{"id":133167,"date":"2020-09-03T12:00:17","date_gmt":"2020-09-03T15:00:17","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=133167"},"modified":"2020-09-02T19:57:37","modified_gmt":"2020-09-02T22:57:37","slug":"tartarugas-marinhas-podem-transportar-mais-de-100-mil-pequenos-animais-em-seus-cascos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/tartarugas-marinhas-podem-transportar-mais-de-100-mil-pequenos-animais-em-seus-cascos\/","title":{"rendered":"Tartarugas-marinhas podem transportar mais de 100 mil pequenos animais em seus cascos"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"css-1sg8adi\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-133168\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Estudar a diversidade dessa enorme popula\u00e7\u00e3o que vive sobre as tartarugas-marinhas-comuns pode ajudar os cientistas a monitorar e entender melhor os r\u00e9pteis.<\/h2>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Tartarugas-marinhas-comuns migram pelos oceanos de todo o mundo por milhares de quil\u00f4metros, mas n\u00e3o viajam sozinhas \u2014 pesquisas mostram que carregam popula\u00e7\u00f5es surpreendentemente diversas e abundantes de criaturas min\u00fasculas em seus cascos.<\/p>\n<p>Artigo publicado na revista cient\u00edfica\u00a0<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.3390\/d12050203\"><em>Diversity<\/em><\/a>\u00a0mostra que as tartarugas-marinhas-comuns carregam em suas costas em m\u00e9dia 34 mil indiv\u00edduos da meiofauna \u2014 organismos min\u00fasculos, com menos de um mil\u00edmetro. Uma tartaruga-marinha-comum carregava em seu casco cerca de 150 mil animais, incluindo nematoides, larvas de crust\u00e1ceos e camar\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 um mundo sobre as tartarugas\u201d, diz\u00a0<a href=\"https:\/\/marinelab.fsu.edu\/people\/faculty\/jeroen-ingels\">Jeroen Ingels<\/a>, ecologista marinho da Universidade Estadual da Fl\u00f3rida. \u00c9 incr\u00edvel encontrar \u201cesse tipo de diversidade em outro animal\u201d.<\/p>\n<p>Ingels e sua equipe descobriram mais de cem novas esp\u00e9cies de meiofauna, principalmente nematoides, que n\u00e3o haviam sido encontradas anteriormente em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/reptiles\/l\/loggerhead-sea-turtle\/\">tartarugas-marinhas-comuns<\/a>\u00a0ou outras tartarugas. A equipe fez a descoberta ao examinar 24 tartarugas-marinhas-comuns que chegaram a St. George Island, na Fl\u00f3rida, em junho de 2018.<\/p>\n<p>J\u00e1 era sabido que as tartarugas levavam animais de carona \u2014 mas essa quantidade e grau de diversidade n\u00e3o haviam sido vistos antes, diz Ingels.<\/p>\n<p>O estudo desses pequenos caronas pode ajudar os pesquisadores a rastrear as viagens dessas e de outras\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/reptiles\/group\/sea-turtles\/\">tartarugas-marinhas<\/a>, uma vez que determinados indiv\u00edduos da meiofauna s\u00e3o exclusivos de regi\u00f5es espec\u00edficas, algo que poderia orientar os esfor\u00e7os futuros de prote\u00e7\u00e3o das tartarugas-marinhas-comuns. A pesquisa tamb\u00e9m pode ajudar a explicar como os pequenos animais se movimentam pelo oceano, o que continua sendo um mist\u00e9rio.<\/p>\n<h3><strong>Mundos flutuantes<\/strong><\/h3>\n<p>\u201cA meiofauna ocupa todos os espa\u00e7os min\u00fasculos que outros organismos n\u00e3o conseguem ocupar\u201d, explica Ingels. Por isso, j\u00e1 se previa que fosse encontrada nas tartarugas. Mas, de acordo com ele, a grande quantidade surpreendeu.