{"id":132469,"date":"2020-08-22T09:08:53","date_gmt":"2020-08-22T12:08:53","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=132469"},"modified":"2020-08-22T09:08:53","modified_gmt":"2020-08-22T12:08:53","slug":"em-dez-anos-brasileiro-reduz-consumo-de-arroz-e-feijao-e-aumenta-o-de-adocante-e-acai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/em-dez-anos-brasileiro-reduz-consumo-de-arroz-e-feijao-e-aumenta-o-de-adocante-e-acai\/","title":{"rendered":"Em dez anos, brasileiro reduz consumo de arroz e feij\u00e3o e aumenta o de ado\u00e7ante e a\u00e7a\u00ed"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"52\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/feijao_arroz.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-132470\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/feijao_arroz-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/feijao_arroz-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/feijao_arroz.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A alimenta\u00e7\u00e3o do brasileiro perdeu qualidade nutricional &#8211; embora mantenha o b\u00e1sico arroz, feij\u00e3o e carne &#8211; uma vez que houve alta no consumo de produtos industrializados.<\/strong>\u00a0\u00c9 o que sugerem os dados divulgados nesta sexta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) sobre o consumo alimentar no Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"34\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em uma d\u00e9cada,\u00a0<strong>caiu o consumo de produtos in natura ou minimamente processados, c<\/strong>omo frutas e vegetais<strong>,\u00a0<\/strong>enquanto<strong>\u00a0aumentou a frequ\u00eancia de ingest\u00e3o de alimentos processados e ultra processados, como pizzas, salgadinhos e ado\u00e7ante<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"6\" data-block-id=\"5\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"><strong>Entre os dados da pesquisa, destacam-se:<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"113\" data-block-id=\"6\">\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li>o consumo cal\u00f3rico di\u00e1rio se manteve est\u00e1vel entre os brasileiros<\/li>\n<li>53,4% das calorias ingeridas eram de alimentos in natura ou minimamente processados<\/li>\n<li>caiu a frequ\u00eancia de consumo de arroz, feij\u00e3o, p\u00e3o de sal, carne bovina e ovos<\/li>\n<li>aumentou a frequ\u00eancia de consumo de aves, pizzas, salgadinhos, a\u00e7a\u00ed e salada crua<\/li>\n<li>o brasileiro substituiu a batata-inglesa pela batata-doce<\/li>\n<li>diminuiu a ingest\u00e3o di\u00e1ria de gorduras saturadas, fibras e prote\u00ednas<\/li>\n<li>consumo de carboidratos se manteve est\u00e1vel<\/li>\n<li>53,8% dos brasileiros ingerem s\u00f3dio acima do limite recomend\u00e1vel<\/li>\n<li>adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar em alimentos prontos se mant\u00e9m elevada<\/li>\n<li>aumentou a propor\u00e7\u00e3o de pessoas que n\u00e3o ado\u00e7am bebidas<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/2020\/08\/21\/cai-o-consumo-de-cerveja-no-brasil-homens-bebem-tres-vezes-mais-que-as-mulheres-diz-ibge.ghtml\">caiu o consumo de cerveja; homens bebem tr\u00eas vezes mais que as mulheres<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\" data-block-id=\"8\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O levantamento foi realizado entre 2017 e 2018 por meio da Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares (POF).\u00a0<strong>Foram realizadas entrevistas em 57,9 mil domic\u00edlios, sendo que 20,1 mil pessoas foram selecionadas para responder ao bloco de consumo alimentar<\/strong>\u00a0em duas entrevistas. De acordo com o IBGE, quem respondeu a essa parte do question\u00e1rio precisou registrar todos os alimentos consumidos, com suas respectivas quantidades, durante 24 horas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"9\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No geral, al\u00e9m de identificar a queda no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, o IBGE apontou\u00a0<strong>o brasileiro manteve o h\u00e1bito de adicionar a\u00e7\u00facar em bebidas e alimentos e colocar sal em prepara\u00e7\u00f5es prontas<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"40\" data-block-id=\"10\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>\u201cNossa alimenta\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 baseada no feij\u00e3o, arroz e carne, e isso \u00e9 positivo, mas temos que melhorar o consumo de frutas e legumes e diminuir o a\u00e7\u00facar e o s\u00f3dio em excesso&#8221;, apontou o gerente da pesquisa, Andr\u00e9 Martins.