{"id":132888,"date":"2020-08-29T14:00:05","date_gmt":"2020-08-29T17:00:05","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=132888"},"modified":"2020-08-29T08:48:37","modified_gmt":"2020-08-29T11:48:37","slug":"ministerio-da-agricultura-atualiza-zoneamento-agricola-para-mamona","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/ministerio-da-agricultura-atualiza-zoneamento-agricola-para-mamona\/","title":{"rendered":"Minist\u00e9rio da Agricultura atualiza zoneamento agr\u00edcola para mamona"},"content":{"rendered":"<div><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-132889\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (28)\u00a0<a href=\"https:\/\/pesquisa.in.gov.br\/imprensa\/jsp\/visualiza\/index.jsp?data=28\/08\/2020&amp;jornal=515&amp;pagina=10&amp;totalArquivos=405\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">novas portarias<\/a>\u00a0do Zoneamento Agr\u00edcola de Risco Clim\u00e1tico (Zarc) para a cultura da mamona. A atualiza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, coordenada pela Embrapa e validada com t\u00e9cnicos de diversas \u00e1reas ligadas ao setor produtivo, inclui cultivares de ciclo mais curto, risco de chuva na colheita, atualiza\u00e7\u00f5es na base de dados meteorol\u00f3gicos e ajustes para diminuir os riscos na produ\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>\u201cO objetivo do trabalho t\u00e9cnico e metodol\u00f3gico foi identificar as \u00e1reas de plantio de menor risco clim\u00e1tico para a cultura, abarcando tr\u00eas n\u00edveis de risco: 20%, 30% e 40%, e definir os melhores per\u00edodos de semeadura para mamona no Brasil, buscando reduzir perdas de produ\u00e7\u00e3o e obter rendimentos mais elevados\u201d, afirma\u00a0Eduardo Monteiro,\u00a0pesquisador da Embrapa Inform\u00e1tica Agropecu\u00e1ria (Campinas, SP) e coordenador do Zarc.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Entre as novidades, destacam-se a atualiza\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros de cultura e ciclos representativos, inclus\u00e3o de um grupo de cultivares de ciclo curto, isto \u00e9, inferior a 130 dias, extens\u00e3o do zoneamento da mamona para todos os estados brasileiros, ajuste nos crit\u00e9rios e limites cr\u00edticos, como \u00edndice de satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades de \u00e1gua (ISNA), temperatura e chuva na colheita para estimativa de risco, al\u00e9m da inser\u00e7\u00e3o do crit\u00e9rio auxiliar de escape para o mofo cinzento em regi\u00f5es ou \u00e9pocas chuvosas e da subdivis\u00e3o do Zarc Mamona Semi\u00e1rido.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A planta da mamoneira (<em>Ricinus communis\u00a0<\/em>L.) apresenta toler\u00e2ncia \u00e0 seca, sendo, portanto, uma boa alternativa de cultivo para regi\u00f5es secas do Pa\u00eds, onde ocorrem limita\u00e7\u00f5es ao cultivo de outras culturas mais sens\u00edveis \u00e0 defici\u00eancia h\u00eddrica. O cultivo n\u00e3o \u00e9 indicado para regi\u00f5es com per\u00edodos de chuvas muito prolongados, que propiciam o aparecimento de doen\u00e7as, como o mofo cinzento, al\u00e9m de prejudicar a colheita e a qualidade do produto.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A cultura \u00e9 explorada comercialmente devido ao teor de \u00f3leo em suas sementes, com aplica\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de cosm\u00e9ticos, produtos farmac\u00eauticos, lubrificantes e pol\u00edmeros. Tradicionalmente cultivada por pequenos produtores no Nordeste brasileiro, expandiu-se no Nordeste e para outras regi\u00f5es do Brasil devido ao incentivo do Programa Nacional de Biodiesel, embora as \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o venham diminuindo atualmente.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Na safra 2018\/2019, a cultura da mamoneira no Brasil ocupou uma \u00e1rea de 46,6 mil hectares (ha), com produ\u00e7\u00e3o de 30,6 mil toneladas de gr\u00e3os, destacando-se o estado da Bahia pela maior \u00e1rea plantada e maior produ\u00e7\u00e3o, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para a safra 2019\/2020, estima-se uma \u00e1rea de 45,6 mil ha, com produ\u00e7\u00e3o de 33 mil toneladas de gr\u00e3os e produtividade m\u00e9dia de 725 kg\/ha.