<\/p>\n<p>Esses animais microsc\u00f3picos incluem os nematoides, que se parecem com minhocas min\u00fasculas e est\u00e3o em praticamente todos os ambientes da Terra, desde as profundezas do oceano at\u00e9 o solo das montanhas mais altas. Eles tamb\u00e9m podem ser encontrados em criaturas semelhantes aos camar\u00f5es, chamadas anf\u00edpodes, pequenos crust\u00e1ceos chamados cop\u00e9podes e predadores semelhantes \u00e0 \u00e1gua-viva, chamados hidroides.<\/p>\n<p>H\u00e1 muita concorr\u00eancia na vida sobre o casco, diz Ingels. Caronas maiores, como camar\u00f5es e caranguejos, costumam atacar habitantes menores dos cascos. Os nematoides se alimentam de bact\u00e9rias e detritos que ficam depositados no casco e, em alguns casos, at\u00e9 se alimentam de outros nematoides.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/sea-turtles-micro-organisms-under-microscope.jpg?w=768&amp;h=576\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/sea-turtles-micro-organisms-under-microscope.jpg?w=1024&amp;h=768\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Este \u00e9 o camar\u00e3o-esqueleto, um tipo de anf\u00edpode encontrado em grande quantidade nos cascos das tartarugas-marinhas-comuns. ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/sea-turtles-micro-organisms-under-microscope.jpg?w=710&amp;h=533\" alt=\"Este \u00e9 o camar\u00e3o-esqueleto, um tipo de anf\u00edpode encontrado em grande quantidade nos cascos das tartarugas-marinhas-comuns. ...\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Este \u00e9 o camar\u00e3o-esqueleto, um tipo de anf\u00edpode encontrado em grande quantidade nos cascos das tartarugas-marinhas-comuns. Os pesquisadores encontraram mais de 100 mil camar\u00f5es-esqueleto em 24 tartarugas-marinhas-comuns.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">DR. JEROEN INGELS<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>\u201c\u00c9 um mundo microsc\u00f3pico imensamente diverso que est\u00e1 interagindo e sobre o qual sabemos muito pouco\u201d, diz Ingels.<\/p>\n<p>Alguns dos animais maiores, como as cracas, podem se incrustar e danificar o casco de uma tartaruga, aumentando assim sua for\u00e7a de arrasto, mas tamb\u00e9m podem ajudar na camuflagem. \u00c9 pouco prov\u00e1vel que a min\u00fascula meiofauna seja prejudicial. \u201cAs tartarugas possuem parasitas e pragas, sem d\u00favida, mas a meiofauna n\u00e3o faz parte disso.\u201d<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/profile\/Nathan_Robinson3\">Nathan Robinson<\/a>, pesquisador de tartarugas-marinhas da Fundaci\u00f3n Oceanogr\u00e0fic, em Val\u00eancia, Espanha, que n\u00e3o participou da pesquisa, diz que faz sentido que os cascos de tartarugas-marinhas sejam cobertos por uma abund\u00e2ncia de vida. \u201c\u00c9 uma plataforma perfeita, \u00e9 como uma jangada para navegar pelo oceano\u201d, diz ele. \u201c\u00c9 como estar sendo constantemente arrastado por essa incr\u00edvel corrente repleta de alimentos\u201d, um enorme benef\u00edcio para os organismos filtradores, como as cracas e esponjas.<\/p>\n<h3><strong>Coleta cuidadosa<\/strong><\/h3>\n<p>Ingels e seus colegas estudam tartarugas-marinhas-comuns na St. George Island por ser um dos\u00a0<a href=\"https:\/\/myfwc.com\/research\/wildlife\/sea-turtles\/nesting\/nesting-atlas\/\">locais de nidifica\u00e7\u00e3o<\/a>\u00a0mais densos do norte do Golfo do M\u00e9xico. Para encontrar os animais, eles utilizam lanternas de cabe\u00e7a com l\u00e2mpadas vermelhas, um comprimento de onda de luz menos perturbador para as tartarugas e que n\u00e3o interfere na vis\u00e3o noturna humana. Para trabalhar com as tartarugas, os pesquisadores devem receber treinamento e certifica\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o de Conserva\u00e7\u00e3o de Peixes e Vida Selvagem da Fl\u00f3rida.