{"id":132991,"date":"2020-08-31T10:00:36","date_gmt":"2020-08-31T13:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=132991"},"modified":"2020-08-31T07:34:48","modified_gmt":"2020-08-31T10:34:48","slug":"o-papel-central-do-acucar-no-desenvolvimento-de-obesidade-e-diabetes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/o-papel-central-do-acucar-no-desenvolvimento-de-obesidade-e-diabetes\/","title":{"rendered":"O papel central do a\u00e7\u00facar no desenvolvimento de obesidade e diabetes"},"content":{"rendered":"<p class=\"story-body__introduction\"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-132992\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Quando comemos um peda\u00e7o de p\u00e3o ou uma bala, os n\u00edveis de glicose (coloquialmente chamado de &#8220;a\u00e7\u00facar&#8221;) no sangue sobem em poucos minutos.<\/p>\n<p>Para entendermos exatamente o que acontece, \u00e9 preciso acompanhar a trajet\u00f3ria do alimento no nosso organismo.<\/p>\n<p>Minutos depois de ingerirmos um peda\u00e7o de p\u00e3o, ele chega digerido (pelo est\u00f4mago) ao intestino delgado.<\/p>\n<p>As c\u00e9lulas intestinais absorvem os nutrientes que ele continha \u2014 entre os quais, a glicose \u2014 e, como est\u00e3o em contato direto com o sistema circulat\u00f3rio, imediatamente s\u00e3o jogados na corrente sangu\u00ednea.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia, a concentra\u00e7\u00e3o de glicose no sangue dispara. \u00c9 f\u00e1cil deduzir o que acontece depois.<\/p>\n<p>O sangue transporta a glicose at\u00e9 os \u00f3rg\u00e3os que necessitam de &#8220;combust\u00edvel&#8221;. Assim, eles conseguem obter a energia necess\u00e1ria (por meio de uma mol\u00e9cula chamada adenosina trifosfato, tamb\u00e9m conhecida como ATP) para desempenhar suas fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 quando h\u00e1 uma situa\u00e7\u00e3o em que o excesso ou d\u00e9ficit de glicose leva ao aparecimento de doen\u00e7as.<\/p>\n<p>Da\u00ed a import\u00e2ncia de que ela esteja em equil\u00edbrio. \u00c9 o &#8220;yin e yang&#8221; da glicose.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/1B34\/production\/_114046960_174813e3-2c6c-430d-b99f-a52eac33d529.jpg\" alt=\"Colher com a\u00e7\u00facar\" width=\"639\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">A\u00e7\u00facares refinados aumentam n\u00edvel de glicose no sangue<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p>As c\u00e9lulas requerem um abastecimento permanente de glicose para realizarem suas fun\u00e7\u00f5es vitais.<\/p>\n<p>Esse aporte, contudo, n\u00e3o \u00e9 cont\u00ednuo \u2014 est\u00e1 limitado \u00e0 nossa ingest\u00e3o de alimentos.<\/p>\n<p>Como ent\u00e3o garantir que as c\u00e9lulas recebam a\u00e7\u00facar de forma constante sem comer a toda hora?<\/p>\n<p>H\u00e1 detectores celulares espalhados pelo organismo (no f\u00edgado, p\u00e2ncreas, no hipot\u00e1lamo) que monitoram a disponibilidade de glicose.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">O papel do f\u00edgado<\/h2>\n<p>Quando o n\u00edvel no sangue est\u00e1 alto (imediatamente ap\u00f3s uma refei\u00e7\u00e3o, por exemplo), o f\u00edgado estoca uma parte do &#8220;a\u00e7\u00facar&#8221; em forma de glicog\u00eanio para que seja consumido assim que o corpo precise \u2014 em per\u00edodos de jejum ou quando estamos dormindo.<\/p>\n<p>Nesse caso, o glicog\u00eanio \u00e9 reconvertido em glicose e liberado na corrente sangu\u00ednea para que seja utilizado pelos \u00f3rg\u00e3os.<\/p>\n<p>Mas a miss\u00e3o do f\u00edgado n\u00e3o acaba por a\u00ed.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m converte o excesso de a\u00e7\u00facares em triglic\u00e9rides (gordura), que ser\u00e3o armazenados no tecido adiposo como reserva de energia.<\/p>\n<p>Em momentos de jejum prolongado, os triglic\u00e9rides s\u00e3o hidrolisados e convertidos em \u00e1cidos graxos que &#8220;viajam&#8221; pela corrente sangu\u00ednea para que sejam degradados (ou oxidados) nas mitoc\u00f4ndrias para produzir energia.