{"id":135060,"date":"2020-10-08T06:28:41","date_gmt":"2020-10-08T09:28:41","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=135060"},"modified":"2020-10-08T06:28:41","modified_gmt":"2020-10-08T09:28:41","slug":"espaco-ecologico-destaca-artigo-sobre-o-meio-ambiente-e-a-arqueologia-do-serido-paraibano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/espaco-ecologico-destaca-artigo-sobre-o-meio-ambiente-e-a-arqueologia-do-serido-paraibano\/","title":{"rendered":"Espa\u00e7o Ecol\u00f3gico destaca artigo sobre o meio ambiente e a arqueologia do Serid\u00f3 paraibano"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-125720\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Por Juvandi de Souza Santos (foto)* e Lucas Ramon Porto de Assis**<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O Serid\u00f3 paraibano, enquanto regi\u00e3o geogr\u00e1fica corresponde \u00e0 \u00e1rea do centro-norte do estado da Para\u00edba, cujos munic\u00edpios est\u00e3o sob a \u00e9gide do rio Serid\u00f3 e seus afluentes, al\u00e9m dos in\u00fameros a\u00e7udes e barragens deste proveniente, das \u00e1guas desse essencial corpo fluvial. Com as divis\u00f5es territorial e regional do IBGE, o Serid\u00f3, em territ\u00f3rio do estado da Para\u00edba, foi estabelecido enquanto pertencente \u00e0 Mesorregi\u00e3o da Borborema, e partido em duas microrregi\u00f5es: o Serid\u00f3 Oriental e o Serid\u00f3 Ocidental, que ser\u00e3o tratadas neste artigo enquanto unas. Incorpora, assim, quinze munic\u00edpios (Junco do Serid\u00f3, Salgadinho, Santa Luzia, S\u00e3o Jos\u00e9 do Sabugi, S\u00e3o Mamede, V\u00e1rzea, Bara\u00fana, Cubati, Frei Martinho, Juazeirinho, Nova Palmeira, Pedra Lavrada, Picu\u00ed, S\u00e3o Vicente do Serid\u00f3 (Serid\u00f3) e Ten\u00f3rio) que compartilham entre si algumas caracter\u00edsticas de naturezas ambiental, econ\u00f4mica e mesmo cultural.<\/p>\n<p>Similarmente \u00e0 hom\u00f4nima regi\u00e3o do Rio Grande do Norte, o Serid\u00f3 paraibano \u00e9 bastante singular no que diz respeito aos aspectos f\u00edsico-clim\u00e1ticos, tamb\u00e9m a isto se somando os de riqueza arqueol\u00f3gica-paleontol\u00f3gica-espeleol\u00f3gica, nomeadamente relacionada \u00e0 Pr\u00e9-Hist\u00f3ria da localidade, consubstanciada, assim, em grande n\u00famero de abrigos sob rocha, onde se observam grandes e belos pain\u00e9is rupestres, somados \u00e0s pinturas em matac\u00f5es ou afloramento rochosos, bem como \u00e0s ic\u00f4nicas gravuras realizadas em grandes rochas no decurso de rios ou cursos de \u00e1gua, as chamadas Itacoatiaras, sendo a mais recente destas descoberta neste ano de 2020, em Pedra Lavrada, munic\u00edpio que bem representa a diversidade de vest\u00edgios que caracterizam o Serid\u00f3 (Figura 1). Com rela\u00e7\u00e3o aos s\u00edtios paleontol\u00f3gicos, esses existem e numa quantidade bastante significativa, especialmente os tanques naturais e algumas lagoas, que guardam em suas profundidades materiais f\u00f3sseis da megafauna pleistoc\u00eanica.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido4.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-135064 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido4.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"554\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido4.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido4-300x260.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/strong><strong>Figura 1- <\/strong>\u00c1rea Arqueol\u00f3gica do Serid\u00f3, contemplando os estados de Rio Grande do Norte e Para\u00edba.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> Martin (2020).