{"id":132139,"date":"2020-08-16T11:00:25","date_gmt":"2020-08-16T14:00:25","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=132139"},"modified":"2020-08-16T08:53:04","modified_gmt":"2020-08-16T11:53:04","slug":"jacares-sao-pessimos-bichos-de-estimacao-e-como-cuidar-de-um-dinossauro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/jacares-sao-pessimos-bichos-de-estimacao-e-como-cuidar-de-um-dinossauro\/","title":{"rendered":"Jacar\u00e9s s\u00e3o p\u00e9ssimos bichos de estima\u00e7\u00e3o: \u201c\u00e9 como cuidar de um dinossauro\u201d"},"content":{"rendered":"<div class=\"paragraph\">\n<div>\n<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-132140\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Havia algo incomum \u00e0 espreita no riacho Wildcat Creek, em Manhattan, Kansas, EUA, uma pequena cidade universit\u00e1ria nas\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/environment\/photos\/prairies\/\">pradarias<\/a>. Em junho, moradores da cidade avistaram dois\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/reptiles\/a\/american-alligator\/\">jacar\u00e9s-americanos<\/a>\u00a0nadando em um corpo d\u2019\u00e1gua conhecido pela presen\u00e7a de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/animals\/reptiles\/\">r\u00e9pteis<\/a>,\u00a0cobras e tartarugas-pintadas.<\/p>\n<p>Investiga\u00e7\u00f5es posteriores revelaram que um ladr\u00e3o \u2014 ainda foragido \u2014 havia roubado os jacar\u00e9s de uma loja de animais na regi\u00e3o e em seguida soltou os animais no riacho. As equipes de resgate montaram armadilhas n\u00e3o cru\u00e9is para capturar os animais, mas a f\u00eamea, Pebbles, morreu\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/267349953285298\/photos\/a.779565192063769\/3274487852571478\/?type=3&amp;theater\">ap\u00f3s cair na \u00e1gua dentro de uma dessas armadilhas<\/a>. O macho, Beauregard, conseguiu escapar, mas no fim de julho um oper\u00e1rio de obras o capturou e devolveu aos seus donos da loja\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pages\/category\/Pet-Supplies\/Manhattan-Reptile-World-267349953285298\/\">Manhattan Reptile World<\/a>, segundo sua\u00a0<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Manhattan-Reptile-World-267349953285298\/?tn-str=k*F\">p\u00e1gina do Facebook<\/a>.<\/p>\n<p>Os dois jacar\u00e9s, que estavam no Manhattan Reptile World sob uma licen\u00e7a do zool\u00f3gico do estado, eram mantidos ilegalmente como bichos de estima\u00e7\u00e3o antes de serem resgatados pelo zool\u00f3gico. Um deles vivia em uma piscina em Manhattan e o outro em uma banheira em Kansas City,\u00a0<a href=\"https:\/\/cityofmhk.com\/CivicAlerts.aspx?AID=2036\">segundo comunicado \u00e0 imprensa.<\/a><\/p>\n<p>Os especialistas afirmam que o incidente \u2014 sobretudo a morte prematura da f\u00eamea \u2014 confirma o controverso e ainda desconhecido fen\u00f4meno de criar como bichos de estima\u00e7\u00e3o jacar\u00e9s-americanos, nativos do sudeste dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Os jacar\u00e9s-americanos j\u00e1 estiveram em risco de extin\u00e7\u00e3o e a popula\u00e7\u00e3o chegou ao seu menor n\u00famero na d\u00e9cada de 1950 devido \u00e0 ca\u00e7a predat\u00f3ria e perda de\u00a0<em>habitat,<\/em>\u00a0mas iniciativas de conserva\u00e7\u00e3o conseguiram recuperar as popula\u00e7\u00f5es das esp\u00e9cies em meados da d\u00e9cada de 1980. Pesando cerca de 450 quilos, esses gigantes vivem em brejos, rios, lagos e p\u00e2ntanos, alimentando-se principalmente de peixes, tartarugas, cobras e pequenos mam\u00edferos.