{"id":134166,"date":"2020-09-21T12:00:13","date_gmt":"2020-09-21T15:00:13","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=134166"},"modified":"2020-09-21T07:22:22","modified_gmt":"2020-09-21T10:22:22","slug":"artigo-dos-pesquisadores-marco-gomes-e-lauro-pereira-analisa-cenario-mundial-dos-aquiferos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/artigo-dos-pesquisadores-marco-gomes-e-lauro-pereira-analisa-cenario-mundial-dos-aquiferos\/","title":{"rendered":"Artigo dos pesquisadores Marco Gomes e Lauro Pereira analisa cen\u00e1rio mundial dos aqu\u00edferos"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-134167\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Uma an\u00e1lise recente dos pesquisadores Marco Gomes e Lauro Pereira, da Embrapa Meio Ambiente (Jaguari\u00fana, SP), publicada na Revista Cient\u00edfica N\u00facleo do Conhecimento (<a href=\"http:\/\/www.nucleodoconhecimento.com.br\/meio-ambiente\/cenario-mundial\">publica\u00e7\u00e3o on-line<\/a>),levanta alguns problemas e destaca cen\u00e1rios no mundo com foco na quantidade e qualidade da \u00e1gua subterr\u00e2nea, buscando despertar uma reflex\u00e3o sobre a imin\u00eancia de uma grave crise h\u00eddrica mundial, influenciada pelo crescimento populacional e pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, principalmente. Assim, de acordo com os pesquisadores, \u00e9 preciso conhecer os problemas h\u00eddricos em escala global para agir em escala local, criando uma rede sustent\u00e1vel de consci\u00eancia e a\u00e7\u00e3o em prol desse importante recurso natural.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio exige a necessidade urgente de a\u00e7\u00f5es para minimizar o desperd\u00edcio, como tamb\u00e9m a implanta\u00e7\u00e3o de programas de controle de explora\u00e7\u00e3o em todo o Planeta. \u201cMesmo as a\u00e7\u00f5es urgentes t\u00eam um tempo limitado&#8221;, acredita o pesquisador Marco Gomes, &#8220;a partir do qual o cen\u00e1rio de escassez torna-se irrevers\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p>Ao longo dos \u00faltimos 20 anos, os cen\u00e1rios cr\u00edticos sobre escassez h\u00eddrica s\u00e3o debatidos, por\u00e9m, as iniciativas e tomadas de decis\u00e3o n\u00e3o tiveram \u00eaxito, mostrando, na pr\u00e1tica, que n\u00e3o ocorreu avan\u00e7o significativo em rela\u00e7\u00e3o ao consumo consciente e adequado da \u00e1gua.<\/p>\n<p>No Brasil, o reuso da \u00e1gua teve poucos avan\u00e7os em d\u00e9cadas, assim como projetos voltados para o aproveitamento da \u00e1gua das chuvas e tamb\u00e9m de implanta\u00e7\u00e3o de esta\u00e7\u00f5es de tratamento de esgotos ou res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos (ETE\u2019s) em todas as cidades acima de 50.000 habitantes, com previs\u00e3o a partir de 2012, e que n\u00e3o foram concretizados at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>A prote\u00e7\u00e3o dos aqu\u00edferos, sob uma perspectiva sustent\u00e1vel, passa necessariamente pelo controle e prote\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de recarga e tamb\u00e9m pelos po\u00e7os tubulares profundos abertos, considerando um limite de explota\u00e7\u00e3o di\u00e1rio e a ado\u00e7\u00e3o de faixas, zonas ou per\u00edmetros de prote\u00e7\u00e3o contra potenciais fontes de contamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com Gomes, \u00e9 preciso reavaliar o procedimento atual, com ado\u00e7\u00e3o de normas r\u00edgidas de controle, aliadas a outros meios de uso racional e equilibrado das \u00e1guas superficiais. No caso espec\u00edfico do Brasil, al\u00e9m da ado\u00e7\u00e3o de procedimentos de prote\u00e7\u00e3o dos po\u00e7os, que se restringe praticamente ao estado de S\u00e3o Paulo, seria oportuno o incentivo \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o de \u00e1reas menos povoadas, no sentido de se buscar maior equil\u00edbrio na rela\u00e7\u00e3o densidade \u201cpopulacional x disponibilidade h\u00eddrica\u201d. Essa sim, embora mais dif\u00edcil e onerosa, seria a melhor op\u00e7\u00e3o para aliviar a press\u00e3o de uso dos aqu\u00edferos da regi\u00e3o centro-sul do pa\u00eds, enfatiza o pesquisador.