{"id":133219,"date":"2020-09-04T13:00:57","date_gmt":"2020-09-04T16:00:57","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=133219"},"modified":"2020-09-03T20:30:45","modified_gmt":"2020-09-03T23:30:45","slug":"peixe-que-caminha-no-fundo-do-mar-foi-extinto-e-possivel-salvar-seus-primos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/peixe-que-caminha-no-fundo-do-mar-foi-extinto-e-possivel-salvar-seus-primos\/","title":{"rendered":"Peixe que caminha no fundo do mar foi extinto. \u00c9 poss\u00edvel salvar seus primos?"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-1sg8adi\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-133220\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O peixe-m\u00e3o liso foi declarado extinto \u2013 \u00e9 a primeira vez que isso ocorre com uma esp\u00e9cie de peixe marinho.<\/h2>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Pela primeira vez na hist\u00f3ria moderna, uma esp\u00e9cie de peixe marinho foi declarada extinta. O peixe-m\u00e3o liso (<em>Sympterichthys unipennis<\/em>), habitante de \u00e1guas rasas, com barbatanas pontiagudas e uma sali\u00eancia na testa parecida com uma barbela, n\u00e3o \u00e9 avistado desde 1802, quando o bi\u00f3logo franc\u00eas Fran\u00e7ois P\u00e9ron ajudou a capturar um exemplar perto da costa da Tasm\u00e2nia para lev\u00e1-lo ao Museu de Hist\u00f3ria Natural de Paris.<\/p>\n<p>Apesar de extensas buscas ao longo de muitos anos, nenhum outro\u00a0<a href=\"https:\/\/www.iucnredlist.org\/species\/123423283\/123424374\">peixe-m\u00e3o liso<\/a>\u00a0foi visto novamente. Em maio, a Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN), um cons\u00f3rcio global de cientistas que determina o estado de conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, formalmente o classificou como extinto.<\/p>\n<p>Outras treze esp\u00e9cies de peixes-m\u00e3o \u2014 que s\u00e3o chamados assim porque se apoiam no fundo do mar em nadadeiras que se parecem com pequenas m\u00e3os e fazem as vezes de p\u00e9s \u2014 provavelmente ainda estejam por a\u00ed, embora sete delas n\u00e3o tenham sido avistadas desde 2000 ou antes. Todas as esp\u00e9cies, exceto uma, s\u00e3o consideradas amea\u00e7adas, criticamente amea\u00e7adas ou com \u201cdados deficientes\u201d, o que significa que n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es suficientes dispon\u00edveis para definir seu\u00a0<em>status<\/em>.<\/p>\n<p>O desaparecimento do peixe-m\u00e3o liso destaca o quanto essa fam\u00edlia de peixes \u00e9 sens\u00edvel \u00e0s perturba\u00e7\u00f5es ambientais, como mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, destrui\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0e polui\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o peixe-m\u00e3o liso era bastante numeroso quando os cientistas o documentaram pela primeira \u2014 e \u00faltima \u2014 vez, mais de 200 anos atr\u00e1s. Os cientistas dizem que esse marco serve como um alerta para o que pode acontecer com outras esp\u00e9cies de peixes-m\u00e3o e outras esp\u00e9cies vulner\u00e1veis e localizadas em lugares como a Tasm\u00e2nia.<\/p>\n<p>\u201cEles s\u00e3o um sinal de alerta de que h\u00e1 um perigo iminente\u201d, disse\u00a0<a href=\"https:\/\/www.utas.edu.au\/profiles\/staff\/imas\/Neville-Barrett\">Neville Barrett<\/a>, icti\u00f3logo do Instituto de Estudos Marinhos e Ant\u00e1rticos da Tasm\u00e2nia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/02-handfish-minden_00437566.jpg?w=768&amp;h=512\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/02-handfish-minden_00437566.jpg?w=1024&amp;h=683\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Assim como os outros peixes-m\u00e3o, o peixe-m\u00e3o vermelho possui barbatanas peitorais modificadas que lhe permitem \u201ccaminhar\u201d ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/02-handfish-minden_00437566.jpg?w=710&amp;h=474\" alt=\"Assim como os outros peixes-m\u00e3o, o peixe-m\u00e3o vermelho possui barbatanas peitorais modificadas que lhe permitem \u201ccaminhar\u201d ...\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Assim como os outros peixes-m\u00e3o, o peixe-m\u00e3o vermelho possui barbatanas peitorais modificadas que lhe permitem \u201ccaminhar\u201d no fundo do mar. Restam apenas duas pequenas popula\u00e7\u00f5es dessa esp\u00e9cie.