<\/p>\n<p>Assim sendo, \u00e9 importante que sejam conhecidas algumas caracter\u00edsticas naturais deste Serid\u00f3. Primeiramente, estando na \u00e1rea central da Para\u00edba, a regi\u00e3o \u00e9 como o apogeu da vegeta\u00e7\u00e3o de caatinga, com sua flora herb\u00e1ceo-arbustiva e xer\u00f3fila (de ra\u00edzes longas e profundas, preval\u00eancia de espinhos em lugar das folhas, como mecanismo de reserva de nutrientes e \u00e1gua) sustentada por um solo pedregoso e bastante suscet\u00edvel \u00e0 eros\u00e3o, e com a fauna diversificada do bioma, compreendendo mais de 170 esp\u00e9cies de mam\u00edferos e de r\u00e9pteis, al\u00e9m das 591 de aves. Sendo assim, o clima que engloba os munic\u00edpios localizados no Serid\u00f3 \u00e9 tipicamente Tropical Semi\u00e1rido, com \u00edndice pluviom\u00e9trico limitado a 550 mm por ano, muito mal distribu\u00eddo e irregular, somado, ademais, com temperaturas m\u00e9dias a variar entre 25\u00ba e 28\u00ba C, o que imp\u00f5e o risco, presente em toda a regi\u00e3o, de longos per\u00edodos de estiagem e seca, observados com recorr\u00eancia (Figuras 2 e 3).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido2.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-135062 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido2.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"473\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido2.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido2-300x222.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-135063 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido3.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"486\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido3.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido3-300x228.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Figuras 2 e 3 &#8211; <\/strong>Retratos da paisagem de Caatinga, em per\u00edodo de chuvas e estiagem, incluindo aspectos de relevo, caracter\u00edstica do Serid\u00f3 Paraibano.<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong> Renalle Ruana Pessoa Ramos &#8211; Obra do pr\u00f3prio, CC BY-SA 3.0, https:\/\/commons.wikimedia.org\/w\/index.php?curid=33118930.<\/p>\n<p>Como todos os biomas brasileiros, a Caatinga tem sofrido consider\u00e1vel devasta\u00e7\u00e3o em algumas \u00e1reas, e no Serid\u00f3 este processo este intr\u00ednseco desde meados do s\u00e9culo XIX, quando o plantio de algod\u00e3o caracterizava a regi\u00e3o. As press\u00f5es antr\u00f3picas da altura do apogeu algodoeiro impunham a devasta\u00e7\u00e3o de grandes \u00e1reas f\u00e9rteis, nomeadamente nos vales do rio Serid\u00f3 e afluentes, ou mesmo o desvio de cursos de \u00e1gua para a irriga\u00e7\u00e3o, e atividades deste tipo foram desenvolvidas ainda com alguma intensidade at\u00e9 os anos 1980. Atualmente, o principal fator de devasta\u00e7\u00e3o ambiental nos munic\u00edpios do Serid\u00f3 diz respeito \u00e0 difundida urbaniza\u00e7\u00e3o, em vista da expans\u00e3o constante das cidades na regi\u00e3o, especialmente no Rio Grande do Norte, metr\u00f3poles locais que exercem essencial papel na subsist\u00eancia dos munic\u00edpios em sua zona de influ\u00eancia. Apesar disso, iniciativas como a \u00c1reas de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental e Parques Naturais t\u00eam-se difundido entre grupos populares e o poder p\u00fablico, em vistas de serem vantajosas para a comunidade duplamente: garantem a conserva\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o e da fauna naturais, retardando a desertifica\u00e7\u00e3o que amea\u00e7a a subsist\u00eancia especialmente de pequenos agricultores, e minorando os efeitos e a intensidade das longas estiagens; al\u00e9m disso, s\u00e3o fontes de renda bastante significativas, uma vez que o ecoturismo \u00e9, em verdade, um dos setores de mais destaque em economias locais cujo potencial para esta pr\u00e1tica seja t\u00e3o vasto, em especial considerando as preocupa\u00e7\u00f5es internacionais e os compromissos que o pr\u00f3prio Brasil firmou com a comunidade de na\u00e7\u00f5es no sentido de preservar os seus biomas.