Ademir Filho reiterou que a quantidade de tartarugas e de outros animais marinhos que podem ser vistos no local \u00e9 algo sem precedentes e, por isso, foi feito um estudo t\u00e9cnico por parte da Prefeitura de Vit\u00f3ria para que a cria\u00e7\u00e3o da APA pudesse ser aprovada em 2018.<\/p>\n<p>&#8220;Toda a cria\u00e7\u00e3o de APA precisou de um estudo t\u00e9cnico que fundamenta essa caracter\u00edstica do espa\u00e7o, foi o caso ali da Ba\u00eda das Tartarugas. \u00c9 um local bem conhecido e todos sabem a import\u00e2ncia ambiental para a cidade, e fizemos estudos ambientais que revelaram essa import\u00e2ncia. O\u00a0avistamento de tartarugas ali \u00e9 sem precedentes. O ambiente \u00e9 muito prop\u00edcio para o desenvolvimento e estadia delas, ent\u00e3o elas acabam tendo um sucesso de habita\u00e7\u00e3o&#8221;, contou o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>AVISTAMENTO DE BALEIAS\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Outro instituto que participou da cria\u00e7\u00e3o da Ba\u00eda das Tartarugas \u00e9 o Projeto Amigos da Jubarte, que pesquisa e faz o acompanhamento dos mam\u00edferos que aparecem na regi\u00e3o costeira do Esp\u00edrito Santo. O coordenador do projeto, Thiago Ferrari, explicou que o avistamento de baleias dentro da Ba\u00eda das Tartarugas n\u00e3o \u00e9 comum, mas j\u00e1 aconteceu em algumas oportunidades nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 a \u00e1rea de prefer\u00eancia das baleias jubarte. Na \u00e9poca de reprodu\u00e7\u00e3o, entre junho e novembro, quando elas v\u00eam para a costa do Esp\u00edrito Santo e da Bahia para ter seus filhotes, amament\u00e1-los, trein\u00e1-los, buscam \u00e1reas um pouco mais afastadas, entre\u00a015 quil\u00f4metros da costa at\u00e9 30, 40 quil\u00f4metros. Mas, com o aumento da popula\u00e7\u00e3o das baleias, est\u00e3o voltando a ocupar \u00e1reas das quais tinham desaparecido por conta da ca\u00e7a&#8221;, disse Thiago.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/midias.agazeta.com.br\/2020\/09\/24\/em-2018-uma-baleia-jubarte-entrou-na-baia-das-tartarugas-em-vitoria-325574-article.jpg\" alt=\"Baleia jubarte avistada na Ba\u00eda das Tartarugas, em Vit\u00f3ria\" width=\"638\" height=\"417\" \/>Em 2018, uma baleia jubarte entrou na Ba\u00eda das Tartarugas, em Vit\u00f3ria. Cr\u00e9dito: Karen Bof\/Projeto Amigos da Jubarte<\/p>\n<p>Os casos mais recentes de aparecimento de baleias perto da cidade aconteceram em 2014 e 2018, quando os animais de fato entraram na Ba\u00eda das Tartarugas. Thiago ressaltou, por\u00e9m, que outras esp\u00e9cies de cet\u00e1ceos, como golfinhos e botos cinzas tamb\u00e9m aparecem na ba\u00eda.<\/p>\n<p>&#8220;Em 2018, uma baleia entrou na Ba\u00eda de Vit\u00f3ria, ficou algumas horas circulando e depois foi embora. E tamb\u00e9m em 2014, houve o aparecimento de duas baleias-francas, que t\u00eam o comportamento mais costeiro, entre as Ilhas do Boi e do Frade. A\u00a0diversidade marinha aqui na Ba\u00eda das Tartarugas \u00e9 riqu\u00edssima, ent\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 os cet\u00e1ceos, como baleias, mas aqui temos ocorr\u00eancias de v\u00e1rias esp\u00e9cies de golfinhos, inclusive o boto cinza. Os golfinhos &#8211; principalmente o boto cinza &#8211; nascem, crescem, se reproduzem e se alimentam aqui. Ou seja, passam todo seu ciclo de vida aqui, na Ba\u00eda das Tartarugas&#8221;, contou.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"https:\/\/midias.agazeta.com.br\/2020\/09\/24\/o-boto-cinza-nasce-se-alimenta-e-se-reproduz-na-baia-das-tartarugas-325609-article.jpg\" alt=\"Cardume de botos cinzas na Ba\u00eda das Tartarugas\" width=\"639\" height=\"426\" \/>O boto cinza nasce, se alimenta e se reproduz na Ba\u00eda das Tartarugas. Cr\u00e9dito: Leonardo Mer\u00e7on\/Instituto \u00daltimos Ref\u00fagios<\/p>\n<p><strong>TAMAR ATUA NA CONSCIENTIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>O projeto Tamar, que atua na pesquisa e conserva\u00e7\u00e3o das tartarugas marinhas em todo o Brasil, tamb\u00e9m tem participa\u00e7\u00e3o no processo de conserva\u00e7\u00e3o da Ba\u00eda das Tartarugas. A coordenadora t\u00e9cnica do projeto, Ana Claudia Marcondes, afirmou que h\u00e1 um aux\u00edlio no acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 necessidade de conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade da ba\u00eda.<\/p>\n<p>&#8220;No Esp\u00edrito Santo, o Tamar\u00a0tem uma voca\u00e7\u00e3o de divulga\u00e7\u00e3o do trabalho, educa\u00e7\u00e3o ambiental e conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o. A gente auxilia, por ser um ponto de informa\u00e7\u00e3o e direcionamos as perguntas. Passamos a informa\u00e7\u00e3o e ajudamos tamb\u00e9m em caso de resgates de animais&#8221;, disse.<\/p>\n<p>Um exemplo dessa atua\u00e7\u00e3o no resgate de animais \u00e9 a presen\u00e7a de ninhos de tartarugas na Praia de Camburi, fato raro, mas que pode acontecer.<\/p>\n<p>&#8220;Quando ocorre ninhos na Praia de Camburi, o Tamar atua tamb\u00e9m na preserva\u00e7\u00e3o desses ninhos. Colocamos estacas e placas de informa\u00e7\u00e3o. Quando est\u00e1 para nascer, vamos ao local para auxiliar os filhotes. A\u00a0gente tamb\u00e9m apoia as pesquisas que as universidades possam querer realizar nessa \u00e1rea&#8221;, contou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para\u00edso para turistas, mergulhadores e pesquisadores em Vit\u00f3ria, a Ba\u00eda das Tartarugas \u00e9 uma Unidade<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"cream-magazine-thumbnail-2":false,"cream-magazine-thumbnail-3":false,"cream-magazine-thumbnail-4":false},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Para\u00edso para turistas, mergulhadores e pesquisadores em Vit\u00f3ria, a Ba\u00eda das Tartarugas \u00e9 uma Unidade","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135258"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135258"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135258\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135258"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=135258"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=135258"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}