<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio dos principais aqu\u00edferos do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil possui uma \u00f3tima legisla\u00e7\u00e3o sobre a prote\u00e7\u00e3o dos recursos naturais, mas, quanto \u00e0 fiscaliza\u00e7\u00e3o, os autores acreditam que deveria ser atuante de forma mais contundente e permanente, com penalidades de alto potencial de inibi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De fato, o pa\u00eds disp\u00f5e de uma imensa reserva de \u00e1gua subterr\u00e2nea, cujos valores at\u00e9 2010 eram estimados em 112.300 km<sup>3<\/sup>\u00a0de \u00e1gua (1km<sup>3<\/sup>\u00a0corresponde a 1 trilh\u00e3o de litros), distribu\u00eddos da seguinte forma: 42.830 km<sup>3<\/sup>\u00a0na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, 18.670 km<sup>3<\/sup>\u00a0no nordeste e 50.800 km<sup>3<\/sup>\u00a0na regi\u00e3o centro-sul\/sudeste. Por\u00e9m, estudos posteriores sobre os aqu\u00edferos da Amaz\u00f4nia, envolvendo pesquisadores da Universidade Federal do Par\u00e1,conclu\u00edram que a reserva permanente de \u00e1gua subterr\u00e2nea no pa\u00eds teve um aumento da ordem de 119.690 km<sup>3<\/sup>, passando ent\u00e3o para 231.990 km<sup>3<\/sup>\u00a0de \u00e1gua. Esse aumento ocorreu ap\u00f3s as reavalia\u00e7\u00f5es das reservas dos Aqu\u00edferos Alter do Ch\u00e3o, Solim\u00f5es e I\u00e7\u00e1 que antes tinham reservas estimadas em 42.830 km<sup>3<\/sup>. Ap\u00f3s essa descoberta, o conjunto de aqu\u00edferos passou a ser chamado de Sistema Aqu\u00edfero Grande Amaz\u00f4nia \u2013 SAGA, com um potencial de armazenamento da ordem de 162.520 km<sup>3<\/sup>\u00a0de \u00e1gua.<\/p>\n<p>De qualquer forma, somente parte dessa \u00e1gua poder\u00e1 ser retirada, em fun\u00e7\u00e3o de alguns fatores fundamentais, como custos elevados\/invi\u00e1veis para retirada a grandes profundidades e colapso de car\u00e1ter geol\u00f3gico, devido \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de grandes espa\u00e7os vazios, antes ocupados pela \u00e1gua.\u00a0 Estudos de car\u00e1ter hidrogeol\u00f3gico mostram que a explota\u00e7\u00e3o de \u00e1gua subterr\u00e2nea deve obedecer a crit\u00e9rios essenciais, como avalia\u00e7\u00e3o da entrada anual de \u00e1gua das chuvas, a partir do balan\u00e7o h\u00eddrico nas \u00e1reas de recarga, e estimativa do potencial de recarregamento do aqu\u00edfero, com a consequente forma\u00e7\u00e3o das reservas renov\u00e1veis (ativas) ou reguladoras; e retirada anual de \u00e1gua, tendo por base o correspondente a 25% do volume do potencial de recarga, principalmente para aqu\u00edferos sedimentares, que s\u00e3o mais vulner\u00e1veis aos colapsos de ordem geol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Outra regi\u00e3o com destaque \u00e9 a do Pantanal Mato-grossense, principalmente a por\u00e7\u00e3o correspondente ao estado do Mato Grosso do Sul. L\u00e1 ocorrem os Aqu\u00edferos da Era Cenozoica, Bauru, Serra Geral e Guarani, entre outros de menor porte, que, juntos, formam uma reserva expressiva, com potencial renov\u00e1vel da ordem de 50 km<sup>3<\/sup>\u00a0por ano\u00a0e reserva explot\u00e1vel de 10 km<sup>3<\/sup>\u00a0por ano, considerando a retirada de 20% do total de recarga anual, de acordo com normas vigentes do governo estadual.<\/p>\n<p>O aumento da press\u00e3o de uso dos aqu\u00edferos pode ser explicado, por exemplo, pela falta de perfura\u00e7\u00e3o de po\u00e7os profundos em quase todos os estados do Brasil, aus\u00eancia de um plano de prote\u00e7\u00e3o das \u00e1reas de afloramento e falta de uso controlado e racional da \u00e1gua nos setores agr\u00edcola, urbano e industrial.<\/p>\n<p>Conforme mencionado pelos pesquisadores, os res\u00edduos prejudiciais \u00e0 sa\u00fade est\u00e3o presentes em quase todos os aqu\u00edferos do mundo. \u201cUma vez aberto um po\u00e7o para capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, seja em \u00e1rea confinada ou de recarga, tem-se o in\u00edcio do risco de contamina\u00e7\u00e3o que pode ocorrer das mais diversas formas e fontes de origem, seja agr\u00edcola, urbana ou industrial\u201d.<\/p>\n<p>Em se tratando, especificamente, de \u00e1reas de recarga, os riscos de contamina\u00e7\u00e3o s\u00e3o mais evidentes devido \u00e0 baixa profundidade da zona saturada, uma vez que n\u00e3o existe nenhum pacote de rochas atuando como obst\u00e1culo de prote\u00e7\u00e3o para a movimenta\u00e7\u00e3o de produtos potencialmente poluidores. Na pr\u00e1tica, os riscos podem ser medidos a partir de estudos de avalia\u00e7\u00e3o do risco potencial de contamina\u00e7\u00e3o que t\u00eam por base a combina\u00e7\u00e3o de resultados de an\u00e1lises de vulnerabilidade (exposi\u00e7\u00e3o da \u00e1rea) e de carga contaminante (produtos qu\u00edmicos usados), associada \u00e0s cargas pontuais e difusas.