<\/p>\n<p>Outro importante aspecto que caracteriza o Serid\u00f3, seja no Rio Grande, seja na Para\u00edba, \u00e9 o seu relevo. \u00c9 uma regi\u00e3o caracterizada por serras circundantes a estes vales, com altitudes que chegam a 500 metros em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel do mar, assim propiciando sali\u00eancias e abrigos rochosos que lhe s\u00e3o caracter\u00edsticos, desta maneira elevando a regi\u00e3o a patamar de potencial arqueol\u00f3gico \u00edmpar, j\u00e1 provado pelas constantes pesquisas que ali se desenvolveram no decorrer da d\u00e9cada de 1980 at\u00e9 o presente, originando uma quantidade de s\u00edtios arqueol\u00f3gicos sem par. Isso tamb\u00e9m se deve ao Serid\u00f3, de uma forma geral, ser visto como uma importante \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o, um grande corredor que teria contribu\u00eddo em \u00e9pocas passadas para que grupos humanos oriundos de outras regi\u00f5es do Brasil, a exemplo do sudoeste do que hoje corresponde ao estado do Piaui, terem usado essa \u00e1rea em seus deslocamentos sazonais. A prova inconteste disso s\u00e3o os in\u00fameros s\u00edtios arqueol\u00f3gicos de arte rupestre existentes no Serid\u00f3, que apresentam a Tradi\u00e7\u00e3o Nordeste e a subtradi\u00e7\u00e3o Serid\u00f3, al\u00e9m das incont\u00e1veis Itacoatiaras que apresentam caracter\u00edsticas peculiares, enquadradas na subtradi\u00e7\u00e3o Ing\u00e1 (Figura 4).<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-135061 size-full\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido1.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido1.jpg 640w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/arqueologia_serido1-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><\/a>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Figura 4<\/strong> &#8211; Pedra de Retumba evidenciada, munic\u00edpio de Pedra Lavrada, Serid\u00f3 da Para\u00edba, fevereiro de 2020.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00e9dito da imagem:<\/strong> Juvandi de Souza Santos.<\/p>\n<p>Por fim, essa imensa regi\u00e3o do Serid\u00f3 na Para\u00edba apresenta, como no restante do Estado, problemas ambientais s\u00e9rios: desertifica\u00e7\u00e3o, p\u00e9ssimo uso do solo, ca\u00e7ada a animais, destrui\u00e7\u00e3o de matas ciliares, retirada da cobertura vegetal, etc., al\u00e9m de muitos s\u00edtios arqueol\u00f3gicos (pr\u00e9-hist\u00f3ricos e hist\u00f3ricos), encontrarem-se pichados e tanques naturais com f\u00f3sseis de megafauna completamente vandalizados.<\/p>\n<p>Tendo em vista os problemas apontados acima, grupos de trilheiros tem se mobilizado para buscar solu\u00e7\u00f5es, como: reflorestamento, educa\u00e7\u00e3o ambiental e patrimonial junto \u00e0s comunidades mais afetadas, cataloga\u00e7\u00e3o de s\u00edtios arqueol\u00f3gicos-paleontol\u00f3gicos e espeleol\u00f3gicos e seus devidos registros junto aos \u00f3rg\u00e3os competentes e, talvez, o mais importante: a tentativa em se criar uma grande \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) envolvendo inicialmente os nove (09) munic\u00edpios do Serid\u00f3 Oriental da Para\u00edba.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Prof. Dr. Juvandi de Souza Santos (Arque\u00f3logo\/Paleont\u00f3logo\/Historiador &#8211; UEPB)<\/p>\n<p>**Acad\u00eamico de Hist\u00f3ria Lucas Ramon Porto de Assis (Bolsista de PIBIC\/CNPq\/UEPB)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Juvandi de Souza Santos (foto)* e Lucas Ramon Porto de Assis**\u00a0 O Serid\u00f3 paraibano,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":125720,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/juvandi.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Por Juvandi de Souza Santos (foto)* e Lucas Ramon Porto de Assis**\u00a0 O Serid\u00f3 paraibano,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135060"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135060"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135060\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/125720"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135060"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=135060"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=135060"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}