{"id":125843,"date":"2020-04-25T09:55:32","date_gmt":"2020-04-25T12:55:32","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=125843"},"modified":"2020-04-25T09:55:32","modified_gmt":"2020-04-25T12:55:32","slug":"numero-de-queimadas-na-amazonia-cai-enquanto-desmatamento-dispara","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/numero-de-queimadas-na-amazonia-cai-enquanto-desmatamento-dispara\/","title":{"rendered":"N\u00famero de queimadas na Amaz\u00f4nia cai enquanto desmatamento dispara"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-125845\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Enquanto os sistemas que monitoram a Amaz\u00f4nia confirmam o aumento do desmatamento no m\u00eas de mar\u00e7o e no primeiro trimestre de 2020, com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, o n\u00famero de focos de queimadas no bioma caiu cerca de um ter\u00e7o no acumulado dos tr\u00eas primeiros meses. De acordo com os dados do Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), no m\u00eas de mar\u00e7o a queda foi ainda maior, de cerca de 50% no n\u00famero de queimadas. Os dados apurados por\u00a0<b>((o))eco\u00a0<\/b>n\u00e3o s\u00e3o, entretanto, motivo de comemora\u00e7\u00e3o, pois seguem acima da m\u00e9dia para o per\u00edodo.<\/p>\n<p>Em 2019, a queimada na Amaz\u00f4nia virou assunto internacional. O ano passado bateu recordes de focos de queimadas em mar\u00e7o e abril, com 3.383 e 1.702 focos respectivamente. Em 2020, houve uma desacelera\u00e7\u00e3o de cerca de 50% no m\u00eas de mar\u00e7o, com registro de \u201capenas\u201d 1.641 focos. Apesar da redu\u00e7\u00e3o, o n\u00famero ainda est\u00e1 acima da m\u00e9dia hist\u00f3rica para o per\u00edodo. Em abril, at\u00e9 o dia 22 (data anterior ao fechamento desta reportagem), o monitoramento havia registrado 595 focos.<\/p>\n<p>\u201cNo contexto geral, eu diria que o cen\u00e1rio n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o animador assim. Caiu, mas ainda est\u00e1 acima da m\u00e9dia. Ent\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 preocupante. O ano de 2019 foi um ano muito complicado do ponto de vista das queimadas. Ent\u00e3o a queda de queimadas em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior n\u00e3o significa que o n\u00famero de focos est\u00e1 baixo, at\u00e9 porque os dados do INPE mostram que os n\u00fameros de 2020 ainda est\u00e3o acima da m\u00e9dia, com exce\u00e7\u00e3o de janeiro e at\u00e9 o momento abril, mas ainda faltam 7 dias pro final do m\u00eas\u201d, explica o pesquisador do Programa de Queimadas do INPE,\u00a0 Alberto Setzer.<\/p>\n<figure id=\"attachment_77344\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"width: 639px;\" aria-describedby=\"caption-attachment-77344\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-77344\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Comparativo-1semestre_2020_queimadasFonteInpe.jpg\" sizes=\"(max-width: 838px) 100vw, 838px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Comparativo-1semestre_2020_queimadasFonteInpe.jpg 838w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Comparativo-1semestre_2020_queimadasFonteInpe-300x189.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Comparativo-1semestre_2020_queimadasFonteInpe-600x377.jpg 600w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/Comparativo-1semestre_2020_queimadasFonteInpe-640x402.jpg 640w\" alt=\"\" width=\"639\" height=\"402\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-77344\" class=\"wp-caption-text\">Gr\u00e1fico do Programa de Queimadas do INPE com comparativo dos valores do 1\u00ba semestre de 2020 de acordo com s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/figcaption><\/figure>\n<p>O pesquisador lembra tamb\u00e9m que o come\u00e7o do ano \u00e9 apenas a ponta do iceberg quando o assunto s\u00e3o as queimadas na Amaz\u00f4nia, pois o auge do fogo na regi\u00e3o ocorre historicamente nos meses de julho a outubro, durante a seca.\u00a0 \u201cO in\u00edcio do ano sempre tem n\u00fameros baixos, pois \u00e9 o per\u00edodo chuvoso. \u00c9 mais pro final do ano, com a estiagem, que o povo come\u00e7a a queimar. 95% do que vai queimar na Amaz\u00f4nia vai acontecer nesse per\u00edodo. \u00c9 muito cedo para tentar adivinhar o que vai acontecer esse ano\u201d, explica.<\/p>\n<p>Setzer argumenta ainda que o cen\u00e1rio para o ano depende de fatores como o clima, a economia, o setor agropecu\u00e1rio e a pr\u00f3pria situa\u00e7\u00e3o da fiscaliza\u00e7\u00e3o e dos \u00f3rg\u00e3os ambientais.