{"id":134042,"date":"2020-09-19T13:00:01","date_gmt":"2020-09-19T16:00:01","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=134042"},"modified":"2020-09-19T12:19:46","modified_gmt":"2020-09-19T15:19:46","slug":"trilhas-aquaticas-de-paraty-um-trecho-da-rede-brasileiras-de-trilhas-para-ser-feito-a-remo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/trilhas-aquaticas-de-paraty-um-trecho-da-rede-brasileiras-de-trilhas-para-ser-feito-a-remo\/","title":{"rendered":"Trilhas Aqu\u00e1ticas de Paraty: um trecho da Rede Brasileiras de Trilhas para ser feito a remo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecoturismo.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-134043\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecoturismo-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecoturismo-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/ecoturismo.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Por Rodrigo Pereira de Almeida*<\/p>\n<p>Para mim, remar come\u00e7ou sem pensar muito. Desde quando vim morar na regi\u00e3o da Costa Verde, ouvi falar de pessoas e suas canoas que navegavam dist\u00e2ncias incr\u00edveis e mares agitados, para vender produtos cultivados nas ro\u00e7as e peixes secos. Tamb\u00e9m compravam produtos dif\u00edceis de se encontrar na regi\u00e3o naquela \u00e9poca, como sal, querosene e sab\u00e3o.<\/p>\n<p>Morei na vila do Abra\u00e3o, na Ilha Grande e, morando em uma ilha, uma das diversas coisas que voc\u00ea precisa aprender \u00e9 remar. Foi, para mim, t\u00e3o natural quanto andar de bicicleta. Remava de caiaque, de canoa havaiana; no bote para pegar e deixar a escuna; para pescar; para rebocar clientes em caiaques Sit On Top (caiaque em que a pessoa fica com o corpo totalmente no deck do caiaque) quando o barco engui\u00e7ava; e remava por remar. Era sempre: tendo ou n\u00e3o tendo nada para fazer, vai remar.<\/p>\n<div class=\"code-block code-block-1\">\n<div class=\"ai-viewport-1\">Ap\u00f3s vir para Paraty, nada mudou. Morei em Paraty Mirim, na \u00e1rea costeira pr\u00f3ximo ao Saco do Mamangu\u00e1. Existia uma trilha at\u00e9 a praia, mas tamb\u00e9m existiam caiaques, canoas, botes e veleiro. E claro que, na maioria dos dias, a op\u00e7\u00e3o era pelo mar. Ent\u00e3o, quando mudei para a cidade de Paraty, continuei fazendo o que j\u00e1 tinha absorvido pelos poros: remando.<\/div>\n<\/div>\n<p>Segui trabalhando com caiaque e remando, onde conheci meu amigo e s\u00f3cio Michael Smith, que veio tamb\u00e9m guiar e rebocar os clientes pela ba\u00eda de Paraty. A base da empresa, tinha acesso f\u00e1cil ao rio Pereque A\u00e7u, onde embarc\u00e1vamos e desembarc\u00e1vamos. At\u00e9 o dia em que abandonamos o caiaque na praia do Jabaquara, depois de muitas remadas rebocando clientes.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed, Jabaquara passou a ser nossa base de caiaques, pranchas de Stand Up Paddle, at\u00e9 chegarmos aos caiaques oce\u00e2nicos. Na minha primeira experi\u00eancia em um deles, tive a certeza de que nunca mais remaria caiaque sit on top.<\/p>\n<p>Foi um amigo que me contou, na praia da Ponta Negra, dentro da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.wikiparques.org\/wiki\/Reserva_Ecol%C3%B3gica_Estadual_da_Juatinga\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Reserva Ecol\u00f3gica Estadual da Juatinga (RJ)<\/a>, que era comum sair a remo de l\u00e1 at\u00e9 a cidade de Paraty. Uma viagem longa que atravessa a Ponta da Juatinga, local de fortes correntezas e, na maioria dos dias, com mar agitado.