<\/p>\n<p><strong>Sustentabilidade<\/strong><\/p>\n<p>Esse quadro de riscos pode ser revertido se forem implantadas, de fato, medidas de prote\u00e7\u00e3o. O controle r\u00edgido de abertura de po\u00e7os profundos e a efetiva\u00e7\u00e3o dos Per\u00edmetros de Prote\u00e7\u00e3o de Po\u00e7os (PPPs), por exemplo, constituem os primeiros passos, pois al\u00e9m de ter maior controle sobre o consumo, estabelece uma \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o nas imedia\u00e7\u00f5es de um po\u00e7o tubular profundo, onde as atividades relacionadas ao uso e ocupa\u00e7\u00e3o das terras apresentam algum tipo de potencial para afetar, tanto a qualidade como a quantidade de \u00e1gua. Os PPPs s\u00e3o estabelecidos em faixas ou zonas, de acordo com a dist\u00e2ncia entre o po\u00e7o e as atividades potencialmente poluidoras, como tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o ao tempo de deslocamento de algum composto poluente at\u00e9 ele.<\/p>\n<p>Outras a\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o incluem os estudos de risco em suas \u00e1reas de recarga. Tamb\u00e9m s\u00e3o aliados a educa\u00e7\u00e3o ambiental, o reuso da \u00e1gua, a legisla\u00e7\u00e3o pertinente e a fiscaliza\u00e7\u00e3o constante.<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio mundial<\/strong><\/p>\n<p>A \u00e1gua subterr\u00e2nea representa algo em torno de 96% de toda a \u00e1gua doce dispon\u00edvel no mundo. Pa\u00edses como Ar\u00e1bia Saudita, Dinamarca e Malta, por exemplo, utilizam exclusivamente a \u00e1gua subterr\u00e2nea para o abastecimento humano. J\u00e1 na \u00c1ustria, Alemanha, B\u00e9lgica, Fran\u00e7a, Hungria, It\u00e1lia, Holanda, Marrocos, R\u00fassia e Su\u00ed\u00e7a, pouco mais de 2\/3 da \u00e1gua consumida pela popula\u00e7\u00e3o \u00e9 proveniente dos aqu\u00edferos, o que corresponde a valores em torno de 70% do consumo total desses pa\u00edses. Tal cen\u00e1rio coloca em risco a sustentabilidade dos aqu\u00edferos de um modo geral, considerando que outros pa\u00edses como EUA e Canad\u00e1 possuem tamb\u00e9m alto consumo de \u00e1gua subterr\u00e2nea.<\/p>\n<p>Outro fato agravante, al\u00e9m da escassez crescente, \u00e9 a distribui\u00e7\u00e3o desigual das \u00e1guas subterr\u00e2neas ao longo do Planeta. Por exemplo, determinadas regi\u00f5es do Oriente M\u00e9dio, da \u00c1frica, como tamb\u00e9m de parte da \u00c1sia, tem apresentado uma crise severa e persistente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 disponibilidade de \u00e1gua, tanto superficial quanto subterr\u00e2nea.\u00a0Tal cen\u00e1rio piora na medida em que se agravam os problemas de saneamento b\u00e1sico para boa parte da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Existem 37 aqu\u00edferos de grande import\u00e2ncia mundial, sendo que 21 deles encontram-se sob condi\u00e7\u00e3o de estresse h\u00eddrico, ou seja, com extra\u00e7\u00e3o superior \u00e0 recarga. Uma an\u00e1lise mais apurada, no entanto, indica que 13 deles apresentam condi\u00e7\u00f5es \u201cmuito cr\u00edticas\u201d devido \u00e0 superexplora\u00e7\u00e3o.\u00a0De modo geral, o cen\u00e1rio \u00e9 preocupante em todos eles, j\u00e1 que sofrem, constantemente, fortes press\u00f5es de consumo aliado a um problema de ordem clim\u00e1tica, representado pelo desequil\u00edbrio dos \u00edndices pluviom\u00e9tricos em n\u00edvel global.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma an\u00e1lise recente dos pesquisadores Marco Gomes e Lauro Pereira, da Embrapa Meio Ambiente (Jaguari\u00fana,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":134167,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/aquiferos.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Uma an\u00e1lise recente dos pesquisadores Marco Gomes e Lauro Pereira, da Embrapa Meio Ambiente (Jaguari\u00fana,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134166"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=134166"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/134166\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/134167"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=134166"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=134166"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=134166"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}