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"69\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Considerando a ingest\u00e3o cal\u00f3rica di\u00e1ria, variou pouco a quantidade de calorias ingeridas pelos brasileiros quando comparado com a pesquisa anterior, realizada dez anos antes, entre 2008 e 2009 \u2013\u00a0<strong>em torno de 1,9 mil kcal por dia<\/strong>. Entre os grupos et\u00e1rios, no entanto, aumentou a quantidade de calorias ingeridas pelas pessoas com idade entre 19 e 59 anos \u2013 passou de 1969 kcal em 2009 para 2022 em 2018.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"62\" data-block-id=\"12\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Do total de calorias consumidas por dia, entre 2017 e 2018,\u00a0<strong>53,4% eram provenientes de alimentos in natura ou minimamente processados, 15,6% de ingredientes culin\u00e1rios processados, 11,3% de alimentos processados e 19,7% de alimentos ultraprocessados<\/strong>. Na pesquisa anterior, entre 2008 e 2009, o IBGE n\u00e3o levantou estes dados, o que n\u00e3o permite comparar se houve mudan\u00e7a na origem cal\u00f3rica dos alimentos consumidos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"68\" data-block-id=\"13\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>O IBGE destacou, por\u00e9m, que \u201cos indiv\u00edduos que relataram o consumo de sucos, pizza e sandu\u00edches, doces, biscoito doce, frios e embutidos e bebidas com adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar [processados e ultraprocessados] apresentaram m\u00e9dias de ingest\u00e3o de energia de 10% ou mais acima da m\u00e9dia populacional. Por outro lado, a ingest\u00e3o m\u00e9dia de energia dos indiv\u00edduos que consumiram arroz integral e biscoito salgado foi menor que a m\u00e9dia populacional\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Todavia, ao se observar a frequ\u00eancia de consumo di\u00e1rio dos alimentos, o IBGE identificou que, no geral,\u00a0<strong>o brasileiro reduziu o consumo de item b\u00e1sicos da culin\u00e1ria do pa\u00eds, como o arroz e feij\u00e3o, assim como o de frutas e demais vegetais, enquanto aumentou a frequ\u00eancia de ingest\u00e3o de alimentos processados e ultraprocessados, como sandu\u00edches, salgadinhos e pizzas<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\" data-block-id=\"16\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Mudan\u00e7as \u00e0 mesa<\/h2>\n<\/div>\n<p>De acordo com a pesquisa, entre 2017 e 2018, <strong>em 75,3% dos domic\u00edlios houve consumo di\u00e1rio de arroz, enquanto o feij\u00e3o esteve presente na mesa de 59,9% dos lares<\/strong>. Dez anos antes, estes percentuais eram de, respectivamente, 84,1% e 73% &#8211;\u00a0<strong>uma queda de 10 pontos percentuais (p.p.) do consumo di\u00e1rio de arroz e de 18 p.p. de feij\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"66\" data-block-id=\"18\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No mesmo per\u00edodo,\u00a0<strong>caiu em 12 p.p. o consumo di\u00e1rio de ovos, em 21 p.p. de p\u00e3o de sal (p\u00e3o franc\u00eas), em 22 p.p. de carne bovina, em 38 p.p. de tomate<\/strong>\u00a0(<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/Noticias\/Economia_Negocios\/0,,MUL949920-9356,00-VILAO+DA+INFLACAO+TOMATE+SOBE+MAIS+DE+EM+POR+CAUSA+DAS+CHUVAS.html\">comum \u2018vil\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o\u2019 do pa\u00eds<\/a>) e em 50 p.p. de leite integral. Dentre as frutas, caiu em 24 p.p. a ingest\u00e3o de melancia, 30 p.p. de abacaxi e 40 p.p. de laranja.