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">FRED BAVENDAM, MINDEN PICTURES<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<h3><strong>Cores vivas<\/strong><\/h3>\n<p>\u201cSe voc\u00ea nunca viu um peixe-m\u00e3o antes, imagine mergulhar um sapo em uma tinta de cor vibrante, lhe contar uma hist\u00f3ria triste e for\u00e7\u00e1-lo a usar luvas dois tamanhos maiores do que o normal\u201d, \u00e9 assim que ele \u00e9 descrito pelo \u00a0<a href=\"https:\/\/handfish.org.au\/species-overview\/\">Handfish Conservation Project<\/a>, liderado por um grupo de pesquisadores do governo australiano e institui\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas dedicadas \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o dos animais.<\/p>\n<p>O autor da descri\u00e7\u00e3o acima ainda \u00e9 desconhecido, mas ela pegou, diz\u00a0<a href=\"https:\/\/www.utas.edu.au\/profiles\/staff\/imas\/jemina-stuart-smith\">Jemina Stuart-Smith<\/a>, ecologista marinha do Instituto de Estudos Marinhos e Ant\u00e1rticos da Universidade da Tasm\u00e2nia e da Organiza\u00e7\u00e3o de Pesquisa Cient\u00edfica e Industrial da\u00a0<em>Commonwealth<\/em>.<\/p>\n<p>Normalmente medem cerca de 15 cent\u00edmetros de comprimento e acredita-se que a maioria dos peixes-m\u00e3o viva apenas nas \u00e1guas oce\u00e2nicas da Tasm\u00e2nia. Mesmo no oceano, cada esp\u00e9cie \u00e9 encontrada apenas em alguns locais.<\/p>\n<p>Eles tamb\u00e9m s\u00e3o mais \u201ccaseiros\u201d. O peixe-m\u00e3o geralmente n\u00e3o se dispersa por grandes \u00e1reas e seus filhotes n\u00e3o passam por uma fase m\u00f3vel e abrangente como muitos outros tipos de peixes. \u201cEles t\u00eam uma estrat\u00e9gia que funciona de forma brilhante em um ambiente est\u00e1vel\u201d, diz Barrett.<\/p>\n<h3>\u2018Conjunto perfeito\u2019 de amea\u00e7as<\/h3>\n<p>N\u00e3o se sabe exatamente qual combina\u00e7\u00e3o de fatores levou \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do peixe-m\u00e3o, mas os h\u00e1bitos caseiros desse peixe, sua distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica limitada e a prefer\u00eancia por \u00e1gua fria o tornam especialmente vulner\u00e1vel a perturba\u00e7\u00f5es ambientais.<\/p>\n<p>Por exemplo, perto de Hobart, na Tasm\u00e2nia, o escoamento e a polui\u00e7\u00e3o por metais pesados de v\u00e1rias ind\u00fastrias degradaram a qualidade da \u00e1gua nos estu\u00e1rios ao longo da costa, o\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0predominante do peixe-m\u00e3o manchado e outras esp\u00e9cies de peixe-m\u00e3o, diz\u00a0<a href=\"https:\/\/www.utas.edu.au\/profiles\/staff\/imas\/graham-edgar\">Graham Edgar<\/a>, bi\u00f3logo marinho tamb\u00e9m do Instituto de Estudos Marinhos e Ant\u00e1rticos. Isso preocupa os pesquisadores porque, segundo Edgar, \u201cse eles se perderem em uma \u00e1rea, provavelmente n\u00e3o voltar\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A hist\u00f3rica pesca de vieiras, a destrui\u00e7\u00e3o de recifes de ostras e a introdu\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies n\u00e3o nativas nas \u00e1guas da Tasm\u00e2nia provavelmente tamb\u00e9m tiveram efeitos significativos na quantidade de peixes-m\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/03-handfish-sympterichthys-unipennis.jpg?w=768&amp;h=411\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/03-handfish-sympterichthys-unipennis.jpg?w=1024&amp;h=548\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Este \u00e9 o \u00fanico esp\u00e9cime conhecido de peixe-m\u00e3o liso (Sympterichthys unipennis), coletado em 1802 e levado ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/03-handfish-sympterichthys-unipennis.jpg?w=710&amp;h=380\" alt=\"Este \u00e9 o \u00fanico esp\u00e9cime conhecido de peixe-m\u00e3o liso (Sympterichthys unipennis), coletado em 1802 e levado ...\" width=\"639\" height=\"342\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Este \u00e9 o \u00fanico esp\u00e9cime conhecido de peixe-m\u00e3o liso (<em>Sympterichthys unipennis<\/em>), coletado em 1802 e levado \u00e0 Fran\u00e7a pelo bi\u00f3logo Fran\u00e7ois P\u00e9ron.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">IMAGE BY CSIRO AUSTRALIAN NATIONAL FISH COLLECTION<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Provavelmente a maior amea\u00e7a, no entanto, seja o aquecimento das \u00e1guas. O peixe-m\u00e3o percorria uma \u00e1rea muito maior quando o clima era mais frio, diz Barrett. Agora, o aquecimento for\u00e7ou muitas esp\u00e9cies, incluindo peixes-m\u00e3o, alguns crust\u00e1ceos, algas marinhas e muitos outros organismos marinhos que gostam do frio, a habitarem \u00e1reas cada vez menores. A Tasm\u00e2nia \u00e9 um ponto importante para o peixe-m\u00e3o porque suas \u00e1guas, embora quentes, s\u00e3o mais frias do que as do norte.