{"id":132388,"date":"2020-08-20T06:00:31","date_gmt":"2020-08-20T09:00:31","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=132388"},"modified":"2020-08-19T21:24:11","modified_gmt":"2020-08-20T00:24:11","slug":"emergencia-ambiental-no-pantanal-incendios-em-mato-grosso-do-sul-aumentam-74-com-relacao-a-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/emergencia-ambiental-no-pantanal-incendios-em-mato-grosso-do-sul-aumentam-74-com-relacao-a-2019\/","title":{"rendered":"Emerg\u00eancia ambiental no Pantanal \u2013 Inc\u00eandios em Mato Grosso do Sul aumentam 74% com rela\u00e7\u00e3o a 2019"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/queimada.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-132390\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/queimada-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/queimada-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/queimada.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Governo estadual decreta situa\u00e7\u00e3o de\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/601949-pantanal-cerrado-e-amazonia-em-chamas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">emerg\u00eancia ambiental no Pantanal<\/a>.<\/p>\n<p>Dados compilados pelo\u00a0<strong>Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais<\/strong>\u00a0(<strong>Inpe<\/strong>) revelam que o n\u00famero de focos de queimadas e inc\u00eandio registrados em\u00a0<strong>Mato Grosso do Sul<\/strong>\u00a0j\u00e1 \u00e9 74% superior ao total verificado no mesmo per\u00edodo de 2019, o que obrigou o governo estadual a decretar situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia ambiental no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/601617\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pantanal<\/a>.<\/p>\n<p>De 1\u00ba de janeiro at\u00e9 ontem (16), o sat\u00e9lite de refer\u00eancia (<strong>Aqua_M-T<\/strong>) acumulou sinais de 5.959 focos de calor em<strong>\u00a0territ\u00f3rio sul-mato-grossense<\/strong>. No mesmo per\u00edodo de 2019 foram registrados 3.415 ocorr\u00eancias. No ano passado, considerados os mesmos sete meses e meio, o estado j\u00e1 tinha registrado o resultado mais preocupante desde 2016: uma varia\u00e7\u00e3o da ordem de 239% se comparados aos 1.006 focos de inc\u00eandios e queimadas identificados entre 1\u00ba janeiro e 16 de agosto de 2018.<\/p>\n<p>J\u00e1 no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/598044-desmatamento-ilegal-avanca-no-mato-grosso-e-pressiona-territorio-indigena-do-xingu\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mato Grosso<\/a>, o n\u00famero de ocorr\u00eancias se mant\u00e9m praticamente est\u00e1vel em compara\u00e7\u00e3o ao ano passado. Imagens de sat\u00e9lite registradas entre 1\u00ba de janeiro e ontem (16) apontam a exist\u00eancia de um total de 13.238 focos de\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/601953-surto-de-queimadas-e-ofuscado-pela-pandemia-de-covid-19\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">inc\u00eandios e queimadas<\/a>. No mesmo per\u00edodo de 2019 foram registrados 13.225 ocorr\u00eancias. O resultado anterior, no entanto, representou um acr\u00e9scimo de 85% sobre os 7.149 focos identificados do come\u00e7o de 2018 a meados de agosto, sendo o pior resultado do estado nos \u00faltimos cinco anos, tendo interrompido dois per\u00edodos sucessivos de queda dos n\u00fameros.<\/p>\n<p>Preocupante, a situa\u00e7\u00e3o dos dois estados da regi\u00e3o<strong>\u00a0Centro-Oeste<\/strong>\u00a0chamam a aten\u00e7\u00e3o principalmente pelas chamas que consomem a vegeta\u00e7\u00e3o do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihuonline.unisinos.br\/edicao\/345\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pantanal<\/a>, colocando em risco a vida de animais, inclusive de esp\u00e9cies em extin\u00e7\u00e3o, e de moradores da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Apesar disso, o maior aumento do n\u00famero de registros de focos de inc\u00eandio e queimadas ocorreu em\u00a0<strong>Santa<\/strong>\u00a0<strong>Catarina<\/strong>, na\u00a0<strong>Regi\u00e3o<\/strong>\u00a0<strong>Sul<\/strong>. Enquanto de janeiro a meados de agosto de 2019 o sat\u00e9lite\u00a0<strong>Aqua_M-T<\/strong>\u00a0acumulou 889 ocorr\u00eancias, no mesmo per\u00edodo deste ano foram 1.615, ou 82% a mais.<\/p>\n<p>Veja a varia\u00e7\u00e3o do<strong>\u00a0n\u00famero de<\/strong>\u00a0<strong>inc\u00eandios<\/strong>\u00a0por estado:<\/p>\n<div class=\"news-image-credits\">\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"\" src=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/images\/ihu\/2020\/08\/19-08-2020-tabela_alex_incendios.