{"id":12695,"date":"2014-12-22T13:51:42","date_gmt":"2014-12-22T13:51:42","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=12695"},"modified":"2014-12-22T13:51:42","modified_gmt":"2014-12-22T13:51:42","slug":"a-jornada-da-vida-mostra-pinheiro-que-existe-desde-antes-de-jesus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/a-jornada-da-vida-mostra-pinheiro-que-existe-desde-antes-de-jesus\/","title":{"rendered":"\u2018A Jornada da Vida\u2019 mostra pinheiro que existe desde antes de Jesus"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-12696\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques-300x191.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques-300x191.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A s\u00e9rie que fez a gente viajar por lugares ex\u00f3ticos, bel\u00edssimos; que contou as origens do homem e dos bichos e nos fascinou com os mist\u00e9rios da natureza, chega ao \u00faltimo destino: os Estados Unidos.<\/p>\n<p>Os rep\u00f3rteres Sonia Bridi e Paulo Zero investigaram o segredo da vida longa. O segredo conhecido por \u00e1rvores incr\u00edveis como o pinheiro que tem 5 mil anos de idade. Quando Jesus nasceu, ele j\u00e1 tinha 3 mil anos. \u00c9 a inesquec\u00edvel jornada da vida.<\/p>\n<p>Crescer muito. Viver milhares de anos. Morrer e renascer, um clone de si mesmo. A longevidade das \u00e1rvores que enganam a morte e brincam com o tempo, para n\u00e3o interromper a jornada da vida.<\/p>\n<p>Na Serra Nevada, na Calif\u00f3rnia, costa oeste dos Estados Unidos, uma cordilheira se estende por 640 quil\u00f4metros. Nas montanhas alcan\u00e7adas pela umidade do Oceano Pac\u00edfico, vivem as gigantes. Os maiores indiv\u00edduos do planeta. As sequoias.<\/p>\n<p>Sobre uma base de mais de 30 metros de circunfer\u00eancia, a sequoia adulta mira o sol e chega a 85 metros de altura. Se bot\u00e1ssemos a \u00e1rvore no meio do campo do Maracan\u00e3, ela ocuparia mais da metade do c\u00edrculo central e subiria 50 metros para fora do est\u00e1dio.<\/p>\n<p>A sequoia pode crescer sem pressa. Todos os seres vivos, todas as esp\u00e9cies de animais ou plantas, tem um ciclo de vida. As \u00e1rvores tamb\u00e9m. Algumas vivem poucos anos, mas as sequoias podem chegar a 3,5 mil anos.<\/p>\n<p>Gigante e milenar, a esp\u00e9cie parece indestrut\u00edvel. Mas a verdade, \u00e9 que h\u00e1 milhares de anos elas ocupavam boa parte do territ\u00f3rio da Am\u00e9rica do Norte. Hoje, est\u00e1 restrita a uma pequena faixa de terra na Serra Nevada, onde a altitude, a temperatura e a umidade s\u00e3o ideais para ela crescer. E \u00e9 por isso que a especialista em sobreviv\u00eancia fica t\u00e3o fr\u00e1gil diante da amea\u00e7a de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>\u201cAs sequoias gigantes gostam da temperatura que faz nesta altitude. N\u00e3o \u00e9 muito frio no inverno, nem muito quente no ver\u00e3o. Ent\u00e3o, se esquentar, elas v\u00e3o ter que migrar para mais alto na montanha. E se a temperatura mudar muito r\u00e1pido, elas podem at\u00e9 desaparecer\u201d, conta o bi\u00f3logo Matt Fagan.<\/p>\n<p>Matt Fagan \u00e9 bi\u00f3logo do parque, especialista em sequoias. Ele diz que o segredo da longevidade \u00e9 a casca. \u201cEm algumas dessas \u00e1rvores t\u00eam casca com 60, 90 cent\u00edmetros\u201d, conta.