{"id":133862,"date":"2020-09-16T10:00:28","date_gmt":"2020-09-16T13:00:28","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=133862"},"modified":"2020-09-15T18:57:26","modified_gmt":"2020-09-15T21:57:26","slug":"cientistas-usam-colageno-de-esponjas-marinhas-para-enxertos-osseos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/cientistas-usam-colageno-de-esponjas-marinhas-para-enxertos-osseos\/","title":{"rendered":"Cientistas usam col\u00e1geno de esponjas marinhas para enxertos \u00f3sseos"},"content":{"rendered":"<div class=\"td-post-content\">\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-133863\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Com apoio da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.fapesp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo<\/a>\u00a0(Fapesp), um grupo de cientistas coordenado por Ana Claudia Renno e Renata Neves Granito,\u00a0ligado ao Laborat\u00f3rio de Biomateriais e Engenharia de Tecidos (Labetec) da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp), conseguiu extrair col\u00e1geno e bioss\u00edlica de esponjas marinhas e com eles desenvolver uma membrana para reparo de queimaduras e \u00falceras da pele e uma estrutura para enxertos \u00f3sseos.<\/p>\n<p>Os produtos est\u00e3o em diversas fases dos testes pr\u00e9-cl\u00ednicos. O col\u00e1geno foi extra\u00eddo da esp\u00e9cie\u00a0<em>Aplysina fulva<\/em>\u00a0e o bioativo bioss\u00edlica foi obtido da esp\u00e9cie\u00a0<em>Tedania ignis<\/em>.<\/p>\n<p>O col\u00e1geno j\u00e1 \u00e9 um material bastante utilizado para essas finalidades, mas na maioria dos casos se usa mat\u00e9ria-prima de tecido de boi ou de porco\u00a0e os produtos originados s\u00e3o muito caros. N\u00e3o h\u00e1 ainda, no mercado, nenhum produto do g\u00eanero \u00e0 base de col\u00e1geno marinho.<\/p>\n<p>\u201cNo mercado, existe uma s\u00e9rie de protocolos ou tratamentos para fraturas e \u00falceras ou queimaduras, mas geralmente ou s\u00e3o muito caros, ou n\u00e3o t\u00eam a capacidade adequada de acelera\u00e7\u00e3o dos processos de reparo e regenera\u00e7\u00e3o. Come\u00e7amos a procurar alternativas para extrair bioativos do ambiente marinho, aqui em Santos, onde est\u00e1 localizado o Labetec, e tentar elaborar com eles biomateirais que pudessem suprir essa lacuna\u201d, salienta \u00e0\u00a0<a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ag\u00eancia Fapesp<\/a>\u00a0Ana Claudia Renno, fisioterapeuta e coordenadora do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Bioprodutos e Bioprocessos da Unifesp, no campus Baixada Santista.<\/p>\n<h2><strong>Metodo<\/strong>l<strong>ogia<\/strong><\/h2>\n<p>Os cientistas extra\u00edram o col\u00e1geno da esponja marinha, fizeram a prospec\u00e7\u00e3o para identificar o bioativo e realizaram uma s\u00e9rie de testes biol\u00f3gicos para comprovar a biocompatibilidade do col\u00e1geno marinho e sua capacidade de acelerar o processo de reparo dos tecidos.<\/p>\n<p>\u201cA composi\u00e7\u00e3o desse col\u00e1geno da esponja \u00e9 muito similar \u00e0 composi\u00e7\u00e3o do col\u00e1geno dos vertebrados. Por conta dessa similaridade, e j\u00e1 havendo uma s\u00e9rie de refer\u00eancias na literatura sobre a utiliza\u00e7\u00e3o do col\u00e1geno em diversos processos regenerativos, conseguimos identificar e processar o material e us\u00e1-lo na produ\u00e7\u00e3o de membranas e estruturas para enxerto \u00f3sseo\u201d, acrescenta a pesquisadora.<\/p>\n<p>Renno afirma que um ponto crucial para conseguir ultrapassar a fase de laborat\u00f3rio e seguir para os testes cl\u00ednicos \u00e9 a otimiza\u00e7\u00e3o do rendimento da extra\u00e7\u00e3o. \u201cEstamos testando e comparando protocolos para que possamos otimizar a extra\u00e7\u00e3o dos bioativos das amostras e, futuramente,\u00a0ter realmente um produto que chegue ao mercado e beneficie a popula\u00e7\u00e3o\u201d, enfatiza.<\/p>\n<p>As esponjas foram coletadas na Praia Grande de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, gra\u00e7as a uma coopera\u00e7\u00e3o do Labetec com o Centro de Biologia Marinha da Universidade de S\u00e3o Paulo (CEBImar-USP).