<\/p>\n<p>Ingels e seus colegas pesquisadores trabalham rapidamente para coletar amostras das tartarugas, e s\u00f3 se aproximam delas quando est\u00e3o voltando para o mar. \u201c\u00c9 crucial que n\u00e3o interrompamos as chances de uma tartaruga botar todos os ovos\u201d, diz Ingels.<\/p>\n<p>Durante a coleta, os cientistas agacham-se ao redor do animal e utilizam uma esp\u00e1tula de pl\u00e1stico para soltar gentilmente os caronas que conseguem ver. Em seguida, utilizam esponjas embebidas em \u00e1gua doce para coletar os min\u00fasculos organismos que n\u00e3o podem ser vistos a olho nu.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--medium\">\n<div class=\"ngart-img__cntr\" tabindex=\"0\" role=\"button\"><picture class=\"resp-img-cntr\"><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/sea-turtles-micro-organisms-research-activities.jpg?w=768&amp;h=576\" media=\"(max-width: 768px)\" \/><source srcset=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/sea-turtles-micro-organisms-research-activities.jpg?w=1024&amp;h=768\" media=\"(max-width: 1024px)\" \/><img loading=\"lazy\" class=\"\" title=\"Pesquisadores trabalham para remover pequenos animais do casco de uma tartaruga-marinha-comum. Esta foto foi tirada durante ...\" src=\"https:\/\/static.nationalgeographicbrasil.com\/files\/styles\/image_3200\/public\/sea-turtles-micro-organisms-research-activities.jpg?w=710&amp;h=533\" alt=\"Pesquisadores trabalham para remover pequenos animais do casco de uma tartaruga-marinha-comum. Esta foto foi tirada durante ...\" width=\"639\" height=\"480\" \/><\/picture><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont\">\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">\n<p>Pesquisadores trabalham para remover pequenos animais do casco de uma tartaruga-marinha-comum. Esta foto foi tirada durante as atividades de pesquisa autorizadas pela Comiss\u00e3o de Conserva\u00e7\u00e3o de Peixes e Vida Selvagem da Fl\u00f3rida, em condi\u00e7\u00f5es que n\u00e3o representam risco ao animal \u2014 normalmente \u00e9 ilegal manusear ou tocar em tartarugas-marinhas. Imagem obtida sob uma luz vermelha, menos prejudicial aos animais, e convertida em preto e branco no processamento.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__author\">FOTO DE\u00a0<span class=\"ngart-img__cont--strong\">DR. MATTHEW WARE<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p>Em seguida, no laborat\u00f3rio, eles utilizam peneiras de malha fina para filtrar organismos maiores como moluscos e pequenos caranguejos, separando-os da min\u00fascula meiofauna. Sob um microsc\u00f3pio, come\u00e7am a classificar e identificar o que encontraram.<\/p>\n<p>\u201cA primeira vez que analisamos uma amostra \u00e9 sempre muito emocionante, porque n\u00e3o sabemos o que podemos encontrar\u201d, afirma Ingels.<\/p>\n<p>Ingels n\u00e3o poder\u00e1 estudar as tartarugas-marinhas-comuns que est\u00e3o retornando para desovar em junho devido \u00e0s restri\u00e7\u00f5es impostas pela pandemia de coronav\u00edrus, mas est\u00e1 ansioso para ver as novas criaturas que as tartarugas trar\u00e3o no pr\u00f3ximo ano \u2013\u2013 principalmente as que j\u00e1 foram estudadas e marcadas.<\/p>\n<h3><strong>Jangada dos microrganismos<\/strong><\/h3>\n<p>O estudo levanta quest\u00f5es sobre como esses pequenos animais sobem nas tartarugas \u2014 e a import\u00e2ncia das tartarugas na movimenta\u00e7\u00e3o deles.<\/p>\n<p><a>\u00c9 prov\u00e1vel que as tartarugas apanhem muitos dos caronas ao se alimentarem no fundo do mar,\u00a0<\/a><a href=\"https:\/\/linkinghub.elsevier.com\/retrieve\/pii\/S002209811730031X\">local com abund\u00e2ncia de meiofauna<\/a>, desprendendo criaturas microsc\u00f3picas que podem encontrar um novo lar no casco de uma tartaruga, explica Ingels.