<\/p>\n<p>A casca \u00e9 prote\u00e7\u00e3o contra os inc\u00eandios florestais, comuns na Serra Nevada. Um buraco em uma \u00e1rvore \u00e9 uma cicatriz deixada pelo fogo. E o fogo tem papel importante na reprodu\u00e7\u00e3o. Limpa o solo e o calor sobe, no alto atinge os cones, as pinhas que d\u00e3o a mensagem de que \u00e9 hora de soltar as sementes. Cada pinha tem 200 sementes.<\/p>\n<p>\u201cDurante anos pensamos que o fogo era sempre ruim. E passamos quase um s\u00e9culo apagando inc\u00eandios. E por isso n\u00e3o tinha brotinhos nascendo\u201d, explica Matt Fagan.<\/p>\n<p>O Fant\u00e1stico percorreu a floresta com os guardas florestais. Passou por bosques densos, que tem o ch\u00e3o coberto de samambaias, clareiras emolduradas pelas gigantes. Lugares ainda habitados por ursos e veados selvagens.<\/p>\n<p>Uma das sequoias encontrada na Serra Nevada \u00e9 o maior indiv\u00edduo vivo conhecido no planeta. Tem at\u00e9 nome: general Sherman. Ela n\u00e3o \u00e9 a mais alta, \u00e9 a que tem o maior volume: 1,5 mil metros c\u00fabicos, \u00e9 o que carregam 20 caminh\u00f5es ba\u00fa. A general Sherman passou dos 2,5 mil anos, e continua crescendo.<\/p>\n<p>Quando uma gigante tomba, fica onde est\u00e1. E se bloqueia a estrada, melhor abrir um t\u00fanel.<\/p>\n<p>\u00c9 dif\u00edcil entender como a \u00e1rvore para em p\u00e9. Ela tem um sistema bem complexo de ra\u00edzes, mas elas s\u00e3o bem rasas. As ra\u00edzes penetram s\u00f3 tr\u00eas metros no ch\u00e3o. Poucos seres na face da Terra s\u00e3o t\u00e3o impressionantes. Mas cruzando a Serra Nevada, do outro lado, h\u00e1 \u00e1rvores muito mais velhas.<\/p>\n<p>Tr\u00eas mil metros de altitude. Ar rarefeito e seco. A equipe do Fant\u00e1stico caminhou seis quil\u00f4metros por trilhas entre as \u00e1rvores que aprenderam a dominar o tempo: pinheiros longevos. Uma concentra\u00e7\u00e3o de anci\u00e3s.<\/p>\n<p>O lugar \u00e9 chamado de bosque das \u00e1rvores ancestrais, e n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que ele tem esse nome. Muitas das \u00e1rvores no local j\u00e1 passaram dos 4 mil anos, algumas est\u00e3o com quase 5 mil anos. J\u00e1 estavam no local h\u00e1 muitos s\u00e9culos, quando os eg\u00edpcios come\u00e7aram a construir as pir\u00e2mides. S\u00e3o as \u00e1rvores mais velhas do planeta.<\/p>\n<p>Pinheiros que j\u00e1 tinham 3 mil anos quando Jesus nasceu, carregam as marcas do tempo: troncos enrugados, retorcidos. E s\u00e3o incrivelmente pequenos para a idade deles.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma combina\u00e7\u00e3o de fatores que permite a essas \u00e1rvores viver tanto tempo. Uma delas \u00e9 a baixa qualidade do solo\u201d, explica Dave Hardin.<\/p>\n<p>Nessa terra arenosa, quase nada cresce. E quando cresce, \u00e9 muito lentamente. Quer saber qu\u00e3o devagar um pinheiro cresce? Um bebezinho j\u00e1 tem mais de 100 anos. Dave Hardin dedica a vida a explicar para leigos como os pinheiros se tornaram t\u00e3o resistentes. \u201cComo crescem devagar, a madeira \u00e9 muito densa, dura. E por isso \u00e9 mais resistente a ataques de bact\u00e9rias e fungos, que provocam doen\u00e7as e a decomposi\u00e7\u00e3o da madeira. Faz tanto frio e \u00e9 t\u00e3o seco, que insetos que provocam doen\u00e7as n\u00e3o sobrevivem\u201d, explica.