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 n\u00fameros oficiais dos jacar\u00e9s-americanos mantidos como animais de estima\u00e7\u00e3o, mas alguns estados possuem estimativas.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, autoridades da vida selvagem em todo o pa\u00eds notaram um aumento no abandono de jacar\u00e9s em parques, riachos e outros locais p\u00fablicos. Em 2019,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.freep.com\/story\/news\/local\/michigan\/2019\/08\/02\/escaped-pet-alligators-michigan\/1901221001\/\">seis jacar\u00e9s de estima\u00e7\u00e3o foram soltos em Detroit<\/a>\u00a0(um foi morto a tiros) e, em agosto, o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.kob.com\/albuquerque-news\/7-foot-alligator-seized-from-santa-fe-man-moved-to-abq-biopark\/5460096\/\">Departamento de Ca\u00e7a e Pesca do Novo M\u00e9xico apreendeu um jacar\u00e9<\/a>\u00a0de um homem em Santa Fe que criou o animal ilegalmente por 10 anos.<\/p>\n<h3><strong>Leis relacionadas a jacar\u00e9s<\/strong><\/h3>\n<p>As leis que tratam da propriedade de jacar\u00e9s variam de acordo com o estado e o munic\u00edpio. Embora seja permitido mant\u00ea-los em Michigan, regi\u00f5es de Detroit pro\u00edbem sua propriedade privada. Em outros estados, como no Novo M\u00e9xico, jacar\u00e9s de estima\u00e7\u00e3o s\u00e3o permitidos apenas com autoriza\u00e7\u00e3o e, no Arizona e em Nova York, sua propriedade privada \u00e9 proibida.<\/p>\n<p>As regulamenta\u00e7\u00f5es parecem n\u00e3o abalar os colecionadores que cobi\u00e7am filhotes de jacar\u00e9s que cabem na palma da m\u00e3o. Uma pesquisa r\u00e1pida sobre jacar\u00e9s de estima\u00e7\u00e3o mostra dezenas de\u00a0<em>sites<\/em>\u00a0que oferecem jacar\u00e9s jovens por valores entre US$ 150 e US$ 15 mil (por um animal albino). A maioria desses jovens r\u00e9pteis \u00e9 origin\u00e1ria de criadores legais de jacar\u00e9s localizados no sudeste, que vendem os animais por atacado a revendedores.<\/p>\n<p>O mercado ilegal desses animais tem criado \u201cum problem\u00e3o\u201d, segundo Matt Eschenbrenner, diretor de cuidados e conserva\u00e7\u00e3o de animais do\u00a0<a href=\"https:\/\/greatzoo.org\/\">Zool\u00f3gico de Great Plains<\/a>\u00a0e Museu Delbridge de Hist\u00f3ria Natural, em Sioux Falls, Dakota do Sul. \u00c9 prov\u00e1vel que a maioria desses animais seja origin\u00e1ria da Fl\u00f3rida, afirma Russ Johnson, presidente do santu\u00e1rio\u00a0<a href=\"https:\/\/www.phoenixherp.com\/welcome.html\">Phoenix Herpetological Society<\/a>.<\/p>\n<p>A Fl\u00f3rida possui leis r\u00edgidas sobre a cria\u00e7\u00e3o de jacar\u00e9s e protocolos de inspe\u00e7\u00e3o, por\u00e9m nem todos os criadores as respeitam.\u00a0<a href=\"https:\/\/myfwc.com\/media\/1712\/alligator-farm-value.pdf\">Em 2018, o estado informou haver 21 criadores legais para a produ\u00e7\u00e3o de carne e couro de jacar\u00e9<\/a>. N\u00e3o est\u00e3o inclusos nessa lista criadouros ilegais e n\u00e3o licenciados de jacar\u00e9s para uso como\u00a0animais de estima\u00e7\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ngart-img ngart-img--video ngart-img--large\">\n<div id=\"sdk-video-player-8513336236794746\" class=\"sdk-video-player\">\n<div><strong>Quebradores de ossos<\/strong><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"paragraph\">\n<p>A maioria dos donos de jacar\u00e9s de estima\u00e7\u00e3o n\u00e3o est\u00e3o preparados para cuidar de um animal adulto que pode chegar a cerca de 4,2 metros e viver 80 anos, afirma Johnson. Quando o filhote fofo cresce e fica mais dif\u00edcil de controlar, o propriet\u00e1rio se depara com um grande dilema. \u201cN\u00e3o \u00e9 nada parecido com um c\u00e3o ou um gato que retribui amor\u201d, acrescenta ele. \u201c\u00c9 como cuidar de um\u00a0dinossauro.