{"id":125668,"date":"2020-04-22T14:30:59","date_gmt":"2020-04-22T17:30:59","guid":{"rendered":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/?p=125668"},"modified":"2020-04-22T07:37:44","modified_gmt":"2020-04-22T10:37:44","slug":"epidemia-de-coronavirus-exige-da-sociedade-maior-atencao-ao-idoso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/epidemia-de-coronavirus-exige-da-sociedade-maior-atencao-ao-idoso\/","title":{"rendered":"Epidemia de coronav\u00edrus exige da sociedade maior aten\u00e7\u00e3o e preocupa\u00e7\u00e3o com o idoso"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-125669\" src=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1-300x192.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"192\" srcset=\"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1-300x192.jpg 300w, https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg 415w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Dos mais de 1,8 milh\u00e3o de idosos da cidade de S\u00e3o Paulo, 290.771 (16%) vivem sozinhos, sendo 22.680 deles com 90 anos ou mais. Tamb\u00e9m \u00e9 motivo de desassossego o n\u00famero de idosos completamente solit\u00e1rios na capital paulista: mais de 8 mil, por diferentes raz\u00f5es, n\u00e3o t\u00eam a quem pedir ajuda caso precisem. Eles n\u00e3o contam com uma rede de suporte social ativa e eficiente.<\/p>\n<p>Os dados sobre a vulnerabilidade dos idosos na cidade de S\u00e3o Paulo, reunidos especialmente para a\u00a0<strong>Ag\u00eancia FAPESP<\/strong>, fazem parte do\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/89845\/estudo-sabe-estudo-longitudinal-de-multiplas-coortes-sobre-as-condicoes-de-vida-e-saude-dos-idosos\/\">Estudo Sa\u00fade, Bem-Estar e Envelhecimento (SABE)<\/a><\/b>, apoiado pela Funda\u00e7\u00e3o. O estudo sobre as condi\u00e7\u00f5es de vida e sa\u00fade dos idosos residentes no munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo acompanha 1.236 participantes, o que forma uma amostra representativa de toda essa popula\u00e7\u00e3o na cidade e permite chegar aos resultados apresentados.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso chamar a aten\u00e7\u00e3o para essa realidade, sobretudo neste momento de pandemia. Estamos preocupados com os idosos que vivem em institui\u00e7\u00f5es [os antigos asilos, hoje denominados Institui\u00e7\u00f5es de Longa Perman\u00eancia para Idosos \u2013 ILPIs] por sua alta vulnerabilidade e pelo grande risco de ocorr\u00eancia de um cont\u00e1gio em massa. Por\u00e9m, no geral, a situa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 muito boa, principalmente se levarmos em conta o n\u00famero de idosos que est\u00e3o sozinhos em casa em plena epidemia e sem ningu\u00e9m para ajud\u00e1-los. Precisamos todos olhar para essa realidade e planejar a\u00e7\u00f5es para esse per\u00edodo&#8221;, diz\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/33447\/yeda-aparecida-de-oliveira-duarte\/\">Yeda Duarte<\/a><\/b>, professora da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e coordenadora do estudo em parceria com\u00a0<b><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/91520\/jair-licio-ferreira-santos\/\">Jair Licio Ferreira Santos\u00a0<\/a><\/b>.<\/p>\n<p>A condi\u00e7\u00e3o de sa\u00fade dos idosos tamb\u00e9m \u00e9 motivo de preocupa\u00e7\u00e3o, sobretudo pelo fato de eles apresentarem doen\u00e7as consideradas de risco para a COVID-19, acrescenta a pesquisadora. Entre os que moram sozinhos, 63,1% (183.477) t\u00eam duas ou mais doen\u00e7as cr\u00f4nicas simult\u00e2neas. Entre as doen\u00e7as mais comuns, 67.9% (197.434 idosos) s\u00e3o hipertensos, 25,4% (73.856) t\u00eam diabetes, 22.9% (66.587) apresentam alguma doen\u00e7a card\u00edaca e 9.3% (27.042) t\u00eam doen\u00e7a pulmonar cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do alto \u00edndice de doen\u00e7as cr\u00f4nicas, h\u00e1 outros fatores que preocupam os especialistas:12,9% (37.510) dos idosos s\u00e3o fr\u00e1geis e 52.2% (151.782) s\u00e3o pr\u00e9-fr\u00e1geis \u2013 t\u00eam pouca\u00a0resist\u00eancia ou energia, perdem peso involuntariamente e\u00a0declaram sentir fraqueza, entre outros fatores de risco.<\/p>\n<p>De acordo com os dados do SABE, a maioria (75.1%) desses idosos que vivem sozinhos na capital paulista est\u00e3o em processo de fragiliza\u00e7\u00e3o, o que\u00a0os torna ainda mais vulner\u00e1veis nesse momento. Duarte ressalta que idosos com s\u00edndrome da fragilidade devem ser priorizados pela aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, por serem mais suscet\u00edveis a quedas, hospitaliza\u00e7\u00f5es, incapacidades e \u00f3bito precoce.