<\/p>\n<p>Mas isso est\u00e1 mudando \u00e0 medida que a corrente oriental da Austr\u00e1lia, que varre a costa de Brisbane a Sydney, tem empurrado as \u00e1guas mais quentes cada vez mais para o sul, diz Barrett. A temperatura do oceano na Tasm\u00e2nia subiu quase dois graus Celsius desde 1900, de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.washingtonpost.com\/graphics\/2019\/world\/climate-environment\/climate-change-tasmania\/\">acordo com o Met Office Hadley Center for Climate Science and Services<\/a>.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 o conjunto perfeito de diferentes amea\u00e7as\u201d, diz Edgar, e isso levou n\u00e3o apenas \u00e0 extin\u00e7\u00e3o do peixe-m\u00e3o liso, como tamb\u00e9m a uma \u201ccatastr\u00f3fica perda de biodiversidade\u201d ao redor da Tasm\u00e2nia, com grandes decl\u00ednios nas popula\u00e7\u00f5es e \u00e1reas de v\u00e1rios peixes, moluscos, crust\u00e1ceos, algas marinhas e outros organismos marinhos.<\/p>\n<p>Tais decl\u00ednios\u00a0<a href=\"https:\/\/citeseerx.ist.psu.edu\/viewdoc\/download?doi=10.1.1.1072.6719&amp;rep=rep1&amp;type=pdf\">podem passar despercebidos<\/a>\u00a0at\u00e9 que seja tarde demais, pois seus\u00a0<em>habitats<\/em>\u00a0ficam submersos e fora de vista e porque h\u00e1 falta de dados sobre suas popula\u00e7\u00f5es, diz Edgar \u2014 como no caso do peixe-m\u00e3o liso.<\/p>\n<h3><strong>Dados insuficientes<\/strong><\/h3>\n<p>Existem planos de conserva\u00e7\u00e3o estabelecidos apenas para tr\u00eas esp\u00e9cies: o peixe-m\u00e3o vermelho, o peixe-m\u00e3o manchado e o peixe-m\u00e3o-de-ziebell, que est\u00e3o criticamente amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o. Atualmente, o peixe-m\u00e3o vermelho recebe aten\u00e7\u00e3o especial porque existem somente duas popula\u00e7\u00f5es conhecidas, ambas perto de Hobart, e acredita-se que restem menos de cem adultos, conta Stuart-Smith.<\/p>\n<p>Os planos para essas esp\u00e9cies enfatizam a necessidade de mais coleta de dados, preven\u00e7\u00e3o da destrui\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>habitat<\/em>\u00a0e, em alguns casos, introdu\u00e7\u00e3o de substratos artificiais para os peixes botarem seus ovos, em uma tentativa de substituir algas e asc\u00eddias (organismos filtradores em forma de tubo) que v\u00eam sendo destru\u00eddas por estrelas-do-mar e ouri\u00e7os-do-mar invasores.<\/p>\n<p>\u201cPara as demais esp\u00e9cies, n\u00e3o temos as informa\u00e7\u00f5es e os recursos necess\u00e1rios para implementar estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Stuart-Smith.<\/p>\n<p>Como muitas esp\u00e9cies de peixes-m\u00e3o s\u00e3o raras e dif\u00edceis de encontrar, tamb\u00e9m s\u00e3o complicadas de estudar. Mesmo assim, os pesquisadores continuam a procur\u00e1-las, usando novos m\u00e9todos, como a busca de fragmentos de seu DNA no oceano. A pesquisa sobre reprodu\u00e7\u00e3o em cativeiro tamb\u00e9m continua, diz Barrett, embora ningu\u00e9m tenha conseguido fazer com que conclu\u00edssem um ciclo de vida completo em cativeiro.<\/p>\n<p>\u201cApesar de serem peixes t\u00e3o carism\u00e1ticos e peculiares&#8230; sabemos muito pouco sobre eles\u201d, lamenta Stuart-Smith.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O peixe-m\u00e3o liso foi declarado extinto \u2013 \u00e9 a primeira vez que isso ocorre com<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":133220,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/peixe-mao.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O peixe-m\u00e3o liso foi declarado extinto \u2013 \u00e9 a primeira vez que isso ocorre com","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133219"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=133219"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133219\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/133220"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=133219"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=133219"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=133219"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}