{"id":12806,"date":"2014-12-24T16:00:07","date_gmt":"2014-12-24T16:00:07","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=12806"},"modified":"2014-12-24T14:19:14","modified_gmt":"2014-12-24T14:19:14","slug":"conheca-os-dados-do-pnia-sobre-qualidade-ambiental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/conheca-os-dados-do-pnia-sobre-qualidade-ambiental\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a os dados do PNIA sobre qualidade ambiental e sustentabilidade"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-12807\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro-300x191.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro-300x191.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A qualidade ambiental urbana \u00e9 assegurada, dentre outros meios, pelos recursos h\u00eddricos para abastecimento humano, o saneamento desse fornecimento e a coleta adequada para sua manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para tanto, \u00e9 preciso diagnosticar e classificar as condi\u00e7\u00f5es nesses tr\u00eas subtemas, de forma que se possa identificar as principais alternativas t\u00e9cnicas e a\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o que garantam o atendimento e a sustentabilidade adequados.<\/p>\n<p>Abaixo, dados satisfat\u00f3rios nesses pontos, apurados para o PNIA.<\/p>\n<p>Situa\u00e7\u00e3o da oferta de \u00e1gua para abastecimento humano urbano<\/p>\n<p>Este subtema considera a interface de recursos h\u00eddricos com saneamento, ou seja: oferta de \u00e1gua e tratamento de esgotos.<\/p>\n<p>No primeiro aspecto, aferiu-se alto \u00edndice de cobertura por rede de abastecimento de \u00e1gua, alcan\u00e7ando 90,9% da popula\u00e7\u00e3o urbana em 2010. De acordo com o Atlas Brasil, que cobre as 5.565 sedes municipais e 100% da popula\u00e7\u00e3o urbana, o diagn\u00f3stico dos sistemas de abastecimento de \u00e1gua \u00e9 satisfat\u00f3rio para 24% da popula\u00e7\u00e3o urbana; 42,5% dos sistemas requerem amplia\u00e7\u00e3o; e 33,4% requerem novo manancial.<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o urbana com acesso a sistemas adequados de abastecimento de \u00e1gua<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o urbana brasileira com acesso a abastecimento de \u00e1gua evoluiu de 93,1%, em 2006, para 95,2%, em 2009. Em 2011, o atendimento decaiu em rela\u00e7\u00e3o a 2006 e 2009, mas aumentou em rela\u00e7\u00e3o a 2010.<\/p>\n<p>Regionalmente, no per\u00edodo 2006-2011, apurou-se evolu\u00e7\u00e3o contrastada: Norte e Sudeste registraram um discreto avan\u00e7o de 5,2% (de 62,7 em 2006 para 67,9% em 2011); entretanto, nas demais regi\u00f5es tend\u00eancias negativas foram registradas no mesmo per\u00edodo, como na regi\u00e3o Nordeste, com queda de 92,5% em 2006 para 89,4% em 2011, 98% para 96% no Centro-Oeste, e de 99,2% para 96,8% no Sul.<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o urbana com acesso a servi\u00e7os de coleta de esgotos sanit\u00e1rios<\/p>\n<p>A parcela da popula\u00e7\u00e3o urbana brasileira atendida por servi\u00e7os de coleta de esgotos sanit\u00e1rios evoluiu 7,2%, de 48,3% em 2006 para 55,5% em 2011.<\/p>\n<p>Em termos regionais, Sudeste foi a regi\u00e3o que mais avan\u00e7ou na cobertura desses servi\u00e7os, mas todas as regi\u00f5es registraram melhoras, ainda que mais modestas.<\/p>\n<p>Popula\u00e7\u00e3o urbana com acesso a servi\u00e7os de tratamento de esgotos sanit\u00e1rios<\/p>\n<p>No per\u00edodo entre 2006 e 2011, houve uma evolu\u00e7\u00e3o de 4,9% do acesso da popula\u00e7\u00e3o urbana brasileira a servi\u00e7os de tratamento de esgotos sanit\u00e1rios. Em 2006, o percentual era de 30%, passando a 34,9% em 2011, e, novamente, a regi\u00e3o com maior crescimento foi a Sudeste, com evolu\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m nas demais regi\u00f5es, exceto Nordeste, onde, no mesmo per\u00edodo, houve decr\u00e9scimo de 2,6%.<\/p>\n<p>Coleta per capita de res\u00edduos s\u00f3lidos domiciliares (RDO)<\/p>\n<p>O monitoramento de evolu\u00e7\u00e3o quantitativa da coleta per capita di\u00e1ria de RDO \u00e9 feito nos munic\u00edpios brasileiros com popula\u00e7\u00e3o acima de 100 mil habitantes, conforme Censo de 2010.<\/p>\n<p>Desconsiderando-se o ano at\u00edpico de 2003, a m\u00e9dia de res\u00edduos s\u00f3lidos coletados divididos pela popula\u00e7\u00e3o atendida oscila entre 0,65 e 0,86 kg\/habitantes\/dia.<\/p>\n<p>Taxa de cobertura da coleta de res\u00edduos s\u00f3lidos domiciliares em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o urbana<\/p>\n<p>Esse indicador pode ser associado \u00e0 efici\u00eancia dos servi\u00e7os municipais de coleta.<\/p>\n<p>Observando-se a amostragem de 2010, contemplando 78% dos munic\u00edpios com popula\u00e7\u00e3o acima de 100 mil habitantes, constata-se que a oferta de servi\u00e7o de coleta aproximou-se da universaliza\u00e7\u00e3o. Por outro lado, o n\u00edvel de cobertura desse servi\u00e7o nos munic\u00edpios correspondeu a um atendimento de cerca de 58% da totalidade da popula\u00e7\u00e3o urbana do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Taxa de recupera\u00e7\u00e3o de materiais recicl\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 totalidade de res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos coletados<\/p>\n<p>A coleta seletiva encontra-se em fase inicial no pa\u00eds, com apenas 49% dos munic\u00edpios deste porte declarando-a em 2011, mas observa-se gradual aumento dos munic\u00edpios concernidos, bem como na recupera\u00e7\u00e3o dos materiais coletados seletivamente, especialmente a partir de 2005.<\/p>\n<p>Na pr\u00f3xima mat\u00e9ria desta s\u00e9rie, indicadores sobre Recursos H\u00eddricos<\/p>\n<p>Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social (Ascom\/MMA) &#8211; Telefone: 61.2028 1227<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A qualidade ambiental urbana \u00e9 assegurada, dentre outros meios, pelos recursos h\u00eddricos para abastecimento humano,<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12807,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro-300x191.jpg",300,191,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/lixo_vidro.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A qualidade ambiental urbana \u00e9 assegurada, dentre outros meios, pelos recursos h\u00eddricos para abastecimento humano,","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12806"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12806"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12806\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12807"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12806"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12806"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12806"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}