{"id":13105,"date":"2014-12-28T20:00:25","date_gmt":"2014-12-28T20:00:25","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=13105"},"modified":"2014-12-27T23:43:53","modified_gmt":"2014-12-27T23:43:53","slug":"saiba-quais-comidas-e-bebidas-podem-passar-para-o-leite-materno-e-afetar-a-saude-do-bebe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/saiba-quais-comidas-e-bebidas-podem-passar-para-o-leite-materno-e-afetar-a-saude-do-bebe\/","title":{"rendered":"Saiba quais comidas e bebidas podem passar para o leite materno e afetar a sa\u00fade do beb\u00ea"},"content":{"rendered":"<p class=\"textoCorrido \"><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-13109\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1-300x191.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1-300x191.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Em princ\u00edpio, a mulher que amamenta n\u00e3o precisa restringir nenhum alimento e deve manter uma dieta natural e saud\u00e1vel. Mas sabemos que assim como medicamentos, drogas e toxinas podem passar para o beb\u00ea atrav\u00e9s do leite, o mesmo acontece com os componentes da alimenta\u00e7\u00e3o materna. Cada crian\u00e7a \u00e9 \u00fanica, e sempre existe a chance do seu filho apresentar alguma sensibilidade aos componentes de um alimento. A seguir veja alguns alimentos que podem afetar o leite materno:<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \"><strong>Chocolate:<\/strong> A maioria das m\u00e3es podem comer chocolate sem exageros, mas devem sempre ficar atentas para poss\u00edveis efeitos negativos no comportamento do beb\u00ea. O chocolate cont\u00e9m teobromina, subst\u00e2ncia que pode provocar irritabilidade e diarreia no beb\u00ea se quantidades elevadas forem consumidas pela m\u00e3e.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido publicidadeTeAds\"><strong>Caf\u00e9s, ch\u00e1s e refrigerantes:<\/strong> O caf\u00e9, ch\u00e1s, mate e refrigerante tipo cola em quantidade excessiva podem causar irritabilidade e padr\u00e3o deficiente de sono. Mas se seu beb\u00ea for mais um que n\u00e3o tem o sono alterado pelo consumo de caf\u00e9 pela m\u00e3e, existem outros bons motivos para n\u00e3o exagerar no consumo de cafe\u00edna. Nos primeiros meses de vida, a exaust\u00e3o \u00e9 grande e cada minuto de sono \u00e9 valioso. Se a m\u00e3e utiliza o caf\u00e9 para se manter acordada, pode ser que ela perca a oportunidade de descansar enquanto o beb\u00ea dorme a tarde. Al\u00e9m disso, a cafe\u00edna tem efeito diur\u00e9tico e durante a amamenta\u00e7\u00e3o a hidrata\u00e7\u00e3o adequada \u00e9 essencial para uma boa produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \"><strong>Bebidas alco\u00f3licas:<\/strong> Enquanto os efeitos nocivos do consumo de bebida alco\u00f3lica durante a gesta\u00e7\u00e3o est\u00e3o bem estabelecidos, as consequ\u00eancias o \u00e1lcool durante o per\u00edodo da amamenta\u00e7\u00e3o foram pouco estudados. Mas alguns dados j\u00e1 foram identificados como: sabemos que metade das mulheres dos pa\u00edses ocidentais consomem \u00e1lcool durante o per\u00edodo da amamenta\u00e7\u00e3o; o consumo de bebida alco\u00f3lica pode reduzir a produ\u00e7\u00e3o de leite; o etanol passa no leite materno nas mesmas concentra\u00e7\u00f5es presentes no sangue da m\u00e3e e quando comparados aos adultos, o rec\u00e9m nascidos tem a metade da capacidade de metabolizar, ou seja, eliminar o etanol de seu corpo. Como n\u00e3o existem recomenda\u00e7\u00f5es especiais para m\u00e3es que amamentam, \u00e9 bom evitar qualquer tipo de bebida alco\u00f3lica durante esta fase de extrema import\u00e2ncia para a sa\u00fade do beb\u00ea.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \"><strong>Leite e derivados: <\/strong>O beb\u00ea pode apresentar tanto intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose como alergia a prote\u00edna do leite de vaca e seus derivados. A m\u00e3e ao consumir latic\u00ednios passa pelo leite prote\u00ednas que podem causar alergias no beb\u00ea, pois seu sistema digestivo n\u00e3o \u00e9 capaz de digerir as prote\u00ednas e seu sistema imunol\u00f3gico entende que essa prote\u00edna \u00e9 um agressor ao organismo do beb\u00ea. Na intoler\u00e2ncia a lactose, um carboidrato do leite de vaca, o beb\u00ea n\u00e3o tem ou produz pouca lactase, uma enzima de digere a lactose que tamb\u00e9m \u00e9 passada no leite materno. No beb\u00ea amamentado, tanto a intoler\u00e2ncia como a alergia ao leite de vaca podem causar sintomas parecidos como sangue nas fezes, diarreia, c\u00f3licas, assaduras e choro intenso. Na alergia, a pele e o sistema respirat\u00f3rio tamb\u00e9m podem ser afetados e o grau de alergia pode variar de imediato e grave at\u00e9 uma forma mais cr\u00f4nica e branda de alergia.