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas primeiros meses de 2020 somaram 4.037 focos de queimadas, uma redu\u00e7\u00e3o de 35% em rela\u00e7\u00e3o a 2019, quando no mesmo per\u00edodo foram registrados 6.170 focos na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Os \u00edndices do desmatamento tiveram um rumo contr\u00e1rios no mesmo per\u00edodo, com crescimento de 63%, de acordo com os dados do DETER (Sistema de Detec\u00e7\u00e3o do Desmatamento em Tempo Real), tamb\u00e9m do INPE. O n\u00famero saltou de 503 km\u00b2 desmatados em 2019 para 796 km\u00b2 no primeiro trimestre deste ano. O sistema do DETER mostra o quanto de desmatamento foi detectado nesses meses e n\u00e3o o que efetivamente foi desmatado no per\u00edodo.<\/p>\n<p>\u201cEsse \u00edndice alto de desmatamento agora nos pr\u00f3ximos meses pode induzir ao aumento de queimadas ou talvez os desmatadores da Amaz\u00f4nia tenham mudado de estrat\u00e9gia e n\u00e3o estejam mais fazendo queimadas justamente porque era isso que estava acionando v\u00e1rios alarmes de destrui\u00e7\u00e3o da floresta\u201d, analisa o pesquisador associado do Centro de Estudos Integrados da Biodiversidade Amaz\u00f4nica (CEIBAM\/Inpa), Lucas Ferrante, em refer\u00eancia \u00e0 grande mobiliza\u00e7\u00e3o nacional e internacional feita\u00a0<a href=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/noticias\/retrospectiva-aumento-do-desmatamento-fez-amazonia-pegar-fogo-em-2019\/\" data-wpel-link=\"internal\">em 2019 quando as queimadas na Amaz\u00f4nia<\/a>\u00a0escureceram o c\u00e9u de S\u00e3o Paulo e chamaram aten\u00e7\u00e3o do mundo.<\/p>\n<p>O pesquisador aponta que esses n\u00fameros s\u00f3 exp\u00f5em ainda mais qu\u00e3o falhas e ineficazes t\u00eam sido as a\u00e7\u00f5es do governo para tentar mitigar a devasta\u00e7\u00e3o da floresta. \u201cO Ex\u00e9rcito Brasileiro foi colocado no combate intensivo \u00e0s queimadas na Amaz\u00f4nia. S\u00f3 que a queimada ocorre depois que o desmatamento j\u00e1 foi feito, que \u00e9 justamente para limpar a \u00e1rea. Isso mostra como as a\u00e7\u00f5es do Ex\u00e9rcito podem ser completamente ineficazes. O desmatamento est\u00e1 explodindo nesse momento, mas as queimadas n\u00e3o, ent\u00e3o a destrui\u00e7\u00e3o da floresta n\u00e3o est\u00e1 mais t\u00e3o associada \u00e0 queimada e sim ao desmatamento direto, o corte raso\u201d, completa Lucas.<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do pesquisador, o governo falha reiteradamente na miss\u00e3o de proteger a floresta, \u201coutro exemplo de inefic\u00e1cia \u00e9 o Conselho da Amaz\u00f4nia que foi formado agora pelo Vice-Presidente General Mour\u00e3o e que \u00e9 composto por 19 militares e n\u00e3o possui nenhum especialista do Ibama nem de nenhum outro \u00f3rg\u00e3o ambiental\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p><b>Efeito quarentena<\/b><\/p>\n<figure id=\"attachment_76526\" class=\"wp-caption alignright\" aria-describedby=\"caption-attachment-76526\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-76526\" src=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/fiscaliza%C3%A7%C3%A3o.jpg\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" srcset=\"https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/fiscaliza\u00e7\u00e3o.jpg 400w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/fiscaliza\u00e7\u00e3o-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/fiscaliza\u00e7\u00e3o-223x150.jpg 223w, https:\/\/www.oeco.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/fiscaliza\u00e7\u00e3o-272x182.jpg 272w\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"567\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-76526\" class=\"wp-caption-text\">Pandemia afetar\u00e1 fiscaliza\u00e7\u00e3o? Foto: Felipe Werneck\/Ibama.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Numa an\u00e1lise preliminar, os n\u00fameros, tanto de queimadas quanto do desmatamento, n\u00e3o parecem ter sido muito afetados pela pandemia do coronav\u00edrus e do confinamento recomendado. \u201cNo come\u00e7o da quarentena houve uma diminui\u00e7\u00e3o significativa no desmatamento, que talvez se justifique pelo menor tr\u00e2nsito de pessoas, mas o que a gente tem observado agora que a quarentena j\u00e1 est\u00e1 consolidada \u00e9 que os n\u00fameros triplicaram. A gente n\u00e3o tem mais como dizer que a quarentena diminuiu o desmatamento\u201d, pondera Lucas.