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"727\" \/><\/p>\n<p>Tabela de inc\u00eandios mostra comparativo dos \u00faltimos 5 anos. (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Inpe)<\/p>\n<\/div>\n<h3>Pior seca<\/h3>\n<p>Comparando os registros hist\u00f3ricos de temperatura e chuvas, t\u00e9cnicos do\u00a0<strong>Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais<\/strong>\u00a0(<strong>Cemaden<\/strong>) conclu\u00edram que esta \u00e9 a seca mais intensa a atingir o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/566758-o-desafio-de-se-proteger-um-pantanal-por-inteiro\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pantanal<\/a>\u00a0em pelo menos 60 anos.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>Cemaden<\/strong>\u00a0aponta que, no primeiro semestre deste ano \u2013 antes, portanto, que a situa\u00e7\u00e3o se agravasse com o fim do per\u00edodo de chuvas na regi\u00e3o<strong>\u00a0Centro-Oeste<\/strong>\u00a0\u2013 as<strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/601632-fogo-em-area-recem-desmatada-na-amazonia-disparou-em-2019\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">queimadas e inc\u00eandios florestais<\/a><\/strong>\u00a0atingiram \u00e1reas do\u00a0<strong>Pantanal<\/strong>\u00a0que, somadas, totalizam mais de 2,8 mil quil\u00f4metros quadrados (km\u00b2), o que corresponde a quase 90% dos cerca de 3.266 km\u00b2 territoriais ocupados pela capital do\u00a0<strong>Mato<\/strong>\u00a0<strong>Grosso<\/strong>,\u00a0<strong>Cuiab\u00e1<\/strong>.<\/p>\n<p>De acordo com os especialistas do centro vinculado ao\u00a0<strong>Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o<\/strong>, as chamas destru\u00edram a flora e expulsaram ou mataram esp\u00e9cies animais em \u00e1reas protegidas inclu\u00eddas na\u00a0<strong>Lista de Zonas \u00damidas de Import\u00e2ncia Internacional<\/strong>\u00a0(ou\u00a0<strong>Lista de Ramsar<\/strong>, em alus\u00e3o \u00e0 cidade iraniana de\u00a0<strong>Ramsar<\/strong>, onde, em 1971, ocorreu a\u00a0<strong>Conven\u00e7\u00e3o sobre Zonas \u00damidas de Import\u00e2ncia Internacional<\/strong>, da qual o\u00a0<strong>Brasil<\/strong>\u00a0\u00e9 signat\u00e1rio), bem como em territ\u00f3rios ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>\u201cApesar da vegeta\u00e7\u00e3o ter adapta\u00e7\u00f5es para resistir ao fogo, os extremos da seca e a recorr\u00eancia das queimadas t\u00eam impactos na biodiversidade flor\u00edstica e na fauna, al\u00e9m dos impactos da fuma\u00e7a para a sa\u00fade humana\u201d, aponta o\u00a0<strong>Cemaden<\/strong>\u00a0em seu informe.<\/p>\n<p>Segundo o centro, a partir de junho, o n\u00famero de focos de calor aumentou mais de dez vezes em compara\u00e7\u00e3o aos meses anteriores. O que impacta tamb\u00e9m a produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola. Munic\u00edpios como\u00a0<strong>Jaciara<\/strong>,\u00a0<strong>Nossa Senhora do Livramento\u00a0<\/strong>e<strong>\u00a0Santo Ant\u00f4nio<\/strong>\u00a0<strong>do Leverger<\/strong>\u00a0j\u00e1 tiveram entre 60% e 80% de suas \u00e1reas agro produtivas afetadas pela seca, de acordo com os t\u00e9cnicos do\u00a0<strong>Cemaden<\/strong>.<\/p>\n<h3>Adversidades<\/h3>\n<p>Para\u00a0<strong>Angelo<\/strong>\u00a0<strong>Rabelo<\/strong>, presidente do<strong>\u00a0Instituto Homem Pantaneiro<\/strong>, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental (<strong>ONG<\/strong>) que atua para a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihuonline.unisinos.br\/edicao\/500\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">preserva\u00e7\u00e3o do bioma<\/a>\u00a0em parceria com \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos e empresas privadas, a situa\u00e7\u00e3o no\u00a0<strong>Pantanal<\/strong>\u00a0\u00e9 \u201cbastante adversa\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEm\u00a0<strong>Mato Grosso do Sul<\/strong>, os focos de inc\u00eandio continuam intensos, mas em\u00a0<strong>Mato<\/strong>\u00a0<strong>Grosso<\/strong>\u00a0a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais complicada\u201d, contou \u00e0<strong>\u00a0Ag\u00eancia Brasil<\/strong>\u00a0o ex-comandante da\u00a0<strong>Pol\u00edcia Ambiental do Mato Grosso do Sul<\/strong>.