\u201d<\/p>\n<p>Para capturar suas presas, os<strong>\u00a0<\/strong>jacar\u00e9s t\u00eam mand\u00edbulas fortes com at\u00e9 80 dentes. Se os jacar\u00e9s em cativeiro n\u00e3o conseguirem alimento suficiente \u2014 um problema comum \u2014 podem ficar irritadi\u00e7os e suas mordidas s\u00e3o capazes de partir ossos humanos com facilidade. \u201cN\u00e3o \u00e9 culpa do jacar\u00e9\u201d, explica Johnson. \u201cO jacar\u00e9 est\u00e1 apenas manifestando seu comportamento natural.\u201d<\/p>\n<p>Ele afirma que isso ocorre porque \u00e9 caro alimentar um jacar\u00e9. Os adultos precisam de alimentos como frangos inteiros ou carne de porco com ossos. Johnson, por exemplo, conta que gasta cerca de US$ 150 por m\u00eas para alimentar cada jacar\u00e9 adulto em seu centro de resgate.<\/p>\n<p>Os jacar\u00e9s tamb\u00e9m necessitam de um recinto grande de \u00e1gua para seu pleno desenvolvimento. Banheiras e piscinas infantis, utilizadas por muitos donos de animais, n\u00e3o s\u00e3o suficientes, explica Eschenbrenner. A flutua\u00e7\u00e3o alivia o peso dos \u00f3rg\u00e3os internos dos jacar\u00e9s e, se a \u00e1gua n\u00e3o for profunda o bastante para o jacar\u00e9 boiar, ele poder\u00e1 sentir dor e at\u00e9 morrer devido \u00e0 press\u00e3o de seu pr\u00f3prio peso interno. \u00c1gua em abund\u00e2ncia ajuda os jacar\u00e9s a se sentirem seguros e calmos em seu ambiente, acrescenta ele.<\/p>\n<p>A temperatura tamb\u00e9m precisa ser adequada. Como nativos do sudeste dos Estados Unidos, os jacar\u00e9s est\u00e3o habituados a viver em um ambiente morno ou quente, e os donos de animais podem precisar instalar diversas l\u00e2mpadas t\u00e9rmicas para manter aquecidos os animais de sangue frio, conta Eschenbrenner.<\/p>\n<h3><strong>Problemas de sa\u00fade<\/strong><\/h3>\n<p>Como os jacar\u00e9s de estima\u00e7\u00e3o s\u00e3o mantidos ilegalmente, os animais n\u00e3o recebem os cuidados veterin\u00e1rios de rotina. Consequentemente, problemas graves de sa\u00fade podem passar despercebidos durante anos.<\/p>\n<p>Eschenbrenner recorda-se de um caso em que um jacar\u00e9 resgatado de uma casa no Novo M\u00e9xico havia sido mantido em uma piscina infantil por uma d\u00e9cada. O animal estava obeso, mas, ainda assim, a m\u00e1 nutri\u00e7\u00e3o prejudicou seu crescimento e causou problemas dent\u00e1rios: n\u00e3o conseguia fechar totalmente a boca porque os maxilares superior e inferior estavam desalinhados.<\/p>\n<p>Muitos jacar\u00e9s desenvolvem ossos fracos por causa de uma dieta pobre em nutrientes, como carne de hamb\u00farguer ou frango desossado. Um jacar\u00e9 resgatado no Arizona estava com uma defici\u00eancia t\u00e3o grave de c\u00e1lcio que suas mand\u00edbulas estavam \u201cel\u00e1sticas\u201d, lamenta Johnson. Outro estava t\u00e3o desnutrido que quebrou a perna traseira ao tentar escapar das equipes de resgate.<\/p>\n<p>Superf\u00edcies artificiais podem ser prejudiciais: um jacar\u00e9 criado em uma plataforma de vidro ficou com o esqueleto desfigurado devido aos ossos malformados.