<\/p>\n<p>Como o pinheiro longevo dribla condi\u00e7\u00f5es t\u00e3o dif\u00edceis? Ele s\u00f3 cresce durante dois meses do ano, nos outros dez meses, ele fica dormente. Isso significa que praticamente para todas as fun\u00e7\u00f5es do seu organismo, e se mesmo assim faltar energia, elimina alguns galhos para n\u00e3o comprometer toda a \u00e1rvore. Por isso os galhos secos est\u00e3o junto com o verde na maioria das \u00e1rvores mais velhas.<\/p>\n<p>Os buraquinhos s\u00e3o as marcas deixadas pela medi\u00e7\u00e3o da idade. Dave mostra como isso \u00e9 feito. Em uma \u00e1rvore jovem, que s\u00f3 tem meio mil\u00eanio, Dave faz um furo e retira uma amostra fininha.<\/p>\n<p><strong>Dave Hardin: <\/strong>Sente o cheiro.<br \/>\n<strong>S\u00f4nia Bridi:<\/strong> Cheiro de pinheiro. Tem um cheiro bom. Que del\u00edcia.<\/p>\n<p>Em uma varinha perfumada est\u00e3o 500 anos da hist\u00f3ria do clima. As \u00e1rvores crescem do centro para fora formando an\u00e9is, um a cada ano. Anos mais \u00famidos, o anel \u00e9 mais largo. Mais secos, anel fino.<\/p>\n<p>No pinheiro anci\u00e3o eles s\u00e3o t\u00e3o fininhos que o professor usa bast\u00f5es para explicar como \u00e9 feita a contagem. Analisando os an\u00e9is de crescimento do pinheiro, os cientistas est\u00e3o reconstruindo a hist\u00f3ria do clima na regi\u00e3o. \u201cTemos um registro ininterrupto de 8,8 mil anos\u201d, revela Dave Hardin.<\/p>\n<p>Como, se as \u00e1rvores vivas t\u00eam pouco menos de 5 mil anos? Eles voltaram tanto no tempo, porque mesmo depois de mortas, elas continuam em p\u00e9 durante mil\u00eanios. E quando caem, n\u00e3o apodrecem no clima extremamente seco. D\u00e1 para comparar os an\u00e9is das \u00e1rvores mortas com as vivas, e descobrir se foram contempor\u00e2neas em alguma \u00e9poca. \u00c9 assim que os pinheiros contam para n\u00f3s, sobre o tempo que viveram.<\/p>\n<p>Talvez haja uma li\u00e7\u00e3o para a gente na hist\u00f3ria dos pinheiros longevos: o que n\u00e3o te mata te deixa mais forte, mais bem preparado para quando os momentos dif\u00edceis chegarem de novo. Afinal, \u00e9 assim que trabalha a evolu\u00e7\u00e3o. Mas ser\u00e1 que existem seres vivos ainda mais velhos do que os pinheiros, ainda mais pesados do que as sequoias?<\/p>\n<p>Outono. As \u00e1rvores se preparam para enfrentar um inverno rigoroso em Utah, nos Estados Unidos. Elas v\u00e3o entrar em dorm\u00eancia at\u00e9 a primavera. As folhas est\u00e3o morrendo. E no \u00faltimo suspiro, uma explos\u00e3o de cores.<\/p>\n<p>Nas montanhas de Utah, a 2,5 mil metros de altitude que est\u00e1 o maior e mais pesado ser vivo de toda a terra. Na verdade, s\u00e3o todas as \u00e1rvores. \u00c9 uma col\u00f4nia de clones de uma esp\u00e9cie chamada de \u00e1lamo tremulante. Todas as \u00e1rvores t\u00eam exatamente o mesmo c\u00f3digo gen\u00e9tico e s\u00e3o ligadas pela mesma raiz.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 um indiv\u00edduo. Mas \u00e9 um \u00fanico organismo. O nome, \u00e1lamo tremulante, \u00e9 por causa da maneira como as folhas balan\u00e7am ao vento. S\u00e3o 47 mil \u00e1rvores sobre o terreno de rochas vulc\u00e2nicas.<\/p>\n<p>E ainda maior \u00e9 o que est\u00e1 embaixo da terra. Um sistema massivo de ra\u00edzes \u00e9 a alma da col\u00f4nia. Se a seca ou fogo destru\u00edrem as \u00e1rvores, a raiz faz brotar de novo. Ela tamb\u00e9m funciona como uma central de \u00e1gua e nutrientes, distribuindo de forma igual para todos os clones, mesmo que alguns estejam sobre solo mais seco e pobre.