{"id":130295,"date":"2020-07-13T11:00:02","date_gmt":"2020-07-13T14:00:02","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=130295"},"modified":"2020-07-12T20:40:27","modified_gmt":"2020-07-12T23:40:27","slug":"educar-se-realiza-acao-com-cultivo-de-buchas-vegetais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/educar-se-realiza-acao-com-cultivo-de-buchas-vegetais\/","title":{"rendered":"Escola Educar-se realiza a\u00e7\u00e3o com cultivo de buchas vegetais"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-130296\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Plantados no ano passado, os vegetais est\u00e3o prontos para a colheita nas telas das quadras de esportes ao lado do educand\u00e1rio<\/p>\n<p>O resultado de uma a\u00e7\u00e3o coletiva, desenvolvida ainda em 2019, j\u00e1 pode ser conferido na pra\u00e7a da Escola de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica Educar-se, em Santa Cruz do Sul. Nas telas da quadra de esportes, as buchas vegetais plantadas no ano passado est\u00e3o prontas para a colheita.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o come\u00e7ou em agosto, quando a Educar-se promoveu a conversa Como assim, casa sem lixo?, com a digital influencer Nicole Berndt, de Florian\u00f3polis (SC). A partir das viv\u00eancias com os estudantes, as professoras do primeiro ano do Ensino Fundamental avaliaram a possibilidade de substituir a tradicional esponja pela natural, e assim criaram um ponto de coleta no sucat\u00e1rio da escola.<\/p>\n<p>Com isso, a professora de Artes Daniela Faccin forneceu as mudas, coletadas na casa de seus familiares. \u201cEla trouxe buchas com sementes dentro. A partir da\u00ed, as turmas foram desenvolvendo as plantas\u201d, lembra a professora M\u00e1rcia Murillo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das crian\u00e7as das turmas 11 e 12, o plantio tamb\u00e9m foi realizado pelo terceiro ano do Turno Educar-se, sob a supervis\u00e3o da monitora Let\u00edcia Sehn. \u201cAp\u00f3s o plantio, todos ajudaram a cuidar das plantas, regando e adubando quando necess\u00e1rio\u201d, lembrou.<\/p>\n<p>De acordo com M\u00e1rcia, que tamb\u00e9m \u00e9 coordenadora de projetos da Educar-se, essas pequenas a\u00e7\u00f5es podem at\u00e9 mesmo modificar h\u00e1bitos individuais ou em fam\u00edlia. \u201cTer a muda e promover o cultivo na escola, cuidando de cada etapa de seu desenvolvimento, tamb\u00e9m \u00e9 uma possibilidade de ver esse ciclo da vida, o que as crian\u00e7as adoram. Al\u00e9m disso, igualmente abre a possibilidade de utilizarmos essas esponjas na nossa cozinha\u201d, salientou a professora.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m engloba as atividades anuais promovidas pelo projeto BioEducar-se. \u201cNos sentimos muito felizes de poder incentivar essas pr\u00e1ticas pequenas e cotidianas\u201d, enfatizou. \u201cDe permitir que as crian\u00e7as vivenciem isso e, daqui a pouco, levem esses conhecimentos, como algo valioso, para suas fam\u00edlias e para a sua vida.\u201d<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img class=\"wp-image-83336\" src=\"http:\/\/cms.gaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Educar-se-buchas.jpg\" sizes=\"(max-width: 640px) 100vw, 640px\" srcset=\"http:\/\/cms.gaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Educar-se-buchas.jpg 500w, http:\/\/cms.gaz.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Educar-se-buchas-200x300.jpg 200w\" alt=\"\" \/><figcaption>Estudantes puderam acompanhar o desenvolvimento das mudinhas de bucha vegetal | Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p><strong>BENEF\u00cdCIOS PARA A SA\u00daDE E A HIGIENE<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA bucha vegetal, ou Luffa cylindrica (nome cient\u00edfico), tem diversos benef\u00edcios para a sa\u00fade, a higiene pessoal e a limpeza da casa. Ela possui esse nome cient\u00edfico porque \u00e9 o fruto de uma trepadeira chamada Luffa. Tem folhas palmatilobadas, flores amarelas, rajadas de verde, e bagas obovadas, oblongas, de at\u00e9 45 cent\u00edmetros, semelhantes ao pepino.<\/p>\n<p>Folhas, frutos e sementes t\u00eam utilidade para a preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, como anemia, bronquite, asma e hemorragias, entre outras. No banho, ela limpa com mais efici\u00eancia; \u00e9 considerada um \u00f3timo esfoliante, por retirar as c\u00e9lulas mortas da pele; e ainda estimula a circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea.<\/p>\n<p>Na cozinha, \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o mais barata e sustent\u00e1vel para a lavagem de lou\u00e7a, n\u00e3o risca os utens\u00edlios e \u00e9 bem mais dif\u00edcil de ser contaminada do que uma esponja sint\u00e9tica tradicional, de pl\u00e1stico poliuretano (que, al\u00e9m de tudo isso, ainda \u00e9 de dif\u00edcil reciclagem). A bucha vegetal \u00e9 um produto biodegrad\u00e1vel e, por isso, \u00e9 a op\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1vel a ser empregada no dia a dia. Na sua decomposi\u00e7\u00e3o, ela n\u00e3o deixa nenhum res\u00edduo e pode ser compostada, desde que na composteira seca.<\/p>\n<p>O tempo m\u00e9dio de uso de uma bucha \u00e9 de dois meses. Para higieniz\u00e1-la, basta ferver uma vez por semana, por cinco minutos. Para descart\u00e1-la, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 enxaguar bem, cortar em pedacinhos e colocar na composteira ou descartar com outros res\u00edduos org\u00e2nicos.<\/p>\n<p>As esponjas sint\u00e9ticas s\u00e3o feitas de poliuretano e proliferam fungos e bact\u00e9rias. Elas demoram muitos anos para se decompor e ainda deixam micropl\u00e1sticos no meio ambiente, que podem ser ingeridos por animais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Plantados no ano passado, os vegetais est\u00e3o prontos para a colheita nas telas das quadras<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":130296,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/bucha.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Plantados no ano passado, os vegetais est\u00e3o prontos para a colheita nas telas das quadras","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/130295"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=130295"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/130295\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/130296"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=130295"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=130295"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=130295"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}