{"id":129634,"date":"2020-07-01T14:30:47","date_gmt":"2020-07-01T17:30:47","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=129634"},"modified":"2020-06-30T19:43:42","modified_gmt":"2020-06-30T22:43:42","slug":"condicoes-climaticas-diminuem-em-curto-prazo-os-riscos-dos-gafanhotos-migratorios-invadirem-o-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/condicoes-climaticas-diminuem-em-curto-prazo-os-riscos-dos-gafanhotos-migratorios-invadirem-o-rs\/","title":{"rendered":"Condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas diminuem em curto prazo os riscos dos gafanhotos migrat\u00f3rios invadirem o RS"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-129635\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Entomologista da Embrapa fala das caracter\u00edsticas do inseto e seu comportamento ao dar suporte t\u00e9cnico para plano de defesa fitossanit\u00e1ria no Brasil<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO in\u00edcio da semana, entre os dias 22 a 27 de junho,\u00e9 foi marcada por mensagens divulgadas em redes sociais e ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o de ocorr\u00eancia de uma nuvem de gafanhotos, que invadiram lavouras agr\u00edcolas argentinas. A grande preocupa\u00e7\u00e3o do setor agropecu\u00e1rio brasileiro \u00e9 a chegada dos insetos ao Brasil. At\u00e9 a quinta-feira, dia 25, os gafanhotos estavam a 150 km de dist\u00e2ncia da fronteira brasileira. J\u00e1 na sexta-feira, dia 26, o risco de invas\u00e3o do inseto diminuiu em fun\u00e7\u00e3o das precipita\u00e7\u00f5es e principalmente da queda de temperatura. A Embrapa possui especialistas e est\u00e1 ajudando um grupo de entidades ligadas ao setor ao prestar informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas do gafanhoto\u00a0<em>Schistocerca cancellata.<\/em><\/p>\n<p>O entomologista Dori Edson Nava, representando o N\u00facleo de Fitossanidade da Embrapa Clima Temperado, unidade de pesquisas localizada em Pelotas\/RS, tem prestado in\u00fameras entrevistas e esclarecimentos sobre o fato para ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, a n\u00edvel nacional e internacional. Ele tem colaborado em explicar como isso ocorreu, como \u00e9 o comportamento do inseto, e quais a\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo adotadas pelos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis pela defesa fitossanit\u00e1ria para atender o setor agropecu\u00e1rio e da popula\u00e7\u00e3o em geral.<\/p>\n<p><strong>Riscos de Invas\u00e3o<\/strong><br \/>\nSegundo o pesquisador, at\u00e9 a quinta-feira, dia 25, os dados recebidos eram que a nuvem de insetos estava estacionada \u00b4na Argentina, na\u00a0prov\u00edncia\u00a0de Corrientes e ao norte da prov\u00edncia de Santa F\u00e9. Com o vento vindo\u00a0da dire\u00e7\u00e3o Sul, a tend\u00eancia era de a nuvem se deslocar para o centro de Santa F\u00e9 e para C\u00f3rdoba. A presen\u00e7a de uma frente fria, que chegou nesta regi\u00e3o, mudou a dire\u00e7\u00e3o dos ventos, soprando do Norte. &#8220;Hoje, dia 26, o que se tem de previs\u00e3o \u00e9 que teoricamente eles estariam estacionados sobre as\u00a0prov\u00edncias citadas e dificilmente levantariam voo, uma vez que a temperatura est\u00e1 abaixo de 20\u00baC e, portanto, fazendo com que tal fen\u00f4meno de forma\u00e7\u00e3o da nuvem n\u00e3o volte a acontecer&#8221;, declarou.<\/p>\n<p><strong>Temperaturas quentes<\/strong><br \/>\nNava explica que as temperaturas elevadas s\u00e3o um est\u00edmulo para que o inseto\u00a0 realize essa migra\u00e7\u00e3o. \u201cA migra\u00e7\u00e3o \u00e9 estimulada pela falta de alimento, aliada com temperaturas pr\u00f3xima de 30\u00b0C, pois eles precisam aquecer o corpo. Como as temperaturas m\u00e1ximas devem se manter abaixo de 20\u00ba C, o risco diminui consideravelmente&#8221;, diz.<\/p>\n<p><strong>Regi\u00f5es com possibilidade de invas\u00e3o<\/strong><br \/>\nCaso haja essa migra\u00e7\u00e3o dos gafanhotos, as regi\u00f5es a serem atingidas no Brasil seriam a Fronteira Oeste do RS com a Argentina, nos munic\u00edpios de Uruguaiana e S\u00e3o Borja, ou pela Fronteira Sul, mas antes seria necess\u00e1rio que o inseto invadisse o territ\u00f3rio uruguaio, para depois migrar para o Rio Grande do Sul, atrav\u00e9s de cidades fronteiri\u00e7as como Quara\u00ed e Santana do Livramento.