<\/p>\n<figure class=\"media-landscape has-caption full-width\"><span class=\"image-and-copyright-container\"><img loading=\"lazy\" class=\"responsive-image__img js-image-replace\" src=\"https:\/\/ichef.bbci.co.uk\/news\/624\/cpsprodpb\/4244\/production\/_114046961_1d5d2343-2572-4191-a069-6fe805cd3462.jpg\" alt=\"Ilustracao mostra cerebro e uma barra de chocolate\" width=\"639\" height=\"360\" data-highest-encountered-width=\"624\" \/><span class=\"off-screen\">Direito de imagem<\/span><span class=\"story-image-copyright\">GETTY IMAGES<\/span><\/span><figcaption class=\"media-caption\"><span class=\"off-screen\">Image caption<\/span><span class=\"media-caption__text\">\u00d3rg\u00e3os do corpo precisam de energia para funcionar<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">P\u00e2ncreas, a chave do processo<\/h2>\n<p>O p\u00e2ncreas, por sua vez, tamb\u00e9m tem um papel muito importante no equil\u00edbrio dos n\u00edveis de glicose no sangue.<\/p>\n<p>Uma de suas fun\u00e7\u00f5es \u00e9 verificar se eles est\u00e3o em excesso e responder com a secre\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios que tentar\u00e3o normalizar essas taxas.<\/p>\n<p>O mais conhecido desses horm\u00f4nios \u00e9 a insulina, que \u00e9 liberada quando a glicemia sobe e manda uma ordem contundente \u00e0s c\u00e9lulas: &#8220;capturem a glicose do sangue e tratem de gast\u00e1-la ou armazen\u00e1-la&#8221;.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia, o n\u00edvel de a\u00e7\u00facar no sangue diminui.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Fome, saciedade e obesidade<\/h2>\n<p>No c\u00e9rebro, o hipot\u00e1lamo permanece vigilante aos n\u00edveis de glicose.<\/p>\n<p>Essa \u00e1rea tem a importante fun\u00e7\u00e3o de regular a ingest\u00e3o de alimentos controlando as sensa\u00e7\u00f5es de fome e saciedade.<\/p>\n<p>Logo depois das refei\u00e7\u00f5es, a mensagem que ele libera \u00e9: &#8220;h\u00e1 muita glicose, precisamos parar de comer; vou acionar o sinalizador de saciedade&#8221;.<\/p>\n<p>Diante do funcionamento de todo esse sistema, \u00e9 f\u00e1cil supor o que acontece se ingerirmos mais comida (nutrientes) do que &#8220;queimamos&#8221; (gasto energ\u00e9tico).<\/p>\n<p>O equil\u00edbrio \u00e9 descompensado e o corpo retira o que pode da corrente sangu\u00ednea e &#8220;fabrica&#8221; gordura.<\/p>\n<p>A consequ\u00eancia imediata disso \u00e9 o ganho de peso. E, se a situa\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m, a obesidade.<\/p>\n<p>\u00c0s vezes, o desequil\u00edbrio acontece porque alguma das etapas listadas anteriormente est\u00e1 alterada.<\/p>\n<p>E, se os n\u00edveis de glicose se mant\u00eam altos inclusive em per\u00edodos de jejum, caracterizando a hiperglicemia, o corpo pode desenvolver o diabetes.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Dois elementos chave<\/h2>\n<p>A n\u00edvel molecular, existem dois pontos chave no controle do desenvolvimento da obesidade e do diabetes.<\/p>\n<p>De um lado est\u00e3o os sensores, dispositivos moleculares que se encontram nas c\u00e9lulas que detectam os n\u00edveis de glicose ou de ATP.<\/p>\n<p>Exemplos s\u00e3o as prote\u00ednas glucoquinase (GCK), o transportador de glicose tipo-2 (GLUT2), a quinase ativada por AMP (AMPK), a quinase contendo dom\u00ednio PAS (PASK) ou o alvo da rapamicina em mam\u00edferos (mTOR).<\/p>\n<p>De outro, \u00e9 preciso que haja uma resposta correta da insulina, ou seja, que as c\u00e9lulas sejam capazes de identificar e responder a esse horm\u00f4nio adequadamente.<\/p>\n<p>S\u00e3o encarregados dessa fun\u00e7\u00e3o uma s\u00e9rie de receptores localizados na membrana das c\u00e9lulas. Assim como um conjunto de prote\u00ednas intracelulares (IR, IRS, PI3K, AKT, etc).<\/p>\n<p>Se o mecanismo falha em algum ponto, as c\u00e9lulas n\u00e3o respondem \u00e0 insulina e o a\u00e7\u00facar excedente no sangue n\u00e3o \u00e9 eliminado.<\/p>\n<p>\u00c9 o que se conhece como resist\u00eancia \u00e0 insulina, que tem como consequ\u00eancia o diabetes tipo 2.