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.wcsu.edu\/biology\/surf\/faculty-mentors\/pinou\/\">Theodora Pinou<\/a>, bi\u00f3loga de tartarugas-marinhas e professora da Universidade Estadual de Western Connecticut, que n\u00e3o participou da pesquisa, diz que as tartarugas provavelmente apanham tantos caronas apenas por desempenhar suas atividades ou devido ao pr\u00f3prio ambiente, n\u00e3o porque seu casco tenha algo especial ou seja hospitaleiro.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o acredito que a tartaruga seja o \u00edm\u00e3\u201d, diz Pinou. Pinou constatou que as tartarugas-marinhas-comuns que vivem no Oceano Atl\u00e2ntico carregam uma maior quantidade de criaturas min\u00fasculas do que seus pares no Pac\u00edfico. Ela suspeita que isso resulte de diferen\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es ambientais e nos n\u00edveis de meiofauna.<\/p>\n<p>Independentemente de como os pequenos animais encontram as tartarugas, os r\u00e9pteis atuam como jangadas, dando longas caronas conforme migram. Isso pode ajudar a explicar como tantos animais min\u00fasculos ficaram bem distribu\u00eddos, algo que ainda \u00e9 um mist\u00e9rio, pois muitas dessas criaturas n\u00e3o conseguem nadar para longe ou sobreviver no mar aberto por longas dist\u00e2ncias.<\/p>\n<p>\u201cUm peda\u00e7o de craca oce\u00e2nica flutuante ou gelo marinho pode transferir certos organismos, mas trata-se de uma escala e frequ\u00eancia diferentes do que quando se fala de tartarugas-marinhas&#8221;, explica Ingels.<\/p>\n<h3><strong>Rastreadores biol\u00f3gicos<\/strong><\/h3>\n<p>As longas viagens das tartarugas-marinhas fazem com que seja dif\u00edcil e caro rastre\u00e1-las. Ingels espera que a an\u00e1lise desses pequenos caronas acoplados \u00e0s tartarugas e da dieta deles possa fornecer pistas sobre onde as tartarugas os pegaram ou para onde viajaram, e Ingels espera realizar esses testes no futuro.<\/p>\n<p>Estudos desse tipo ainda n\u00e3o foram realizados na meiofauna. Mas os pesquisadores\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-019-42983-4\">examinaram a composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de cracas sobre as tartarugas-marinhas-comuns e tartarugas-verdes.<\/a>\u00a0Este trabalho mostra que os is\u00f3topos, ou variantes qu\u00edmicas, dentro das cracas fornecem um registro das condi\u00e7\u00f5es dos locais por onde passaram, como temperatura e salinidade, que podem ser utilizadas para inferir rotas de migra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cQuanto mais de perto observamos esses animais, mais h\u00e1 para descobrir\u201d, diz Robinson.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudar a diversidade dessa enorme popula\u00e7\u00e3o que vive sobre as tartarugas-marinhas-comuns pode ajudar os cientistas<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":133168,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/tartaruga.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Estudar a diversidade dessa enorme popula\u00e7\u00e3o que vive sobre as tartarugas-marinhas-comuns pode ajudar os cientistas","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133167"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=133167"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/133167\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/133168"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=133167"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=133167"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=133167"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}