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \"><strong>Oleaginosas: <\/strong>Algumas crian\u00e7as desenvolvem hipersensibilidades ou alergias a oleaginosas consumidas pela m\u00e3e. O grupo das oleaginosas \u00e9 formado por nozes, castanhas, am\u00eandoas, amendoim, pistache entre outros. N\u00e3o \u00e9 muito comum no Brasil, mas nos EUA, por exemplo, o amendoim \u00e9 uma causa importante de alergia alimentar.<\/p>\n<h3>Outros alimentos<\/h3>\n<p class=\"textoCorrido \">Os primeiros meses de vida da crian\u00e7a s\u00e3o de acelerado desenvolvimento e forma\u00e7\u00e3o de tecidos e ainda n\u00e3o se sabe todos os fatores que interferem positivamente e negativamente na sa\u00fade da crian\u00e7a. Os estudos com aditivos alimentares durante a amamenta\u00e7\u00e3o ainda s\u00e3o escassos. Mas sabe-se que corante artificial tartrazina (FD&amp;C amarelo#5), sulfitos e glutamato monoss\u00f3dico s\u00e3o causadores de rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas. A tartrazina pode ser encontrada em produtos industrializados como sucos, gelatinas e balas enquanto o glutamato monoss\u00f3dico pode estar presente nos produtos salgados como temperos industrializados. J\u00e1 os sulfitos s\u00e3o usados como preservativos em alimentos como frutas desidratadas, vinhos e sucos industrializados.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">Se o beb\u00ea n\u00e3o apresenta sinal ou sintoma, n\u00e3o \u00e9 recomendado excluir um alimento da alimenta\u00e7\u00e3o. A retirada de um grupo de alimento da dieta sem orienta\u00e7\u00e3o profissional pode causar desequil\u00edbrio na qualidade nutricional do leite. Al\u00e9m disso, pode potencializar o aparecimento de alergias alimentares. Muitas m\u00e3es acreditam que ao excluir da dieta alimentos potencialmente alerg\u00eanicos como, leite de vaca, trigo, amendoim, soja, ovo e milho, previnem o aparecimento de alergias alimentares no beb\u00ea. Estudos mostram que o efeito pode ser oposto e em alguns casos predispor a crian\u00e7a a alergias no futuro. M\u00e3es que consomem alimentos potencialmente alerg\u00eanicos transferem anticorpos para seu filho atrav\u00e9s do leite materno, tornando-os mais resistentes a alergias alimentares.<\/p>\n<p class=\"textoCorrido \">Se voc\u00ea acha que algum alimento pode estar perturbando o bem estar do seu beb\u00ea, pode-se retirar o alimento suspeito e observar a rea\u00e7\u00e3o do beb\u00ea. E assim que poss\u00edvel, procurar um profissional capacitado, m\u00e9dico ou nutricionista, para identificar as verdadeiras causas do problema. Lembrando que, c\u00f3lica, corisa, agita\u00e7\u00e3o e sono desregrado n\u00e3o s\u00e3o sintomas exclusivos de hipersensiblidade a componentes da dieta materna e podem ter outras causas n\u00e3o relacionadas a alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em princ\u00edpio, a mulher que amamenta n\u00e3o precisa restringir nenhum alimento e deve manter uma<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":13109,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1-300x191.jpg",300,191,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/amamentacao1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Em princ\u00edpio, a mulher que amamenta n\u00e3o precisa restringir nenhum alimento e deve manter uma","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13105"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13105"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13105\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13109"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13105"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13105"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13105"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}