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Companheiro da velhice<\/h2>\n<p>Com o passar dos anos, as c\u00e9lulas envelhecem e os mecanismos de resposta molecular \u00e0 insulina se deterioram e v\u00e3o perdendo a funcionalidade.<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 comum nessa fase o desenvolvimento da resist\u00eancia \u00e0 insulina e do diabetes tipo 2, uma doen\u00e7a recorrente na terceira idade.<\/p>\n<p>A obesidade, entretanto, pode fazer com que esse processo aconte\u00e7a mais cedo.<\/p>\n<p>Nesse caso, o tecido adiposo passa a armazenar um excesso de gordura al\u00e9m de sua capacidade e fica hipertrofiado, o que provoca um esgotamento na resposta \u00e0 insulina.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Um em cada quatro<\/h2>\n<p>Os tecidos acabam sendo menos eficientes no processo de captar e gastar a glicose, o que leva a um aumento dos a\u00e7\u00facares no sangue (hiperglicemia) e, por conseguinte, ao diabetes tipo 2.<\/p>\n<p>Na Espanha, um em cada quatro idosos tem a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>De acordo com a Sociedade Espanhola de Geriatria e Gerontologia, 40% das pessoas com mais de 65 anos no pa\u00eds t\u00eam diabetes, cerca de 2,12 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No Brasil,\u00a0<a class=\"story-body__link-external\" href=\"https:\/\/www.saude.gov.br\/images\/pdf\/2020\/April\/16\/Boletim-epidemiologico-SVS-16.pdf\">dados de 2019<\/a>\u00a0apontam que 7,4% da popula\u00e7\u00e3o brasileira tem diabetes. Entre a popula\u00e7\u00e3o com mais de 65 anos, o percentual sobe para 23%.<\/p>\n<p>Assim, esta \u00e9 uma quest\u00e3o premente de sa\u00fade p\u00fablica, especialmente diante das complica\u00e7\u00f5es associadas a essa enfermidade: problemas cardiovasculares, retinopatia diab\u00e9tica, nefropatias, neuropatia diab\u00e9tica, etc.<\/p>\n<h2 class=\"story-body__crosshead\">Pesquisa<\/h2>\n<p>Por isso, \u00e9 importante que sejam realizados estudos tanto com o objetivo de entender em ainda maior profundidade o funcionamento dos mecanismos moleculares quanto de desenvolver rem\u00e9dios para controlar os sensores de glicose.<\/p>\n<p>\u00c9 exatamente a isso que nosso grupo de pesquisa se dedica h\u00e1 anos na Universidade Complutense de Madrid.<\/p>\n<p>Estudamos os sensores no n\u00edvel do hipot\u00e1lamo, do f\u00edgado e do tecido adiposo para enfrentarmos uma doen\u00e7a respons\u00e1vel por muitas mortes em todo o mundo.<\/p>\n<p>Atualmente, h\u00e1 ainda uma nova enfermidade que, quando atinge pacientes com diabetes, aumenta bastante a probabilidade de \u00f3bito.<\/p>\n<p>Estamos falando, claro, da covid-19.<\/p>\n<p>A pesquisa da rela\u00e7\u00e3o entre as duas enfermidades \u00e9 necess\u00e1ria e urgente.<\/p>\n<p><i>*Mar\u00eda del Carmen Sanz Miguel, Ana P\u00e9rez Garc\u00eda, Elvira \u00c1lvarez Garc\u00eda y Ver\u00f3nica Hurtado Carneiro formam parte da equipe de pesquisadores da Universidade Complutense de Madrid.<\/i><\/p>\n<p><i>Este artigo foi publicado originalmente no site The Conversation.\u00a0<\/i><a class=\"story-body__link-external\" href=\"https:\/\/theconversation.com\/obesidad-y-diabetes-el-ying-y-el-yang-de-la-glucosa-140206\">Clique aqui para ler o original<\/a><i>.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando comemos um peda\u00e7o de p\u00e3o ou uma bala, os n\u00edveis de glicose (coloquialmente chamado<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":132992,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/doce.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Quando comemos um peda\u00e7o de p\u00e3o ou uma bala, os n\u00edveis de glicose (coloquialmente chamado","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132991"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=132991"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132991\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/132992"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132991"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=132991"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=132991"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}