{"id":133578,"date":"2020-09-11T08:00:39","date_gmt":"2020-09-11T11:00:39","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=133578"},"modified":"2020-09-10T18:19:36","modified_gmt":"2020-09-10T21:19:36","slug":"manchas-de-oleo-ainda-ameacam-ecossistemas-marinhos-e-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/manchas-de-oleo-ainda-ameacam-ecossistemas-marinhos-e-saude\/","title":{"rendered":"Manchas de \u00f3leo ainda amea\u00e7am ecossistemas marinhos e sa\u00fade"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-133579\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>H\u00e1\u00a0exatamente um ano, manchas de \u00f3leo invadiram o litoral brasileiro, afetando mais de 3 mil quil\u00f4metros de costa. Mesmo que parte do material poluente tenha sido retirado, especialistas afirmam que os riscos para os ecossistemas marinhos permanecem, podendo causar danos inclusive \u00e0 sa\u00fade humana. Eles defendem a continuidade dos estudos de avalia\u00e7\u00e3o dos impactos e o desenvolvimento de tecnologia de monitoramento das \u00e1guas.<\/p>\n<p>\u201cEmbora a imagem degradante das manchas aparentemente tenha sido resolvida, o \u00f3leo ainda est\u00e1 l\u00e1, gerando impactos pouco vis\u00edveis ao olhar comum\u201d, alerta o membro da Rede de Especialistas em Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (RECN) e pesquisador do Instituto Oceanogr\u00e1fico da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Alexander Turra.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-gallery aligncenter columns-1 is-cropped\">\n<ul class=\"blocks-gallery-grid\">\n<li class=\"blocks-gallery-item\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-70823 lazyloaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-1024x630.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-1024x630.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-300x185.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-768x473.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-356x220.jpg 356w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-696x428.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-1068x657.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-682x420.jpg 682w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo.jpg 1191w\" alt=\"\u00f3leo nordeste\" width=\"636\" height=\"391\" data-id=\"70823\" data-full-url=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo.jpg\" data-link=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/planeta\/meio-ambiente\/oleo-nordeste-ameaca-abrolhos\/attachment\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo\/\" data-srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-1024x630.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-300x185.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-768x473.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-356x220.jpg 356w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-696x428.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-1068x657.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-682x420.jpg 682w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo.jpg 1191w\" data-src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/pessoas-olham-areia-manchada-de-oleo-1024x630.jpg\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">\u00d3leo na Costa dos Corais em Alagoas. |\u00a0<em>Foto: Felipe Brasil\/Fotos P\u00fablicas<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/figure>\n<p>\u201cParte do \u00f3leo que atingiu a costa brasileira se acumulou no fundo do mar e se misturou com os sedimentos, formando grumos pegajosos de poucos cent\u00edmetros que, de tempos em tempos, s\u00e3o lan\u00e7ados nas praias por meio de tempestades e ressacas e seguem liberando compostos qu\u00edmicos no ambiente. O \u00f3leo tamb\u00e9m est\u00e1 presente nos tecidos de organismos marinhos afetados, podendo representar risco para o ambiente e para a sa\u00fade humana. Por isso, a continuidade dos estudos \u00e9 necess\u00e1ria\u201d, alerta.<\/p>\n<p>No final de agosto e in\u00edcio de setembro de 2019, manchas de \u00f3leo\u00a0tomaram boa parte do litoral brasileiro, naquele que se tornou o maior acidente ambiental da hist\u00f3ria do pa\u00eds. Em junho\u00a0de 2020, nove meses ap\u00f3s o evento, o material poluente ressurgiu na costa de estados como Bahia, Alagoas, Rio Grande do Norte e Pernambuco.<\/p>\n<h3><strong>Investiga\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o conduzida pela\u00a0Marinha do Brasil\u00a0levantou\u00a0hip\u00f3teses de derramamento acidental, intencional, opera\u00e7\u00e3o\u00a0<em>ship to ship<\/em>\u00a0ou naufr\u00e1gio de um navio petroleiro, mas a origem\u00a0do \u00f3leo at\u00e9 hoje segue desconhecida.\u00a0O inqu\u00e9rito, j\u00e1 conclu\u00eddo, apontou que\u00a0o\u00a0derramamento ocorreu\u00a0a 700 quil\u00f4metros da costa e viajou submerso por 40 dias.<\/p>\n<p>Segundo o ec\u00f3logo e coordenador de Ci\u00eancia e Conserva\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Grupo Botic\u00e1rio de Prote\u00e7\u00e3o \u00e0 Natureza, Robson Capretz, isso real\u00e7a a necessidade de monitoramento das \u00e1guas, considerando a import\u00e2ncia do oceano para a manuten\u00e7\u00e3o da vida no planeta.<\/p>\n<p>\u201cO oceano \u00e9 respons\u00e1vel pela estabilidade do clima, pela produ\u00e7\u00e3o de alimentos e estocagem de carbono; al\u00e9m de movimentar a economia, envolvendo setores como transporte, recursos minerais, energia e turismo. Os ambientes marinhos tamb\u00e9m s\u00e3o fonte de renda e ber\u00e7o de culturas e tradi\u00e7\u00f5es de popula\u00e7\u00f5es tradicionais\u201d, destaca.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped\">\n<ul class=\"blocks-gallery-grid\">\n<li class=\"blocks-gallery-item\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-70429 lazyloaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-1024x683.jpg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-300x200.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-768x512.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-696x464.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-630x420.jpg 630w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho.jpg 1200w\" alt=\"\u00f3leo nordeste\" width=\"639\" height=\"426\" data-id=\"70429\" data-full-url=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho.jpg\" data-link=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/voluntarios-tiram-oleo-de-cabo-de-santo-agostinho\/\" data-srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-300x200.