<\/p>\n<p>Para fins de an\u00e1lise,\u00a0<b>((o))eco<\/b>\u00a0observou a curva dos n\u00fameros a partir do dia 11 de mar\u00e7o, quando a movimenta\u00e7\u00e3o sobre o coronav\u00edrus se acentuou no pa\u00eds e os estados come\u00e7aram a implementar restri\u00e7\u00f5es e estimular a quarentena. Os dados do DETER de avisos de desmatamento entre o dia 11\/03 e 09\/04 (data da \u00faltima atualiza\u00e7\u00e3o do sistema), detectaram o desmatamento de 487,96km\u00b2. O que chama aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que, entre os dias 14 e 22 de mar\u00e7o, n\u00e3o houve nenhum registro de desmatamento (0km\u00b2), o que pode sugerir que de fato houve um freio inicial causado pela preven\u00e7\u00e3o\u00a0\u2013\u00a0ou medo\u00a0\u2013\u00a0do COVID-19.<\/p>\n<p>O freio, entretanto, n\u00e3o durou muito, e logo ap\u00f3s a \u201cretomada\u201d, nos 18 dias que se seguiram (23\/mar\u00e7o a 09\/abril) o desmatamento deu um salto exponencial e foram detectados 411,39km\u00b2 de solo exposto e floresta derrubada.<\/p>\n<p>As queimadas, entretanto, se mantiveram desaceleradas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 2019. Entre 1\u00ba de mar\u00e7o de 2020 e 22 de abril (dia anterior ao fechamento desta mat\u00e9ria), o monitoramento do INPE havia registrado 2.236 focos de queimadas na Amaz\u00f4nia, uma queda de 53% com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado, quando foram registrados 4.798 focos. Quem lidera o n\u00famero de focos \u00e9 o Mato Grosso com 1.172 focos. Completam o ranking os estados de Roraima (819 focos), Par\u00e1 (93), Amazonas (85) e Rond\u00f4nia (56). A queda mais expressiva foi registrada no estado de Roraima que teve uma redu\u00e7\u00e3o de mais de 75% no n\u00famero de focos.<\/p>\n<p>Quando comparado o n\u00famero de focos a partir do dia 11 de mar\u00e7o deste ano, s\u00e3o 1.613 focos at\u00e9 o dia 22 de abril versus 2.236 no mesmo per\u00edodo em 2019.<\/p>\n<p>Apesar dos n\u00fameros em queda, o fato do desmatamento seguir em crescimento acelerado combinado com as medidas pouco eficazes do governo no combate \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da floresta s\u00e3o um alerta de que o cen\u00e1rio permanece sombrio.<\/p>\n<p>O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM) divulgou uma\u00a0<a href=\"https:\/\/ipam.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/NT3-Fogo-em-2019.pdf\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Nota T\u00e9cnica<\/a>\u00a0na qual analisa o fogo e o desmatamento em 2019 e explica que \u201ca an\u00e1lise dos dados do ano passado demonstra o efeito positivo de a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o e controle do uso do fogo na Amaz\u00f4nia, principalmente no per\u00edodo da morat\u00f3ria das queimadas (setembro e outubro de 2019). Elas foram necess\u00e1rias antes e devem ser mantidas agora, especialmente considerando que quase um ter\u00e7o dos focos de calor registrados em 2019 aconteceu em terras p\u00fablicas sem destina\u00e7\u00e3o \u2013 ou seja, efeito de grilagem \u2013, que se intensificou no primeiro trimestre de 2020, num verdadeiro roubo de patrim\u00f4nio p\u00fablico dos brasileiros. Contudo, ao contr\u00e1rio do que aconteceu em 2019, o esfor\u00e7o em campo deve coibir tamb\u00e9m o desmatamento, visto que s\u00e3o duas faces de uma mesma moeda. Sem estrat\u00e9gias que mirem ambos os problemas conjuntamente, espera-se pouca efetividade de qualquer plano governamental de controle do fogo na Amaz\u00f4nia\u201d.<\/p>\n<p>A Nota T\u00e9cnica alerta ainda que a temporada de queimadas deste ano poder\u00e1 ser igualmente\u00a0\u2013\u00a0ou at\u00e9 mais\u00a0\u2013\u00a0severa, pois o desmatamento gera um ac\u00famulo excessivo de mat\u00e9ria seca, combust\u00edvel ideal para as chamas se converterem em inc\u00eandios florestais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto os sistemas que monitoram a Amaz\u00f4nia confirmam o aumento do desmatamento no m\u00eas de<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":125845,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/queimadas-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Enquanto os sistemas que monitoram a Amaz\u00f4nia confirmam o aumento do desmatamento no m\u00eas de","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/125843"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=125843"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/125843\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/125845"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=125843"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=125843"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=125843"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}