<\/p>\n<p>Para Duarte, a gravidade da epidemia do novo coronav\u00edrus p\u00f5e em evid\u00eancia a realidade da falta de assist\u00eancia ao idoso e a necessidade de pol\u00edticas p\u00fablicas de apoio a essa popula\u00e7\u00e3o. \u201cA epidemia \u00e9 muito grave, mas\u00a0talvez ela\u00a0possa trazer uma transforma\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para a sociedade, dando visibilidade a essas pessoas que nunca receberam\u00a0a aten\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria. \u00c9 preciso mostrar que esses idosos existem. Essas pessoas continuam sozinhas em casa e precisam ainda mais de aten\u00e7\u00e3o agora, tanto da sociedade quanto do poder p\u00fablico\u201d, diz.<\/p>\n<p>A pesquisadora ressalta a necessidade de medidas de apoio, visto que, embora n\u00e3o devam sair de casa em virtude da epidemia, muitos deles n\u00e3o t\u00eam celular\u00a0ou n\u00e3o sabem utiliz\u00e1-lo\u00a0para providenciar, por exemplo, comida e itens de primeira necessidade. \u201cNa popula\u00e7\u00e3o idosa que reside sozinha, mais de 80 mil\u00a0(28,1%) n\u00e3o t\u00eam celular ou habilidade para manusear o aparelho, por exemplo. Isso os obriga a sair \u00e0 rua e descumprir a quarentena, n\u00e3o por teimosia, mas por necessidade. Esses idosos sempre existiram, por\u00e9m\u00a0as pol\u00edticas p\u00fablicas n\u00e3o deram conta\u00a0de olhar para eles. Neste momento, a pr\u00f3pria pandemia os coloca em evid\u00eancia\u201d, diz.<\/p>\n<p>Dessa forma, \u00e9 importante que vizinhos, por exemplo, se disponham a ajudar. \u201cEsses movimentos de solidariedade que cresceram na cidade por causa da COVID-19 precisam aumentar ainda mais. Ao saber que existem pessoas idosas residindo sozinhas no pr\u00e9dio ou na vizinhan\u00e7a pr\u00f3xima, seria importante se colocar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para ajud\u00e1-las ou ser um contato delas com o mundo exterior\u201d, diz.<\/p>\n<p>Entre os 1,8 milh\u00e3o de idosos da cidade de S\u00e3o Paulo, al\u00e9m dos 16% que residem sozinhos, h\u00e1 ainda\u00a048% residindo\u00a0em casas na companhia de outros idosos \u2013 c\u00f4njuges ou outros parentes. \u201cEsse grupo merece igualmente aten\u00e7\u00e3o. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a imagem que a sociedade tem do idoso mudou muito. Eles s\u00e3o vistos, muitas vezes, como pessoas saud\u00e1veis que curtem a vida. Embora alguns estejam nessas condi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o s\u00e3o todos, nem a maioria. \u00c9 preciso que a sociedade olhe para todos\u201d, diz.<\/p>\n<p>Um dado positivo apontado pelo estudo est\u00e1 no fato de que\u00a0 84% dos idosos terem sido vacinados contra gripe\u00a0na capital paulista. Por\u00e9m, apenas 39% foram imunizados contra a\u00a0pneumonia. \u201cIsso mostra que a diretriz deveria ser vacinar todos os idosos contra a pneumonia e n\u00e3o apenas os considerados vulner\u00e1veis como tem ocorrido at\u00e9 agora\u201d, diz.<\/p>\n<p>Outro ponto importante levantado pela pesquisadora \u00e9 a necessidade de maior planejamento para auxiliar a popula\u00e7\u00e3o idosa mais vulner\u00e1vel durante a pandemia. \u201cN\u00e3o existe esse planejamento. Geralmente, o idoso vulner\u00e1vel vai\u00a0se virando, fazendo o que d\u00e1. Por\u00e9m, na situa\u00e7\u00e3o atual, n\u00e3o h\u00e1 como isso ser feito na pr\u00e1tica. Tal fato\u00a0pode passar a ideia equivocada de que os idosos, agora, s\u00e3o um problema e eles n\u00e3o s\u00e3o\u201d, diz.<\/p>\n<p>De acordo com os dados do Estudo SABE, a maioria dos idosos mora com os filhos. Entre os que n\u00e3o moram sozinhos, apenas 9,6% n\u00e3o residem com filhos. Do total de idosos, 12% moram com crian\u00e7as menores de 11 anos e 10,3% moram com adolescentes (12 a 18 anos). \u201cOs dados mostram que \u00e9 preciso pensar tamb\u00e9m nas medidas de isolamento social levando em considera\u00e7\u00e3o a realidade desse grupo de risco para a doen\u00e7a. N\u00e3o adianta liberar o jovem para trabalhar e a crian\u00e7a para a escola sem considerar que eles podem, ao serem infectados pelo coronav\u00edrus e\u00a0muitas vezes n\u00e3o apresentarem sintomas da COVID-19, infectar outras pessoas, incluindo os idosos dentro de casa\u201d, diz<\/p>\n<p>Ainda de acordo com os dados do Estudo SABE, cerca de um quarto dos idosos em S\u00e3o Paulo apresenta dificuldades para exercer atividades b\u00e1sicas da vida di\u00e1ria, como, por exemplo, banhar-se, vestir-se, alimentar-se sozinhos e, portanto, necessitam de um cuidador presencial. \u201cIsso nos leva a pensar em uma necessidade de maior planejamento antes de medidas mais duras, como o\u00a0<em>lockdown<\/em>, por exemplo\u201d, diz.