<\/p>\n<p>Mas as \u00e1rvores, apesar de clones, que t\u00eam exatamente o mesmo c\u00f3digo gen\u00e9tico, n\u00e3o s\u00e3o bem iguaizinhas. \u00c9 que algumas s\u00e3o mais jovens do que os outras. E a oferta de sol tamb\u00e9m influencia. E mesmo que um clone, ou uma \u00e1rvore dure s\u00f3 200 anos, a col\u00f4nia chamada de Pando, est\u00e1 viva h\u00e1 80 mil anos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 muito dif\u00edcil fazer esse c\u00e1lculo, porque n\u00e3o \u00e9 a idade de um indiv\u00edduo, mas da col\u00f4nia toda, que se renova constantemente. N\u00e3o \u00e9 como a sequoia ou o pinheiro longevo, que ainda tem o tronco original\u201d, comenta uma pesquisadora.<\/p>\n<p>A idade foi estimada ent\u00e3o calculando o tempo que a col\u00f4nia levou para chegar ao tamanho atual. Nada menos que 450 mil metros quadrados. Tudo junto, ra\u00edzes e clones, pesa mais do que 800 elefantes.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, a col\u00f4nia come\u00e7ou a encolher. As mesmas caracter\u00edsticas que a tornaram t\u00e3o resistente, s\u00e3o tamb\u00e9m sua fragilidade.<\/p>\n<p>\u201cTodas s\u00e3o iguais geneticamente, ent\u00e3o se uma ficar suscet\u00edvel a um inseto, ou fungo, perdemos todas. O mesmo acontece as com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Diversidade gen\u00e9tica d\u00e1 mais resist\u00eancia\u201d, explica a pesquisadora.<\/p>\n<p>O \u00e1lamo tremulante tamb\u00e9m se reproduz por semente. O pando, \u00e9 macho. Outras col\u00f4nias perto s\u00e3o f\u00eameas. Os cientistas dizem que as sementes s\u00e3o abundantes e f\u00e9rteis, mas poucas germinam, o que torna ainda mais importante preservar as col\u00f4nias.<\/p>\n<p>\u201cUma preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 que o sistema de ra\u00edzes est\u00e1 se degradando. Tentamos v\u00e1rias t\u00e9cnicas, removemos outras esp\u00e9cies e fizemos queimadas, o que antes acontecia de forma natural\u201d, conta o pesquisador.<\/p>\n<p>Uma \u00e1rea foi completamente cortada e cercada. Assim os brotinhos ficaram protegidos n\u00e3o s\u00f3 dos animais selvagens, como tamb\u00e9m do gado das fazendas que fazem limite com o parque. A regenera\u00e7\u00e3o foi um sucesso.<\/p>\n<p>Cuidar do ambiente em que estas esp\u00e9cies vivem. Conhecer mais dos mist\u00e9rios da sobreviv\u00eancia. E quem sabe um dia, desvendar o maior de todos. Por qu\u00ea, de tudo o que conhecemos no universo, \u00e9 s\u00f3 aqui que a vida faz a sua jornada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A s\u00e9rie que fez a gente viajar por lugares ex\u00f3ticos, bel\u00edssimos; que contou as origens<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":12696,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques-300x191.jpg",300,191,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/bosques.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"A s\u00e9rie que fez a gente viajar por lugares ex\u00f3ticos, bel\u00edssimos; que contou as origens","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12695"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12695"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12695\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12696"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12695"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12695"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12695"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}