<\/p>\n<p>Diante das dificuldades de se criar um jacar\u00e9, ainda maiores para cri\u00e1-lo de forma saud\u00e1vel, n\u00e3o \u00e9 surpresa que, quando os animais ficam muito dif\u00edceis de cuidar, seus donos os abandonam ou os matam \u2014 ou os entregam \u00e0s autoridades, conta Johnson.<\/p>\n<h3><strong>Um bom lar para os jacar\u00e9s<\/strong><\/h3>\n<p>H\u00e1 pessoas tentando melhorar a vida de jacar\u00e9s abandonados. Por exemplo, o Phoenix Herpetological Society, no Arizona, mant\u00e9m um recinto natural e quase selvagem com 15 jacar\u00e9s resgatados em seu santu\u00e1rio de um hectare &#8211; al\u00e9m de diversos outros r\u00e9pteis abandonados, abusados e apreendidos. O centro, que conta com uma cl\u00ednica de r\u00e9pteis e um centro de pesquisa no local, tem como objetivo encontrar lares permanentes para muitos de seus animais, enviando-os com frequ\u00eancia a outros santu\u00e1rios renomados em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Segundo Eschenbrenner, o melhor a fazer \u00e9 nem ter um jacar\u00e9. \u201cEu nunca teria um animal assim como bicho de estima\u00e7\u00e3o e fim de conversa.\u201d<\/p>\n<p>Uma boa op\u00e7\u00e3o para os entusiastas de jacar\u00e9s \u00e9 apreci\u00e1-los \u00e0 dist\u00e2ncia, apoiando grupos de conserva\u00e7\u00e3o ou um zool\u00f3gico certificado com cuidados adequados aos animais para a conscientiza\u00e7\u00e3o das pessoas, afirma ele.<\/p>\n<p>Ter um \u00e9 \u201cinjusto com esse animal\u201d, explica Eschenbrenner. \u201c\u00c9 maldade e o prejudica.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"width: 640px;\" class=\"wp-video\"><!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('video');<\/script><![endif]-->\n<video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-132139-1\" width=\"640\" height=\"360\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"https:\/\/flac-pmd-ngeo.akamaized.net\/video\/FLAC_FOD_BRA\/447\/2\/1594974275514_4056000.mp4?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/flac-pmd-ngeo.akamaized.net\/video\/FLAC_FOD_BRA\/447\/2\/1594974275514_4056000.mp4\">https:\/\/flac-pmd-ngeo.akamaized.net\/video\/FLAC_FOD_BRA\/447\/2\/1594974275514_4056000.mp4<\/a><\/video><\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__heading\">JACAR\u00c9S \u2018CONGELADOS\u2019 RESPIRAM ATRAV\u00c9S DO GELO PARA SOBREVIVER<\/div>\n<div class=\"ngart-img__cont__copy\">Para combater o frio, eles utilizam uma t\u00e9cnica de sobreviv\u00eancia chamada bruma\u00e7\u00e3o.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Havia algo incomum \u00e0 espreita no riacho Wildcat Creek, em Manhattan, Kansas, EUA, uma pequena<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":132140,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/jacare.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Havia algo incomum \u00e0 espreita no riacho Wildcat Creek, em Manhattan, Kansas, EUA, uma pequena","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132139"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=132139"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132139\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/132140"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132139"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=132139"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=132139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}