<\/p>\n<figure id=\"attachment_85631\" class=\"wp-caption alignnone\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-85631\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-85631\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/MiniOeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-1.jpeg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/MiniOeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-1.jpeg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/MiniOeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-1-300x200.jpeg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/MiniOeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-1-223x150.jpeg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/MiniOeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-1-272x182.jpeg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-85631\" class=\"wp-caption-text\">Visual da Ba\u00eda de Paraty. Foto: Rodrigo Pereira<\/figcaption><\/figure>\n<p>Comecei a me interessar muito pelo assunto. No primeiro momento, fascinado pela hist\u00f3ria de aventura, desafio e conhecimento da natureza \u2013 era preciso tudo isso junto para remar tal dist\u00e2ncia e com o mar em condi\u00e7\u00f5es adversas, em uma canoa que parecia ser t\u00e3o pequena e fr\u00e1gil. Como conseguiam embarcar dezenas ou centenas de quilos, sem contar com o peso do remador ou remadores?<\/p>\n<p>Num segundo momento, me dei conta que deveria ser uma vida muito dif\u00edcil. Trabalhar a terra, plantar, manter, colher e processar, no caso de fazerem a farinha de mandioca, e ap\u00f3s este ciclo todo, fazer chegar ao mercado local a remo. D\u00e1 para entender o tamanho da fa\u00e7anha?<\/p>\n<p>Da praia da Ponta Negra, era preciso remar com esta canoa pesada, por mais ou menos quatro dias, considerando ida e volta, para chegar \u00e0 cidade de Paraty. Vale destacar que, antes de 1970, n\u00e3o havia estrada asfaltada em Paraty. Os produtos sa\u00edam e chegavam na balsa que vinha da regi\u00e3o de Mangaratiba e Sepetiba (RJ). Continuando as pesquisas, cheguei aos \u00edndios que moravam na regi\u00e3o de Paraty.<\/p>\n<p>Por volta de 1549, em seu livro que muitos encaram como fantasioso, outros como um relato do Brasil nos prim\u00f3rdios do processo colonial,\u00a0<a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Hans_Staden\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Hans Stadem<\/a>\u00a0j\u00e1 descrevia bem o poder dos primeiros remadores da regi\u00e3o. Outras narrativas dos que aqui vinham se aventurar atr\u00e1s de riquezas, tamb\u00e9m falavam das mesmas canoas. Com dezenas de nativos dentro de uma mesma canoa, remando t\u00e3o r\u00e1pido que se o vento n\u00e3o estivesse forte, n\u00e3o conseguiam fugir. Dominavam completamente a floresta e o mar. Profundos conhecedores na constru\u00e7\u00e3o e navega\u00e7\u00e3o das canoas.<\/p>\n<p>A canoa \u00e9, muitas das vezes, feita de um tronco inteiro de \u00e1rvore. No entanto, n\u00e3o \u00e9 qualquer \u00e1rvore que serve para fazer a embarca\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, como tirar essa \u00e1rvore da mata, transport\u00e1-la at\u00e9 a praia ou rio, e fazer a canoa? Quantos tentativas e erros at\u00e9 chegar \u00e0 perfei\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Hoje sabemos que v\u00e1rias esp\u00e9cies de \u00e1rvores da nossa regi\u00e3o, s\u00e3o perfeitas para\u00a0<a href=\"http:\/\/nupaub.fflch.usp.br\/sites\/nupaub.fflch.usp.br\/files\/DOSSI%C3%8A%20IPHAN%20V14.pdf\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">o feitio da canoa<\/a>, como exemplos: Cedro (<em>Cedrela fissilis<\/em>), Timbu\u00edba, (<em>Balizia pedicellaris<\/em>), Ing\u00e1 amarelo, (<em>Tachigali denudata<\/em>), Jequitib\u00e1, (<em>Cariniana legalis<\/em>), Ing\u00e1 flecha, (<em>Inga sessilis<\/em>), Guapuruvu, (<em>Schizolobium parahyba<\/em>) e a Figueira branca, (<em>Ficus insipida<\/em>).<\/p>\n<p>Segundo o estudo de M\u00e1rcia Regina Teixeira da Encarna\u00e7\u00e3o: \u201cOs homens dos sambaquis, nesta regi\u00e3o, teriam constitu\u00eddo um grupo humano (\u2026) adaptado \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de vida impostas pelas caracter\u00edsticas geogr\u00e1ficas da plan\u00edcie costeira marinha e pelo sistema lagunar. Suas canoas devem ter singrado as \u00e1guas das lagunas e os rios regionais, por todos os recantos, vasculhando aquela homog\u00eanea regi\u00e3o geogr\u00e1fica. Os homens dos sambaquis constitu\u00edram ali, uma civiliza\u00e7\u00e3o de canoeiros e um grupo humano conch\u00f3fago e icti\u00f3fago [que comem moluscos e peixes] por excel\u00eancia\u201d (Homens dos Sambaquis: Registros socio geo lingu\u00edsticos em S\u00e3o Sebasti\u00e3o: A presen\u00e7a do elemento ind\u00edgena e a influ\u00eancia do portugu\u00eas colonizador\u201d, 2010).