<\/p>\n<p>\u201cElas s\u00e3o coletadas por mergulhadores, com uma esp\u00e1tula, a uma profundidade de cinco metros. Colocamos em \u00e1gua salgada e trazemos para o laborat\u00f3rio rapidamente, para fazer o processamento, pois elas duram no m\u00e1ximo um dia\u201d, diz. No laborat\u00f3rio, as amostras s\u00e3o processadas, higienizadas e estocadas at\u00e9 que chegue o momento de fazer a extra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO ideal seria cultiv\u00e1-las, para que n\u00e3o tenhamos de retir\u00e1-las da\u00a0natureza. \u00c9 poss\u00edvel cultiv\u00e1-las em aqu\u00e1rios, mas esses animais s\u00e3o muito sens\u00edveis, s\u00e3o filtradores. E tamb\u00e9m h\u00e1 a alternativa de cultiv\u00e1-los no mar mesmo. Neste caso, a possibilidade de sucesso \u00e9 maior, porque \u00e9 o h\u00e1bitat deles, mas nosso grupo ainda n\u00e3o est\u00e1 trabalhando com o cultivo no mar. Estamos tentando o cultivo em aqu\u00e1rios, onde conseguimos controlar temperatura, composi\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e outras vari\u00e1veis, para obten\u00e7\u00e3o de uma amostra homog\u00eanea e padronizada para extrair o col\u00e1geno\u201d, detalha.<\/p>\n<h2>Tratamento de queimaduras<\/h2>\n<p>O projeto da membrana para tratamento de queimaduras e les\u00f5es cut\u00e2neas come\u00e7ou com o mestrado do aluno Tiago Akira Ara\u00fajo. \u201cO estudante j\u00e1 manufaturou a membrana a partir do col\u00e1geno marinho e j\u00e1 temos o prot\u00f3tipo. Ele padronizou os procedimentos de extra\u00e7\u00e3o do col\u00e1geno e agora estamos terminando de testar a toxicidade em c\u00e9lulas da pele. Pretendemos come\u00e7ar os testes pr\u00e9-cl\u00ednicos em animais at\u00e9 o fim do ano. Ele j\u00e1 tem uma empresa e a ideia \u00e9 transformar a membrana em produto\u201d, adianta Renno.<\/p>\n<p>A equipe realizou entrevistas com cirurgi\u00f5es pl\u00e1sticos e dermatologistas para levantar eventuais problemas apresentados pelos produtos j\u00e1 existentes no mercado. \u201cAl\u00e9m do alto custo das membranas, algumas n\u00e3o t\u00eam a capacidade adequada de acelerar o processo de reparo cut\u00e2neo.<\/p>\n<p>Muitas vezes, esses curativos n\u00e3o s\u00e3o reabsorv\u00edveis: eles t\u00eam de ser trocados em espa\u00e7os curtos de tempo, o que \u00e9 ruim para o paciente, causa dor, desconforto e risco de infec\u00e7\u00e3o. Nossa membrana, por outro lado, dever\u00e1 ficar no tecido, na \u00e1rea da queimadura, sendo reabsorvida at\u00e9 que o corpo consiga substitui-la por tecido normal\u201d, avalia.<\/p>\n<p>A pesquisadora tamb\u00e9m salienta que a mat\u00e9ria-prima de origem vertebrada (bois e porcos) tem de ser monitorada passo a passo, porque h\u00e1 a possibilidade de transmiss\u00e3o de doen\u00e7as caso n\u00e3o seja muito bem processada.<\/p>\n<h2>Efetividade biol\u00f3gica<\/h2>\n<p>O objetivo do grupo ao trabalhar com a esponja foi tentar criar uma membrana que tenha efetividade biol\u00f3gica e capacidade de acelerar o processo de reparo, al\u00e9m de ser absorv\u00edvel, a partir de uma mat\u00e9ria-prima nacional, f\u00e1cil de ser acessada e processada, com reagentes qu\u00edmicos amig\u00e1veis e com custo reduzido para que o produto seja mais acess\u00edvel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cAcreditamos que essa membrana \u00e0 base de col\u00e1geno marinho poder\u00e1 chegar ao mercado mais barata do que as similares, porque ela \u00e9 mais f\u00e1cil de processar. O Tiago otimizou um protocolo baseado em \u00e1gua como solvente para extra\u00e7\u00e3o do col\u00e1geno. Conseguiu obter um rendimento muito bom, com efetividade biol\u00f3gica bastante significativa a partir da extra\u00e7\u00e3o com \u00e1gua. Outros protocolos usavam diferentes solventes, alguns t\u00f3xicos. Ao fazer com \u00e1gua \u00e9 poss\u00edvel reduzir o custo do produto e tamb\u00e9m a toxicidade\u201d, pontua.