<\/p>\n<p><strong>Culturas agr\u00edcolas em risco<\/strong><br \/>\nO pesquisador informa que todas as culturas de gr\u00e3os (arroz, milho, soja, feij\u00e3o) j\u00e1 foram colhidas no Estado ga\u00facho e o que h\u00e1 \u00e9 o cultivo de cereais de inverno, onde as plantas ainda s\u00e3o pequenas. &#8220;Nosso grande problema seriam \u00e1reas de pastagens que s\u00e3o usadas para produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria&#8221;, destacou. Conforme ele, o gafanhoto possui cerca de 400 hospedeiros e ir\u00e1 se alimentar de plantas cultivadas e nativas. &#8220;Ele n\u00e3o ir\u00e1 selecionar, ele ir\u00e1 atacar o que houver de material vegetal dispon\u00edvel, devido ao h\u00e1bito voraz do inseto. A perda da pastagem ao que tudo indica ser\u00e1 total no local onde os insetos pousarem&#8221;, explica.<\/p>\n<p><strong>Prepara\u00e7\u00e3o dos produtores<\/strong><br \/>\nO Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), junto com as Secretarias de Agricultura dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina publicaram no Di\u00e1rio Oficial a portaria 201, de 24\/06\/2020, que se refere ao estado de emerg\u00eancia fitossanit\u00e1ria, o qual prev\u00ea a elabora\u00e7\u00e3o de um plano para controle, tanto da utiliza\u00e7\u00e3o de inseticidas \u2013 em car\u00e1ter de urg\u00eancia \u2013 quanto a m\u00e9todos de aplica\u00e7\u00e3o. \u201cCaso a nuvem seja muito extensa, h\u00e1 a necessidade de realiza\u00e7\u00e3o de aplica\u00e7\u00f5es com uso de avi\u00f5es agr\u00edcolas, pois provavelmente ao pousar o gafanhoto ir\u00e1 ocupar \u00e1reas acidentadas geograficamente&#8221;, observa.<\/p>\n<p>A Embrapa,\u00a0atrav\u00e9s de seus pesquisadores, est\u00e1 disponibilizando\u00a0o conhecimento t\u00e9cnico-cient\u00edfico para\u00a0as entidades envolvidas neste planejamento de emerg\u00eancia fitossanit\u00e1ria. \u201cEstamos prestando informa\u00e7\u00f5es sobre o inseto, suas caracter\u00edsticas e comportamento para que os m\u00e9todos de controle e as formas de aplica\u00e7\u00e3o sejam adequadas e eficientes\u201d, destaca.<\/p>\n<p>A Embrapa possui uma colet\u00e2nea de insetos para estudo e suporte t\u00e9cnico-cient\u00edfico no seu controle, que est\u00e1 armazenada e dispon\u00edvel para\u00a0pesquisadores, no Laborat\u00f3rio de Entomologia. Nessa vitrine h\u00e1 exemplares desse gafanhoto migrat\u00f3rio, que foi coletado em 1947, em Pelotas, quando o munic\u00edpio teve uma invas\u00e3o da nuvem de gafanhotos. Esse exemplar foi coletado pelo Dr. Andrej Bertels e est\u00e1 armazenado na cole\u00e7\u00e3o entomol\u00f3gica Andrej Bertels.<\/p>\n<p><strong>A nuvem de gafanhotos<\/strong><br \/>\n\u00c9 uma nuvem estimada em 10 km2, e que se encontra no momento estacionada. Com as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas desfavor\u00e1veis para os gafanhoto\u00a0voltarem ao processo de migra\u00e7\u00e3o, o que ocorrer\u00e1 com os gafanhotos \u00e9 que morrer\u00e3o pelas pr\u00e1ticas de controle, ou ser\u00e3o fonte de alimento para predadores, ou ir\u00e3o se dispersar localmente, podendo formar nuvens menores ou mesmo se reproduzirem nesse local. \u201cDificilmente, com temperaturas baixas haver\u00e1 migra\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 necess\u00e1rio o monitoramento dessa nuvem, porque caso volte a subir a temperatura, eles voltar\u00e3o a voar\u201d, alerta.<\/p>\n<p>A nuvem \u00e9\u00a0considerada um fen\u00f4meno natural, embora extraordin\u00e1rio pelo fato de ocorrer de tempos em tempos. O local onde surgiu o gafanhoto foi no Tchaco Argentino e parte da Bol\u00edvia, sendo monitorada pelas autoridades fitossanit\u00e1rias, as quais observaram o crescimento da popula\u00e7\u00e3o do gafanhoto. \u201cEsse crescimento culminou em 2019. Como esse tipo de gafanhoto tem o h\u00e1bito de se agregar, ele voa em grupos e formam essas nuvens. Provavelmente, o n\u00edvel populacional desse inseto aumentou em fun\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis (altas temperaturas e pouca chuva, o suficiente para o crescimento das plantas que serviram de alimento). Assim, com uma grande quantidade de insetos, culminou com a falta de alimento e com as altas temperaturas, e ainda, as secas registradas nessa \u00e1rea, houve a necessidade deles migrarem em busca de alimento e condi\u00e7\u00f5es para procria\u00e7\u00e3o, essa combina\u00e7\u00e3o de alta popula\u00e7\u00e3o, falta de alimento e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis desencadeou o processo migrat\u00f3rio\u201d, argumentou.<\/p>\n<p><strong>O gafanhoto<\/strong><br \/>\nSegundo Nava, o gafanhoto \u00e9\u00a0do filo\u00a0<em>Artropoda<\/em>, classe\u00a0<em>Insecta,<\/em>\u00a0ordem\u00a0<em>Orthoptera\u00a0<\/em>e fam\u00edlia\u00a0<em>Acrididae<\/em>. A esp\u00e9cie se chama\u00a0<em>Schistocerca cancelatta.