<\/p>\n<p><strong>Rabelo<\/strong>\u00a0diz que uma das \u00e1reas mais afetadas no\u00a0<strong>Mato Grosso do Sul<\/strong>\u00a0fica pr\u00f3xima a\u00a0<strong>Corumb\u00e1<\/strong>, onde, segundo ele, foram registrados mais de 2 mil focos de\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/600263-sobras-do-desmatamento-de-2019-podem-pressionar-ainda-mais-sistema-de-saude-na-pandemia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">inc\u00eandio e queimadas<\/a>. \u201cMuitas \u00e1reas que estavam sem nenhuma atividade pecu\u00e1ria permitiram que o fogo avan\u00e7asse de forma cont\u00ednua a partir de abril\u201d, acrescentou o ex-comandante da\u00a0<strong>Pol\u00edcia Ambiental\u00a0<\/strong>de<strong>\u00a0Mato Grosso do Sul<\/strong>, fazendo coro a produtores rurais que sustentam que a cria\u00e7\u00e3o de unidades de conserva\u00e7\u00e3o em \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0 Corumb\u00e1 onde antes havia cria\u00e7\u00e3o de gado, e a consequente proibi\u00e7\u00e3o da utiliza\u00e7\u00e3o destas terras para pasto, acaba por facilitar a propaga\u00e7\u00e3o do fogo pela vegeta\u00e7\u00e3o na \u00e9poca da seca.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com\u00a0<strong>Rabelo<\/strong>, brigadistas,\u00a0<strong><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/601528-concentracao-de-poder-pelos-militares-enfraquece-politicas-para-amazonia-e-abre-caminho-para-mais-desmatamento-e-queimadas\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">militares das For\u00e7as Armadas<\/a><\/strong>\u00a0e volunt\u00e1rios tentam apagar o fogo, mas al\u00e9m da vegeta\u00e7\u00e3o seca, se deparam com obst\u00e1culos impostos pela dificuldade de acesso a muitos dos pontos em chama. Helic\u00f3pteros t\u00eam sido empregados n\u00e3o s\u00f3 para transportar as equipes at\u00e9 os locais de trabalho, como para despejar sobre as chamas a \u00e1gua captada em rios pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p>\u201cNem mesmo por \u00e1gua \u00e9 poss\u00edvel acessar muitos destes lugares. Esperamos que, at\u00e9 o fim da semana, tenhamos uma ajuda determinante, que seria a chuva, pois a umidade do ar j\u00e1 aumentou e h\u00e1 indicativos de chuvas\u201d, acrescentou o presidente da\u00a0<strong>ONG<\/strong>.<\/p>\n<h3>Emerg\u00eancia ambiental<\/h3>\n<p>No fim de julho, o governo de\u00a0<strong>Mato Grosso do Sul<\/strong>\u00a0decretou situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia ambiental na \u00e1rea do\u00a0<strong>Pantanal sul-mato-grossense<\/strong>\u00a0por 180 dias. Al\u00e9m disso, suspendeu as autoriza\u00e7\u00f5es ambientais de queima controlada pelo mesmo per\u00edodo, e solicitou apoio federal para combater os focos de calor.<\/p>\n<p>Em resposta ao pedido de aux\u00edlio estadual, o<strong>\u00a0Minist\u00e9rio da Defesa<\/strong>\u00a0deflagrou, no dia 25 de julho, a chamada\u00a0<strong>Opera\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0<strong>Pantanal<\/strong>. Coordenada pelo\u00a0<strong>Comando do 6\u00ba Distrito Naval<\/strong>, a a\u00e7\u00e3o conta com a participa\u00e7\u00e3o de cerca de 400 profissionais, entre militares das\u00a0<strong>For\u00e7as<\/strong>\u00a0<strong>Armadas<\/strong>\u00a0aptos a enfrentar inc\u00eandios florestais; do<strong>\u00a0Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis<\/strong>\u00a0(<strong>Ibama<\/strong>);\u00a0<strong>Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade<\/strong>\u00a0(<strong>ICMBio<\/strong>); bombeiros de\u00a0<strong>Mato Grosso do Sul\u00a0<\/strong>e do\u00a0<strong>Mato Grosso<\/strong>, al\u00e9m de brigadistas e volunt\u00e1rios.<\/p>\n<p>Em nota divulgada hoje (17), o\u00a0<strong>Comando do 6\u00ba Distrito Naval<\/strong>\u00a0relatou que no in\u00edcio da opera\u00e7\u00e3o havia 21 pontos de inc\u00eandio no\u00a0<strong>Pantanal sul-mato-grossense<\/strong>. \u201cAo longo dos trabalhos, os \u00edndices iniciais foram ultrapassados, passando para o total de 32 pontos. Ap\u00f3s tr\u00eas semanas de atividades, os pontos de queimadas foram controlados e, no momento, n\u00e3o h\u00e1 registros de fogo aparente na regi\u00e3o. As a\u00e7\u00f5es foram ent\u00e3o estendidas \u00e0 por\u00e7\u00e3o do Pantanal no\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/591429-desmatamento-no-cerrado-mato-grossense-e-95-ilegal\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mato Grosso<\/a>, no dia 6 de agosto, e prosseguem, apresentando, como resultado, uma redu\u00e7\u00e3o dos pontos [iniciais] de inc\u00eandios\u201d, sustenta a organiza\u00e7\u00e3o, destacando que \u201ch\u00e1 quase um m\u00eas as equipes est\u00e3o trabalhando diante desse cen\u00e1rio, sem registro de incidentes relevantes ou a perda de vidas humanas.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Governo estadual decreta situa\u00e7\u00e3o de\u00a0emerg\u00eancia ambiental no Pantanal. 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