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>As \u00e1reas tradicionalmente produtoras de mamona no Brasil encontram-se, basicamente, nas regi\u00f5es do semi\u00e1rido brasileiro e transi\u00e7\u00f5es. A maior parte da produ\u00e7\u00e3o nacional est\u00e1 na microrregi\u00e3o de Irec\u00ea, na Bahia, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Nos \u00faltimos anos, a cultura vem se expandindo fora dessa regi\u00e3o, no estado do Mato Grosso em dois munic\u00edpios, onde a dura\u00e7\u00e3o m\u00e9dia dos ciclos e cultivares utilizados e o sistema de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o bem distintos daqueles praticados nas \u00e1reas tradicionais.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Condi\u00e7\u00f5es agrometeorol\u00f3gicas<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Para se obter produ\u00e7\u00f5es economicamente vi\u00e1veis, a faixa de temperatura deve-se situar entre 20 a 35 graus Celsius (\u00b0C), sendo a ideal em torno de 28 \u00b0C. A mamoneira desenvolve-se e produz bem em v\u00e1rios tipos de solos, exceto naqueles de textura muito argilosa e que apresentam defici\u00eancia de drenagem. O excesso de umidade \u00e9 prejudicial durante todo o ciclo da cultura, sendo mais cr\u00edtico nos est\u00e1dios de pl\u00e2ntula, matura\u00e7\u00e3o e colheita, de acordo com os especialistas da Embrapa.<\/div>\n<div>Em cultivo de sequeiro, a mamoneira necessita de uma precipita\u00e7\u00e3o pluvial acima de 350 mil\u00edmetros (mm), bem distribu\u00edda ao longo do per\u00edodo total de crescimento, e de umidade suficiente. N\u00e3o deve ocorrer defici\u00eancia h\u00eddrica no solo, nos dois primeiros meses do per\u00edodo vegetativo.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Com a expans\u00e3o da cultura para outras regi\u00f5es e fora das zonas mais secas do Agreste e Semi\u00e1rido do Nordeste, comprovou-se a dificuldade de controle do mofo cinzento, causado pelo fungo\u00a0<em>Amphobotrys ricini<\/em>, em regi\u00f5es chuvosas ou com esta\u00e7\u00e3o chuvosa. Sem cultivares resistentes \u00e0 doen\u00e7a e sem fungicidas registrados para seu controle, o mofo cinzento \u00e9 a doen\u00e7a mais destrutiva da mamoneira. O pat\u00f3geno afeta as infloresc\u00eancias, os cachos e as sementes, reduzindo a produ\u00e7\u00e3o e o teor de \u00f3leo nos frutos.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Considerando que o Zarc tem como objetivos prover indica\u00e7\u00f5es para aumentar as chances de sucesso do empreendimento agr\u00edcola e que a doen\u00e7a pode inviabilizar a produ\u00e7\u00e3o da cultura em \u00e1reas de expans\u00e3o, com perda de safra e \u00f4nus ao produtor, foi introduzido um crit\u00e9rio adicional no Zarc mamona como uma estrat\u00e9gia de escape \u00e0 ocorr\u00eancia severa do mofo cinzento.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os casos mais cr\u00edticos ocorrem quando a cultura permanece em florescimento durante longos per\u00edodos com umidade elevada, o que pode ser mais grave nos ciclos mais longos de 180 a 200 dias, permitindo maior n\u00famero de gera\u00e7\u00f5es e aumento populacional do fungo. Por isso, o zoneamento das \u00e1reas e \u00e9pocas mais adequadas ao cultivo \u00e9 fundamental.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Dessa forma, foram adotados como refer\u00eancia os resultados do ciclo de 180 dias em solo do tipo 2 para indica\u00e7\u00e3o da disponibilidade h\u00eddrica. \u201cConforme avaliado pela equipe do Zarc Mamona, da Embrapa Algod\u00e3o, a solu\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel foi incluir o bloqueio de datas de plantio que resultavam em coincid\u00eancia do per\u00edodo de florescimento com o extenso per\u00edodo em condi\u00e7\u00f5es de elevado ISNA, o \u00edndice de satisfa\u00e7\u00e3o das necessidades de \u00e1gua\u201d, explica Eduardo Monteiro.