<\/p>\n<p>E hoje em dia, sempre que remamos, vemos cenas que remetem a toda essa hist\u00f3ria sobre a qual discorro aqui: canoas lan\u00e7ando a rede e tirando-a do mar; a vida de milhares de pessoas que continuam vivendo do mar, seja como transporte ou como subsist\u00eancia e que precisam manter suas tradi\u00e7\u00f5es, cultura e a defesa de seu territ\u00f3rio ancestral. Eles pertencem ao mar e o mar pertence a eles.<\/p>\n<figure id=\"attachment_85632\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-85632\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-85632\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2.jpg\" sizes=\"(max-width: 1152px) 100vw, 1152px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2.jpg 1152w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2-640x427.jpg 640w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2-790x527.jpg 790w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/Oeco_Forte-da-Tapera-Baia-de-Paraty-Foto-Rodrigo-Pereira-2-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"426\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-85632\" class=\"wp-caption-text\">Grupo remando com a Paraty Explorer na Ba\u00eda de Paraty. Foto: Rodrigo Pereira<\/figcaption><\/figure>\n<p>Voltamos ent\u00e3o ao in\u00edcio do texto, tendo ou n\u00e3o tendo nada para fazer, v\u00e1 remar! E se quiser trilhar de uma forma diferente, dentro d\u2019\u00e1gua, pegue no remo tamb\u00e9m. H\u00e1 12 anos, atrav\u00e9s da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.paratyexplorer.com.br\/\" rel=\"noopener noreferrer nofollow external\" data-wpel-link=\"external\">Paraty Explorer<\/a>, mapeamos, desenvolvemos e operamos a Rota dos Tupinamb\u00e1s, uma Travessia de Tarituba at\u00e9 a vila de Trindade, com cerca de 120 quil\u00f4metros de extens\u00e3o distribu\u00eddos ao longo de 6 dias de navega\u00e7\u00e3o de caiaque. A jornada \u00e9 uma mistura de esporte, natureza e cultura e heran\u00e7a cai\u00e7ara. Esta travessia \u00e9 apenas uma sugest\u00e3o de percurso e \u00e9 divida nos seguintes trechos:<\/p>\n<p><strong>1\u00ba Trecho Tarituba \u2013 Ilha do Ara\u00fajo (18 km)<\/strong><br \/>\n<strong>2\u00ba Trecho Ilha do Ara\u00fajo x Praia Vermelha (18 km)<\/strong><br \/>\n<strong>3\u00ba Trecho Praia Vermelha x Saco do Mamangu\u00e1 (20 km)<\/strong><br \/>\n<strong>4\u00ba Trecho \u2013 Mamangu\u00e1 x Pouso da Caja\u00edba (20 km)<\/strong><br \/>\n<strong>5\u00ba Trecho \u2013 Pouso da Caja\u00edba x Ponta Negra (25 km)<\/strong><br \/>\n<strong>6\u00ba Trecho \u2013 Ponta Negra x Trindade (18 km)<\/strong><\/p>\n<p>Lembro ainda que h\u00e1 uma s\u00e9rie de cuidados para fazer a travessia aqu\u00e1tica em seguran\u00e7a, como sempre acompanhar a previs\u00e3o do tempo e dos ventos, assim como a t\u00e1bua de mar\u00e9; remar sempre o mais cedo poss\u00edvel. Al\u00e9m disso, \u00e9 altamente recomendado ter um curso de canoagem oce\u00e2nica e saber desembarcar em praias com ondas. Contratar profissionais nesse servi\u00e7o tamb\u00e9m \u00e9 sugerido para garantir maior seguran\u00e7a e apoio durante a travessia. Cuidados tomados, p\u00e9 na \u201ctrilha\u201d e m\u00e3o no remo!<\/p>\n<p>Assista aqui a live sobre trilhas aqu\u00e1ticas na \u00edntegra:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bDWRV6ksHqI\" width=\"850\" height=\"478\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p><em>*Rodrigo Pereira \u00e9 Guia de turismo e s\u00f3cio fundador da Paraty Explorer.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Rodrigo Pereira de Almeida* Para mim, remar come\u00e7ou sem pensar muito. 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