<\/p>\n<h2>Enxertos \u00f3sseos<\/h2>\n<p>O trabalho com o material destinado a\u00a0enxerto para fraturas \u00f3sseas est\u00e1 ligeiramente mais adiantado que o feito com a membrana, pois come\u00e7ou antes. Os testes pr\u00e9-cl\u00ednicos j\u00e1 est\u00e3o em andamento.<\/p>\n<p>Para mimetizar o tecido \u00f3sseo e obter uma estrutura para enxertos, o grupo utilizou tanto a parte org\u00e2nica (a espongina, que \u00e9 o col\u00e1geno propriamente dito), quanto a parte mineral (inorg\u00e2nica) da esponja, a bioss\u00edlica.<\/p>\n<p>\u201cAssociamos a parte org\u00e2nica com a parte mineral e conseguimos obter um comp\u00f3sito com propriedades muito similares \u00e0s do tecido \u00f3sseo. Fizemos um enxerto manufaturado, realizamos sua caracteriza\u00e7\u00e3o e iniciamos os testes, tanto\u00a0<em>in vitro<\/em>, com c\u00e9lulas \u00f3sseas, quanto\u00a0<em>in vivo<\/em>, com animais\u201d, revela.<\/p>\n<p>Os cientistas tamb\u00e9m adicionaram a espongina a materiais j\u00e1 comumente usados para enxertos \u00f3sseos, como a hidroxiapatita e o biossilicato.<\/p>\n<p>\u201cNosso objetivo nesses trabalhos foi tentar melhorar as propriedades bioativas, ou seja, a capacidade desses materiais de acelerar o processo de reparo \u00f3sseo, principalmente com a hidroxiapatita, que, apesar de largamente utilizada, n\u00e3o consegue finalizar o processo de consolida\u00e7\u00e3o da fratura e tem propriedades biol\u00f3gicas bastante limitadas. Assim, partindo do pressuposto de que materiais biomim\u00e9ticos \u2013 que simulam a composi\u00e7\u00e3o dos tecidos biol\u00f3gicos \u2013 t\u00eam uma capacidade maior de acelerar os processos de reparo, pensamos em introduzir espongina nesses materiais j\u00e1 amplamente difundidos para ver se consegu\u00edamos otimizar seu potencial biol\u00f3gico\u201d, ressalta.<\/p>\n<h2>Resultados<\/h2>\n<p>Segundo Renno, a equipe conseguiu bons resultados com o misto de espongina (30%) e hidroxiapatita (70%). \u201cConseguimos melhorar a capacidade de acelerar o processo de reparo com n\u00fameros bastante expressivos quando comparados ao material feito apenas de hidroxiapatita. Quanto ao biossilicato, que j\u00e1 tem uma utilidade biol\u00f3gica bastante significativa e \u00e9 bastante caro, geralmente importado, nossa expectativa era, tamb\u00e9m, conseguir reduzir um pouco o custo do comp\u00f3sito final. Neste caso, usamos 20% de espongina e 80% de biossilicato\u201d, afirma.<\/p>\n<p>O grupo tem doze artigos relacionados \u00e0 \u00e1rea de pesquisa, entre publicados e aceitos em revistas internacionais, e re\u00fane cerca de 20 pesquisadores entre alunos de mestrado, doutorado e p\u00f3s-doutorado, sob orienta\u00e7\u00e3o das professoras Ana Claudia Renno e Renata Neves Granito.<\/p>\n<p>\u201cNossa equipe \u00e9 multidisciplinar: temos bi\u00f3logos, qu\u00edmicos, dentistas e cirurgi\u00f5es pl\u00e1sticos. Temos tamb\u00e9m colabora\u00e7\u00f5es com diversas universidades, incluindo todas as\u00a0p\u00fablicas do estado de S\u00e3o Paulo\u00a0e ainda com a Universidade do Minho, em Portugal\u201d, diz Renno.<\/p>\n<p>O pesquisador Paulo Roberto Gabbai Armelin, apoiado pela Fapesp, est\u00e1 iniciando os testes de impress\u00e3o da membrana e do enxerto \u00f3sseo.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com apoio da\u00a0Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo\u00a0(Fapesp), um grupo de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":133863,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/colageno_marinho.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Com apoio da\u00a0Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo\u00a0(Fapesp), um grupo de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133862"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=133862"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133862\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/133863"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=133862"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=133862"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=133862"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}