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>A equipe criou um crit\u00e9rio para exclus\u00e3o de dec\u00eandios, permitindo manter apenas os \u00faltimos tr\u00eas dec\u00eandios com risco h\u00eddrico menor ou igual a 30% e mais seis dec\u00eandios subsequentes, reduzindo-se, dessa forma, o in\u00edcio das janelas de plantio que resultavam em per\u00edodo de florescimento concomitante aos per\u00edodos mais chuvosos. Considerando o n\u00edvel de baixa exig\u00eancia de ISNA para mamona, os dec\u00eandios com risco de 40% n\u00e3o tiveram nenhuma restri\u00e7\u00e3o; ent\u00e3o as janelas de plantio com mais de tr\u00eas dec\u00eandios em risco de 40% n\u00e3o foram restringidas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Os resultados ajustados pelo crit\u00e9rio de escape do mofo cinzento s\u00e3o semelhantes aos j\u00e1 praticados nas regi\u00f5es de expans\u00e3o da cultura no estado do Mato Grosso e que viabilizaram a cultura naquelas condi\u00e7\u00f5es, ou seja, no final da esta\u00e7\u00e3o de cultivo, em que essa cultura entra como op\u00e7\u00e3o para a 2\u00aa safra.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><strong>Zarc Mamona Semi\u00e1rido<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div>Em raz\u00e3o das diferen\u00e7as entre os sistemas de produ\u00e7\u00e3o, um mais adequado \u00e0s regi\u00f5es mais \u00famidas do Brasil e outro pr\u00f3prio da regi\u00e3o do semi\u00e1rido, os pesquisadores entenderam a necessidade de subdivis\u00e3o do zoneamento da mamona em Zarc Mamona e Zarc Mamona Semi\u00e1rido. Assim, com base nos resultados do ciclo mais longo da cultura, foi delimitada a regi\u00e3o a ser utilizada pelo Zarc Mamona Semi\u00e1rido a partir dos munic\u00edpios com risco de 40% ou maior. Os munic\u00edpios com risco de 30% ou menor, nesse cen\u00e1rio, foram exclu\u00eddos desse Zarc espec\u00edfico para o semi\u00e1rido e transi\u00e7\u00f5es, pois n\u00e3o apresentam restri\u00e7\u00f5es h\u00eddricas.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>O Zarc Mamona Semi\u00e1rido se diferencia do Zarc Mamona no restante do Brasil por admitir uma disponibilidade h\u00eddrica muito mais baixa no per\u00edodo produtivo, o que pressup\u00f5e produtividades esperadas igualmente mais baixas. Isso \u00e9 adequado aos sistemas de produ\u00e7\u00e3o da mamona tradicionalmente adotados no semi\u00e1rido brasileiro, de baixa produtividade, mas, ainda assim, vi\u00e1veis, devido ao baixo custo de produ\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>As produtividades m\u00e9dias obtidas nas regi\u00f5es produtoras do semi\u00e1rido permanecem, geralmente, entre 500 e 600 kg por hectare. As restri\u00e7\u00f5es h\u00eddricas dessa regi\u00e3o s\u00e3o o principal fator que normalmente impedem produtividades maiores. Por outro lado, o ambiente desfavor\u00e1vel a culturas mais rent\u00e1veis como a soja ou o milho, o baixo risco para o desenvolvimento do mofo cinzento e sistemas de produ\u00e7\u00e3o de baixo custo t\u00eam viabilizado a produ\u00e7\u00e3o da mamona nessas \u00e1reas h\u00e1 v\u00e1rios anos, conforme comprovam os estudos realizados.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Ao contr\u00e1rio do que \u00e9 considerado para outras regi\u00f5es produtoras brasileiras, o Zarc Mamona Semi\u00e1rido n\u00e3o adota a estrat\u00e9gia de escape do mofo cinzento por estar circunscrito \u00e0s regi\u00f5es de baixa pluviosidade, baixo ISNA na fase produtiva e, portanto, com baixo risco para essa doen\u00e7a, de acordo com os especialistas.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (28)\u00a0novas portarias\u00a0do Zoneamento Agr\u00edcola<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":132889,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/mamona.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (28)\u00a0novas portarias\u00a0do Zoneamento Agr\u00edcola","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132888"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=132888"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132888\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/132889"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132888"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=132888"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=132888"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}