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-768x512.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-696x464.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-1068x712.jpg 1068w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-630x420.jpg 630w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho.jpg 1200w\" data-src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/voluntarios-tiram-oleo-de-Cabo-de-Santo-Agostinho-1024x683.jpg\" data-sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">Volunt\u00e1rios removem \u00f3leo da Praia de Suape, no Cabo de S\u00e3o Agostinho.<br \/>\n<em>Foto: L\u00e9o Domingos<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/figure>\n<p>Turra, que \u00e9 tamb\u00e9m respons\u00e1vel pela C\u00e1tedra UNESCO para a Sustentabilidade dos Oceanos, refor\u00e7a que acidentes como o que ocorreu em 2019 precisam de respostas imediatas das autoridades para reduzir preju\u00edzos. Isso implica em transpar\u00eancia no di\u00e1logo, na divulga\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es, assim como na comunica\u00e7\u00e3o constante com a comunidade cient\u00edfica para a interpreta\u00e7\u00e3o correta dos eventos.<\/p>\n<h4><strong>Monitoramento em tempo real<\/strong><\/h4>\n<p>\u201c\u00c9 preciso que seja desenvolvida tecnologia para identificar e monitorar em tempo real manchas que se aproximam da costa pela superf\u00edcie ou abaixo dela e todos os navios que passem ao longo da costa brasileira \u2013 em especial os navios-tanque. Tamb\u00e9m \u00e9 preciso definir procedimentos e indicadores pr\u00e9vios de alerta, como o desligamento do\u00a0<em>transponder\u00a0<\/em>de um navio ou padr\u00e3o suspeito de navega\u00e7\u00e3o, de forma a permitir a\u00e7\u00e3o r\u00e1pida da Marinha\u201d, aponta Turra.<\/p>\n<p>Os especialistas afirmam ainda que \u00e9 necess\u00e1rio solicitar a\u00e7\u00f5es e procedimentos mais rigorosos de combate a fraudes no sistema de rastreamento de embarca\u00e7\u00f5es pela Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional (IMO) e de responsabiliza\u00e7\u00e3o por crimes ambientais. \u201cO treinamento de profissionais e volunt\u00e1rios, a implanta\u00e7\u00e3o de instrumentos de vigil\u00e2ncia independentes, a elabora\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de protocolos de rea\u00e7\u00e3o e a aloca\u00e7\u00e3o de recursos p\u00fablicos e privados para a preven\u00e7\u00e3o e conting\u00eancia de acidentes s\u00e3o outros aspectos que devem ser pensados\u201d, refor\u00e7a Turra.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped\">\n<ul class=\"blocks-gallery-grid\">\n<li class=\"blocks-gallery-item\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"wp-image-69777 lazyloaded\" src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo.jpg\" sizes=\"(max-width: 913px) 100vw, 913px\" srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo.jpg 913w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-300x196.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-768x502.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-696x455.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-741x486.jpg 741w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-642x420.jpg 642w\" alt=\"\u00f3leo nordeste\" width=\"640\" height=\"418\" data-id=\"69777\" data-full-url=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo.jpg\" data-link=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/planeta\/meio-ambiente\/mancha-de-oleo-100-praias-nordeste\/attachment\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo\/\" data-srcset=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo.jpg 913w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-300x196.jpg 300w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-768x502.jpg 768w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-696x455.jpg 696w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-741x486.jpg 741w, https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo-642x420.jpg 642w\" data-src=\"https:\/\/ciclovivo.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/praia-em-sergipe-suja-de-petroleo.jpg\" data-sizes=\"(max-width: 913px) 100vw, 913px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\"><em>Foto: Adema | Governo de Sergipe<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/figure>\n<h2><strong>Costa brasileira<\/strong><\/h2>\n<p>De acordo com o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, a zona costeira do Brasil estende-se por mais de 8.500 quil\u00f4metros, abrangendo 17 estados e cerca de 400 munic\u00edpios, do Norte ao Sul do pa\u00eds. Trata-se de uma \u00e1rea extremamente rica do ponto de vista da biodiversidade, com muitas esp\u00e9cies de fauna e flora ainda desconhecidas da ci\u00eancia e cuja exist\u00eancia fica comprometida diante de acidentes graves como o do ano passado.<\/p>\n<p>No vazamento de 2019, foram afetadas 906 localidades em 127 munic\u00edpios de 11 estados. Ao todo, o governo federal\u00a0informa ter desembolsado\u00a0R$ 172 milh\u00f5es para conter o avan\u00e7o das manchas e coletar os res\u00edduos. \u00c0 \u00e9poca, a Marinha\u00a0divulgou\u00a0que havia mobilizado 54 organiza\u00e7\u00f5es militares, 2.700 membros das for\u00e7as armadas, 16 navios, duas aeronaves, al\u00e9m de embarca\u00e7\u00f5es e viaturas pertencentes \u00e0s diversas capitanias dos portos, delegacias e ag\u00eancias sediadas ao longo do litoral.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1\u00a0exatamente um ano, manchas de \u00f3leo invadiram o litoral brasileiro, afetando mais de 3 mil<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":133579,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/manchas_oleos.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"H\u00e1\u00a0exatamente um ano, manchas de \u00f3leo invadiram o litoral brasileiro, afetando mais de 3 mil","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133578"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=133578"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133578\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/133579"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=133578"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=133578"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=133578"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}