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"56\" data-block-id=\"20\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Em contrapartida, nestes dez anos a<strong>umentou em 11 p.p. o consumo di\u00e1rio de aves, 21 p.p. de pizzas, 33 p.p. de outras carnes, 35 p.p. de salada crua, 38 p.p. de salgadinhos tipo chips, 58 p.p. de sandu\u00edches<\/strong>, 52 p.p. de feij\u00e3o de corda ou verde, 68 p.p. de carne su\u00edna e 86 p.p. de a\u00e7a\u00ed.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"41\" data-block-id=\"21\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O item que teve\u00a0<strong>o maior aumento na frequ\u00eancia di\u00e1ria de consumo foi o ado\u00e7ante, cuja presen\u00e7a na mesa brasileira teve alta de 9,1 mil p.p. em dez anos\u00a0<\/strong>\u2013 passou de 0,1% dos domic\u00edlios para 9,2% entre 2009 e 2018.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"row medium-uncollapsed content-media content-photo\" data-block-type=\"backstage-photo\" data-block-id=\"23\">\n<div class=\"mc-column content-media__container\">\n<figure><img loading=\"lazy\" class=\"i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content\" src=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/x1o8TI3TTKskyxwKV81xt7jVRBc=\/0x0:1200x3951\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/X\/e\/PAafvORj2ZUNCBBAgp4A\/frequencia-de-consumo-alimentar-no-brasil.png\" sizes=\"(max-width: 1920px) 648px, 100vw\" srcset=\"https:\/\/s2.glbimg.com\/pik1NIx2Icqb0Qn2fD_H0jDyC50=\/0x0:1200x3951\/1000x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/X\/e\/PAafvORj2ZUNCBBAgp4A\/frequencia-de-consumo-alimentar-no-brasil.png 1000w, https:\/\/s2.glbimg.com\/x1o8TI3TTKskyxwKV81xt7jVRBc=\/0x0:1200x3951\/984x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/X\/e\/PAafvORj2ZUNCBBAgp4A\/frequencia-de-consumo-alimentar-no-brasil.png 984w, https:\/\/s2.glbimg.com\/Zbt3u08o4qrw4p-PoAQStT5lWqo=\/0x0:1200x3951\/640x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/X\/e\/PAafvORj2ZUNCBBAgp4A\/frequencia-de-consumo-alimentar-no-brasil.png 640w, https:\/\/s2.glbimg.com\/Aow1G3JFyT_zqzZuLxDEOx44fJs=\/0x0:1200x3951\/600x0\/smart\/filters:strip_icc()\/i.s3.glbimg.com\/v1\/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a\/internal_photos\/bs\/2020\/X\/e\/PAafvORj2ZUNCBBAgp4A\/frequencia-de-consumo-alimentar-no-brasil.png 600w\" alt=\"Pesquisa mostra mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos de consumo alimentar dos brasileiros \u2014 Foto: Guilherme Pinheiro\/Editoria de Arte G1\" width=\"640\" height=\"2108\" \/><\/figure>\n<p class=\"content-media__description \">Pesquisa mostra mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos de consumo alimentar dos brasileiros \u2014 Foto: Guilherme Pinheiro\/Editoria de Arte G1<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\" data-block-id=\"24\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Batata por batata<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"40\" data-block-id=\"25\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Ainda observando a frequ\u00eancia di\u00e1ria de consumo, foi poss\u00edvel notar que\u00a0<strong>o brasileiro parece ter substitu\u00eddo a batata-inglesa pela batata-doce<\/strong>. A primeira teve queda de 31 p.p. entre os domic\u00edlios do pa\u00eds, enquanto a segunda teve alta de 109 p.p..<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"34\" data-block-id=\"26\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Outro tub\u00e9rculo tamb\u00e9m considerado, ao contr\u00e1rio da batata-inglesa, de baixo \u00edndice glic\u00eamico, que teve alta no consumo foi a\u00a0<strong>mandioca, que passou de 2,8% dos domic\u00edlios para 3,6% &#8211; uma alta de 29 p.p..<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"21\" data-block-id=\"27\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Tamb\u00e9m\u00a0<strong>aumentou em 20 p.p. o consumo de oleaginosas, como as castanhas, e de 21 p.p. de \u00f3leos e gorduras<\/strong> diversas.