<\/em>\u00a0\u00c9 conhecido como gafanhoto migrat\u00f3rio sul americano, n\u00e3o tem cor vistosa, podendo ter uma tonalidade marrom escura. Chegam a medir cerca de 7 a 8cm, na fase adulta, j\u00e1 na fase jovem evoluem do tamanho de um mosquito at\u00e9 atingir entre 4 e 5cm. Podem viver cerca de dois meses. Os machos s\u00e3o menores que as f\u00eameas. Eles n\u00e3o s\u00e3o preocupa\u00e7\u00e3o para o aparecimento de doen\u00e7as, n\u00e3o trazendo seu contato preju\u00edzos para os humanos. &#8220;Ele n\u00e3o ataca as pessoas. Pode ser, que caso a nuvem de gafanhotos pouse num povoamento ou cidade, ele cause transtorno para as pessoas andarem e para a movimenta\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos&#8221;, esclarece. Esse gafanhoto passa por tr\u00eas est\u00e1gios de desenvolvimento: ovo, ninfa (jovem) e adulto.<\/p>\n<p><strong>Ciclo de vida do inseto<\/strong><br \/>\nAs f\u00eameas fazem a postura no solo e os ovos s\u00e3o colocados numa esp\u00e9cie de estojo, chamado de ooteca (v\u00e1rios ovos colocados num mesmo local). Desses ovos, eclodem as ninfas. As ninfas t\u00eam cinco instares de desenvolvimento. Conforme avan\u00e7a o desenvolvimento das ninfas, h\u00e1 um aumento do consumo de folhas. Elas consomem mais folhas que os adultos. No est\u00e1gio jovem eles n\u00e3o t\u00eam asas desenvolvidas mas possuem o terceiro par de pernas do tipo saltat\u00f3rio (a locomo\u00e7\u00e3o \u00e9 por meio de saltos), por isso a partir do terceiro instar s\u00e3o chamadas de salt\u00f5es, locomovendo-se por pequenas dist\u00e2ncias. \u00c9 nessa fase que se deve fazer o controle. \u201cSempre na fase das ninfas e nunca na fase de adultos, porque esses emergem e acasalam\u00a0 e se movimentam a longas dist\u00e2ncias, desfavorecendo as aplica\u00e7\u00f5es de inseticida. As f\u00eameas podem colocar entre 100 a 150 ovos durante sua vida&#8221;, afirma o pesquisador.<\/p>\n<p>Segundo ele, esses gafanhotos migrat\u00f3rios t\u00eam a capacidade de se agregar, diferentemente de outras esp\u00e9cies que vivem de forma solit\u00e1ria. Os adultos se alimentam de 400 esp\u00e9cies vegetais. Ao migrarem, os adultos podem chegar a percorrer cerca de 150 Km por dia, dependendo da velocidade do vento.<\/p>\n<p><strong>Controle dos gafanhotos<\/strong><br \/>\nO controle desses gafanhotos deve ser preferencialmente realizado na fase jovem. Na fase adulta, as aplica\u00e7\u00f5es de produtos devem ser realizadas quando n\u00e3o est\u00e3o em movimento. Existem inseticidas qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos que podem ser utilizados para o controle. &#8220;Em muitos casos se utiliza avi\u00f5es agr\u00edcolas para aplica\u00e7\u00e3o dos produtos devido aos locais que os mesmos ficam, normalmente em \u00e1reas de dif\u00edcil acesso&#8221;. Ele destaca que a avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola no Brasil surgiu em Pelotas\/RS, quando o Estado foi atingido por uma nuvem de gafanhotos, da mesma esp\u00e9cie, vinda da Argentina, em 1947.<\/p>\n<p>As unidades da Embrapa localizadas no Rio Grande do Sul, o MAPA (Superintend\u00eancia do RS) e a Secretaria Especial da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, est\u00e3o em alerta m\u00e1ximo para, em caso de necessidade, prestar aux\u00edlio no combate da praga,\u00a0 por meio de monitoramento via sat\u00e9lite, treinamento em pr\u00e1ticas de aplica\u00e7\u00e3o de inseticidas e uso da avia\u00e7\u00e3o agr\u00edcola .<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entomologista da Embrapa fala das caracter\u00edsticas do inseto e seu comportamento ao dar suporte t\u00e9cnico<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":129635,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/gafanhotos-3.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Entomologista da Embrapa fala das caracter\u00edsticas do inseto e seu comportamento ao dar suporte t\u00e9cnico","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/129634"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=129634"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/129634\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/129635"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=129634"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=129634"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=129634"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}