<\/p>\n<p>Para Duarte, caso a epidemia se agrave e seja necess\u00e1rio que a cidade entre em\u00a0<em>lockdown,<\/em>\u00a0ser\u00e1 preciso lembrar da exist\u00eancia desses idosos e providenciar uma rela\u00e7\u00e3o dos que necessitam ajuda. \u201c\u00c9 preciso tomar iniciativas antecipadas para que, se for preciso adotar medida mais duras\u00a0de bloqueio, existam maneiras de monitorar por telefone essas pessoas que precisam de cuidado\u201d,\u00a0diz.<\/p>\n<p><strong>Genes protetores<\/strong><\/p>\n<p>O estudo multic\u00eantrico teve in\u00edcio em 2000, quando, por iniciativa da Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade (OPAS), foram pesquisadas pessoas de 60 anos ou mais de sete centros urbanos da Am\u00e9rica Latina e do Caribe, entre elas S\u00e3o Paulo. Com apoio da FAPESP, o estudo foi reeditado em S\u00e3o Paulo em 2006 e 2010 e em 2015 teve sua quarta edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com Duarte, uma nova edi\u00e7\u00e3o\u00a0est\u00e1 programada para acontecer em 2020. Por causa da epidemia do novo coronav\u00edrus, no entanto, os pesquisadores v\u00e3o iniciar, neste momento, um monitoramento telef\u00f4nico para identificar como os idosos est\u00e3o encarando a quarentena e suas principais necessidade e vulnerabilidades.<\/p>\n<p>Os participantes que eventualmente contra\u00edrem a COVID-19\u00a0ser\u00e3o tamb\u00e9m monitorados por integrantes do\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/58578\/cegh-cel-centro-de-estudos-do-genoma-humano-e-de-celulas-tronco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e C\u00e9lulas-Tronco\u00a0<\/a><\/strong>(<strong><a href=\"https:\/\/genoma.ib.usp.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">CEGH-CEL<\/a><\/strong>) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) \u2013 um\u00a0Centro\u00a0de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o (CEPID) apoiado\u00a0pela FAPESP e coordenado\u00a0pela professora do Instituto de Bioci\u00eancias da USP\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/98\/mayana-zatz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mayana Zatz<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>&#8220;Vamos observar qual ser\u00e1 o desfecho caso algu\u00e9m seja infectado pelo novo coronav\u00edrus. Os idosos que conseguem lidar bem com a doen\u00e7a certamente t\u00eam em seu genoma genes protetores e \u00e9 isso que pretendemos investigar\u201d, conta Zatz.<\/p>\n<p>A equipe do CEPID j\u00e1 completou, h\u00e1 alguns anos, o sequeciamento dos genomas dos\u00a0participantes do Estudo SABE. O trabalho foi feito\u00a0no \u00e2mbito do Projeto 80+, que estuda o DNA de idosos saud\u00e1veis com mais de 80 anos para identificar caracter\u00edsticas gen\u00e9ticas e ambientais que os fazem viver mais e melhor.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TEu0Ly8HTHs\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dos mais de 1,8 milh\u00e3o de idosos da cidade de S\u00e3o Paulo, 290.771 (16%) vivem<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":125669,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg",415,265,false],"thumbnail":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1-300x192.jpg",300,192,true],"medium_large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg",415,265,false],"large":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg",415,265,false],"1536x1536":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg",415,265,false],"2048x2048":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-2":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-3":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg",415,265,false],"cream-magazine-thumbnail-4":["https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/idoso-1.jpg",415,265,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"","author_link":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/author\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"Dos mais de 1,8 milh\u00e3o de idosos da cidade de S\u00e3o Paulo, 290.771 (16%) vivem","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/125668"}],"collection":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=125668"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/125668\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/125669"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=125668"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=125668"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/espacoecologico.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=125668"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}