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"5\" data-block-id=\"28\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Menos gordura e menos fibra<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"34\" data-block-id=\"29\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">A pesquisa mostrou, tamb\u00e9m, que houve\u00a0<strong>queda no consumo di\u00e1rio de gorduras saturadas<\/strong>, que passou da m\u00e9dia de 20,7 gramas por dia em 2009 para 19,7g em 2018 &#8211; queda de 1g no per\u00edodo.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"33\" data-block-id=\"30\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">De acordo com a m\u00e9dica e consultora da pesquisa, Rosely Sichieri,\u00a0<strong>essa redu\u00e7\u00e3o \u00e9 positiva e pode ser atribu\u00edda \u00e0 redu\u00e7\u00e3o no consumo de carne bovina\u00a0<\/strong>apresentada no Brasil entre 2008 e 2018.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"47\" data-block-id=\"31\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O conte\u00fado em\u00a0<strong>fibra na dieta tamb\u00e9m caiu na d\u00e9cada<\/strong>, passando de 27,9 g por dia para 24,2 g, o que representa uma redu\u00e7\u00e3o de 3,7 g. Para a consultora, essa queda<strong>\u00a0indica deteriora\u00e7\u00e3o da qualidade da alimenta\u00e7\u00e3o e corresponde \u00e0 queda no consumo de feij\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"20\" data-block-id=\"33\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>\u201cO feij\u00e3o um dos alimentos da dieta brasileira que proporciona grande parte das fibras alimentares\u201d, explicou a m\u00e9dica Rosely Sichieri.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"23\" data-block-id=\"34\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">O\u00a0<strong>consumo de prote\u00ednas tamb\u00e9m teve relativa queda<\/strong>, passando de 87,9 g para 86,4 g por dia &#8211; uma redu\u00e7\u00e3o de 1,5 g.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"15\" data-block-id=\"35\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">J\u00e1 o\u00a0<strong>consumo de carboidratos se manteve est\u00e1vel\u00a0<\/strong>em, aproximadamente, 254 g por dia.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"5\" data-block-id=\"37\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Adi\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar e sal<\/h2>\n<\/div>\n<p>O IBGE enfatizou que <strong>se manteve entre os brasileiros \u201ca alta frequ\u00eancia de consumo de a\u00e7\u00facar e sal\u201d.<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\" data-block-id=\"39\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">Para ado\u00e7ar bebidas e comidas,\u00a0<strong>85,4% da popula\u00e7\u00e3o afirmou colocar a\u00e7\u00facar,<\/strong>\u00a0abaixo do registrado dez anos antes, quando esse percentual chegou a 90,8%.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"24\" data-block-id=\"40\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">No mesmo per\u00edodo, por\u00e9m,\u00a0<strong>aumentou de 1,6% para 6,1% o percentual da popula\u00e7\u00e3o que afirma n\u00e3o adicionar nem a\u00e7\u00facar nem ado\u00e7ante<\/strong>\u00a0nos alimentos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"40\" data-block-id=\"41\">\n<p class=\"content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\">J\u00e1\u00a0<strong>o sal era adicionado em comidas prontas por 13,5% da popula\u00e7\u00e3o e, com isso, o s\u00f3dio foi ingerido acima do limite por 53,5% dos brasileiros<\/strong>, \u00edndice mais elevado em homens adultos (74,2%) e menor em mulheres idosas (25,8%).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"42\">\n<blockquote class=\"content-blockquote theme-border-color-primary-before\"><p>\u201cA pesquisa mostra que o brasileiro continua com n\u00edveis de consumo de s\u00f3dio acima do limite toler\u00e1vel, levando em considera\u00e7\u00f5es as recomenda\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas. \u00c9 um ponto que temos que prestar aten\u00e7\u00e3o\u201d, apontou o gerente da pesquisa, Andr\u00e9 Martins.<\/p><\/blockquote>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A alimenta\u00e7\u00e3o do brasileiro perdeu qualidade nutricional &#8211; 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